Peças para o próximo leilão

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  • FRACALANZA  ELEGANTE FAQUEIRO EM METAL ESPESSURADO A PRATA ACONDICIONADO EM SEU ESTOJO ORIGINAL UMA LINDA MALA REVESTIDA EM COURO. COMPLETO PARA DOZE PESSOAS COM 130 PEÇAS ACOMODADAS EM EMBALAGENS ORIGINAIS COM SERVIÇOS INDIVIDUAIS. SÃO: 12 FACAS PARA CARNE, 12 GARFOS DE JANTAR, 12 COLHERES DE SOPA, 12 FACAS PARA ENTRADA, 12 GARFOS PARA ENTRADA, 12 GARFOS PARA PEIXE, 12 FACAS PARA PEIXE, 12 COLHERES PARA SOBREMESA, 12 COLHERES PARA CHÁ, 12 COLHERES PARA CAFÉ E 10 PEÇAS DE SERVIÇO.
  • HIROO KABE - - PRIMAVERA NA RECORDAÇÃO.  OST 0 BELA OBRA DO ARTISTA ELEGANTEMENTE EMOLDURADA. BRASIL, DEC. 70 - 100 X 83 CM  (CONSIDERANDO O TAMANHO DA MOLDURA) . NOTA: HIROO KABE NASCEU EM 3 DE MAIO DE 1938. RADICOU-SE NO BRASIL EM 1959. COMEÇOU SUA CARREIRA ARTISTICA EM 1969. UM ARTISTA COMPLETAMENTE DIFERETE DOS DEMAIS NIPO BRASILEIROS ESPECIALMENTE FASCINADOS COM O ABSTRACIONISMO.
  • PADRÃO FOLHA DE TABACO - LINDO POTICHE EM PORCELANA COM PADRÃO DECORATIVO DITO FOLHA DE TABACO. MARCAS SOB A BASE DO PERIODO QIANLONG. CHINA, INICIO SDO SEC. XX. 37 CM DE ALTURA NOTA: A primeira peça de porcelana chinesa que chegou ao Ocidente parece ter sido um gomil ofertado ao Rei de Portugal Dom Manuel ainda antes de 1500. Isso foi possível graças a expedição comandada por Bartolomeu Dias que chegou ao Oriente após dobrar o Cabo da Boa Esperança. Foram também os portugueses a iniciar o comércio da porcelana no início do sec. XVI quando venderam com facilidade, em Portugal todas as peças trazidas da China. Em 1602 e 1604, duas naus portuguesas, o San Yago e Santa Catarina, foram capturados pelos holandeses e suas cargas, que incluiam milhares de itens de porcelana, foram vendidos em um leilão, acendendo um interesse europeu para a porcelana, com compradores comos os Reis da Inglaterra e da França. Depois disso, uma série de nações europeias estabeleceram empresas de comércio com os países do Extremo Oriente, a mais importante foi a poderosa Companhia da Índias, criada na Holanda, cujo nome passou a designar o nome da porcelana chinesa. Como a porcelana chinesa é rica em símbolos e significados não compreendidos nos mercados Ocidentais (agressivos cães de fó, flores de pessegueiro, flores de cerejeira, animais imaginários, deuses orientais para citar algusns), os agentes comerciais europeus passaram a levar modelos, formas, brasões, inicias do Ocidente que com alguma dificuldade começaram a ser produzidos pelos oleiros chineses. Até que os artesãos chineses conseguiram adaptar sua produção, com maestria, a partir do sec. XVIII aos padrões de gosto europeu e da América (notadamente Brasil e EUA). Surgiu então a louça de exportação. Para os ceramistas de Jingdezhen (cidade centro de fabricação de louça Companhia das Índias) a fabricação de louças de porcelana para o mercado europeu de exportação apresentou novas dificuldades. Escrevendo dessa cidade em 1712, o francês missionário jesuíta Père François Xavier d'Entrecolles registra que: "... a porcelana que é enviado para a Europa é feita após novos modelos que são muitas vezes excêntrico e difíceis de reproduzir, porque o mínimo defeito faz com que sejam recusadas pelos comerciantes, e assim eles permanecem nas mãos dos oleiros, que não podem vendê-los para os chineses, porque eles não gostam de tais peças. A despeito das dificuldades nasceu o lucrativo comércio de Porcelana das Índias de Exportação. O padrão folha de tabaco surgido no final do sec. XVIII principalmente para o mercado inglês, americano, português e brasileiro, é o de porcelana Cia das Índias mais valorizado de todos os produzidos no período setecentista. Os ingleses o adoravam porque diziam que refletia as luzes das velas. George Washington também tinha peças desse serviço e são hoje em dia presença obrigatória nas coleções mais importantes do mundo.
  • RICO CONJUNTO NECESSEIRE EM OURO MARFIM, E RESERVAS COM ESMALTES. DOTADO DE CANIVETE ME MADREPÉROLA INCRUSTRADA EM OURO, TESOURA, CARNET EM MARFIM PARA ANOTAR COMPROMISSOS, PORTA LAPIS EM OURO, E ACESSORIO PARA RETIFICAR UNHA. A MODA DESSES PEQUENOS ESTOJOS SE DEU NO FINAL DO SEC. XVIII. SÃO OS ANTECESSORES DOS CARNETS DE BAILE DO SEC. XIX. QUANTO MAIS RICOS E SUNTUOSOS MAIS PRESTIGIO CONFERIAM AOS SEUS PROPRIETÁRIOS. ESSE EM PARTICULAR COM GUARNIÇÃO E PEÇAS EM OURO TEM REVESTIMENTO EM COURO TONALIZADO EM VERDE E RESERVAS EM ESMALTE EMOLDURADA TAMBEM EM OURO. AS RESERVAS COM FUNDO ROSE APRESENTAM LINDAS CENAS COM QUERUBINS. FRANÇA, FINAL DO SEC. XVIII. 11 CM DE ALTURA
  • OBJETO DE DESIGN - BELA LUMINARIA CONSTRUIDA COM RAIZ DE ÁRVORE. DESIGN MUITO INTERESSANTE DOS ANOS 50. AUTOR DESCONHECIDO. BRASIL,  87 CM DE ALTURA
  • DEUSA DA VITORIA - BELA ESCULTURA EM BRONZE REPRESENTANDO  DEUSA SUSTENTANDO COROA DE LOUROS. BASE EM ONIX.. INICIO DO SEC. XX. 43 CM DE ALTURA
  • FORMIDÁVEL GOMIL EM PORCELANA COM FUNDO NA TONALIDADE AZUL. EM RESERVA PÁSSARO PERNALTA COM VEGETAÇAO  E ARREMATES EM OURO. FRANÇA, SEC. XIX. 35 CMD E ALTURA
  • NOTA: As palmas são elementos decorativos dos altares empregados desde o principio da Igreja Cristã. Este costume está ligado a tradição decorativa empregada na construção do Templo de Salomão erguido quase mil anos antes do nascimento de Cristo. O livro de Reis descreve a decoração desse templo cujos elementos foram ao longo de séculos reproduzidos em parte, nas mais suntuosas construções dos templos cristãos. Algumas passagens bíblicas descrevem tais elementos: 2 Cr 3: 1-14 cf. 1 Rs 6: 1-10; 1 Rs 6: 23-28; 1 Rs 7: 15): Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá Gn 22: 2, onde Abraão ofereceu Isaque em sacrifício. Também foi onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu cf. 1 Cr 21: 22; 1 Cr 22: 1. Começou a edificar no segundo mês, no dia segundo, no ano quarto do seu reinado O reinado de Salomão foi de 970-930 AC, portanto, iniciou a construção do templo em 966 AC. Foram estas as medidas dos alicerces que Salomão lançou para edificar a Casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo o primitivo padrão 51,8 cm, usado para fins sacros, sessenta côvados 31 m de comprimento, e a largura, vinte 10,36 metros de largura. Em 1 Rs 6: 2 está escrito também 30 côvados de altura = 15,54 metros de altura. O pórtico ülâm diante da casa media vinte côvados no sentido da largura do Lugar Santo 10,36 metros de largura, e a altura, cento e vinte em Hebraico. Em Siríaco e na Septuaginta, a versão grega do AT, 20 côvados = 10,36 metros de altura, o que, dentro cobriu de ouro puro 1 Rs 6: 3: ... Lugar Santo, contra dez de fundo = 5,18 metros de profundidade. Também fez forrar de madeira de cipreste a sala grande o Lugar Santo = hékâl ou hekhal, que deriva do Sumério: É GAL = Casa Grande, e a cobriu de ouro puro, E GRAVOU NELA PALMAS e cadeias. Também adornou a sala de pedras preciosas; e o ouro era de Parvaim localização obscura cogita-se Iêmen. É, geralmente, um nome genérico para as regiões orientais de onde vinha ouro, como Ofir, por exemplo. Cobriu também de ouro a sala, as traves, os umbrais, as paredes e as portas; e lavrou querubins nas paredes. Fez mais o Santo dos Santos Debir, cujo comprimento, segundo a largura de sala grande, era de vinte côvados, e também a largura, de vinte 10,36 metros cúbicos um cubo perfeito; cobriu-a de ouro puro do peso de seiscentos talentos 1 talento corresponde a 34 kg, portanto, 20.400 kg. O peso dos pregos era de cinqüenta siclos de ouro (600 g.). Cobriu de ouro os cenáculos (NVI, as salas superiores). No Santo dos Santos, fez dois querubins de madeira e os cobriu de ouro. As asas estendidas, juntas, dos querubins mediam o comprimento de vinte côvados 10,36 metros; a asa de um deles, de cinco côvados 2,59 metros, tocava na asa do outro querubim. Também a asa do outro querubim era de cinco côvados 2,59 metros e tocava na outra parede; era também a outra asa igualmente de cinco côvados 2,59 metros e estava unida à asa do outro querubim. As asas destes querubins se estendiam por vinte côvados 10,36 metros; eles estavam postos em pé, e seu rosto, virado para o Santo Lugar. Também fez o véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino; e fez bordar nele querubins. Fez também diante da sala duas colunas de trinta e cinco côvados de altura 18,13 metros, as duas juntas; e o capitel, sobre cada uma, de cinco côvados 2,59 metros. Também fez cadeias, como no Santo dos Santos, e as pôs sobre as cabeças das colunas; fez também cem romãs, as quais pôs nas cadeias. Levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; a da direita NVI, sul, chamou Jaquim, e a da esquerda NVI, norte, Boaz.
  • HENRY GABERT - GRANDE FACA PÓDOA  - SERPETTE Á GLACE - TALHER DE SERVIÇO EM PRATA DE LEI PARA SORVETES ESTILO LOUIS XIII. DE INSPIRAÇÃO RENASCENTISTA É DECORADO FLORES E GUIRLANDAS. MARCAS DE CONTRASTE CABEÇA DE MINERVA. FRANÇA, FINAL DO SEC. XIX. 25 CM DE COMPRIMENTO. 92 G
  • SEVRES  LINDO FLOREIRO ROSE POMPADOUR. REMATADO POR ESMALTES EM BRANCO E OURO. FRANÇA, SEC. XIX. 13 CM DE ALTURANOTA: Em 29 de dezembro de 1721, o casamento formado por François Poisson e Louise de la Motte gerou uma menina a quem chamavam Jeanne-Antoinette. Esta criatura, que se diz ser filha biológica de Le Normand de Tournehem, um homem rico e dedicado às finanças (na verdade era seu padrinho a cuidar da sua educação e a do seu único irmão Abel), estava destinada a ocupar uma lugar muito importante na pródiga corte de Versalhes, pois com o tempo ela se tornou amante do rei Luís XV. Seu pai oficial era um ser rude e grosseiro, filho de um tecelão do distrito de Langres, localizado no leste da França famoso por seus queijos. Um homem esperto, sem muitos escrúpulos, conseguiu uma boa posição, mas como seu negócio não era muito limpo, ele teve que fugir para a Alemanha para escapar de um caso turbulento, onde permaneceu por oito anos. A mãe de Jeanne Antoinette era "uma bela morena de pele muito branca, uma das mulheres mais bonitas de Paris, de extraordinária graça e simpatia" (Texto retirado literalmente das crônicas da época). Portanto, não é de surpreender que tenha tido seus casos amorosos, se percebermos como Monsieur Poisson deveria ter sido, já que seu marido era mais que um peixe (poisson em espanhol significa peixe) era um pescador que sabia lançar sua isca. Madame de Pompadour foi educada com um grau de requinte absoluto, tudo pago pelo padrinho, é claro! Aprendeu música, adorou a leitura e o teatro, também cantou muito bem, pois também recebeu aulas de canto e pintura. Entre suas habilidades estava a de esculpir pedras preciosas. Na infância, até os doze anos, foi estagiária no convento das Ursulinas de Poissy. Em privado chamava-se Reinette, uma cartomante disse à mãe que a filha seria amante de um rei, tinha razão! Aos vinte anos, Jeanne-Antoinette era uma das jovens mais belas e encantadoras de Paris. Alta (mais do que a média), com o oval perfeito do rosto, tez muito fina, pele muito branca, boca sensual com dentes perfeitos, nariz bem formado, tinha olhos grandes, cuja cor às vezes era acinzentada. outros ao azul, cílios longos e cabelos castanhos claros quase loiros. Além de ser muito elegante e ter uma figura esbelta. A todas essas qualidades físicas somava-se sua grande inteligência, doçura e educação. Por tudo isso seu rico padrinho procurou um marido para ela, primeiro pensou em seu mirrado sobrinho, um homem muito rico chamado Charles Guillaume d'Etoiles, , que tinha fama de ser um homem honesto e de fortuna. O sobrinho se apaixonou pela esposa que seu tio Le Normant havia encontrado para ele. Em 1741 eles se casaram, estabelecendo sua residência entre o Hotel Gesures na Croix des Petits Champs em Paris e o Château de Etoiles, localizado nos belos bosques de Senart. Eles tiveram dois filhos, o mais velho em 1742 era um menino que morreu muito jovem, em 1744 nasceu sua única filha Alexandrine. Eles formaram um casamento feliz em que os dois se amavam, especialmente ele adorava sua esposa. Luís XV costumava caçar nos bosques de Senart. Então era costume as damas irem observá-lo (o rei era muito bonito), Madame de Etoiles não era exceção ao costume. O monarca notou a bela dama que o seguia sentada em sua carruagem. Ela era a futura Marquesa de Pompadour. Luís XV se casou aos quinze anos com a princesa polonesa Maria Lezinska, filha do ex-rei da Polônia Stanislas Leczinsky. Maria era quase sete anos mais velha que ele, era um casamento imposto, não tinha fortuna e gozava de pouco prestígio familiar. No entanto, não encontraram outra mais adequada, pois estavam com pressa para se casar com Luis, a infanta espanhola María Ana Victoria de Borbón y Farnesio, filha de Felipe V e Isabel de Farnesio, reis da Espanha, que se pensava em primeiro, era muito menina para se casar então depois de um tempo em Versalhes seu país de origem a devolveu. Mariannina (assim era chamada na família) foi prometida ao futuro Luís XV aos três anos e voltou para seus pais aos sete. Tudo era uma manobra política entre a França e a Espanha, Luís I da Espanha casou-se com Luisa Isabel de Orleans da França e o delfim com a infanta espanhola. Não poderia ser mais celebrada do que a de Luís I e Luísa Isabel de Orleáns, Duquesa de Montpensier. Luís XV franziu a testa, mas concordou em se casar com a princesa polonesa. Tiveram dez filhos, com os quais quando Luís XV tinha trinta e quatro anos a rainha ficou velha, apesar de ter se tornado um casamento feliz, se desfez devido à diferença de idade (entre outras coisas), sendo naquela época mais notória. Conta-se que Madame de Pompadour e o rei se encontraram na festa dada para celebrar o casamento de seu filho o delfim com a infanta espanhola María Teresa, filha de Felipe V de Espanha e, portanto, irmã de Maria Ana Vitória. Outros dizem que foi em uma festa à fantasia, o fato é que o belo rei e a dama se apaixonaram, foi quando Jeanne-Antoinette deixa o marido de coração partido indo morar em Versalhes em alguns apartamentos próximos aos ocupados pelo rei, que se comunicava por uma escada que tinha uma espécie de elevador que funcionava por meio de uma roldana e uma corda, os lacaios puxavam para fazer funcionar. Anteriormente "la Pompadour" havia sido apresentada na corte à rainha, (que sabia que ela era amante de seu marido, mas estava se fazendo de burra), era melhor assim, a esposa de Luís XV não desgostava da dama (ao contrário de outras anteriores que o rei tinha, como as irmãs Neslé que tratavan a rainha com desprezo). Ele havia recebido o Marquesado de Pompadour e o Ducado de Ménars. Além de ser nomeada camareira da rainha, a quem sempre tratou com respeito, o que a rainha gostou. O caso carnal entre o rei e a marquesa durou cinco anos, de 1745 a 1750. Ela se tornou a mulher mais poderosa de Versalhes. Quando seu relacionamento amoroso terminou, eles continuaram com uma forte amizade, o rei tinha grande apreço por ele, ele nunca saiu de seus aposentos da corte, influenciando a política e muitas decisões reais. Ela era uma excelente anfitriã, à sua mesa as melhores iguarias eram apreciadas fazendo com que seus convidados se sentissem em casa, quando estavam em suas deliciosas noites. Entre eles a própria rainha, que era uma glutona recebendo extrema-unção duas vezes por causa de seus excessos com comida. Gostava de cozinhar, aliás há vários pratos dedicados a ela, na sua época não era habitual uma senhora entrar na cozinha, fazia-o para criar os seus próprios pratos. Como exemplo temos a codorna ou linguado Pompadour, cordeiro e aspargos com um molho de sua invenção que, entre outras coisas, contém ovos e vai para o "Banho de Maria". Ela criou seu próprio estilo como a rainha Maria Antonieta. Pompadour tem o nome da Pompadour rosa em porcelana de Sévres, em homenagem à Marquesa, foi ela quem promoveu a criação da fábrica em 1756.Ele morreu com a idade de quarenta e três anos, sempre com problemas de saúde desde muito jovem. A causa? Parece que a tuberculose, embora haja autores que asseguram que os potingues que ela usava para maquiar e esconder a doença e, consequentemente, seu estado lamentável, (acabou por miná-la), eram tóxicos e aceleraram sua morte. Ela era muito presunçosa, não queria que ninguém a visse tão machucada e desgastada, então se arrumava diariamente caso o rei viesse visitá-la como fez até o fim de seus dias, ou seus amigos. A morte veio a ele em 15 de abril de 1764 em Versalhes. Ele teve o privilégio, por desejo expresso do rei, de morrer no palácio, até então apenas membros da família real podiam fazê-lo. O rei a viu partir em um carro funerário puxado por cavalos com acabamento em moiré prateado em uma manha fria e chuvosa. A procissão estava a caminho de Paris para seu funeral em Notre Dame inteiramente estofada em crepe preto. É quando Luís XV vai para a varanda com lágrimas nos olhos e quando vê partir o caixão que continha os restos mortais da mulher mais importante da sua vida, diz ao seu criado " É um péssimo dia para viagem da marquesa. Ela foi enterrada em Paris na igreja dos Capuchinhos.
  • BACCARAT  BELO PRATO EM CRISTAL COM GUARNIÇÃO EM PRATA DE LEI. LINDA LAPIDAÇÃO EM LAURÉU REPETIDA NA GUARNIÇÃO. MARCAS DA PRATA CABEÇA DE MERCÚRIO E MARCAS DO PRATEIRO. FUNDO LAPIDADO EM ESTRELA. ELEVADO SOB PÉ TAMBEM EM PRATA DE LEI.  FRANÇA, SEC. XIX. 22 CM DE DIAMETRO
  • FLOREIRO EM BRONZE COM TRES DRAGOES ENRODILHADOS AO LONGO DO CORPO. MARCAS DO REINADO KANGXI. CHINA, SEC, XIX. 22 CM DE ALTURA
  • FORMIDAVEL BOWL EM PRATA DE LEI DECORADO COM BRASÃO REAL ESPANHOL EM RELEVO. AMERICA ESPANHOLA, SEC. XVIII. 33,5 CM 472 G
  • LINDA FLOREIRA COM SUA BASE CONSTRUIDOS  EM FAIANÇA POLICROMADA COM DECORAÇAO DE FLORES, CEREJAS E RAMAGENS. BASE TRIPODE. IMPERIO AUSTRO HUNGARO, INICIO DO SEC. XX. 51 CM DE ALTURA
  • WMF  BELO WHINE COOLER EM METAL ESPESSURADO A PRATA. ESTILO E ÉPOCA ART DECO. ALEMANHA, INICIO DO SEC. XX. 23 CM DE ALTURA
  • QUATRO PEQUENAS SALVAS EM PRATA DE LEI SENDO 1 ALVES PINTO, 1 MICHEL KOURI E 2 UNIÃO. BRASIL, SEC. XX. 409 G
  • MOSER - CINCO COPOS COLORIDOS PARA LICOR OU SHORT DRINK. MARCAS DA MANUFATURA SOB A BASE. CZECOESLOWÁQUIA. 7  CM DE ALTURA
  • MOSER -  LINDA GARRAFA PARA WISKY EMN CRISTAL NA TONALIDADE AMBAR. SELO DA MANUFATURA SOB A BASE. CZECHOSLOVAKIA, SEC. XX. 20 CM DE ALTURA
  • PORTA GARRAFAS EM PRATA DE LEI TEOR 899. GALERIA ALTA COM ROCAILLE. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS 12 CM DE DIAMTRO 250 G
  • CATA MIGALHAS EM PRATA DE LEI COM MARCAS DA MANUFATURA DE ALVES PINTO, TEOR 833. BRASIL, SEC. XX. 283 G

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