Peças para o próximo leilão

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  • COMPANHIA DAS INDIAS  REINADO QIANLONG (1735-1796)   LINDO PRATO DE SERVIÇO DECORADO COM   EXUBERANTES GUIRLANDAS, RESERVA COM MANDALAS E LINDOS BARRADOS.  CHINA, FISEC. XVIII. 24,5 CM DE COMPRIMENTO
  • Continuaremos a apregoar a coleção de porcelana companhia das índias pertencente a ALCIDES VIDIGAL.  COMPANHIA DAS INDIAS  REINADO QIANLONG (1735-1796)   LINDA TRAVESSA EM PORCELANA COMPANHIA DAS INDIAS COM ESMALTES DA FAMÍLIA ROSA. ELEGANTE DECORAÇÃO COM BORDA RECORTADA REALÇADA EM CORAL APRESENTANDO GUIRLANDAS ALTERNADAS EM VERDE  E ROSA. CALDEIRA COM RESERVA FLORAL. CHINA, FINAL DO SEC. XVIII. 37 CM DE COMPRIMENTO
  • VISCONDE DO RIO BRANCO (1819-1880) JOSÉ MARIA DA SILVA PARANHOS -  POR FÉLIX CHARPENTIER  - ESSE BUSTO PERTENCEU AO ACERVO DO BARÃO DO RIO BRANCO, FOI ENCOMENDADO POR MEIO DE UMA SUBSCRIÇÃO PÚBLICA DO POVO DE SÃO PAULO E OFERECIDO  JUNTAMENTE COM UM BUSTO DO PRÓPRIO BARÃO DO RIO BRANCO  (JOSÉ MARIA DA SILVA PARANHOS) COMO COMEMORAÇÃO A CAMPANHA DIPLOMÁTICA DE 1893 A 1895.  O BUSTO DE IMPRESSIONANTE QUALIDADE (VIDE A PERFEIÇÃO DOS TRAÇOS E DAS COMENDAS) TRAZ O VISCONDE DO RIO BRANCO CINGINDO A IMPERIAL ORDEM DE CRISTO, A LEGIÃO DE HONRA DA FRANÇA E A IMPERIAL ORDEM DO CRUZEIRO. ASSINADO PELO ARTISTA E NA BASE EM ESCUDELA AS INCRIÇÕES VISCONDE DO RIO BRANCO J M DA SILVA PARANHOS 1819-1880 E A DATA DA PROMULGAÇÃO DA LEI DO VENTRE LIVRE 18 DE SETEMBRO DE 1871. VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE COPIA DA PAGINA DO ARTIGO CITANDO O JORNAL ILLUSTRADO DO RIO DE JANEIRO EM DEZEMBRO DE 1911 COM REFERENCIA  A DOAÇÃO DESSE BUSTO AO BARÃO DO RIO BRANCO. FRANÇA, SEC. XIX, 35 CM DE ALTURANOTA: De certa forma ofuscado graças à notabilidade alcançada por seu filho homônimo, o Barão do Rio Branco, José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, foi personalidade central na história política do País. Depois de alcançar grande nomeada nas questões relacionadas ao Prata, cuja relevância seria tornada patente devido às dimensões assumidas pela Guerra do Paraguai, equacionou e deu passos decisivos no encaminhamento das reformas essenciais de que carecia o País. Tal se deu como presidente do Conselho de Ministros, cargo exercido durante cerca de cinco anos  período mais longo de permanência no cargo , na primeira metade da década de 1870.Ao contrário do comum dos políticos de sua época, em geral formados em Direito, José Maria da Silva Paranhos diplomou-se em ciências matemáticas na Real Academia Militar, tornando-se professor da então recém-organizada Escola Central, que consumava, naquele estabelecimento de ensino superior, a separação entre a formação militar e o curso de engenharia. No momento em que, naqueles círculos, tinha lugar a aproximação ao positivismo  que iria transformar o discurso acerca da ciência numa peça de retórica, sobretudo política , demonstraria o pleno entendimento de que o País não poderia descurar do desenvolvimento científico propriamente dito. Nesse particular, como veremos, tinha uma visão harmoniosa do conjunto da problemática educacional, como de resto iria demonstrar nas outras reformas que viria a introduzir.Começou a carreira política em 1845, aos 26 anos de idade, como deputado à Assembleia Provincial do Rio de Janeiro. Dois anos depois elegeu-se para a Câmara dos Deputados, reelegendo-se em sucessivas legislaturas. Foi presidente da Província do Rio de Janeiro. Desde os anos 1850 exerceu vários cargos diplomáticos relacionados à Bacia do Prata. Graças à familiaridade adquirida com personalidades e problemas da região, terminada a Guerra do Paraguai, coube-lhe a incumbência de organizar o novo governo que, em conformidade com o desejo expresso do Brasil, assegurasse a independência do país, preservando, ao mesmo tempo, a convivência pacífica com os vizinhos.Ocupou ainda as pastas da Marinha, dos Negócios Estrangeiros, da Guerra e da Fazenda. Em 1862, passou a integrar o Senado. Tornara-se uma das figuras mais proeminentes do Partido Conservador.Ao ascender à chefia do governo, no começo de 1871, Paranhos tinha plena consciência de que, apaziguada a situação internacional, na Bacia do Prata  ponto mais sensível nessa matéria , era imprescindível empreender o caminho das reformas no interior do País. Decidiu-se por começar pela mais relevante e, ao mesmo tempo, a mais sensível e polêmica: a eliminação do trabalho escravo. Naquela altura, já se esboçara em São Paulo o esquema de transição para as atividades agrícolas, em especial as plantações de café, carro-chefe das exportações, pela introdução do sistema de meação, exigente de mão-de-obra de outro tipo, isto é, constituída de imigrantes familiarizados com a prática da agricultura.O presidente do Conselho começou por uma proposição que, aparentemente corresponderia a uma forma de protelar a solução do problema: tornar livres os filhos de escravos, através da providência que passou a história com o nome de Lei do Ventre Livre. Provocou debates dos mais acalorados na Câmara dos Deputados, ensejando o surgimento de dissidência no próprio Partido Conservador. A discussão arrastou-se ao longo dos meses de julho e agosto. A oposição às ambições reformadoras de Paranhos, gestada em suas próprias hostes, assumiu tais proporções que, no ano seguinte, obteve a dissolução e a correspondente convocação de eleições.No que se refere à Lei do Ventre Livre, tendo encontrado oposição moderada no Senado, viria a ser promulgada a 28 de setembro.Avaliação tornada pública em seguida à Abolição, que teria lugar em 1888, indica que a Lei do Ventre Livre reduzira substancialmente o contingente de escravos no país, redução essa que, se estimou, seria da ordem de 1,6 milhão de cativos. Na altura em que foi decretada, os escravos eram estimados como equivalendo a entre 3,5 milhões e 4 milhões. A população do país em 1872, quando teve lugar o primeiro recenseamento  cuja efetivação seria determinada justamente por Paranhos , era pouco inferior a 10 milhões.A par disto, o Gabinete Rio Branco instituiu um fundo especial para financiar a alforria. Iniciada a utilização desses recursos, sob a sua presidência do Conselho, teria continuidade nos governos subsequentes. De modo que, quando veio a abolição, somente em parte iria ser afetada a produção agrícola, à época, a mais relevante.De igual relevância são as providências concomitantes no terreno da imigração. Na biografia que lhe dedicou o Visconde de Taunay, afirma-se: A introdução de colonos europeus também muito prendeu a atenção do estadista. Numerosos foram os atos fomentadores da imigração, para diferentes partes do Império, e vários contratos com aliciadores de imigrantes, num total de muitas dezenas de milhares de pessoas. Par e passo se legislara sobre terras devolutas, tendo-se em vista a localização dos novos habitantes do País Leve-se em conta que, notadamente em São Paulo  que marchava para ser o maior produtor de café , introduzira-se uma nova relação de trabalho, os chamados contratos de parceria (ou de meação), que acabaram por promover a formação de camada média entre os produtores agrícolas.Ainda no plano da modernização econômica do país o Gabinete deu continuidade à política de estímulos à construção de ferrovias. Além da expansão da Estrada de Ferro D. Pedro II, destinada a atender ao Vale do Paraíba, devendo ligar-se a Minas Gerais, decretou-se a criação da Rede Ferroviária do Rio Grande do Sul. A marinha mercante nacional, a indústria e construção naval e a navegação de cabotagem também mereceriam a devida atenção.O Barão de Mauá, que se notabilizara pelo espírito empreendedor, foi autorizado a construir e explorar um cabo telegráfico submarino entre o Brasil e Portugal, de que se esperava viessem a ser agilizadas as comunicações com a Europa. Nessa mesma linha, o Gabinete liderado por Paranhos conseguiu impor a abolição do obsoleto sistema de pesos e medidas português, providência tornada lei em 1862 e que vinha sendo ignorada. Conseguiu tornar efetiva a adoção do sistema métrico decimal. A iniciativa provocaria tumulto e revolta em vários pontos do país, movimento que passou à história com o nome de Quebra Quilos. Mas acabou por tornar-se prática usual.Lançou as bases da reforma administrativa, começando-a pelo Poder Judiciário e pela Fazenda.Em que pese o significado das iniciativas referidas, o propósito maior do Visconde do Rio Branco iria expressar-se na reforma do ensino. Iniciou-a pela instrução primária, tendo em vista torná-la, no Município Neutro (como então se denominava o território abrangido pelo Rio de Janeiro, parte integrante da Província do mesmo nome), uma espécie de modelo a ser seguido no resto do País. Além da parte curricular, modernizou as instalações e introduziu programas de formação e aprimoramento do magistério.Nesse particular, no que se refere ao ensino médio, a tradição brasileira consistia em que o governo central se concentrava no Colégio Pedro II (Rio de Janeiro), cuja sistemática deveria ser obrigatoriamente seguida pelos Liceus Provinciais. Ainda assim, o País dispunha de poucos estabelecimentos desse nível. Para atender a essa circunstância, existiam cursos chamados preparatórios, oferecidos de diferentes formas, para ingresso nos estabelecimentos (isolados) de ensino superior. Como nem todas as províncias dispunham desse tipo de faculdade, os exames de seleção (então chamados de exames de preparatórios, somente com a criação de Universidades, muito posterior, denominados de vestibular) limitavam-se às cidades em que se situavam. Atendendo a uma aspiração generalizada, o Gabinete Paranhos criou comissões esse tipo nas diversas capitais.No ensino superior, voltou-se preferentemente para a formação científica centrada na Matemática e na Física. Transformou em Escola Politécnica a Escola Central, resultante da divisão ocorrida na Real Academia Militar. Tratou de atribuir-lhe uma configuração que não a limitasse à formação técnica, tornando-a igualmente um centro de pesquisa física e matemática. Essa condição da Escola de Engenharia iria ensejar, nas décadas iniciais do século 20, debates dos mais animados. O certo é que assim se preservou a tradição, configurada na Real Academia, de efetivação de estudos matemáticos. Com idêntico espírito, criou ainda a Escola de Minas de Ouro Preto.De um modo geral, a figura do Visconde do Rio Branco está presente na História do Brasil tão somente por ter ocorrido, durante o período em que presidiu ao Conselho, a famosa Questão Religiosa. Como se sabe, diz respeito à prisão dos bispos que se recusaram a acatar decisão governamental obrigatória, factível em conformidade com a regra denominada de padroado, segundo a qual os prelados eram funcionários públicos, cabendo ao monarca escolher os bispos a serem nomeados pelo Vaticano, bem como autorizar a divulgação de documentos pontifícios no País. Tratava-se, certamente, de uma limitação da autoridade da Igreja, mas que fazia parte de uma velha tradição, consagrada nas concordatas (denominação do acordo regulando as relações entre os chamados poderes espiritual e temporal). A Paranhos não restava outra alternativa que não propor a punição. O imperador a submeteu ao Conselho de Estado, que igualmente a recomendou.Como não poderia deixar de ser, o ato promoveu o estremecimento das relações com o Vaticano, sanado mais tarde. Sendo o Visconde do Rio Branco Grão Mestre da Maçonaria, na historiografia subsequente chegou-se a sugerir que se tratava de manifestação de seu anticlericalismo, insinuação de todo improcedente. No século 19 a Maçonaria serviu sobretudo para promover o governo representativo e a ideia liberal. Naquele período, era de praxe que o título de grão-mestre fosse atribuído a personalidades que se destacaram nesse mister que, naturalmente, tivessem simultaneamente afinidade com a instituição. O Duque de Caxias, que substituiu a Paranhos na chefia do governo, era igualmente grão-mestre, não obstante o que, coube-lhe precisamente sanar a disputa com o Vaticano, o que, por si só, demonstra a inconsistência da atribuição.O Visconde do Rio Branco faleceu em 1880, aos 61 anos de idade. No ano anterior, por ocasião do seu regresso da Europa, seria acolhido por estrondosa manifestação popular, numa demonstração do reconhecimento da notável contribuição que deu ao equacionamento de candentes problemas, de cuja solução dependia o progresso do país.
  • BELA CREMEIRA  EM PRATA DE LEI   COM MARCAS PARA CIDADE DE MILÃO. ELEGANTE FEITIO EM SUAVE TORCEIL. ALÇA EM CARAPETA DE MADEIRA. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS.  ITALIA, FINAL DO SEC. XIX. 14 CM DE DIAMETRO. 345 G
  • ELEGANTE AÇUCAREIRO  EM PRATA DE LEI   COM MARCAS PARA CIDADE DE MILÃO. ELEGANTE FEITIO EM SUAVE TORCEIL. A PEGA DA TAMPA COM FEITIO DE FLOR. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS.  ITALIA, FINAL DO SEC. XIX. 16 CM DE DIAMETRO. 405 G
  • LINDA CAFETEIRA  EM PRATA DE LEI  DITA "CABEÇA DE CACHORRO" COM MARCAS PARA CIDADE DE MILÃO. ELEGANTE FEITIO EM SUAVE TORCEIL. ALÇA EM CARAPETA. PEGA DA TAMPA COM FEITIO DE FLOR. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS. A EXTREMIDADE DO BICO TEM FEITIO DE CABEÇA DE CÃO ESTILIZADA. ITALIA, FINAL DO SEC. XIX. 22 CM DE ALTURA. 840 G
  • LINDO BULE PARA CHÁ EM PRATA DE LEI  DITO "CABEÇA DE CACHORRO" COM MARCAS PARA CIDADE DE MILÃO. ELEGANTE FEITIO EM SUAVE TORCEIL. ALÇA EM CARAPETA. PEGA DA TAMPA COM FEITIO DE FLOR. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS. A EXTREMIDADE DO BICO TEM FEITIO DE CABEÇA DE CÃO ESTILIZADA. ITALIA, FINAL DO SEC. XIX. 27 CM DE COMPRIMENTO. 825 G
  • J E MASSON  SELO DA FUNDIÇÃO DE GOLDSCHEIDER   HOLLANDAISE - LINDA ESCULTURA EM BRONZE ORMOLU REPRESENTANDO MENINA HOLANDESA CARREGANDO TINA. INSPIRADA NA OBRA DE MOUREAU INTITULADA COSETTE.  ÁUSTRIA, SEC. XIX. 30 CM DE ALTURA
  • FREDERIK HENDRIK KAEMMERER (1839-1902)  DEMOISELLE AU JARDIN DU LUXEMBOURG  OLEO SOBRE CANVAS. ASSINADO NO CANTO INFERIOR DIREITO.  PALACIANA OBRA DO IMPORTANTE PINTOR ATIVO NA FRANÇA NA SEGUNDA METADE DO SEC. XIX E QUE HOJE COMPÕE O ACERVO DE VÁRIOS DOS MAIS IMPORTANTES MUSEUS DO MUNDO, DENTRE ELES O METROPOLITAN MUSEUM EM NOVA YORK. A CENA RETRATA EM PRIMEIRO PLANO UMA DAMA DA ARISTOCRACIA FRANCESA DO PERÍODO DIRETÓRIO NA VIRADA DO SEC. XVIII. OS QUADROS DE KAEMMERER MAIS IMPORTANTES SEGUEM ESSA FÓRMULA, SITUADOS NESSE PERÍODO E TENDO EM DESTAQUE SEMPRE UMA MULHER VESTIDA COM REQUINTE. CHAMA A ATENÇÃO OS DETALHES DA PINTURA AMBIENTADA NOS JARDINS DE LUXEMBURGO EM PARIS. PERCEBEM-SE CAVALHEIROS  USANDO CHAPÉUS DO TIPO BICÓRNIOS TÃO DIFUNDIDOS APÓS O TRIUNFO DA REVOLUÇÃO E PERÍODO PRE NAPOLEONICO. UM DOS HOMENS ESTA SENTADO LENDO UM JORNAL, A PERFEIÇÃO DOS DETALHES PERMITE VIZUALIZAR O ENQUADRAMENTO DOS ESCRITOS DO JORNAL. AO FUNDO UM MENINO BRINCA COM UM ARO DE METAL, PESSOAS DO POVO, CASAL ENAMORADO, UMA MULHER COM SEU CÃO TODOS PERSONAGENS DE UM DIA DE OUTONO EM QUE FOLHAS DOURADAS FORRAM O CHÃO E SE DESTACAM NAS ÁRVORES. A BELA MULHER TEM ROSTO EXPRESSIVO ESTÁ VESTIDA COM REQUINTE E OLHA COMO SE ESPERASSE ALGUEM. PARA COMPLETAR O  CONJUNTO UMA MOLDURA DIGNA DE MUSEU, ORIGINAL DA ÉPOCA DO QUADRO. UMA PESQUISA RÁPIDA PODERÁ INDICAR AOS INTERESSADOS QUE NÃO EXISTEM QUADROS DESSE PINTOR COMERCIALIZADOS POR VALORES INFERIORES A DEZENAS DE MILHARES DE EUROS, NÃO IMPORTA A CASA DE LEILÃO EM QUE SEJAM APREGOADOS. TEMOS HOJE A OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR UMA OBRA SOBERBA DE MESTRE COM REPUTAÇÃO INTERNACIONAL E EM EXCELENTE CONDIÇÃO! NO VERSO CACHE DO LEILOEIRO RENATO MAGALHÃES GOLVEIA. PARA SUA REFERENCIA VEJA OUTRAS OBRAS DESSE ARTISTA INCLUSIVE UMA DAMA PINTADA NO MESMO PARQUE DE LUXEMBURGO APREGOADA EM LEILAO EUROPEU: https://www.christies.com/en/lot/lot-6034439      VIDE TAMBEM OUTRA OBRA https://www.christies.com/en/lot/lot-4589590 E FINALMENTE UMA OUTRA QUE APARENTA SER A MESMA PERSONAGEM DO QUADRO APREGOADO NESSE LOTE: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ec/Frederik-hendrik-kaemmerer-5087645.jpg  FRANÇA, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 147 X 102 (CONSIDERANDO O TAMANHO DA MOLDURA)  SEM CONSIDERAR A MOLDURA 110 X 64 CM. NOTA: nasceu em Haia e começou seus estudos artísticos na Royal Academy of Art com Salomon Verveer , que ensinou na tradição romântica.  Seus primeiros trabalhos eram principalmente paisagens no estilo da Escola de Haia . Sua primeira exposição individual foi em 1861 em Rotterdam . Em 1865, atraído pelas novas tendências da arte, foi para Paris e matriculou-se na Académie des Beaux-Arts , onde estudou com Jean-Léon Gérôme e mudou para um estilo mais acadêmico. 1 Por um tempo, ele se especializou em cenas de gênero francesas ambientadas no século 18, apresentando damas elegantes com homens corteses. Em 1870, fez sua primeira exposição no Salão e lá ganhou uma medalha em 1874. Ele estabeleceu um estúdio em Paris e tornou-se cliente da Goupil & Cie , mas frequentemente retornava a Haia com amigos e ficava em um hotel à beira-mar em Scheveningen . Foi durante essas estadias que ele começou sua transição para o impressionismo; inspirado nos efeitos da luz do sol na água e nas mudanças fugazes de luz e sombra na areia. Seu trabalho neste estilo provou ser um sucesso, tanto na França quanto na Holanda, e ele foi premiado com uma medalha de prata na Exposição Universal (1889) .Depois de 1891, trabalhou como ilustrador para a Elsevier ; contribuindo para a série Pen en Stift de Neerland ("literatura holandesa ilustrada por artistas holandeses"). 1 Seus primeiros desenhos apareceram em Eene Illuzie , uma coleção de histórias de Louis Couperus . Ele aparentemente cometeu suicídio em seu estúdio em Paris. Suas obras estão em museus em toda a França e Holanda, bem como em Munique, no Clark Art Institute, Metropolitan Museum of Art, em Nova York em Williamstown, Massachusetts E NO Mulhouse Museum, Washington DC
  • PAR DE BRINCOS EM PLATINA COM BRILHANTES. FORMAM CONJUNTO COM O BROCHE OFERTADO NO LOTE ANTERIOR.. AS DUAS  PEDRAS CENTRAIS COM LAPIDAÇÃO BAGUETE TOTALIZAM 1,20 CT, COR K, VSI NO ENTORNO DEZENAS DE BRILHANTES 8 X 8 TOTALIZANDO 1,60 CT. TOTALIZAM 16,4 G
  • BELISSIMO BROCHE EM PLATINA COM RICA CRAVAÇÃO DE BRILHANTES. PEDRA CENTRAL EM LAPIDAÇÃO BAGUETE COM 1,5 CT, COR L, VSI. NO ENTORNO DEZENAS DE BRILHANTES 8X8. ESTILO E ÉPOCA ART DECO. PERTENCEU A UM CONDE ITALIANO, ENRIQUECIDO NO BRASIL, QUE IMIGROU NO FINAL DO SEC. XIX, VIVENDO NA CIDADE DE SÃO PAULO. 22,5 G
  • CAIXA DE ESMOLAS EM MADEIRA COM FECHADURA E CHAVE. POSSUI INSCRIÇÃO ESMOLA S. GERALDO. FEITIO DE ARCA. ENCAIXES TIPO ASA DE ANDORINHA. TAMPA COM ORIFICIO PARA ESMOLA. BRASIL, SEC. XIX. 28 X 17 X 18 CM
  • EMILLE GALLE - GRANDE VASO EM CAMEO GLASS PADRÃOPLANTAS AQUÁTICAS. DECORAÇÃO SOUFFLE. ASSINADO PELO ARTISTA. GRANDE E MAGNÍFICO! FRANÇA, SEC. XIX. 36 CM DE ALTURA.
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  • DAVID FERREIRA - GRANDE SOPEIRA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DA MANUFATURA DO PRATEIRO LUIZ FERREIRA. ESSA LINDA SOPEIRA ESTILO E ÉPOCA ART DECO TEM PEGA DA TAMPA  E ALÇAS LATERAIS AEM FEITIO DE ELEMENTOS VEGETALISTAS E CONCHEADOS. TODA A ESTRUTURA FOI DECORADA EM MARTELE. MARCAS DA MANUFATURA SOB A BASE. PORTUGAL,  INICIO DO SEC. XX. 39 CM DE COMPRIMENTO.  2275 GNOTA: NOTA: A linhagem de David Ferreira notabilizou-se como a dos prateiros mais importantes de Portugal, de fato seu filho Luiz Ferreira com seus bichos de prata e marfim tornou-se levou a tradição familiar a um outro patamar e tornou-se mundialmente conhecido.
  • BELO ANEL EM OURO 18 K COM ELABORADA CONSTRUÇÃO. CRAVAÇÃO DE BRILHANTES. ARO 26.  5,6 G
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  • VASO PURIFICATÓRIO - MUITO GRANDE E IMPORTANTE VASO PURIFICATÓRIO EM METAL ESPESSURADO APRATA DIMPRESSIONANTE PELA GRANDE DIMENSÃO. O FUSTE É HARMONICAMENTE EXECUTADO COM FEITIO DE BALAÚSTRE. PEÇA DIGNA DE MUSEU, CERTAMENTE PERTENCEU A GRANDE IGREJA PAROQUIAL. BRASIL, INICIO DO SEC. XIX.  31CM DE ALTURA .NOTA: Esse elemento de Alfaia era empregado no ritual litúrgico de purificação nas missas até meados do sec. XIX. Esse vaso ou grande cálice representava o símbolo da purificação. Os vasos eram grandes, bojudos, mas seu fuste não poderia ser mais elevado do que os cálices do vinho da eucaristia da missa nem poderiam ser de ouro ou prata dourada. Antes da comunhão o Acólito levava o vaso até os fiéis contendo água e coberto por um pano de linho feito especialmente para esse fim. A água era o elemento da purificação. Antes de receber o corpo do Senhor, cada fiel levava o cálice à boca, depois que tomava a água o Acólito passava o pano de linho na borda do vaso e o oferecia ao próximo fiel. Por volta de 1850 esse ritual foi eliminado da liturgia da missa para evitar a propagação de doenças. Por terem sido abolidos há cerca de 150 anos esses vasos são extremamente raros constituindo-se verdadeiras peças de museu e alto colecionismo.

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