Peças para o próximo leilão

431 Itens encontrados

Página:

  • NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO - MAGNÍFICA PLACA EM MARFIM DE VERTENTE INDO PORTUGUESA, REPRESENTANDO A VIRGEM DA IMACULADA CONCEIÇÃO COM AS MÃOS POSTAS EM PRECE, PISANDO EM NUVEM SUSTENTADA POR ANJOS, ONDE SE DIVISA O CRESCENTE LUNAR. OS CABELOS LHE CAEM EM CASCATAS SOBRE OS OMBROS. MOLDURA POSTERIOR (INICIO DO SEC. XX) EM JACARANDÁ COM INCRUSTAÇÃO EM MARFIM FORMANDO ROSÁCEAS. GOA, POSSESSÃO PORTUGUESA NA ÍNDIA, SEC. XVIII, 19 X 12 CM (SOMENTE A PLACA) E 26 X 18 CM (COM A MOLDURA)
  • SÃO JOÃO BATISTA - MAGNÍFICA PLACA EM MARFIM DE VERTENTE INDO PORTUGUESA, REPRESENTANDO SÃO JOÃO BATISTA NO MEIO DE UM PORTAL, SEGURANDO CRUZ COM FLÂMULA E O AGNOS DEI SOBRE A ESCRITURA. O SANTO ESTÁ VESTIDO COM PELES E CURIOSAMENTE NA ALTURA DO JOELHO PODE-SE IDENTIFICAR ATÉ A CABEÇA E AS PATAS DE UM DOS QUAIS A VESTE FOI FEITA. MOLDURA POSTERIOR (INICIO DO SEC. XX) EM JACARANDÁ COM INCRUSTAÇÃO EM MARFIM FORMANDO ROSÁCEAS. GOA, POSSESSÃO PORTUGUESA NA ÍNDIA, SEC. XVIII, 19 X 12 CM (SOMENTE A PLACA) E 26 X 18 CM (COM A MOLDURA)
  • A COROAÇÃO DA VIRGEM  MAGNÍFICA PLACA EM MARFIM DE VERTENTE INDO PORTUGUESA, REPRESENTANDO A COROAÇÃO DA VIRGEM PELA SANTÍSSIMA TRINDADE. SOBRE NUVENS DECORADAS COM FLORES E RAMAGENS ESTÃO CRISTO SEGURANDO COM UMA DAS MÃOS E DIVIDINDO COM O PAI ETERNO A COROA SOBRE A CABEÇA DA VIRGEM. O PAI ETERNO SEGURA SOBRE O COLO UM ORBE REPRESENTANDO O MUNDO. SOBRE A COROA  SOBREVOA O DIVINO ESPÍRITO SANTO EM SUA REPRESENTAÇÃO COMO POMBA. MOLDURA POSTERIOR (INICIO DO SEC. XX) EM JACARANDÁ COM INCRUSTAÇÃO EM MARFIM FORMANDO ROSÁCEAS. GOA, POSSEÇÃO PORTUGUESA NA ÍNDIA, SEC. XVIII, 19 X 12 CM (SOMENTE A PLACA) E 26 X 18 CM (COM A MOLDURA)
  • GRANDE MEDALHÃO DE SUSPENSÃO EM PRATA DE LEI COM CONTRASTE ÁGUIA. BELA DECORAÇÃO COM ROCAILLE, ESCUDELAS E ROSAS RELEVADAS. NA PARTE POSTERIOR PENDURADOR COM ARGOLA . PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. 48 CM DE DIAMETRO. 1490 G
  • ALFREDO CESCHIATTI, NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS (1955) ESCULTURA EM BRONZE PATINADO SOBRE BASE EM GRANITO , ASSINADA PELO ARTISTA. BRASIL, MEADOS DO SEC. XX. 47 X 27 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DA BASE).NOTA: CESCHIATTI notabilizou-se também por suas esculturas com temática sacra. Sobre esta bela imagem de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS, a escritora Vera Brant oferece um comovente relato sobre o fim da vida do artista que foi muito achegado a ela:  Quando o Ceschiatti estava muito mal, já no final da vida, o Athos (Athos Bulcão) foi passar uns dias com ele, no Rio. Eu pretendi ir, mas o Athos não deixou. Disse-me, ao telefone:_ Se você vier, ele vai pensar que está à morte. Ontem ele me disse que, de todas as amigas, a que ele mais gosta é você. Eu ficava pensando: _ Meu Deus, como é possível? Uma criatura que passou a vida toda esculpindo Santos, Anjos, Apóstolos, Nossa Senhora, Santa Ana, mãe de Maria, Jesus, e nesse sofrimento todo. Por quê não morreu de enfarte, sem sofrimento? Lembrei-me de certa vez que eu estava muito atormentada, com problemas sérios, e ele chegou ao meu escritório com um embrulho debaixo do braço. Era uma escultura belíssima de Nossa Senhora das Graças, de bronze, medindo quarenta e tantos centímetros, pesadíssima. Entregou-me, muito emocionado, dizendo-me: _ É para proteger você. Não suporto ver você triste. O Athos me economizou, evitando que eu fosse ao Rio despedir-me do meu querido amigo. Eu também não teria suportado assistir ao seu final. O rombo que fica em mim, quando um amigo se despede, é proporcional à qualidade do amigo. O Ceschiatti deixou uma cratera na minha emoção.
  • ESCOLA NAPOLITANA  CLAREVIDENTE COM DUAS LADIES  ÓLEO SOBRE CANVAS  BELA PINTURA SETECENTISTA REPRESENTANDO QUIROMANTE LENDO A MÃO DE UMA BELA DAMA. EXEMPLAR DA ESCOLA NAPOLITANA BARROCA. MUITO BEM EMOLDURADO. ITÁLIA, SEC. XVIII. 73 X 66 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DA MOLDURA. COM ELA 88 X 83 CM (PEQUENA PERDA DE TINTA NO CANTO  SUPERIOR DIREITO)
  • CHRISTOFLE RUBANS   EXCEPCIONAL BAIXELA EM METAL ESPESSURADO A PRATA DA MANUFATURA CHRISTOFLE MODELO RUBANS. BORDAS DECORADAS COM FITAS INTERCRUZADAS DITAS CROIZE. SEM USO EM EXCELENTE CONDIÇÃO! DOTADA DE 6 PEÇAS SENDO: ELEGANTE LEGUMEIRA COM TAMPA, MOLHEIRA, DUAS TRAVESSAS CIRCULARES E DUAS OVAIS. FRANÇA, SEC. XX. 55 CM DE COMPRIMENTO (A MAIOR)
  • ORDEM DE AVIS - BELA INSIGNIA CONSTRUÍDA EM OURO E ESMALTES. BRASIL, SEC. XIX. 2 CM DE ALTURA. 1,7G
  • SUA MAJESTADE A IMPERATRIZ DONA TEREZA CRISTINA  FOTOGRAFIA TIRADA POR PACHECO PHOTOGRAFO DA CASA IMPERIAL. A IMPERATRIZ APARECE APOIADA EM COLUNA ONDE ESTÁ DEPOSITADA UMA ANFORA. BRASIL DEC. DE 1860. 10,8 CM DE ALTURA
  • VASO PURIFICATÓRIO - RARO CÁLICE SETECETISTA DE GRANDE PROPORÇÃO E CAPACIDADE (CERCA DE 1 LITRO). CONSTRUÍDO EM PRATA DE LEI BATIDA. ESSE ELEMENTO DE ALFAIA ERA EMPREGADO NO RITUAL LITÚRGICO DE PURIFICAÇÃO NAS MISSAS ATÉ MEADOS DO SEC. XIX. ESSE VASO OU GRANDE CÁLICE REPRESENTAVA O SÍMBOLO DA PURIFICAÇÃO. OS VASOS ERAM GRANDES, BOJUDOS, MAS SEU FUSTE NÃO PODERIA SER MAIS ELEVADO DO QUE OS CÁLICES DO VINHO DA EUCARISTIA DA MISSA NEM PODERIAM SER DE OURO OU PRATA DOURADA. ANTES DA COMUNHÃO O ACÓLITO LEVAVA O VASO ATÉ OS FIÉIS CONTENDO ÁGUA E COBERTO POR PANO EM LINHO FEITO ESPECIALMENTE PARA ESSE FIM. A ÁGUA ERA O ELEMENTO DA PURIFICAÇÃO. ANTES DE RECEBER O CORPO DO SENHOR, CADA FIEL LEVAVA O CÁLICE A BOCA, DEPOIS QUE TOMAVA A ÁGUA O ACÓLITO PASSAVA O PANO DE LINHO NA BORDA DO VASO E O OFERECIA AO PRÓXIMO FIEL. POR VOLTA DE 1850 ESSE RITUAL FOI ELIMINADO DA LITURGIA DA MISSA PARA EVITAR A PROPAGAÇÃO DE DOENÇAS. POR TEREM SIDO ABOLIDOS HÁ CERCA DE 150 ANOS, ESSES VASOS SÃO EXTREMAMENTE RAROS CONSTITUINDO-SE VERDADEIRAS PEÇAS DE MUSEU E ALTO COLECIONISMO. BRASIL, PRINCÍPIO DO SEC. XIX 30 CM DE ALTURA
  • ROBUSTO TURÍBULO EM PRATA DE LEI DO PERÍODO SETECENTISTA. BELA DECORAÇÃO COM VOLUTAS ESTILO DOM JOÃO VI. NO TOPO TEM TERMINAÇÃO SIMULANDO FLOR E EM SEU CENTRO, UM ARREMATE COM FEITIO DE PINHA. NAS LATERAIS TRÊS ASAS QUE SUSTENTAM AS CORRENTES. BRASIL, SEC. XVIII. 21 CM DE ALTURA. NOTA: O uso do incenso é antiquíssimo, anterior à própria vinda de Cristo. As primeiras menções ao seu uso provavelmente vem dos egípcios, no III milênio A.C. Seu uso sempre foi relacionado à aromatização e purificação do ambiente e a uma oferta de odor agradável à divindade. Os hebreus, por exemplo, utilizavam amplamente o incenso no Templo de Jerusalém, onde havia o altar do Incenso, no qual era queimado continuamente o incenso em tributo a Deus. (Cf. Ex 30; Lv 16,12). Talvez por ser amplamente utilizado entre os pagãos, a Igreja nos seus primeiros anos evitava o seu uso dentro da Liturgia, para fazer uma distinção clara entre a liturgia pagã e a liturgia cristã, em particular porque o incenso oferecido aos deuses pagãos era uma grande traição à fé, e vários santos foram torturados e martirizados por se recusarem a fazê-lo. (Como S. Cassiano, S. Policarpo, S. Dinis, S. Cristina, S. Jorge e muitos outros). Vemos, no entanto, o incenso sendo usado como sinal de honra e oração por um defunto, como podemos ver no Testamento de Santo Efrén,no ano373. Uma vez que foi destruído o paganismo, a partir do século IV o incenso começou a ganhar um espaço maior na Liturgia, sobretudo nas dedicações do altar. A primeira igreja a receber o incenso foi a igreja do Santo Sepulcro, e então o uso foi se espalhando.A primeira aparição formal do incenso em Roma é do século VII, como gesto de honra ao papa e ao Evangeliário. Dentro da Missa, o incenso começou a ser utilizado por volta do século IX, no início da Missa, de modo similar como é hoje:Altar, clero, oblatas.Isto se fazia se passando o incensário (Uma espécie de vaso onde se queimava o incenso) à frente dos objetos e das pessoas. Isso foi se desenvolvendo até chegar ao modo como temos hoje. A naveta também foi ganhando sua forma de navio a partir desta época. Vemos o incenso nas Sagradas Escrituras aparecerem várias vezes. Além dos já conhecidos significados de aromatização e de purificação contra os demônios, sendo o incenso um sacramental, destacam-se os significados:Adoração,Honra e Oração. Talvez o significado mais bonito tenha sido inspirado no livro do Apocalipse: E veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono. E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus. Assim a fumaça do turibulo que sobe aos céus representa as orações que sobem a Deus. (https://manualdocoroinha.com.br/objetos-liturgicos/turibulo
  • IMPORTANTE TURÍBULO DITO BOLA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DE CONTRASTE B COROADO PARA BAHIA SEC. XVIII. DECORADO COM VOLUTAS E CONCHEADOS ESTILO E ÉPOCA DOM JOÃO V. PEÇA DE GRANDE QUALIDADE COM TODO SABOR DA PRATA DO PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO. BAHIA, PRIMEIRA METADE DO SEC. XVIII. 23 X 14 CM. 1050 GNOTA: No Brasil Colonial, a ourivesaria e a prataria começaram à sombra de artífices vindos de Portugal. Suas origens traziam as bases estéticas de sua arte e os seus arraigados sistemas artesanais, pois, desde o século XII sabemos que a Metrópole trabalhava a prata. As primeiras peças de prata, de que se tem conhecimento no Brasil, são as pedidas nas Cartas Avulsas dos Jesuítas (1550/1568). Em 1561, o primeiro Bispo, D. Pero Fernandes Sardinha, teve o cuidado de trazer ornamentos, sinos, peças de prata e outras alfaias do Serviço da Igreja e todo o mais conveniente ao serviço do culto divino. Ainda através das Cartas Avulsas dos Jesuítas sabemos que, por volta de 1568, um devoto ourives, chegado de Portugal, tomou o encargo de fazer para os Padres da Companhia dos Jesuítas, uma custódia coberta de jóias e cadeias de ouro, que os devotos quiseram oferecer trabalho que parecia melhor que em alguns Mosteiros de Lisboa. Parece, portanto, e nisso os historiadores são de unânime opinião, de que estes dados constituem uma espécie de certidão de nascimento dessa arte no Brasil, depois continuada, localmente por artesãos portugueses, seguidos, logo depois, por naturais brasileiros, que deram prosseguimento às coordenadas artísticas e assim foi até o século XIX. No começo do século XVII, entre vários ourives de naturalidade portuguesa, como: Joaquim Soares da Fonseca, de Lisboa; Francisco de Sousa Salgado, de Braga; João Pereira da Silva, de Vila de Caminha e Domingos e Antonio Francisco, de Lisboa, destacaram-se alguns baianos, como Pedro Guerreiro de Aguirre, João de Almeida Pacheco, Manoel de Almeida Pacheco, Antonio dos Santos, Jacinto Ferreira dos Santos, Manoel Pereira de Sousa e outros. Entretanto, Francisco Vieira, o Fanho, de origem portuguesa, é a grande figura da ourivesaria baiana no século XVII. A estes ourives coube a continuidade da arte, aprendida dos mestres portugueses. Todavia, não há vestígios de suas obras, devido à prática de serem destruídas as peças existentes, para com sua matéria serem confeccionadas peças de novo estilo. Como exemplo temos a informação nos arquivos da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, da transformação, em 1706, de dez castiçais velhos em castiçais novos. Em 1742, grande quantidade de prata velha foi igualmente fundida para que dela se fizesse prata nova, também na mesma Santa Casa. Isto acontecia, com muita e lamentável frequência, em todas as ordens religiosas e igrejas, conforme está registrado nos seus livros de atas. Aliás, sabe-se ser este um costume não só brasileiro, mas também de outros países. Só que no Brasil, dado ser relativamente pequeno nosso acervo artístico do século XVII, a carência é ainda maior, privando-nos de uma informação completa e justificando, assim, ser escasso todo um espólio renascentista em favor dum rico espólio barroco. Há disso inúmeros exemplos, cujos registros são conhecidos e essa informação está bem documentada por todos os historiadores especializados, sendo muito curiosa uma ata de reuniões da Mesa da Ordem Terceira de São Francisco em 1803, onde se encarrega o ourives Capitão Joaquim Alberto Conceição Matos, de fazer seis castiçais grandes, de banqueta, da capela. mor, uma cruz e outros quatro castiçais menores para o altar de São Francisco, precisamente com a prata de dez castiçais de banqueta antigos, que os mesários achavam velhos e pesados. Os exemplos são vários. E a destruição dos objetos do século XVII, que hoje seriam preciosos e de incalculável valor, não teria sido somente por motivos de ostentação e até de rivalidade entre as várias Igrejas e Ordens Religiosas, mas, igualmente por causa do seu desgaste, especialmente os turíbulos, dado ao fogo de brasa que guardavam nas cerimônias. São também muito escassos os livros de registro que ficaram nas Ordens Religiosas e nas Igrejas. A umidade e o calor, aliados à insensibilidade que naquele tempo reinava entre alguns mesários, foram responsáveis por essa lacuna. Chegaram até nós apenas as seguintes peças: Cibório em prata dourada (1699), pertencente ao Seminário de Santa Tereza, hoje Museu de Arte Sacra da Universidade Federal da Bahia. Os relicários de Santa Luzia, Santo Amaro e São Bento, pertencentes à Ordem de São Bento. Nossa Senhora das Maravilhas e Nossa Senhora de Guadalupe, imagens de madeira com revestimento de prata, hoje no Museu de Arte Sacra da Universidade Federal da Bahia. No século XVII, copiavam-se os estilos vindos da Metrópole, repetiam-se as fórmulas estéticas e também os objetos, tanto religiosos como profanos. Seguem-se linearmente todas as diretrizes artesanais, inclusive a própria liga ou título, que era de 11 dinheiros ou 10 dinheiros e seis grãos. A matéria prima, o Brasil não possuía. A prata que precisávamos vinha do México, Espanha, ou das minas de Potosí. As caravelas traziam patacas, prata lavrada, ou por lavrar. Vinham pelo Rio da Prata e pelo Amazonas. As pessoas que as traziam pelo Amazonas eram chamadas de peruleiros, por virem diretamente do Peru. Aqui a prata era trocada por chapéus, fazendas, açúcar, etc. Entre essas mercadorias de troca estava também o escravo africano. Salvador, a capital da Colônia, foi seu principal centro comercial. Esse movimento começou no século XVI, atingindo o seu apogeu no século XVII. Além dessa prata vinda do exterior, com freqüência a matéria prima provinha de peças fora de uso, ou cujo estilo não agradava mais e que eram fundidas juntamente pelos ourives, àquela ainda não lavrada e a moedas em circulação. Na realidade, o que não existia era prata nativa. Tinha que vir de fora. O Brasil, como colônia portuguesa, cumpria as leis emanadas da Metrópole, como a de 04 de agosto de 1688, que obrigava a cumprir determinadas condições de título da prata e quilates do ouro. Por essa lei foram criados os cargos de ensaiadores e contrastes, que verificavam em Portugal a qualidade dos metais e faziam a avaliação das peças. No Brasil, com esta mesma finalidade, foi promulgada uma Provisão em Julho de 1718, para que aqui também se cumprisse, fielmente, a determinação legal portuguesa. Havia então, um paralelismo na arte e nas suas conotações fiscais. E assim, o Senado da Câmara da Bahia, nomeou em 21 de março de 1719, os seus dois primeiros ensaiadores, que foram Manoel Lopes da Cunha e Lourenço Ribeiro da Rocha. A marca ou punção de Manoel Lopes da Cunha está registrada como ensaiador de ouro, nos livros de atas do Senado da Câmara, com data de 13 de maio de 1727, onde se diz textualmente se registrou em uma pasta de chumbo, que se guarda neste Senado, a marca da cidade com que há de marcar as obras oficiais deste ofício. Sobre Lourenço Ribeiro da Rocha, consta o seu registro no mesmo livro, em 12 de janeiro de 1725: registrou a marca seguinte (B coroado), que fica impressa em uma pasta de estanho, que se guardará neste mesmo Senado, com a qual há de marcar todas as obras que os mais ourives lavrarem... No século XVIII continua-se a linha portuguesa, tanto estética, quanto oficial. Vivencia-se o barroco, o apogeu da prata portuguesa e brasileira. Idênticas folhas de acanto, volutas com o mesmo movimento, cartelas iguais, conchas semelhantes e, na prataria religiosa, querubins se reproduziam com as mesmas características étnicas de face e cabelo. Examinadas as peças, comparativamente, é possível ver as mesmas técnicas de repuxado, o mesmo trabalho do cinzelado e gravado, a mesma forma da batida e também da fundição. Montadas de forma precisamente igual, confundem-se por vezes ainda as suas origens, quando marca identificadora não as distinguem. Era uma só arte, feita em terras distantes. Existiam também no Brasil os chamados pseudocontrastes, que eram marcas imitando as portuguesas. Isto se explica porque os objetos de prata feitos em Portugal eram, logicamente, mais apreciados e, portanto, mais valorizados. Então os nossos ourives trabalhavam o metal no mesmo estilo, com as mesmas técnicas, davam-lhe idêntico acabamento, em tudo semelhantes ao trabalho dos portugueses. E aí gravavam punções com o P ou L coroado, porém não idênticas às portuguesas, apresentando pequenas diferenças. Essas peças eram vendidas como feitas no Reino. Em decorrência do fausto de sua arte, das facilidades de contatos com altas personalidades civis e religiosas, do valor intrínseco da matéria prima que manuseavam, inclusive das moedas circulantes que lhes entregavam para aproveitamento, o ofício de ourives era o mais destacado dos ofícios mecânicos, a ponto de figurar na principal procissão da época, que era a de Corpus Christi com seus juízes e bandeiras, conforme uso nos hábitos do Reino.
  • BARÃO DE ARARY (2.)  GARRAFA E PRESENTOIR EM CRISTAL DE BACCARAT. GARGALHO SERRILHADO. SOB A BASE LAPIDAÇÃO EM ESTRELA.  NO CORPO INICIAS BA ENTRELAÇADAS (BARÃO DE ARARY) SOB COROA DE BARÃO COM GRANDEZA. EXEMPLAR DESSE MESMO SERVIÇO E IDENTICA A ESTA É REPRODUZIDO NA PAGINA 129 DO LIVRO O CRISTAL NO IMPÉRIO DO BRASIL DE VIEIRA ET AL. BELISSIMA E EM ÓTIMO ESTADO! FRANÇA, SEC. XIX.  29 CM DE ALTURA (GARRAFA) E 18 CM DE DIAMETRO (PRESENTOIR)
  • BARÃO DE ARARY (2.)  TAÇA PARA AGUA EM CRISTAL DE BACCARAT . FUSTE SERRILHADO. SOB A BASE LAPIDAÇÃO EM ESTRELA.  NO CORPO INICIAS BA ENTRELAÇADAS (BARÃO DE ARARY) SOB COROA DE BARÃO COM GRANDEZA. EXEMPLAR DESSE MESMO SERVIÇO E IDENTICA A ESTA É REPRODUZIDO NA PAGINA 129 DO LIVRO O CRISTAL NO IMPÉRIO DO BRASIL DE VIEIRA ET AL. FRANÇA, SEC. XIX. 16 CM DE ALTURANOTA: José Lacerda Guimarães, segundo barão de Arari, (Atibaia, ?  ?, ?-Caxambu 12-10-1897) foi um fazendeiro brasileiro, com propriedades na região de Limeira, tendo sido o fundador do núcleo urbano de Araras juntamente com seu irmão, Bento de Lacerda Guimarães, barão de Araras. Filho do proprietário rural Antônio Correia de Lacerda Guimarães e de Maria Franco. Casou-se em primeiras núpcias com sua prima Clara Franco de Camargo, com a qual teve nove filhos, e em segundas com sua sobrinha Maria Dalmácia de Lacerda Guimarães, filha de seu irmão, o barão de Araras, com a qual teve cinco filhos. São suas netas a socialite Carmen Therezinha Solbiati Mayrink Veiga e a irmã, Nerina Roseli Canto Solbiati. Foi um grande negociante internacional de café através de sua exportadora J. F. de Lacerda & Cia.  Em junho de 1884, a J. F. de Lacerda & Cia. tornou-se uma casa comissária e exportadora, sendo uma empresa essencialmente familiar organizada na forma de sociedade comanditária com capital de 600 contos de réis e com os seguintes sócios: os primos Joaquim Franco de Lacerda (200 contos de réis) e Antonio de Lacerda Franco (200 contos de réis) como sócios solidários; Joaquim Franco de Camargo Junior (140 contos de réis)  tio dos sócios citados  e João Soares do Amaral (60 contos de réis)  cunhado de Joaquim Franco de Lacerda  como sócios comanditários. A casa era gerenciada por Antonio de Lacerda Franco  que receberia 15 contos anuais para essa função  e tinha sede na cidade de Santos e uma filial na capital do Império, sendo sua finalidade o comércio de comissão em geral, compra e venda de café nas praças de Santos e Rio de Janeiro e exportação para o exterior por conta própria ou de terceiros. Para a função exportadora da casa, os Lacerda Franco montaram uma subsidiária na cidade portuária francesa do Havre, que era um importante destino do café santista. A Lacerda & Cia. era uma firma com capital social de 1 milhão de francos constituída pelos seguintes sócios: Joaquim Franco de Lacerda (300 mil francos) e Antonio de Lacerda Franco (300 mil francos) como sócios solidários; e José de Lacerda Guimarães (400 mil francos) como sócio comanditário, ele que era pai do primeiro e tio do segundo. A casa comissária e exportadora dos Lacerda Franco teria importante papel em uma conjuntura extremamente favorável ao negócio cafeeiro. A partir de 1886, iniciava-se um novo ciclo de alta nos preços internacionais do café, que se mantiveram elevados até 1896 nos grandes mercados importadores, como Estados Unidos e França. No porto de Santos, em que pese o predomínio das casas estrangeiras na exportação do café  firmas estadunidenses, inglesas, francesas e alemãs -, a J. F. de Lacerda & Cia., única casa nacional entre os 12 maiores exportadores santistas, foi a empresa que exportou a maior quantidade do café paulista no biênio 1885-1886, com a marca de 489.309 sacas que corresponderam a 13,2% do total de café exportado através de Santos. Na metade da década de 1880, os Lacerda Franco comandavam a exportação cafeeira santista, condição que foi ratificada com a eleição de Antonio de Lacerda Franco para a presidência da Associação Comercial de Santos no período 1887-1888. Esse controle vinha das estreitas ligações com importantes cafeicultores paulistas, como José de Lacerda Guimarães, que, ao abrir uma conta-corrente na casa, possibilitava à empresa a obtenção do café a ser exportado. Nesse sistema de contas-correntes, a casa também funcionava como um banco para o fazendeiro, que tanto lhe adiantava crédito para as safras quanto fazia pagamentos a terceiros em nome do correntista. O negócio tornou o Barão de Arary uma das maiores fortunas do Império na década de 1880.Em 1917 a Baronesa viúva de Arary, sobrinha do titular, Dona Maria Dalmácia de Lacerda Guimarães (1851-1952) ergueu um magnifico palacete na Avenida Paulista na cidade de São Paulo. - O Palacete foi projetado pelo arquiteto Victor Dubugras, considerado por alguns como o maior arquiteto que São Paulo já teve, mas sem dúvida o maior representante do estilo Art-nouveau na cidade. Há vários registros de festas e eventos que aconteceram na casa incluído alguns casamentos de membros da família. Demolido na década de 1950 o endereço abriga um condomínio residencial de nome  Baronesa de Arary, o primeiro a ser erguido nessa avenida. A curiosidade com relação a  personalidade da baronesa é que durante anos militou no movimento pró Republica apoiando inclusive a fundação do Partido Republicano Paulista, um dos primeiros pro Republica, ao lado de Prudente de Moraes, Cerqueira Cesar e Júlio Mesquita.  Não havia evento social de caridade sem a presença da Baronesa, seja na organização ou como convidada, essa incansável senhora veio a falecer com 101 anos, fato que foi noticiado em todos os jornais da cidade.
  • DOM JOÃO VI - SERVIÇO DOS PAVÕES excepcional GRANDE E RARO MEDALHÃO EM porcelana com esmaltes do reinado Qianlong. Feitio FEITIO CIRCULAR. Pertenceu ao serviço do Rei Dom João VI. China, meados do sec. XVIII. 23 cm de diâmetro. NOTA: Serviço dos Pavões é um serviço de jantar real, confeccionado em porcelana de pasta dura, de finíssima qualidade, que foi produzido na China do Imperador Qianlong , sob encomenda, para Portugal. Estima-se que cerca de vinte mil peças do hoje chamado Serviço dos Pavões tenham sido produzidas entre 1750 e1795, restando hoje cerca de cinco mil distribuídas por todo o mundo. É considerado um dos mais belos serviços de jantar de exportação. Em formato oitavado, recortado ou, em suas últimas fornadas, redondo, o prato é de louça (porcelana) branca, encaroçada, decorada com esmaltes nas cores habituais da chamada "família rosa". Além de pratos de vários tamanhos, foram confeccionadas sopeiras de vários tipos, terrinas, molheiras, travessas de vários formatos, manteigueiras, meleiras, wine-coolers e tigelas. Foi utilizado pela Família Real Portuguesa e pela Família Imperial Brasileira tanto no Paço de São Cristóvão como também na Fazenda Imperial de Santa Cruz. É um serviço conhecido como viajante, pois foi levado da China a Portugal, e de Portugal para o Brasil, quando D. João VI, ainda príncipe, temendo as guerras napoleônicas, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, com sua mãe, D. Maria I. Os serviços de porcelana chinesa de uso imperial, trazidos para o Brasil por D. João VI, foram dispersos após a proclamação da República, sendo atualmente peças raras, procuradas por colecionadores de todo o mundo. Com o fim do Império em 1890, foram realizados diversos leilões pelo leiloeiro Joaquim Dias dos Santos, no Rio de Janeiro, mas seus registros foram logo depois perdidos num incêndio ocorrido pouco depois na loja do leiloeiro.
  • DUQUE DE ORLEANS  BROCHE PARA PRENDEDOR DE CAPA EM PRATA DE LEI COM INCRUSTAÇÃO DE PEDRARIAS  (SAFIRAS OU MINAS NOVAS). NA PARTE POSTERIOR BRASÃO DOS DUQUES DE ORLEANS ESCUDO ENTRE PLUMAS COM TRES FLORES DE LIS SOB ELMO COM COROA DE DUQUE. BELA E IMPORTANTE PEÇA! FRANÇA, SEC. XVIII. 5 CM DE ALTURA. 28,2 GNOTA: Duque de Orleães é um dos mais importantes títulos nobiliárquicos franceses, remontando pelo menos ao século XIV. Era sempre atribuído a príncipes da família real francesa. Freqüentemente na história de França, o duque d'Orleães teve importante papel político. Os Orleães subiram ao trono com Luís XII (século XV) e Luís Filipe (século XIX). Os descendentes constituem os pretendentes orleanistas do trono francês, sendo o título ostentado por diversos membros da Casa de Orleães, e é utilizado pelo primogênito do conde de Paris. DONA ISABEL MARIA AMÉLIA LUISA VITORIA TERESA JOANA MIGUELA GABRIELA RAFAELA GONZAGA DE ORLEANS E BRAGANÇA E DOBRZENSKY DE DOBRZENICZ foi uma princesa brasileira, neta da Princesa Isabel foi casada com o Conde de Paris, herdeiro presuntivo do trono Francês
  • MARQUÊS DE FRANCO E ALMODOVAR , NATURAL DO MARANHÃO  DOM EMÍLIO ERNESTO FRANCO  (MARANHÃO 1835  LISBOA 1914)  LINDO WINE JUG  EM CRISTAL E PRATA DE LEI COM MARCAS PARA CIDADE DE LONDRES E LETRA DATA 1903. A TAMPA É CINZELADA COM MONOGRA  EF ENTRELAÇADO SOB COROA DE MARQUÊS. PERTENCEU A DOM EMÍLIO ERNESTO FRANCO, BRASILEIRO MARANHENSE, FEITO MARQUÊS POR DOM LUIZ I REI DE PORTUGAL NO FINAL DO SEC. XIX. ERA UM RIQUÍSSIMO BANQUEIRO QUE FICOU CONHECIDO POR SUA EXCENTRICIDADE MAS PRINCIPALMENTE PELA BENEMERÊNCIA E FILANTROPIA QUE LHE RENDEU ENORME POPULARIDADE NA CIDADE DE LISBOA. EM 1902 ERA O BAILIO-PRESIDENTE DA ORDEM DO SANTO SEPULCRO DE JERUSALÉM EM PORTUGAL.  SEU PALACETE FICAVA NO PRÍNCIPE REAL. TRAJAVA-SE QUASE SEMPRE COM UM CHALE MANTA ENROLADO AO CORPO, A MÃO CHEIA DE ANÉIS E UM GRANDE CHARUTO NA BOCA. TAL ERA A EXCENTRICIDADE DE SUA APARÊNCIA QUE BORDALLO PINHEIRO CARICATURISTA E CRÍTICO DA SOCIEDADE LISBOETA MODELOU UM PALITEIRO QUE BATIZOU COM O TÍTULO DO MARQUÊS. UM PATO  BONACHÃO DE CARTOLA E FRAQUE . VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DO LOTE O NECROLÓGIO DO MARQUÊS E A FOTO DO PALITEIRO DE BORDALLO QUE O HOMENAGEIA. INICIO DO SEC. XX. 24 CM DE ALTURA
  • MONUMENTAL CONJUNTO DE FRONTESPÍCIO DE SACRÁRIO COM MOLDURA E PORTA. FATURA PORTUGUESA DO ALTO PERÍODO DO BARROCO SITUADA ENTRE O FINAL DO PERIODO SEISCENTISTA OU INICIO DO SETECENTISTA. TODO O CONJUNTO É MAGNÍFICO. EMOLDURANDO A LINDA PORTA DO SACRÁRIO ESCULPIDA EM RELEVO COM CRUZ REMATADA POR  MUITAS FLORES, ESTÁ A MOLDURA EXCEPCIONAL COM A REPRESENTAÇÃO DE AVES FENIX BICANDO FLORES. AS FENIX SÃO AVES MÍTICAS QUE ARDEM E renasceM das próprias cinzas; representando a morte e a Ressurreição de Cristo. CAPRICHOSAS VOLUTAS EM VULTO PERFEITO ENRODILHAM-SE EM TORNO DA MOLDURA. NO ALTO A FRONTE SOLENE DE UM QUERUBIM. EM TORNO DA PORTA TORCEIL CARACTERÍSTICO DO ALTAR PORTUGUÊS NACIONAL, DERIVADO DO MANUELINO E TÃO PRESENTE NO PERÍODO ÁUREO DO ESTILO BARROCO. TODAS ESSAS CARACTERÍSTICAS FAZEM DESSE UM PRECIOSO E BELO CONJUNTO. PORTUGAL, SEC. XVII/XVIII. 73 X 48 CMNOTA: No cristianismo, o simbolismo animal representou um papel importante. Três dos evangelistas têm emblemas de animais: São Lucas, o boi; São Marcos, o leão e São João, a águia. Apenas São Mateus é representado como um homem. O próprio Cristo apareceu, simbolicamente, como o cordeiro de Deus ou como o peixe; Estes atributos animais de Cristo indicaram que mesmo um Filho de Deus não prescinde da sua natureza animal, do mesmo modo que da sua  natureza espiritual. Considera-se tanto o subumano quanto o sobre-humano como partes do reino divino. Esta relação entre os dois aspectos do homem é admiravelmente simbolizada na imagem do nascimento de Cristo em um estábulo, entre animais. No Antigo Testamento o animal era tido como a criatura de Deus, em cuja mão está a alma de todo ser vivo (Jô 12, 10). No culto, o homem como um todo, procura entrar em comunhão com o seu Deus através dos símbolos. A água, o fogo, o ar, as nuvens, o vento, as plantas, os animais, toda a natureza fala de Deus e pode servir de linguagem para o homem, servindo de sinais litúrgicos que significam e comunicam a graça divina (BECKHÄUSER, 1976, p. 8). Várias representações simbólicas do cristianismo estão presentes nas ornamentações dos altares-mores, destinando-se a exprimir, através da arte, aspectos reais e religiosos, figuras humanas e divinas, fantásticas e mitológicas, entre outras, portadoras de uma pluralidade de significados, que enriquecem e embelezam a Igreja. Tal repertório ornamental apresenta-se impregnado de signos, cuja decodificação pode levar a leituras que possibilitem reconhecer, nos diversos componentes, particularidades relativas à hierarquia celeste que se desenvolve rumo ao alto.(Altar Mor: Igrejas de Salvador: séculos XVII e XVIII - Maria da Graça Andrade Dias)
  • VIRGEM COM MENINO JESUS   BELO ORATÓRIO DE VIAGEM EM PRATA DE LEI CONTENDO IMAGEM DA VIRGEM MARIA COM MENINO JESUS. A VIRGEM SEGURA O MENINO QUE A ABRAÇA TERNAMENTE. MARCAS DE CONTRASTE ÁGUIA, PARA O INICIO DO SEC. XX. PORTAS FENESTRADAS EM ROCAILLE. MARCAS DE CONTRASTE NO ORATÓRIO E NA IMAGEM. PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. 13 CM DE ALTURA.
  • NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO  LINDA IMAGEM EM MADEIRA COM RICA POLICROMIA E DOURAÇÃO. RESPLENDOR EM PRATA DE LEI. EXPRESSIVOS OLHOS EM VIDRO. A VIRGEM É RETRATADA EM SUA TRADICIONAL POSTURA COM MÃOS POSTAS EM INTERCESSÃO, ASSENTE SOBRE NUVEM DE ONDE PARTE CRESCENTE LUNAR E QUATRO FIGURAS DE ANJOS. MAGNIFICA ESCULTURA DA IMANIGINÁRIA BRASILEIRA OITOCENTISTA! SEC. XIX, 34,5 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DO RESPLENDOR) E COM ELE 39 CM.

431 Itens encontrados

Página: