Peças para o próximo leilão

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  • DINASTIA QING (1644-1912)  PAR DE IMPORTANTES ESCULTURAS EM PORCELANA, DO FINAL DO SEC. XVII OU INICIO DO  XVIII REPRESENTANDO SERVAS. AS FIGURAS SÃO ASSENTES SOBRE BASE CONSTITUIDAS POR DUAS CABEÇAS DE CÃES DE FÓ REPRESENTANDO PROTEÇÃO. A APRESENTAÇÃO E O GESTUAL SÃO TÍPICOS DO INICIO PERÍODO QING. PEÇAS MAGNIFICAS EDE ALTO COLECIONISMO! CHINA, SEC. XVII/XVIII. 45 CM DE ALTURA
  • PRECIOSO ORATÓRIO DE SALÃO ESTILO E ÉPOCA DOM JOSÉ I EM JACARANDÁ  PORTAS ELEGANTEMENTE ALMOFADADAS, DECORADAS COM ROSÁCEAS RELEVADAS. FRONTALMENTE É REMATADO POR PROFUSA MARCHETARIA. ELEGANTE FLORÃO E PIRULITOS NA PARTE SUPERIOR. INTERNAMENTE TEM SUNTUOSA DECORAÇÃO COM PINTURAS DE MAGNÍFICAS ROSAS DITAS DE MALABAR E VOLUTAS VEGETALISTAS SOBRE FUNDO AZUL CELESTE. O NICHO É EMOLDURADO POR REQUINTADO FRISO VAZADO FORMANDO FLORES E RAMAGENS. ORATÓRIO FANTÁSTICO DO ALTO BARROCO MINEIRO. BRASIL, MEADOS DO SEC. XVIII, 152 (H) X 72 (L) CM.
  • EXCEPCIONAL MENINO JESUS SALVADOR DO MUNDO, CÍNGALO-PORTUGUÊS DO SÉC. XVII, EM MARFIM. ESTA IMAGEM DE GRANDES DIMENSÕES, E COM UMA QUALIDADE ESCULTÓRICA NOTÁVEL É, SEM DÚVIDA, UMA OBRA-PRIMA DA IMAGINÁRIA CINGALESA. O MENINO ESTÁ REPRESENTADO DE VULTO PREFEITO, COM UMA POSTURA MAJESTÁTICA, ABENÇOANDO COM A MÃO DIREITA E SEGURARIA  UM CAJADO COM A ESQUERDA. COM FORMAS ROLIÇAS O MENINO APRESENTA UMA ANATOMIA MAIS JUVENIL DO QUE INFANTIL, É APRESENTADO EM VULTO PLENO, COM GESTOS DELICADOS E EXPRESSÃO SERENA. OS CABELOS SÃO ONDULANTES, DEIXANDO A DESCOBERTO A TESTA ALTA, OLHOS AMENDOADOS E A BOCA CERRADA. TRONCO ALONGADO, BRAÇOS E PERNAS CURTAS E ROLIÇAS, MARCADAS POR REFEGOS (DOBRINHAS NA PELE), MÃOS E PÉS PAPUDOS. EXCEPCIONAL TANTO PELA QUALIDADE QUANTO PELA GRANDE DIMENSÃO. ORIGINALMENTE TINHA UMA BASE EM MADEIRA, OS FUROS TAPADOS SOB OS SEUS PÉS EVIDENCIAM ISSO, A BASE CERTAMENTE PERDEU-SE COM OS SÉCULOS E ELE FOI ELEGANTEMENTE ARRANJADO SOB BASE EM MÁRMORE COM SUPORTE EM METAL QUE LHE SUSTENTA PELA CINTURA. PEÇA DE MUSEU! CEILÃO, POSSESSÃO PORTUGUESA NA ASIA, SEC. XVII. 30 CM DE ALTURA (SOMENTE O MARFIM) COM A BASE 34 CMNOTA: As quatro grandes escolas da imaginária em marfim abrangiam as produções do Indostão continental (indo-portuguesa), da ilha de Ceilão (cíngalo-portuguesa), da China (sino-portuguesa) e do Japão (nipo-portuguesa). Os séculos XVII e XVIII foram o período áureo da produção artística dessas esculturas, que podem ser agrupadas de acordo com as diversas figuras sacras do cristianismo, como a Imaginária Mariana, o Ciclo do Nascimento e Infância de Cristo, os Bons Pastores, o Ciclo da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo e dos Santos, principalmente os da Contra-Reforma, fundadores das Ordens Religiosas, Doutores da Igreja, Apóstolos e Evangelistas.
  • FORNITURA GERMANICA FLORESTA NEGRA SUIÇA  EXTRAORDINÁRIO CONJUNTO FORMADO POR MESA TILP TOP E DUAS CADEIRAS (UMA TEM MECANISMO MUSICAL EM FUNCIONAMENTO) . A MESA TEM MEDALHÃO CENTRAL COM CERVOS E A SUA VOLTA RESERVAS COM MEDALHÕES CONTENDO REPRESENTAÇÃO DE CERVOS E CABRITOS MONTESES. TODO O TAMPO É TRABALHADO EM PROFUSA MARCHETARIA COM FLORES E RAMAGENS DISPOSTOS EM GUIRLANDAS. O TAMPO TEM MOVIMENTO TILP TOP. CIRCUNDANDO O TAMPO NA PARTE INFERIOR UM LINDO BARRADO ENTALHADO COM ROCAILLE. TAMBEM O FUSTE E OS PÉS TRÍPODES TEM RICOS ENTALHES EM ROCAILLE VEGETALISTA. AS CADEIRAS SEGUEM O MESMO PADRÃO DECORATIVO DA MESA COM IMPRESSIONANTE MARCHETARIA. O ESPALDAR DAS CADEIRAS TEM FIGURA DE MONTANHES E  CABRITOS MONTESES. OS ASSENTOS TEM CABRAS, OVELHAS E CABRITOS. O ESPALDAR É DECORADO COM MUITAS FRUTAS ENTALHADAS. UMA DAS CADEIRAS TEM MOVIMENTO BASCULANTE QUE PERMITE LEVANTARO ESPALDAR E O TAMPO E RELEVA MECANISMO MUSICAL DO TIPO CAIXA DE MÚSICA COM ROLO. AS CADEIRAS TEM PERNAS EM CABRIOLET. TODO O CONJUNTO É MAGNÍFICO E BELISSIMO, ESTÁ EM OTIMO ESTADO! PEÇAS FORMIDÁVEIS! EXEMPLARES MUITO SEMELHANTES A ESSE ATINGEM VALORES MUITO ALTOS NA EUROPA, VIDE A TITULO DE EXEMPLO UM CONJUNTO NEGOCIADO POR 17000 EUROS: www.anthonysfineart.com/collections/furniture-1/products/black-forest-carved-marquetry-tilt-top-table-and-chairs-wip . ALEMANHA/SUIÇA, SEC. XIX, 75 CM DE DIAMETRO (TAMPO). 95 X 46 X 39 CM.
  • FORMIDÁVEL BACIA  DE ABLUÇÕES SEISCENTISTA PARA CERIMÔNIA LITÚRGICA DE LAVA PÉS CONSTRUÍDA  EM PRATA DE LEI BATIDA, REPUXADA E CINZELADA. MARCAS DE CONTRASTE PARA A CIDADE DO RIO DE JANEIRO DESCRITA POR MOITINHO COMO SENDO DATÁVEL DO FINAL DO SEC. XVII (BR 88  PAG 350). ÚNICA PELA GRANDE DIMENSÃO E MAGNIFICO TRABALHO. EXTERNAMENTE POSSUI O CORPO LISO DENOTANDO O TRABALHO ONDE A PRATA FOI REBATIDA PARA MOLDAR A PEÇA. NA PARTE INFERIOR AS BORDAS TEM CINZELADO COM ELEGANTES GUILLOCHES FORMANDO ROCAILLES AO GOSTO SEISCENTISTA VIGENTE. NO FUNDO UMA GRANDE ROSÁCEA DE MESMA INSPIRAÇÃO. ESSA É CERTAMENTE UMA PEÇA CUJAS PALAVRAS NA DESCRIÇÃO, POR MAIS QUE SEJAM ESCOLHIDAS, NÃO FARÃO JUSTIÇA A SUNTUOSIDADE E TAMANHO EXTRAORDINÁRIOS, A QUALIDADE DO TRABALHO E PRINCIPALMENTE A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA. FOI CONSTRUÍDA PARA O OFÍCIO LITURGICO DA CIDADE QUE DESPONTAVA NO FINAL DO SEC. XVII, COM A RESTAURAÇÃO DE PORTUGAL. ESSA PEÇA BUSCAVA UMA OPULÊNCIA QUE O RIO DE JANEIRO ASPIRAVA E OBTEVE. PROCLAMA A RIQUEZA DO CICLO DA PRATA DO RIO DO PRATA DO QUAL A CIDADE SE BENEFICIOU GRANDEMENTE NO FINAL DO FINAL DO SEC. XVII. É RELICÁRIO DOS TEMPOS IDOS DO RIO DE JANEIRO, QUANDO A CIDADE RECEBEU DO REI  DOM JOÃO IV,   EM 1642, O TÍTULO DE "A MUY HERÓICA E LEAL CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO".   SOBREVIVEU AO SAQUE DOS CORSÁRIOS FRANCESES DE 1711 QUE LIDERADOS POR RENÉ DUGUAY-TROUIN APORTARAM NA BAIA DA GUANABARA COM SEUS 18 NAVIOS E QUASE 6 MIL HOMENS. OS PIRATAS OBRIGARAM OS CARIOCAS AO PAGAMENTO DE UM RESGATE DE 610 MIL CRUZADOS, 100 CAIXAS DE AÇÚCAR E 200 BOIS PARA NÃO ARRAZ-LAAOS FUNDAMENTOS SOB O FOGO DOS CANHÕES. COMO O GOVERNADOR E AS AUTORIDADES GRAÚDAS FUGIRAM, OS PRÓPRIOS CIDADÃOS ENTREGARAM A PRATA DE SUAS RESIDÊNCIAS PARA SALVAR A CIDADE E ZELOSOS NÃO DEIXARAM LEVAR A PRATARIA DE OFÍCIO DAS IGREJAS E CONVENTOS. CAROS AMIGOS, ATENTEM PARA ESSA PEÇA, UMA DAS MAIS IMPORTANTES QUE JÁ TIVEMOS AQUI. VIDE BACIA DE LAVA PÉS MUITO SEMELHANTE EM FORMATO, DIMENSÃO E TRABALHOS MANTIDA NO FABULESO ACERVO DA CASA MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA EM LISBOA CXONHECIDA COMO A BACIA DE SÃO MARTINHO: http://www.casa-museumedeirosealmeida.pt/pecas/bacia-lava-pes-sao-martinho-destaque-abril-de-2017/ . BRASIL, SEC. XVII. 56 CM DE DIAMETRO. 4600 G NOTA: A cerimónia de lava-pés, rito religioso da liturgia cristã, está baseado no relato de São João onde este narra como, terminada a Ceia, Jesus deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxuga-los com a toalha que pusera à cinta (João 13:5). Esta prática terá porém origens anteriores, estando ligada a formas de hospitalidade de civilizações antigas nas quais o anfitrião providenciava um jarro com água e um alguidar ao hóspede que acabava de chegar, assim como um criado para ajuda-lo na tarefa de lavar os pés. A partir de certa altura este ato transcenderá o lado meramente utilitário do lavar de pés e, tal como se relata em várias passagens da Bíblia, passará a ser uma prática que simbolizava submissão e humildade. A cerimonia é realizada durante as celebrações da Semana Santa, na quinta feira da Paixão.
  • JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA - DESBRAVAMENTO DE ÁREA COM CARRO DE BOI E VIVENDA  OST  ASSINADO E DATADO 6/05/1967 (PERIODO DA PLENA MATURIDADE ARTÍSTICA). ASSINADO E DATADO TAMBÉM NA PARTE TRASEIRA DA TELA.  GRANDE E BELA OBRA DO ARTISTA COM SEUS ELEMENTOS TÍPICOS DO COTIDIANO RURAL. NESTE CASO, A LIMPEZA DE UMA ÁREA COM DERRUBADA DE ÁRVORES, UM CARRO DE BOI TRANSPORTANDO TORAS, UMA CASA COM ROUPAS PENDURADAS NA CERCA, MUITAS CASAS DE JOÃO DE BARRO NAS ÁRVORES E UMA ÁREA SENDO DESMATADA AO FUNDO. NA PORTA DA CASA PERSONAGEM FEMININO E PRÓXIMO AO CARRO DE BOI HOMEM SENTADO FUMANDO CACHIMBO. DISTINGUEM-SE AO FUNDO EM POSIÇÃO CENTRAL A REPRESENTAÇÃO DE DOIS CAMINHOS, RECURSO TÍPICO NA OBRA DO ARTISTA. 69 X 49 CM (SEM A MOLDURA)  E 101 X 88 CM (CONSIDERANDO-SE O TAMANHO DA MOLDURA)NOTA: Artista (pintor e escritor) autodidata, pintou o desbravamento e a implantação da agricultura na região noroeste do estado de São Paulo. Viveu a maior parte de sua vida na cidade de São José do Rio Preto onde existe um museu, fundado por ele próprio, com algumas de suas obras. É considerado um artista naif ou primitivo. Autor de livros, como o "Romance de minha vida", publicado em 1949, "Maria Clara" em 1970 e "Sou pintor, sou poeta" em 1981, Também gravou dois Long Plays em Vinil contando "causos" e falando sobre sua vida. Foi retratado em um curta-metragem dirigido por Carlos Augusto Calil " Quem não conhece o Silva?". Retratou em sua obra a transformação da mata em lavoura e a transformação de um país agrário em urbano. Em 1931, José Antônio da Silva mudou-se para São José Do Rio Preto. Participou da exposição de inauguração da Casa de Cultura da cidade, em 1946, suas pinturas chamaram atenção dos críticos, Lourival Gomes Machado (1917-1967) Paulo Mendes de Almeida (1905-1986) e do filósofo João Cruz e Costa. A partir daí o autodidata de formação, que exerceu também atividades na lavoura até ser descoberto passou a dedicar-se a pintura. Dois anos depois, realiza mostra individual na Galeria Domus, em São Paulo. Nessa ocasião Pietro Maria Bardi (1900-1999), diretor do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), adquire seus quadros e deposita parte deles no acervo do museu. O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) edita seu primeiro livro, Romance de Minha Vida, em 1949. Na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, recebe prêmio aquisição do Museum of Modern Art (MoMA) Museu de Arte Moderna de Nova York. Em 1966, Silva cria o Museu Municipal de Arte Contemporânea de São José do Rio Preto e grava dois LPs, ambos chamados Registro do Folclore Mais Autêntico do Brasil, com composições de sua autoria. No mesmo ano, ganha Sala Especial na 33ª Bienal de Veneza. Publica ainda os livros Maria Clara, 1970, com prefácio do crítico literário Antônio Candido (1918); Alice, 1972; Sou Pintor, Sou Poeta, 1982; e Fazenda da Boa Esperança, 1987. Transfere-se de São José do Rio Preto para São Paulo, em 1973. Em 1980, é fundado o Museu de Arte Primitivista José Antônio da Silva (MAP), em São José do Rio Preto, com obras do artista e peças do antigo Museu Municipal de Arte Contemporânea. Apresenta em suas telas espaços amplos, abertos e temas ligados a vida no campo, como o algodoal, os cafezais e o boi no pasto, que acabam tornando-se sua produção mais conhecida. Como nota o crítico P.M. Bardi, o artista revela grande espontaneidade na abstração dos detalhes em suas telas, onde, por exemplo, fileiras de pontos brancos indicam o algodoal. Destacam-se em sua obra o desenho expressivo, o senso da cor e o caráter de fantasia. Silva percorre uma grande variedade de temas: natureza-morta, pintura sacra, marinha, pintura histórica e de gênero. Algumas telas possuem um tom irônico. Nos quadros realizados a partir da década de 1970, o artista cria maior distinção entre a figura e o plano de fundo, empregando também grandes planos de cores.
  • FÁBRICA DE SANTO ANTONIO DO PORTO - GRANDE PAR DE FLOREIROS ESTILO MÉDICE EM FAIANÇA DECORADA NA TONALIDADE AZUL. TERÇO INFERIOR DECORADO EM GOMADOS. EM RESERVA GUIRLANDA DE FLORES. BORDA RECORTADA SIMULANDO FLOR. BASE COM INSCRIÇÃO FÁBRICA DE SANTO ANTONIO DO PORTO ESTAMPILHADA EM AZUL, DENOTANDO TRATAR-SE DE PRODUÇÃO DO MELHOR PERÍODO DESSA MANUFATURA EM MEADOS DO SEC. XIX. SOB A DIREÇÃO DE JOSÉ DO RIO. ESSA PEÇA, PORTUGAL, Excelent condição!  SEC. XIX. 50 CM DE ALTURA POR 50 CM DE DIAMETRONOTA: A Fábrica de Santo António de Vale da Piedade foi fundada em 1784 pelo Genovês Jerónimo Rossi, vice-cônsul da Sardenha no Porto, na quinta de Vale Piedade em Vila Nova de Gaia e teve um período inicial de grande desenvolvimento industrial, exportando grandes quantidades da sua produção para a América. No início do Século XIX, tal como todos os fabricantes sofreu um importante golpe com as perturbações causadas pelas invasões francesas e pela posterior abertura dos mercados nacional e ultramarino aos produtos ingleses. Em 1814 a Fabrica está decadência. Rossi morre em 1821, mas as suas filhas continuam a explorar a fábrica e pedem renovação do alvará que obtém em 1825. Depois dessa data, a fábrica passa a ser explorada por Francisco da Rocha Soares, de Miragaia, até 1833. Em 1852 encontra-se na posse de João de Araújo Lima, um dos industriais mais dinâmicos da sua época, fundador da Associação Industrial Portuense e acolhe muitos operários especializados que deixaram a unidade de Miragaia quando esta fechou. Posteriormente à morte de Araújo Lima (1861), já sob a direcção de João do Rio (seu cunhado e administrador até 1886) introduziram-se modificações que levaram à produção de peças de ornamentação em relevo para interiores e exteriores. Provavelmente esta peça representando o continente africano é desse período da administração João do Rio, pois apresentam as marcas estampilhadas a azul tipícas dessa época (conforme se pode ler no Itinerário da Faiança do Porto e Gaia. Lisboa: IMC, 2001, p 290)A Fábrica continuou a sua existência até 1930
  • SÃO CIPRIANO DE CARTAGO, BISPO MÁRTIR   LINDO RELICÁRIO EM METAL ESPESSURADO A PRATA COM FEITIO DE CRUZ VAZADA APRESENTANDO NA COMPOSIÇÃO DOS TRAVESSÕES OS SÍMBOLOS  DA PAIXÃO DE CRISTO:  CHICOTE COM QUE FOI AÇOITADO; CRAVOS COM QUE FOI PREGADO À CRUZ DE INFAMIA; ESCADA E MARTELO UTILIZADOS NA CRUCIFICAÇÃO; VARA COM ESPONJA QUE LHE OFERTARAM BILE E VINAGRE; LANÇA UTILIZADA PELO SOLDADO ROMANO PARA O GOLPE DE MISERICÓRDIA QUE FORMOU A ÚLTIMA CHAGA DE CRISTO, OS DADOS PELOS QUAIS OS SOLDADOS ROMANOS LANÇARAM SORTE SOBRE AS ROUPAS DE CRISTO. NA PARTE SUPERIOR O PAPIRO SIMBOLO DA RESILIENCIA CRISTÃ. NAS EXTREMIDADES REPRESENTAÇÃO DE QUERUBINS. AO CENTRO OCULO COM A RELIQUIA E AS INSCRIÇÕES: S. CIPRIAN EM (QUE SIGNIFICA BISPO E MARTIR). EM TORNO DO ÓCULO DA RELIQUIA RESPLENDORES COM NUVENS. BASE ESTILO DOM JOSÉ DECORADA COM CABEÇAS DE ANJOS. PORTUGAL INICIO DO SEC. XIX. 45 CM DE ALTURA.NOTA: Táscio Cecílio Cipriano nasceu no norte da África, provavelmente em Cartago, entre os anos 200 e 210 dC. Filho de família abastada, recebeu formação superior, dedicando-se à oratória e advocacia. Converteu-se ao Cristianismo, já adulto, por volta de 245. Três anos depois foi eleito bispo de Cartago. Foi degolado nas imediações da cidade, na presença de grande multidão de cristãos e pagãos, aos 14 de setembro de 258, durante a perseguição de Valeriano. A Igreja na época de São Cipriano vivia intenso fervor. As sangrentas perseguições, que desde Nero (ano 64 dC) a sacudiam, somente faziam aumentar o fervor, e os mártires entregavam suas vidas com amor e fé. Mesmo com todo este fervor, surgiam grupinhos de hereges que, desejosos de 'autonomia', pregavam uma doutrina diferente da dos Apóstolos e dos Bispos da Santa Igreja de Cristo. Para combater estas heresias, Cipriano divulga por volta do outono do ano de 251, como ele mesmo diz, um livrinho de conduta cristã denominado: "Catholicae Ecclesiae Unitate" - "A Unidade da Igreja Católica". São maravilhosas as palavras de São Cipriano. Ele demonstra uma clareza de idéias e um espírito decidido na meta que almeja alcançar. Homem de Deus, baseou-se totalmente nas escrituras para defender a unidade da Igreja Católica, o Primado de Pedro, e outras Santas Doutrinas recebidas diretamente dos Apóstolos. No dia décimo oitavo das calendas de outubro pela manhã, grande multidão se reuniu no campo de Sexto, conforme a determinação do procônsul Galério Máximo. Este, presidindo no átrio Saucíolo, no mesmo dia ordenou que lhe trouxessem Cipriano. Chegado este, o procônsul interrogou-o: "És tu Táscio Cipriano?" O bispo Cipriano respondeu: "Sou". O procônsul Galério Máximo: "Tu te apresentastes aos homens como papa do sacrílego intento?" Respondeu o bispo Cipriano: "Sim". O procônsul Galério Máximo disse: "Os augustíssimos imperadores te ordenaram que te sujeites às cerimônias". Cipriano respondeu: "Não faço". Galério Máximo disse: "Pensa bem!" O bispo Cipriano respondeu: "Cumpre o que te foi mandado; em causa tão justa, não há que discutir". São Cipriano, detalhe de um mosaico do século VI que representa a procissão dos mártires, na Basílica de Santo Apolinário Novo, Ravena. Galério Máximo deliberou com o seu conselho e, com muita dificuldade, pronunciou a sentença, com esta palavras: "Viveste por muito tempo nesta sacrílega idéia e agregaste muitos homens nesta ímpia conspiração. Tu te fizeste inimigo dos deuses romanos e das sacras religiões, e nem os piedosos e sagrados augustos príncipes Valeriano e Galieno, nem Valeriano, o nobilíssimo César, puderam te reconduzir à prática de seus ritos religiosos. Por esta razão, por seres acusado de autor e guia de crimes execráveis, tu te tornarás uma advertência para aqueles que agregaste a ti em teu crime: com teu sangue ficará salva a disciplina". Dito isto, leu a sentença: "Apraz que Tarcísio Cipriano seja degolado à espada". O bispo Cipriano respondeu: "Graças a Deus!" Após a sentença, o grupo dos irmãos dizia: "Sejamos também nós degolados com ele". Por isto houve tumulto entre os irmãos e grande multidão o acompanhou. E assim Cipriano foi conduzido ao campo de Sexto. Ali tirou o manto e o capuz, dobrou os joelhos e prostrou-se em oração ao Senhor. Retirou depois a dalmática, entregando-a aos diáconos e ficou de alva de linho e aguardou o carrasco, a quem, quando chegou, mandou que os seus lhe dessem vinte e cinco moedas de ouro. Os irmãos estenderam diante de Cipriano pano de linho e toalha. O bem-aventurado quis vendar os olhos com as próprias mãos. Não conseguindo amarrar as pontas, o presbítero Juliano e o subdiácono Juliano o fizeram. Desde modo morreu o bem-aventurado Cipriano. Seu corpo, por causa da curiosidade dos pagãos, foi colocado ali perto, de onde, à noite, foi retirado e, com círios e tochas, hinos e em grande triunfo, levado ao cemitério de Macróbio Candiano, administrador, existente na via Mapaliense, junto das piscinas. Poucos dias depois, morreu o procônsul Galério Máximo. Mártir santíssimo Cipriano foi morto, no dia décimo oitavo das calendas de outubro, sob Valeriano e Galieno imperadores, reinando, porém, nosso Senhor Jesus Cristo, a quem a honra e a glória pelos séculos dos séculos. Amém.
  • A partir desse momento apregoaremos uma coleção de placas indo portuguesas em marfim. Essas placas, originalmente montadas com guarnição única também em marfim ou mesmo em madeira, constituíam nichos oratórios com múltipla representação de devoção para as residências dos recém convertidos a maneira dos TEMPLETES HINDUS. Essas placas apregoadas a seguir, foram emolduradas individualmente em jacarandá com incrustação em marfim na primeira metade do séc. XIX. Tal se deu provavelmente devido ao colapso da estrutura original do Templete Hindu. O conjunto é precioso, com grande qualidade escultórica, mas segue os preceitos da arte indo portuguesa que se pautava principalmente na orientalização  dos personagens, dotando-os de traços hindus e associando também na iconografia religiosa aspectos da cultura local. Iniciaremos com o lote que segue: SAGRADA FAMÍLIA  MAGNÍFICA PLACA EM MARFIM DE VERTENTE INDO PORGUESA, REPRESENTANDO A LINHAGEM DIVINA E TERRESTRE DE CRISTO. O DIVINO ESPÍRITO SANTO E O PAI ETERNO ASSUMEM  POSIÇÃO VERTICAL COM CRISTO MENINO. O PAI ABRE OS BRAÇOS EM SINAL DE BENÇÃO. A POSIÇÃO DE VERTICALIDADE REFORÇA QUE DEUS ENVIOU A CRISTO. DISPOSTA DE FORMA HORIZONTAL ESTÁ A FAMILIA TERRESTRE DO MENINO DIVINO, A VIRGEM MARIA E SÃO JOSÉ, INDICANDO ASSIM QUE A GRAÇA E SALVAÇÃO QUE VEM DE CRISTO É PARA TODOS OS HOMENS SEM DISTINÇÃO (EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO CAP. 3 V. 18: "COM EFEITO, DE TAL MODO DEUS AMOU O MUNDO, QUE LHE DEU SEU FILHO ÚNICO, PARA QUE TODO O QUE NELE CRER NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA.") . MOLDURA POSTERIOR (INICIO DO SEC. XX) EM JACARANDÁ COM INCRUSTAÇÃO EM MARFIM FORMANDO ROSÁCEAS. GOA, POSSESSÃO PORTUGUESA NA ÍNDIA, SEC. XVIII, 19 X 12 CM (SOMENTE A PLACA) E 26 X 18 CM (COM A MOLDURA)NOTA: Nos oratórios indo-portugueses está patente uma determinação ocidental, como o exemplo de temas ligados ao cristianismo partindo dos modelos portugueses continentais, em que se fundem elementos orientais a partir da execução dos artistas locais, aos quais designamos de luso-oriental provavelmente convertidos e que colaboram para o carácter miscigenado, manifestado através dos componentes decorativos hindus. Pedro Dias refere que um escultor da Companhia de Jesus, o padre Maecht que viveu em Goa, fazia os oratórios conforme os templetes hindus, resistindo assim à permanência dos modelos locais, como o exemplo do sol, da lua, dos dragões e com outras representações inspiradas na fauna e na flora, embora com um maior peso de motivos cristãos. As famílias antes de se converterem ao cristianismo, celebravam o seu culto num dos topos do vasary, após a conversão, mantiveram a tradição de conservar o oratório no mesmo local que anteriormente era utilizado para as práticas hinduístas. Assim, encontramos frequentemente nas residências das castas brâmanes os oratórios na sala herdada das casas hindus197, o antigo vasary, preservando o mesmo local de orar198, posteriormente adaptado ao culto cristão, ocupando aí normalmente, o seu lugar. Os oratórios-altar permanecendo, em alguns casos, num aposento próprio, desempenhando a função de capela199, podendo ser utilizados como espaço de ritual litúrgico, conforme o exemplo do oratório-altar eram utilizados para devoção doméstica, batismos, os casamentos e os funerais.
  • FAUSTOSA DUNQUERQUE OITOCENTISTA EM MADEIRA COM PLACAGEM EM PORCELANA DE SEVRES E ARREMATES EM BRONZE ORMOLU. TRABALHO DE EBANISTA DE ELEVADA QUALIDADE ARTÍSTICA COM BELA MARCHETARIA! EXCEPCIONAIS DETALHES EM BRONZE DE FINA FUNDIÇÃO ESTILO E ÉPOCA NAPOLEÃO III. TAMPO EM MÁRMORE DE CARRARA. FRONTALMENTE MAGNIFICENTE PLACAGEM EM PORCELANA DE SEVRES COM BORDA AZUL CELESTE E LUXURIANTES ARRANJOS FLORAIS. NO CENTRO GRANDE MEDALHÃO OVAL COM PINTURA REPRESENTANDO CENA GALANTE. FORNITURA EXCEPCIONAL! FRANÇA, SÉC. XIX - 114 X 94 X 40 CM
  • Charles Lepec (1830 - 1890)  SUNTUOSA CAIXA COFRE EM BRONZE ORMOLU COM IMPORTANTE DECORAÇÃO EM ESMALTE LIMOUSIN (ESMALTES DE LIMOGES) ESTILO E ÉPOCA NAPOLEÃO III. DECORAÇÃO RELEVADA NO BRONZE COM LAURÉU, GUIRLANDAS E GREGAS COM DESENHO MALMAISON. ESTILO E ÉPOCA NAPOLEÃO III.  TODO O ENTORNO É DECORADO COM LARGO BARRADO EM ESMALTES AZUL PETRÓLEO E RESERVAS FLORAIS. A TAMPA DE INSPIRAÇÃO RENASCENTISTA TEM GRANDE PLACA REPRESENTANDO CENA IDÍLICA COM PASTOR, DAMA,  OVELHAS E CENA LACUSTRE. ASSINADA COM MONOGRAMA CL (Charles Lepec). EXEMPLAR MAGNIFICO Do maior artista em esmaltes francês do sec. xix, suas peças estão dentre outros lugares no metropolitan de nova york e no Musée d'Orsay em paris e o victoria and albert em londres. excelente estado de conservação! frança, decada de 1860, 27 x 18 x 11 cmNOTA: O segundo Império (1852-1870) sob o reinado de Napoleão III no cenário das artes mundiais é particularmente relegado pelos historiadores da arte francesa a um injustificável esquecimento. Nesse período floresceu na França uma arte única e própria que divergia daquela do antigo regime e talvez por isso tenha sido ofuscada pelo sentimento de perda para a grandeza digna e aristocrática das artes sob o reinado dos Luises. A França era dominada pela burguesia na época do Segundo Império, e a decoração desse período tendia à ser vistosa: o sabor das riquezas dos nouveaux. Mas  as artes decorativas desse período foram marcadas pela inventividade  técnica e artística e introduziram uma grande originalidade, Charles Lepec (1830-1890), que estava em seu período máximo durante o período do Segundo Império, é um desses expoentes dessa vertente sofisticada da criatividade francesa. Ele era um artista que se destacou no em meio as decorações em esmaltes e  foi particularmente original e tecnicamente inovador.   Os principais fabricantes parisienses foram os principais participantes da série de feiras mundiais que dominaram a segunda metade do século XIX, começando com a Grande Exposição em Londres em 1851. Essas exposições internacionais maciças, assistidas por milhões de visitantes, serviram como vitrines, permitindo Empresas francesas para atrair o patrocínio da realeza britânica, a aristocracia e os recém-poderosos plutocratas. Entre os notáveis compradores ingleses de fabricantes franceses estavam a rainha Victoria e o príncipe Albert; William Ward, 1º conde de Dudley (1817-1885); e o mais significativo de todos, o patrono de Lepec, o vitoriano Mecenas, Alfred Morrison (1821-1897). Com a França particularmente atingida pelo depressão econômica que dominou a década de 1870, a Inglaterra se tornou um mercado cada vez mais importante, não apenas para os franceses  fabricantes, muitos dos quais - por exemplo, Deck e Barbedienne - possuíam lojas em Londres, mas também para alguns artesãos que ingressaram em empresas inglesas, como Marc-Louis Solon (18351913), que em 1870 deixou Sèvres para trabalhar na fabricante inglesa Minton. Como tantos franceses do século XIX designers e fabricantes admirados durante a vida, Charles Lepec quase desapareceu de vista no século XX. Em 1971, o sumtuoso esmalte e ouro NEF (enfeite de mesa em forma de navio), exibido na Exposição Universal de Paris em 1867, foi vendido por Lord Margadale (19061996), 11 neto de Alfred Morrison e, em 1976, ingressou na coleção do Badisches Landes museum, Karlsruhe.  Em 1980, quando Daniel Alcoufe publicou seu livro magisterial "Les Emailleurs Français à Exposição Universelle de 1867 , que Lepec foi finalmente reavaliado. Alcoufe apresentou o Lepec como o mais original e destacado artista de esmalte do século XIX, o mestre de uma forma de arte em que os franceses se destacaram desde o Renascimento - mas que tinha sido um pouco esquecido desde então. Alcoufe também deu detalhes do trabalho de esmalte de Contemporâneos de Lepec que expuseram na Exposição Universelle de Paris, 1867, embora não tenham a mesma categoria - um círculo notável que incluía Alexis Falize (1811 a 1893), Charles Duron (1814 a 1872), Charles Dotin (n. 1820), Claudius Popelin (1825-1892) e Alfred Meyer (18321904). Enquanto os esmaltes de Popelin e Meyer, por exemplo, geralmente dependem diretamente de Protótipos renascentistas, As criações inspiradas na Renascença de Lepec mostram um maior grau de originalidade inspiração e um domínio melhor de técnica. A revisão de Alcoufe da carreira de Lepec foi baseada em crítica contemporânea e registros de obras publicadas e exibidas durante a vida do artista, mas Alcoufe identificou e catalogou objetos  sobreviventes incluindo o nef e Clémence Isaure. Adquirido pelo Musée d'Orsay. O Metropolitan adquiriu o Bouteille vénitienne. O personagem central na carreira de Lepec, como ficou claro por Alcoufe e outros, era Alfred Morrison, que era o filho do colecionador fabulosamente rico James Morrison (1789-1857), um homem obcecado por dinheiro, status, classe, e poder, mas também de espírito público e apaixonado por sua família. James Morrison construiu sua fortuna com o simples lema pequenos lucros e retornos rápidos. James foi um colecionador típico na tradição de riquezas nouveaux do século XIX, um autodidata que seguiu o conselho de seu arquiteto J. B. Papworth (1775- 1847) e outros na formação de uma coleção notável de velhos mestres e pinturas inglesas contemporâneas. A coleção incluía a acumulação típica de homens ricos Móveis Boulle e vasos Sèvres. Alfred preservou grande parte da coleção de seu pai mas se destaca como um consumidor exigente da contemporaneidade da valorização de artesãos (e, em menor grau, pintores). O trabalho de Lepec brilhava nesse quesito. Entre outras áreas em que Morrison coletou vorazmente gravuras, têxteis, Porcelana chinesa e esmaltes e obras de arte japonesas, incluindo muitos esmaltes cloisonné, O gosto por esmaltes começou a reviver em direção a final do reinado de Louis Philippe (1773-1850) . Durante a década de 1850, os colecionadores se interessavam principalmente por esmaltes medievais e renascentistas, mas após a abertura do Japão para o Ocidente em meados da década de 1850 e o saque do Palácio de Verão em Pequim (agora Pequim) em 1860, os conhecedores tinham maior oportunidade de estudar e adquirir esmaltes asiáticos. A coleção de Morrison se destaca, no entanto, por sua busca pelos esmaltes europeus contemporâneos, ao lado de criações asiáticas mais antigas. Mas os interesses de Morrison se estenderam além das obras de arte que ele encomendou e colecionou. O arquiteto inovador, designer e teórico do design Owen Jones (1809-1874) foi contratado por Morrison para criar os móveis e interiores da Carlton House Terrace, Londres, e Fonthill, em Wiltshire; o trabalho foi realizada pelo talentoso marceneiro de Londres Jackson & Graham (ativo entre 1840 e 1885) .  CHARLES LEPEC Charles Florent Joseph Lepec nasceu em Paris em 5 de abril de 1830 e morreu em Reux, França, em 19 de maio de 1890.  Ele era filho de Charles Antoine Lepec, que nasceu em Reux em 19 de abril de 1791 e morreu em Paris em 12 de março de 1875. Um descendente da nobre família de Costentin de Tourville, Lepec era advogado, o autor de vários livros sobre direito e dignatário da Legião de Honra (como seria seu filho). A esposa dele, Florence Jeanne Raimonde Demetria Rodriguez, era de origem espanhola. Apesar das convenções do Na época, o casal não se casou até 1º de maio de 1832, dois anos após o nascimento do único filho.  Lepec  frequentou o Lycée Condorcet, a grande  escola liberal na margem direita. Seu pai era um membro de longa data do prestigioso Cercle des Arts, um ponto de encontro para pintores, escultores, músicos, escritores e amantes da arte. A proximidade com esse grupo certamente influenciou Charles A escolha de carreira de Lepec. No entanto, apesar de sua posição relativamente próspera, sua família claramente queria o jovem Lepec dotado da vantagem de uma Educação formal. Embora ele não tenha prosseguido uma carreira de direito ou uma das outras profissões para as quais ele elegível, os benefícios de sua aprendizagem acadêmica ficaria evidentes em sua produção artística erudita. Como Auguste Luchet observou o início da vida de Lepec: Feliz é ele que foi capaz de entrar nas artes pela porta nobre de Letras e Ciências. Relatos contemporâneos, publicados sobre o época da Exposição Universal de 1867, sugerem que O principal desenvolvimento artístico de Lepec ocorreu com a supervisão do artista Hippolyte Flandrin (1809- 1864) .  Após um início de carreira como pintor, exibindo nos salões de 1857 e 1859. Em 1860, Lepec voltou-se para o trabalho de esmalte que seria seu maior interesse até o início da década de 1870. Quando Lepec se casou com sua pupila Jeanne Marie Thierry em 1882, ele viveu no numero 13 da rue Bonaparte. Lepec também passou algum tempo a partir da década de 1860 em Reux, na propriedade rural da família e parece eventualmente ter fez dele seu principal local de residência. Lepec participou da London International Exhibition de 1862, onde ele pode ter tido seu primeiro encontro com Robert Phillips, o joalheiro com sede em 23 Cockspur Street, Londres, que em breve se tornaria o agente de seu trabalho na Inglaterra.  No círculo limitado, durante um período em que os esmaltes modernos demandaram principalmente de um pequeno número de conhecedores de elite, Lepec fez suas primeiras vendas a Alfred Morrison, que se tornaria seu patrono mais significativo . Phillips e Morrison foram, de fato, as influências a moldar o conceito de Lepec em sua  carreira. O considerável arquivo de Morrison, parte do Fonthill Estate Archive, contém documentos e cartas Na Lepec, Morrison comprou 9 Placas de esmalte. E Modelos de cofres e esmaltes por2000 francos. O trabalho de Lepec tem um elemento familiar do interesse do século XIX na mitologia medieval.  Por aclamação geral, Lepec foi um expositor estrela na Exposição Universelle de Paris em 1867, quando sua obra-prima foi descrita como uma taça de ouro na forma de um Nef  (um barco). Foi comprado por uma grande quantia (mas não por mais do que vale a pena) pelo Sr. Alfred Morrison; e, de fato, quase toda a produção de Lepec foram comprados para a Inglaterra pelo Sr. Rober t Phillips, quem foi o primeiro neste país a apreciar a grande artista. Em 23 de agosto de 1867, o Times escreveu longamente em elogios de Lepec:  Nas pinturas de M. Lepec, vemos que ele comanda uma escala muito ampla de cores, e que ele pode associá-las a uma delicadeza e um brilho que são novos na arte. A partir de  1873 Lepec pareça ter reduzido significativamente sua produção de esmaltagem em metal.
  • BACCARAT MONTAGNE ÓPTIQUE (COM SELO DA MANUFATURA  E ASSINATURA EM PONTA DE DIAMANTE)  FORMIDÁVEL CONJUNTO DE TAÇAS EM CRISTAL COM RARA MARCAÇÃO DUPLA (TODAS AS PEÇAS TEM SELO ASSIDADO E TAMBÉM ASSINATURA EM PONTA DE DIAMANTE). COMPLETO PARA 12 SERVIÇOS COM 48 TAÇAS SENDO: 12 GRANDES TAÇAS PARA ÁGUA, 12 TAÇAS PARA VINHO TINTO, 12 TAÇAS PARA VINHO BRANCO E 12 FLUTS PARA CHAMPAGNE. RARO MODELO MONTAGNE ÓPTIQUE INCLUIDO NO CATÁLOGO DE BACCARAT DE 1890. Esse padrão de Montaigne, tem um efeito óptico, que é causado por uma SUAVE ONDULAÇÃO somente no interior Do bojo das taças. Essas ondulações lançam sombras intrigantes na mesa ou toalha com a reflexão da iluminação. as taças tem excelente tamanho e o conjunto está impecável. frança, dec. 1970,20 cm de altura (flut)
  • SEVRES COM MARCAS DA MANUFATURA  SUNTUOSO PAR DE ÂNFORAS EM PORCELANA coM GUARNIÇÃO EM BRONZE ORMOLU. FUNDO NA TONALIDADE DITA ROSE DE POMPADOUR. ARTISTICAMENTE DECORADA COM ESMALTES EM RESERVA NAS DUAS FACES. ASSINADAS PELO ARTISTA. DE UM LADO CENA GALANTE COM DAMA E CAVALHEIRO VESTIDOS A MANEIRA DO SEC. XVIII. A DAMA SEGURA LEQUE E O CAVALHEIRO LHE OFERECE UM RAMO DE FLORES. NA OUTRA FACE REPRESENTAÇÃO DE CASTELO E LAGO EM PERSPECTIVAS DIFERENTES. RICOS ARREMATES EM OURO. MARCAS DA MANUFATURA sob A BASE. EM ÓTIMO ESTADO DE CONSERVAÇÃO. FRANÇA, FINAL DO SEC. XIX. 54 CM DE ALTURA.
  • EMILE GALLÉ  MONUMENTAL FLOREIRO EM CAMEO GLASS DECORADO COM RAMAGENS E FLORES DE CARDO VERDE LIMA. FUNDO NA TONALIDADE SALMÃO DEGRADÊ. MUITO GRANDE E BELISSIMO! ASSINADA PELO ARTISTA. PEÇA PARA COLECIONADOR! EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO!  FRANÇA, SEC. XIX. 33 CM DE ALTURA. NOTA: ÉMILE GALLÉ - ( Nancy , 08 de maio de 1846 - Nancy , 23 de setembro de 1904) é considerado um dos principais expoentes do movimento Art Nouveau. Seus primeiros trabalhos foram executados usando vidro transparente decorado com esmalte, mas ele logo criou um estilo original que se caracterizava por um vidro pesado, opaco , esculpido ou gravado com motivos vegetais, muitas vezes em duas ou mais cores conhecido como Cameo Glass . Sua carreira decolou depois que sua obra recebeu elogios na Exposição de Paris de 1878 . Dentro de uma década de outra exibição bem sucedida na Exposição de Paris de 1889 , Gallé tinha alcançado fama internacional e seu estilo, com sua ênfase no naturalismo e motivos florais, estava na vanguarda do movimento Art Nouveau emergente. O que é menos conhecido é o engajamento social de Gallé. Ele era um humanista convicto, e esteve envolvido na organização de escolas noturnas para a classe trabalhadora (l ' Université populaire de Nancy ). Ele foi tesoureiro da filial Nancy da Liga dos Direitos Humanos da França e, em 1898, com grande risco para o seu negócio, um dos primeiros a envolver-se ativamente na defesa de Alfred Dreyfus (um capitão do exército francês de origem judaica. Injustamente acusado e condenado por traição - depois anistiado e reabilitado - foi o centro de um famoso episódio de conotações sociais e políticas, durante a Terceira República Francesa, e que ficou conhecido como o caso Dreyfus). .Ele também defendeu publicamente os judeus romenos e falou em defesa dos católicos irlandeses contra a Grã-Bretanha, apoiando William O'Brien , um dos líderes da revolta irlandesa. Em 1901, juntamente com Victor Prouvé ,Louis Majorelle , Antonin Daum e Eugene Vallin , fundou um movimento Art Nouveau conhecida como École de Nancy (A Escola Nancy). Muitas das obras Gallé são mantidos no Musée de l'École de Nancy.
  • VENUS ROSEWATER DISH (BACIA PARA ÁGUA DE ROSAS DA VÊNUS)  - PRATA DE LEI VITORIANA -  SUNTUOSO MEDALHÃO EM PRATA DE LEI COM NUANCES DE VERMEIL. MARCAS DE CONTRASTE PARA CIDADE DE BIRMINGHAM E LETRA DATA 1872. IMPORTANTE PRATEIRO FREDERICK ELKINGTON QUE ENTRE OUTRAS IMPORTANTES ENCOMENDAS GUARNECEU AS MESAS E TALHERES PARA A SALA DE BANQUETES DO TITANIC E DO  ROYAL YACHT BRITANNIA (O IATE REAL INGLÊS). MAS ESSA PEÇA EM PREGÃO TALVEZ SEJA O TRABALHO MAIS RECONHECIDO DE FREDERICK ELKINTON, A BACIA PARA ÁGUA DE ROSAS DA VENUS É A VERSÃO EXATA DO FAMOSO TROFÉU FEMININO DE TÊNIS DE WINBLENDON CONFERIDO NO MAIS FAMOSO TORNEIO  DE TÊNIS DO MUNDO HÁ QUASE 120 ANOS. TAMBÉM CONHECIDA COMO BACIA DA TEMPERANÇA FOI ORIGINALMENTE PRESENTEADA À RAINHA VICTORIA EM ANIVERSÁRIO NO ANO DE 1850 PELO PRINCIPE ALBERT, AINDA COMO UMA PEÇA RENASCENTISTA FEITA EM ESTANHO (UMA DAS MAIS IMPORTANTES GRAVAÇÕES EM METAL CONHECIDAS DO PERÍODO RENASCENTISTA). EM 1864, O IMPORTANTE PRATEIRO FREDERICK ELKINGTON, FORNECEDOR DA CASA REAL DURANTE O REINADO VITORIANO ( TAMBÉM EM TODOS OS QUE SE SUCEDERAM INCLUSIVE O DA RAINHA ELIZABETH II) , CRIOU SUA VERSÃO DO VENUS ROSEWATER DISH EM PRATA DE LEI. COM TAMANHO E PESO IMPRESSIONANTES TEM AO CENTRO MEDALHÃO COM REPRESENTAÇÃO DA FIGURA DE SOFRÓSYNE  A PERSONIFICAÇÃO DA TEMPERANÇA E MODERAÇÃO, SENTADA EM UM BAÚ (A CAIXA DE PANDORA DE ONDE ELA FUGIU) COM UMA LÂMPADA NA MÃO DIREITA E UM JARRO NA ESQUERDA. A DEUSA APRESENTA VÁRIOS ATRIBUTOS, COMO FOICE, TRIDENTE E CADUCEU AO SEU REDOR. EM TORNO DE  SOPHOROSYNE HÁ RESERVAS CONTENDO QUATRO PERSONIFICAÇÕES ALTERNADAS DA GUERRA E PAZ,  INVEJA  E ABUNDÂNCIA (POR ISSO É CHAMADA TEMPERÂNTIA, O EQUILIBRIO ENTRE AS FORÇAS). ENTRE ESSAS PERSONIFICAÇÕES EXISTE DECORAÇÃO COM FIGURAS DE GROTESCOS (SERES FANTÁSTICOS, ENTRELAÇADOS COM RAMOS E FLORES QUE TEM SUA INSPIRAÇÃO NOS ORNAMENTOS DESCOBERTOS NAS RUÍNAS DE ROMA). EM TORNO DA BORDA, AS RESERVAS MOSTRAM A DEUSA MINERVA PRESIDINDO AS SETE ARTES LIBERAIS APRESENTADAS COMO NINFAS : ASTRONOMIA , GEOMETRIA ,ARITMÉTICA , MÚSICA , RETÓRICA , DIALÉTICA E GRAMÁTICA. ENTRE ESSAS RESERVAS ROSTOS DE HOMENS VERDES (PARTE HUMANOS E PARTE PLANTAS). O CONJUNTO É FABULOSO, O LAVABO DA TEMPERANÇA ERA ORIGINALMENTE UMA BACIA UTILIZADA PARA  ARMAZENAR ÁGUA DE ROSAS, UM PERFUME POPULAR NO SECULO XVII. ESSA POPULARIDADE FOI ALCANÇADA COM ELIZABETH I, GRAÇAS AO FASCÍNIO DA RAINHA PELO PERFUME E PALADAR DA ÁGUA DE ROSAS  SEU USO FOI MUITO DIFUNDIDO NA ERA DE OURO ELISABETANA.  AO LONGO DOS ANOS 1600, A ÁGUA DE ROSAS ERA POPULAR ENTRE A ELITE SOCIAL, PRESENTE NA COMIDA E NO PERFUME QUE USAVAM. O ROSEWATER DISH ERA USADO ENTRE PRATOS EM JANTARES SOFISTICADOS. OS CRIADOS DERRAMAVAM ÁGUA DE ROSAS NAS MÃOS DOS CONVIDADOS NO FINAL DE UMA REFEIÇÃO OU ENTRE O SERVIÇO. TAMBÉM PINGAVAM NO PRATO ANTES DE SERVI-LO, UMA PRÁTICA QUE FICOU CONHECIDA PRATO DE ÁGUA DE ROSAS. A DEMONSTRAÇÃO DE OPULÊNCIA RAPIDAMENTE SE TORNOU UM SÍMBOLO DE STATUS, ONDE OS DONOS DOS PRATOS OS TINHAM GRAVADOS COM FLORES ELABORADAS, BRASÕES E PADRÕES MITOLÓGICOS. A BELEZA DOS PRATOS SIGNIFICAVA QUE ELES ERAM USADOS PARA DECORAÇÃO E ADMIRADOS ATÉ MUITO DEPOIS QUE A TRADIÇÃO DA ÁGUA DE ROSAS CAIU EM DESUSO. COMO TROFÉU EM WINBLENDON, APESAR DE JÁ SER UM MODELO CRIADO PELO MENOS DUAS DÉCADAS ANTES, FOI ENTREGUE PELA PRIMEIRA VEZ EM 1886, A TENISTA BLANCHE BINGLEY. SEGUNDO SE DIZ, A ADOÇÃO COMO TROFÉU FOI SUGERIDA PELA PRÓPRIA RAINHA VITÓRIA. ESSA É UMA DAS MAIORES TRADIÇÕES DO ESPORTE BRITÂNICO E MUNDIAL E O TROFÉU É EM TODAS AS EDIÇÕES DO TORNEIO, ENTREGUE PELO DUQUE DE KENT. INDEPENDENTEMENTE DO SIMBOLISMO, AS VENCEDORAS DO TÊNIS FEMININO AINDA LUTAM PELO TROFÉU COMO UM SÍMBOLO DE SEU SUCESSO E CONTINUA SENDO UM DOS TROFÉUS MAIS BONITOS E ICÔNICOS DO ESPORTE. INGLATERRA, SEC. XIX, 47 CM DE DIAMETRO. 2045 G. NOTA: Sofrósine , na mitologia grega, era um ente que personificava a moderação, a discrição e o autocontrole, opondo-se portanto à deusa Afrodite, que incita as paixões desenfreadas. Seu equivalente romana era Sobrietas, a sobriedade. Era um dos Agatodaemones, espíritos benéficos que escaparam da caixa de Pandora, quando ela a abriu. Sofrosine então fugiu para o Olimpo, abandonando definitivamente a raça humana. Segundo Higino, ela era filha de Érebo e Nix.  Sofrosine é também um conceito grego que significa sanidade moral, autocontrole e moderação, guiados pelo autoconhecimento, e oposto ao conceito de húbris ('desmedida'). Ligado ao conceito pitagórico de harmonia, Platão emprega o termo em seus escritos com o sentido de "moderação". Mais tarde o conceito foi ampliado para incluir a noção de prudência, e era associado à doutrina apolínea do "nada em excesso" e do "conhece-te a ti mesmo". O termo sugere a conquista de uma vida de felicidade obtida quando as necessidades filosóficas de alguém são satisfeitas, analogamente à ideia de iluminação conquistada mediante uma vida harmoniosa, e encontra paralelo em conceitos do hinduísmo, budismo e taoísmo. Assemelha-se ao conceito cristão de temperança. Na Igreja Ortodoxa, a palavra adquiriu sentidos de pureza, integridade e virgindade.
  • GLORIOSO ARCANJO SÃO MIGUEL  PEÇA IDÊNTICA A  REPRODUZIDA NO LIVRO  BARROCO ARDENTE E SINCRÉTICO LUSO AFRO BRASILEIRO. SUNTUOSA IMAGEM DE VERTENTE LUSÍADA ENTALHADA EM MADEIRA POLICROMADA E DOURADA, REPRESENTA O GENERAL DAS MILÍCIAS CELESTIAIS. APRESENTA-SE EM TRAJES DE LEGIONÁRIO ROMANO, DE PÉ SOBRE NUVEM SEGURANDO CRUZ. IMPRESSIONANTE MOVIMENTO, PLANEJAMENTO E INCOMUM BELEZA PLÁSTICA. PEÇA IIDÊNTICA A ESSA, PORTANTO DE MESMA AUTORIA ESTÁ REPRODUZIDA NO LIVRO PORTUGAL, SÉCULO XVIII, 120 CM DE ALTURA. BARROCO ARDENTE E SINCRÉTICO LUSO AFRO BRASILEIRO, DE AUTORIA DE EMANUEL ARAUJO. PAG. 208 (VIDE FOTOS DA PUBLICAÇÃO NOS CRÉDITOS EXTRAS DO LOTE). PORTUGAL, SÉCULO XVIII, 120 CM DE ALTURA.  NOTA: Miguel é um arcanjo nas doutrinas religiosas judaicas, cristãs e islâmicas. Os católicos, anglicanos e luteranos se referem a ele como São Miguel Arcanjo. Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica: "Quem como Deus?, para a qual se espera uma resposta negativa, e que implica que "ninguém" é como Deus. Assim, Miguel é reinterpretado como um símbolo de humildade perante Deus. Na Bíblia Hebraica, Miguel é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". A ideia de Miguel como um advogado de defesa dos judeus se tornou tão prevalente que, a despeito da proibição rabínica contra se apelar aos anjos como intermediários entre Deus e seu povo, Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica. Em Apocalipse 12:7-9, Miguel lidera os exércitos de Deus contra as forças de Satã e seus anjos e os derrota durante a guerra no céu. Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo". Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Já no século VI, a devoção a São Miguel já havia se espalhado tanto no oriente quanto no ocidente. Com o passar dos anos, as doutrinas sobre ele começaram a se diferenciar.
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