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  • CASA BORTOLI VENEZIA  LINDA ESCULTURA REPRESENTANDO GIANGURGOLO OU CAPITANO. PERSONAGEM MASCARADO DO CARNAVAL DE VENEZA. EXCEPCIONALMENTE BELA, FINAMENTE EXECUTADA. LINDAS CORES E ARREMATE EM OURO! EXCEPCIONAL ESTADO DE CONSERVAÇÃO! MARCAS DA MANUFATURA NA BASE. VENEZA, PRIMEIRA METADE DO SEC. XX. 19 CM DE ALTURANOTA: A sua inspiração é uma sátira contra o governo espanhol que dominou a Itália. Raramente, usa a máscara presa ao rosto.
  • CASA BORTOLI VENEZIA  LINDA ESCULTURA REPRESENTANDO IL DOTTORI, PERSONAGEM MASCARADO DO CARNAVAL DE VENEZA. EXCEPCIONALMENTE BELA, FINAMENTE EXECUTADA. LINDAS CORES E ARREMATE EM OURO! EXCEPCIONAL ESTADO DE CONSERVAÇÃO! MARCAS DA MANUFATURA NA BASE. VENEZA,  PRIMEIRA METADE DO SEC. XX. 19 CM DE ALTURANOTA: Doutor apenas no título, este personagem pode se fazer passar por médico, advogado ou qualquer outra profissão de prestígio, de acordo com a farsa que queira executar. Presunçoso, soberbo, exibe citações latinas decoradas. Quando chamado por aqueles que crêem nas suas palavras para realizar alguma tarefa séria, desvia-se com o seu latim misturadocom dialetos locais. O seu figurino é a roupa negra dos advogados misturada com o barrete dos médicos da época.
  • CASA BORTOLI VENEZIA  LINDA ESCULTURA REPRESENTANDO ARLEQUINO, PERSONAGEM MASCARADO DO CARNAVAL DE VENEZA. EXCEPCIONALMENTE BELA, FINAMENTE EXECUTADA. LINDAS CORES E ARREMATE EM OURO! EXCEPCIONAL ESTADO DE CONSERVAÇÃO! MARCAS DA MANUFATURA NA BASE. VENEZA,  PRIMEIRA METADE DO SEC. XX. 19 CM DE ALTURANOTA: ARLECHINO é o personagem mais popular do carnaval veneziano.  popular. O Arlequim, é pouco inteligente e muito trapalhão. O seu modo de caminhar assemelha-se à dança e o seu sotaque é próprio dos dialetos menos prestigiados.
  • O RAPTO DAS SABINAS  BELO RELEVO EM METAL ESPESSURADO A PRATA  REPRESENTANDO A PASSAGEM MITOLÓGICA DO RAPTO DAS SABINAS. MUITO BOA QUALIDADE. EMOLDURADO COM PERFIL OCTAGONAL. EUROPA, INICIO DO SEC. XX. 56 CM DE ALTURANOTA: O Rapto das Sabinas, ou o sequestro das mulheres sabinas, é descrito pelo historiador latino Tito Livio e pelo historiador grego Plutarco e é uma das histórias mais antigas da história de Roma. A lenda diz que na época da fundação de Roma, Romulo tinha um grande problema para resolver: povoar a nova cidade. Ele havia convidado para a nova cidade alguns pastores, mas o número de mulheres era muito reduzido. Romulo então organizou uma grande festa em homenagem ao Deus Netuno e convidou os Sabinos, um povo que vivia vizinho a Roma. Durante a festa entre musicas e danças, os jovens romanos armados aproveitaram-se do momento em que os Sabinos estavam indefesos para raptar as mulheres sabinas. Os Sabinos embriagados e desarmados tiveram que fugir, pois não estavam preparados para a batalha. De acordo com o historiador Tito Livio, nenhuma violência foi usada contra as mulheres e Romulo ofereceu às mulheres direitos civis e de propriedade na recém-fundada cidade de Roma. Depois, os sabinos retornaram à Roma para tentar reaver suas mulheres, prontos para a guerra contra os romanos, mas as mulheres Sabinas foram capazes de evitar a guerra entre os dois povos. As mulheres sabinas conseguiram trazer a paz ao lugar da guerra.
  • FRANCISCO CUOCO  CATADORA DE ESPIGAS  GRANDE E EXPRESSIVA ESCULTURA EM BRONZE REPRESENTANDO PERSONAGEM FEMININA DESCALÇA COM ESPIGAS DE TRIGO NAS MÃOS QUE FORAM PERDIDAS NA COLHEITA E COLETADAS NO CAMPO COLHIDO. ASSINADA NA BASE. HÁ UMA ANTIGA TRADIÇÃO NA ITALIA DE PERMITIR AOS CAMPONESES POBRES COLETAR AS ESPIGAS QUE CAIRAM AO CHÃO NO CAMPO DURANTE A COLHEITA E FICARAM PORTANTO PERDIDAS NO SOLO. CUOCO RESGATA NESSA ESCULTURA UMA LEMBRANÇA DE SUA ESTADA NA EUROPA ONDE CURSOU PÓS GRADUAÇÃO. 103 CM DE ALTURANOTA: Paulista, estudou na escola de Belas Artes de São Paulo com Teodoro Braga, fez curso de pintura no MASP e especialização na Itália. Pintor figurativo e no estilo acadêmico, autor premiado como gravador e pintor. Assina F. Cuoco.
  • BELO CACHIMBO EM  MEERSCHAU  (ESPUMA DO MAR) COM GUARNIÇÕES EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA O IMPÉRIO AUSTRO HUNGARO, ANO DE 1854. MARCAS DO PRATEIRO VIENENSE G. MARCUS. RICA DECORAÇÃO COM REPRESENTAÇÃO DA ARQUITETURA GÓTICA DA CATEDRAL DE SANTO ESTEVÃO, PRINCIPAL DE VIENA CONSTRUIDA NOS ANOS 700 DC COM REPRESENTAÇÃO DE SANTOS INCLUSIVE SANTO ESTEVÃO. POSSUI ESTOJO ORIGINAL. PEÇA RARA E DE FINO LAVOR ESCULTORICO. VIENNA, AUSTRIA, 1854. 19 CM DE COMPRIMENTO.  NOTA: A espuma de mar é o nome vulgar que se dá a um mineral chamado Hidrogenosilicato de magnésio, que é comum na Turquia. É um material muito leve e de cor clara, que costuma aparecer a boiar nas águas do Mar Negro e por isso ficou conhecido pelo nome espuma do mar, que os ingleses e alemães designam por meerschaum e os franceses écume de mer. Como é um mineral muito suave presta-se a trabalhos de escultura muito delicados e as peças mais famosas em espuma de mar são sem dúvida nenhuma os cachimbos
  • BENJAMIM FRANKLIM - UM DOS PAIS FUNDADORES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA  GRANDE ESCULTURA EM PETIT BRONZE REPRESENTANDO O TERCEIRO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E O PRINCIAPAL AUTOR DA DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA AMERICANA. A ESCULTURA SEGUE O MODELO DA FAMOSA OBRA DE JEAN CARDOT  EM PARIS. ELE É  REPRESENTADO DE PÉ, FARDADO COMO MILITAR, SEGURANDO A DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS. EXCEPCIONAL QUALIDADE! EUROPA, SEC. XIX. 60 CM DE ALTURANOTA: Benjamin Franklin , também chamado Ben Franklin , (nascido em 17 de janeiro 6 de janeiro, Old Style, 1706, Boston , Massachusetts EUA - morreu em 17 de abril de 1790, Filadélfia, Pensilvânia , EUA), editor e impressor americano , autor, inventor e cientista e diplomata. Um dos principais pais fundadores , Franklin ajudou a redigir o Declaração de Independência e foi um dos seus signatários, representou os Estados Unidos na França durante a Revolução Americana , e foi um delegado da Convenção Constitucional. Ele fez importantes contribuições para a ciência , especialmente no entendimento da eletricidade , e é lembrado pela inteligência, sabedoria e elegância de seus escritos. Franklin nasceu com o décimo filho dos 17 filhos de um homem que fazia sabão e velas, um dos mais humildes artesanatos. Numa época que privilegiava o filho primogênito, Franklin era, como ele observou em sua Autobiografia , "o filho mais novo do filho mais novo há cinco gerações". Ele aprendeu a ler muito cedo e teve um ano na escola secundária e outro sob um professor particular, mas sua educação formal terminou aos 10 anos. Aos 12 anos, era aprendiz de seu irmão James , um impressor. Seu domínio do ofício da impressora, do qual ele se orgulhava até o final de sua vida, foi alcançado entre 1718 e 1723. No mesmo período, ele leu incansavelmente e aprendeu a escrever de maneira eficaz.  A primeira cartada de Franklin nos negócios foi garantir a impressão de Papel-moeda da Pensilvânia. Franklin ajudou a obter esse negócio escrevendo Uma investigação modesta sobre a natureza e a necessidade de uma moeda de papel (1729). Outros empreendimentos lucrativos se sucederam incluindo o Pennsylvania Gazette , publicado por Franklin em 1729 e geralmente reconhecido como um dos melhores jornais coloniais, e O almanaque do pobre Richard , impresso anualmente de 1732 a 1757. De fato, ele fez o suficiente para emprestar dinheiro com juros e investir em imóveis para aluguel na Filadélfia e em muitas cidades costeiras. Ele tinha franquias ou parcerias com impressoras nas Carolinas, Nova York e nas Índias Ocidentais Britânicas . No final da década de 1740, ele se tornara um dos colonos mais ricos da parte norte do continente norte americano. Ele também se tornou um membro entusiasmado dos maçons e promoveu suas causas "esclarecidas". Embora ainda fosse comerciante, estava ocupando alguns cargos políticos. Tornou-se secretário da legislatura da Pensilvânia em 1736 e chefe dos correios da Filadélfia em 1737. Antes de 1748, porém, seu serviço político mais importante era sua parte na organização de uma milícia para a defesa da colônia contra uma possível invasão pelos franceses e espanhóis, cujos corsários estavam operando no rio Delaware . Em 1748, Franklin, aos 42 anos, tornou-se rico o suficiente para se aposentar dos negócios ativos. Ele tirou o avental de couro e se tornou um cavalheiro, um status distinto no século XVIII. Como nenhum artesão ocupado poderia ser um cavalheiro, Franklin nunca mais trabalhou como impressor; em vez disso, tornou-se um parceiro silencioso na empresa de impressão Franklin e Hall, obtendo nos 18 anos seguintes um lucro médio de mais de 600 libras por ano. Ele anunciou seu novo status de cavalheiro, pintando seu retrato com um casaco de veludo e uma peruca marrom; ele também adquiriu um brasão, comprou vários escravos e mudou-se para uma casa nova e mais espaçosa em "uma parte mais tranquila da cidade". O mais importante, como um cavalheiro e "mestre de seu próprio tempo", ele decidiu fazer o que os outros cavalheiros faziam - envolver-se no que chamou de "Estudos e Divertimentos Filosóficos". Nos anos 1740 a eletricidade era um desses divertimentos curiosos. Foi apresentado aos Philadelphians por uma máquina elétrica enviada à Library Company por um dos correspondentes ingleses de Franklin. No inverno de 1746 a 1747, Franklin e três de seus amigos começaram a investigar fenômenos elétricos. Franklin enviou relatórios fragmentados de suas idéias e experimentos a Peter Collinson, seu correspondente Quaker em Londres. Como ele não sabia o que os cientistas europeus já poderiam ter descoberto, Franklin expôs suas descobertas timidamente. Em 1751, Collinson publicou os artigos de Franklin em um livro de 86 páginas intitulado Experiências e observações sobre eletricidade . No século XVIII, o livro passou por cinco edições em inglês, três em francês e uma em italiano e alemão. A fama de Franklin se espalhou rapidamente. O experimento que ele sugeriu para provar a identidade de raios e eletricidade foi aparentemente feito pela primeira vez na França, antes de tentar o expediente mais simples, porém mais perigoso, de empinar pipa em uma tempestade. Mas suas outras descobertas foram originais. Ele criou a distinção entre isoladores e condutores. Ele inventou uma bateria para armazenar cargas elétricas. Ele cunhou novas palavras em inglês para a nova ciência da eletricidade. Tornou-se membro do Conselho da Cidade da Filadélfia em 1748, juiz de paz em 1749 e, em 1751, vereador da cidade e membro da Assembléia da Pensilvânia.  Franklin  era nessa época muito monarquista e tinha excelentes conexões na corte inglesas, o que lhe permitiu em 1762  ver seu filho William, então com 31 anos, nomeado governador real de Nova Jersey . Foi a partir de 1765, com a criação de um novo imposto para colônia no episodio conhecido como Stamp Act , que ele começou a sentir o que chamou de "americanidade". Nos quatro ou cinco anos seguintes, Franklin começou a marcar posição em favor dos interesses da colônia em contraposição aos do Império Britânico. Já durante as guerras da independência ele ficou encantado com o fato de o Congresso Americano em 1776 o ter enviado de volta à Europa como o principal agente de uma comissão que buscava ajuda militar e reconhecimento diplomático de França para independência. Ele jogou nas simpatias liberais da aristocracia francesa pelos americanos oprimidos e extraiu não apenas o reconhecimento diplomático da nova república, mas também empréstimos após empréstimos de um governo francês cada vez mais empobrecido. Sua imagem como o gênio popular democrático da América o precedeu, e ele a explorou brilhantemente pela causa americana. Seu rosto aparecia por toda parte - em medalhões, em caixas de rapé, em caixas de bombons, em anéis, em estátuas, em impressões; as mulheres até penteavam à la Franklin. Franklin desempenhou seu papel com perfeição. Violando todo o protocolo , ele vestia um simples terno de linho marrom e branco e usava um gorro de pele , nenhuma peruca e nenhuma espada para a corte de Versalhes., a corte mais formal e elaborada de toda a Europa. E a aristocracia francesa e a corte adoraram, apanhadas como estavam com a idéia da América. Franklin conseguiu operar muito bem. Ele primeiro garantiu alianças militares e diplomáticas com a França em 1778 e depois desempenhou um papel crucial na concretização do tratado de paz final com a Grã-Bretanha em 1783. Violando suas instruções e a aliança francesa, os comissários de paz americanos assinaram uma paz separada com a Grã-Bretanha. Coube a  Franklin pedir desculpas ao conde de Vergennes ,O ministro-chefe de Luís XVI , o que ele fez em uma carta diplomática magnificamente elaborada. Não é de admirar que os oito anos na França tenham sido os mais felizes da vida de Franklin. Ele estava fazendo o que mais ansiava por fazer - moldando eventos em um cenário mundial. Em 1785, Franklin relutantemente teve que vir à América para morrer, apesar de todos os seus amigos estarem na França. Embora ele temesse que fosse "um estranho no meu próprio país", ele agora sabia que seu destino estava ligado à América. Sua recepção não foi inteiramente acolhedora.  O Congresso o tratou com desdém, ignorando seus pedidos de terras no Ocidente e uma nomeação diplomática para seu neto. Em 1788, ele foi reduzido a peticionar ao Congresso com um patético "Esboço dos Serviços de B. Franklin aos Estados Unidos", ao qual o Congresso nunca respondeu. Pouco antes de sua morte, em 1790, Franklin revidou assinando um memorial solicitando que o Congresso abolisse a escravidão nos Estados Unidos. Este memorando provocou alguns congressistas em defesas furiosas da escravidão, que Franklin zombou primorosamente em uma peça de jornal publicada um mês antes de sua morte. Após sua morte, o Senado se recusou a concordar com a Câmara em declarar um mês de luto por Franklin. Em contraste com as muitas expressões de afeição francesa por Franklin, seus colegas americanos deram a ele um elogio público. Após a publicação da Autobiografia em 1794, ele se tornou o herói de inúmeros artesãos do início do século XIX e empresários autônomos que buscavam uma justificativa para sua ascensão e geração de dinheiro. Eles foram os criadores da imagem folclórica moderna de Franklin, o homem que veio para personificar o sonho americano. Franklin não era apenas o americano mais famoso do século 18, mas também uma das figuras mais famosas do mundo ocidental do século 18; de fato, ele é um dos americanos mais célebres e influentes que já viveu. Embora se possa pensar em Franklin exclusivamente como um inventor, como uma versão anterior de Thomas Edison , sua fama do século 18 não veio apenas de suas muitas invenções, mas, mais importante, de suas contribuições fundamentais para a ciência. Se houvesse um Prêmio Nobel de Física no século 18, Franklin teria sido um candidato . Aprimorando sua fama era o fato de ele ser americano, um homem simples de origem obscura que emergiu da natureza dos Estados Unidos para deslumbrar todo o mundo intelectual . A maioria dos europeus no século XVIII considerava a América um lugar primitivo e pouco desenvolvido, repleto de florestas e selvagens, e dificilmente capaz de produzir pensadores esclarecidos . No entanto, as descobertas elétricas de Franklin em meados do século XVIII haviam superado as realizações dos cientistas mais sofisticados da Europa. Franklin tornou-se um exemplo vivo do gênio natural e não instruído do Novo Mundo, livre das onerações de um Velho Mundo decadente e cansado - uma imagem que ele mais tarde demonstrou em apoio francês à Revolução Americana. Apesar de suas grandes realizações científicas, Franklin sempre acreditou que o serviço público era mais importante que a ciência, e suas contribuições políticas para a formação dos Estados Unidos eram substanciais. Ele participou da redação da Declaração de Independência, contribuiu para a redação dos Artigos da Confederação - a primeira constituição nacional da América - e foi o membro mais antigo da Convenção Constitucional de 1787 que escreveu a Constituição dos Estados Unidos da América em Filadélfia . Mais importante, como representante diplomático da nova república americana na França durante a Revolução, ele conseguiu reconhecimento diplomático e ajuda financeira e militar do governo deLuís XVI e foi um membro crucial da comissão que negociou o tratado pelo qual a Grã-Bretanha reconheceu suas antigas 13 colônias como uma nação soberana . Como ninguém mais poderia ter conseguido tudo o que fez na França durante a Revolução, ele pode ser considerado plausivelmente o maior diplomata dos Estados Unidos. Igualmente significantes talvez tenham sido as muitas contribuições de Franklin para o conforto e a segurança da vida cotidiana, especialmente em sua cidade adotiva da Filadélfia. Nenhum projeto cívico era grande ou pequeno demais para seu interesse. Além de seu pára-raios e seu fogão Franklin (um fogão a lenha que aqueceu os lares americanos por mais de 200 anos), ele inventou os óculos bifocais, o odômetro e a harmônica de vidro (armonica). Ele tinha idéias sobre tudo - da natureza da corrente do Golfo à causa do resfriado comum . Ele sugeriu as noções de concessões correspondentes e horário de verão. Quase sozinho, ele ajudou a criar uma sociedade cívica para os habitantes da Filadélfia. Além disso, ele ajudou a estabelecer novas instituições que as pessoas agora dão como certa: uma empresa de bombeiros, uma biblioteca, uma companhia de seguros, uma academia e um hospital. Provavelmente a invenção mais importante de Franklin foi ele próprio. Ele criou tantas personas em seus escritos de jornal e almanaque e em sua autobiografia publicada postumamente que é difícil saber quem ele realmente era. Após sua morte em 1790, ele se tornou tão identificado durante o século 19 com a persona de sua Autobiografia e com as máximas do Pobre Richard de seu almanaque - por exemplo, "Deitar cedo, e levantar cedo, torna um homem saudável, rico e sábio" - que ele adquiriu a imagem do moralista egoísta obcecado com a obtenção e a economia
  • THOMAS JEFFERSON  UM DOS PAIS FUNDADORES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA  GRANDE ESCULTURA EM PETIT BRONZE REPRESENTANDO O TERCEIRO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E O PRINCIAPAL AUTOR DA DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA AMERICANA. A ESCULTURA SEGUE O MODELO DA FAMOSA OBRA DE JEAN CARDOT  EM PARIS. ELE É  REPRESENTADO DE PÉ, FARDADO COMO MILITAR, SEGURANDO A DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS. EXCEPCIONAL QUALIDADE! EUROPA, SEC. XIX. 60 CM DE ALTURANOTA: Thomas Jefferson foi o terceiro presidente dosEstados Unidose o principal autor daDeclaração de Independênciado país. Muitas pessoas o admiram por ser uma pessoa que acreditava firmemente nos ideais dedemocracia, igualdade e liberdade. Por outro lado, ele foi proprietário deescravos, por isso algumas pessoas questionam a crença dele nesses ideais. homas Jefferson nasceu em 13 de abril de 1743, em Shadwell, no atual estado americano da Virgínia. Seus pais eram Peter Jefferson, que era agrimensor (uma pessoa que trabalha medindo terrenos), e Jane Randolph, que vinha de uma família rica. Os Jeffersons moravam em uma fazenda que tinha escravos. Thomas Jefferson estudou em um internato e na faculdade William and Mary College, na Virgínia. Em 1767, ele se tornou advogado. No ano seguinte, projetou a própria casa em uma montanha perto de Shadwell. Ele deu à propriedade o nome de Monticello. Thomas Jefferson se casou com Martha Wayles Skelton no primeiro dia de 1772. Eles tiveram seis filhos. Martha morreu após dez anos de casamento e Thomas nunca mais se casou. homas Jefferson foi eleito deputado da Virgínia em 1769 e passou a apoiar a independência americana em relação àGrã-Bretanha. Em 1775 e 1776, ele foi enviado como representante da Virgínia ao Congresso Continental (uma assembleia formada pelas treze colônias da América do Norte para opor-se ao domínio britânico). Em 1776, Jefferson tornou-se o principal autor da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Foi ele quem escreveu algumas das frases mais conhecidas da Declaração, como as que dizem que todos os homens são criados iguais e têm o direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Ao reassumir sua função de deputado, Jefferson propôs o fim dos privilégios dos ricos, o acesso àeducaçãopara todos os cidadãos e a separação entre Igreja e Estado. Em 1779, ele foi eleito governador da Virgínia. Muitos o criticaram por não ter defendido o estado de um ataque britânico que ocorreu em 1780. Em 1782, voltou a participar do Congresso Continental. Depois que aGuerra de Independência dos Estados Unidosacabou, Jefferson substituiuBenjamin Franklincomo embaixador americano naFrança. Entre 1790 e 1793, durante o governo deGeorge Washington, Thomas Jefferson foi o secretário de Estado dos Estados Unidos. Ele foi a primeira pessoa a ocupar esse cargo. Jefferson discordava de Alexander Hamilton, o secretário da Fazenda. Jefferson e seus apoiadores eram chamados de Republicanos (ou Democrata-Republicanos); eles acreditavam que os estados deviam ter poder para tomar suas próprias decisões sobre a maioria dos assuntos. Já Hamilton liderava os federalistas, que acreditavam em um governo com poder centralizado. Em 1796, com a eleição de John Adams para a presidência, Jefferson tornou-se vice-presidente. Em 1800, Thomas Jefferson (tendo como vice Aaron Burr) concorreu à presidência contra Adams, que pretendia se reeleger. A eleição terminou empatada. A Câmara dos Representantes acabou decidindo que Thomas Jefferson era o vencedor. O acontecimento mais importante do primeiro mandato de Jefferson foi a compra do Território da Louisiana, em 1803. A compra dessa área, que até então pertencia à França, tornou os Estados Unidos duas vezes maior. O presidente lançou a Expedição Lewis e Clark paraexploraras novas terras. Jefferson foi reeleito com facilidade em 1804, mas o segundo mandato não foi tão bem-sucedido quanto o primeiro. Uma guerra entre a Grã-Bretanha e a França prejudicou ocomérciodos Estados Unidos com a Europa. Em 1809, Thomas Jefferson se aposentou e voltou para Monticello, onde se dedicou a escrever, a administrar seus bens e a receber os amigos. Seu último grande projeto foi a fundação da Universidade da Virgínia, em Charlottesville. Thomas Jefferson morreu em 4 de julho de 1826.
  • BELA ESCULTURA EM MARFIM REPRESENTANTOS TRÊS ELEFANTES COM TAMANHOS DECRESCENTES. MUITO BOA QUALIDADE! INICIO DO SEC. XX. 23 CM DE COMPRIMENTO.
  • SCRIMSHAW  SAGRADA FAMÍLIA  BELÍSSIMO TERNO DE  ESCULTURAS EM MARFIM DE BALEIA REPRESENTANDO HERMAS DA VIRGEM MARIA, SÃO JOSÉ E MENINO JESUS. Rico trabalho com elaborada qualidade escultórica! EUROPA, SEC. XIX/XX.  8 CM DE ALTURANOTA: A aparência de marfim dos ossos e dentes da cachalote levam a designação de marfim de baleia, nomenclatura conhecida no mundo inteiro. Scrimshaw - é o nome dado a scrollwork, gravuras e esculturas feitas em osso ou marfim.Tipicamente refere-se ao trabalho manual criada por baleeiros feitos a partir dos subprodutos da caça desses mamíferos marinhos.É mais comumente feito dos ossos e dentes de cachalote, a barbatana de outras baleias, e as presas de morsas.A fabricação de scrimshaw começou em navios baleeiros entre 1745 e 1759 sobre o Oceano Pacífico, e sobreviveu até que a proibição da caça comercial.A prática sobrevive como um passatempo e como um comércio para os artesãos comerciais.
  • MENINA VAIDOSA - BELO FLOREIRO EM PASTA DE PORCELANA REPRESENTANDO JOVEM SENTADA EM PENTEADEIRA ADMIRANDO-SE NO ESPELHO.  A CAVIDADE PARA FLORES FICA POR TRÁS DO ESPELHO. DECORADA COM CORES MUITO SUAVES. A PEÇA É MUITO DELICADA, BONITA E ESTA EM OTIMAS CONDIÇOES. EUROPA, INICIO DO SEC. XX. 20 CM DE ALTURA
  • PENA E SUPORTE COM FEITIO DE TINTEIRO EM PRATA DE LEI ACOMODADOS SOBRE BASE EM MADEIRA. MARCAS DE CONTRASTE DO PRATEIRO CAMUSSO. PERU, SEC. XX. 28 CM DE ALTURA
  • GRANDE COADOR PARA CHÁ EM PRATA DE LEI  MARCAS DO PRATEIRO POUCO LEGIVEIS PELO DESGASTE. ELEGANTES PEGAS LATERAIS EM MADEIRA PARA PERMITIR PASSA-LO AOS CONVIDADOS. FRANÇA, SEC. XIX. 13 CM DE DIAMETRO (SEM CONTAR AS PEGAS EM MADEIRA)
  • DRESDEN  GRANDE GRUPOE ESCULTÓRICO REPRESENTANDO MUSICISTA TOCANDO BANDOLIM. UMA MENINA AO SEU LADO SEGURA PARTITURA. UM VASO COM FLORES SOBRE COLUNA COMPLETA A CENA. NA BASE UM TAPETE CAI SOBRE A BORDA DA ESCULTURA. ARREMATES EM OURO. PEÇA MUITO BONITA! MARCAS DA MANUFATURA SOB A BASE. ALEMANHA, INICIO DO SEC. XX. 36 X 29 CM
  • Sitzendorf  NAPOLEÃO E SEU GENERAL FAVORITO, GUDAN,  ABANDONAM  A RÚSSIA   GRANDE E REALISTA ESCULTURA EM PORCELANA DA MANUFATURA SITZENDORF, REPRESENTA NAPOLEÃO DEIXANDO A RÚSSIA APÓS AQUELA QUE SERIA SUA PRIMEIRA GRANDE DERROTA. O IMPERADOR É CONDUZIDO EM UMA TROIKA PUXADA POR TRÊS CAVALOS , ACOMPANHADO PELO GENERAL GUDAN QUE ACABARIA PERDENDO A VIDA AO RECEBER UM TIRO DE CANHÃO PERTO DA CIDADE DE SMOLENSKY. ASSINADA P. ZEH E COM A MARCA SITZENDORF. ALEMANHA, SEC. XIX. 37 CM DE COMPRIMENTONOTA: Num dia ensolarado de 1812 o maior exército que o mundo já conheceu  cruzou o rio Neman, na atual fronteira da Polônia com a Lituânia, aos gritos de "Vive l'Empereur!" Estavam ali para esmagar com uma força desproporcional, não para guerrear - o inimigo só tinha um terço de suas forças e estava dividido. E, o mais importante, não tinha Napoleão como líder. Eram 690 mil soldados de várias nacionalidades, dos quais só 300 mil eram franceses. Os demais eram poloneses, austríacos, italianos, prussianos e até 2 mil portugueses, recrutados entre simpatizantes do imperador. Como era comum na época, seguia com eles um cortejo de comerciantes, prostitutas, médicos e até esposas e filhos dos militares. Nem soldados, nem civis, nem Napoleão poderiam imaginar aquela hora, mas apenas um em cada sete deles voltaria vivo daquela campanha. A Rússia não é para principiantes e isso não era segredo para Napoleão e seus soldados. Pouco mais de um século antes, em 1709, o rei Carlos XII, da Suécia, havia perdido seu exército na Rússia de frio e fome. Por isso, o exército francês invadiu a Rússia no auge do verão, em 24 de junho de 1812. E o verão foi seu primeiro inimigo. As temperaturas frequentemente superam os 30 ºC, enquanto as noites duravam apenas 3 horas - foi "aproveitando" esse sol todo que Napoleão fez seus soldados marcharem 112 km nos dois primeiros dias da campanha. A essa velocidade, as carroças de suprimento ficaram para trás. Desidratada pela caminhada e sem alimentos e água, a tropa viu-se forçada a beber dos riachos pantanosos da região, pegando diarreia. As primeiras vítimas tombaram ao lado das fontes de água - e os soldados que vinham atrás também ficaram doentes. A pressa era justificada pela estratégia. "Napoleão não foi à Rússia para conquistar", diz o historiador César Machado Domingues. Ele queria simplesmente aniquilar o exército russo e conseguir uma aliança forçada com o czar Alexandre 1º. O primeiro alvo era a cidade de Vilnius, atual capital da Lituânia, onde estava o comando das tropas russas, inclusive o czar. Napoleão entrou na cidade em 28 de junho, mas o comando russo havia se mudado. Não só isso. Também haviam esvaziado armazéns e paióis de pólvora e queimado plantações nos arredores. Os franceses esperavam fazer o mesmo que em suas guerras anteriores: tomar alimentos das cidades e fazendas pelo caminho. O que sobrava da destruição russa só era aproveitado pelos soldados da frente da coluna - quem vinha atrás passava fome. Um comércio clandestino e gangues de ladrões passaram a agir. Os cavalos, que morriam às centenas, se tornaram o prato principal. A campanha prosseguiu assim - os russos regredindo e queimando tudo, os franceses sangrando lentamente de doenças, fome, sede, ataques de guerrilha e deserção massiva. "No caminho para Moscou, ainda no verão, os franceses perdiam em média 6 mil soldados por dia", escreveu o médico e historiador Achilles Rose (1839-1916) em seu livro A Campanha de Napoleão na Rússia. Após mais uma conquista estéril na cidade de Smolensk, em 18 de agosto, Napoleão decidiu rumar para Moscou. Mas isso os russos não aceitariam e, enfim, Napoleão teve sua batalha. A mais sangrenta de todas as guerras napoleônicas, a Batalha de Borodino, em 7 de setembro - dos 250 mil participantes, 80 mil morreram. Os russos recuaram mais uma vez, mas não foram aniquilados. Em 14 de setembro, Moscou pertencia a Napoleão. "Napoleão deve ter imaginado que havia vencido", diz César Domingues. Ele sentou-se no trono do Kremlin e esperou a rendição do czar. No mesmo dia, começou um incêndio, que os russos jamais admitiram ter causado, que destruiu 75% da cidade em 4 dias. O tempo ia esfriando, o Exército russo, se recompondo, e o czar não ofereceu paz. Em 18 de outubro, quando os franceses iniciaram a retirada, a temperatura estava por volta de 0 ºC. O plano era voltar pelo sul, mas os russos cortaram o caminho e os militares se viram forçados a voltar por onde vieram, começando pelo campo de Borodino, crivado de homens e cavalos em decomposição da batalha de um mês e meio antes. Se algo havia sobrado da destruição causada pelos russos, já havia sido consumido pelos franceses na ida. Diante de um frio que chegaria a -40 ºC, ninguém tinha roupas de frio, exceto as roubadas de Moscou - inclusive chapéus, sapatos, mantos e echarpes femininas. Os cavalos não tinham ferraduras adaptadas ao gelo, como as dos russos - escorregavam e quebravam as patas ou simplesmente não conseguiam puxar as cargas. A tropa se converteu em um bando de desesperados. Cavalos passaram a ser atacados e a carne era comida crua. Em seu livro de memórias, o sargento Adrien Bourgogne relata que um carro-ambulância teve seus cavalos devorados à noite pela tropa. De manhã, os feridos foram largados no caminho. Os soldados também tiravam nacos de carne de animais ainda vivos - amortecidos pelo frio, eles não reagiam. Bourgogne conta que um bando de soldados havia se fechado em um celeiro para evitar o frio. Eles se acumularam na porta para evitar que mais gente entupisse o lugar. Durante a noite, o celeiro pegou fogo. Quando o incêndio acabou, alguns soldados tomaram coragem de avançar para os corpos dos colegas, providencialmente "assados". O soldado alemão Jakob Walters (1788-1864) escreveu que viu um soldado que se aliviava de diarreia à beira da estrada ter suas calças roubadas - a vítima morreu de frio horas depois. Os franceses fugiam em desespero, mas os russos não haviam se esquecido deles. Em 26 de novembro, as tropas napoleônicas tiveram de atravessar o rio Berezina (na atual Bielorrússia). Os russos descobriram sua posição e atacaram no dia 29, com 60 mil homens, contra 40 mil soldados divididos entre as duas margens. Os franceses conseguiram escapar com seu imperador, destruindo as pontes improvisadas que haviam feito - mas ainda havia muitos deles do outro lado. Entre 25 mil e 45 mil civis e militares morreram ali - 10 mil deles empurrados pelos cossacos para dentro do rio congelado. Em 14 de dezembro, o esfarrapado exército de Napoleão chegou à Polônia. Sua tropa principal tinha 22 mil soldados, dos 690 mil que entraram na Rússia. O total de sobreviventes é cerca de 100 mil, contando as outras colunas do exército. Pessoas, armas e cavalos podiam ser substituídos, mas o dano irrecuperável foi à reputação de invencível de Napoleão, que acabou deposto e exilado na ilha de Elba (Itália) em 1814. Não foi apenas Napoleão que não aprendeu com seus antecessores. Em 22 de junho de 1941, Hitler invadiu a União Soviética, também esperando uma campanha fulminante que acabasse antes do inverno. Os nazistas estavam às portas de Moscou em dezembro, mas então veio o inverno, matando 150 mil alemães em poucos dias. Em homenagem aos serviços prestados, os russos deram uma promoção a seu inverno. Lá ele é conhecido como General Moroz - o temido General Inverno. Os cossacos não costumam entrar na conta do efetivo do Exército russo, mas como adicionais (costuma-se afirmar algo como "100 mil soldados e 20 mil cossacos"). Na verdade, eles nem são exatamente russos. Cossacos são sociedades independentes, democráticas e militaristas, originalmente de povos eslavos, que depois passaram a aceitar aventureiros de qualquer país - particularmente quem falasse línguas, soubesse fazer contas ou simplesmente fosse alfabetizado, talentos raros entre os nascidos entre eles. Os cossacos não eram súditos, mas aliados do czar - e se voltaram contra os russos em algumas ocasiões, como a Revolta de Pugachev, de 1774. Suas tropas tinham sua própria hierarquia e generais. Mas elas eram um tanto indisciplinadas, por isso os russos preferiam usá-los como forma de bagunçar e aterrorizar as linhas inimigas, e não como força de choque ou cavalaria regular. Os cossacos foram integrados à sociedade soviética à força por Josef Stalin, na década de 30, mas os descendentes ainda se orgulham do passado independente e aventureiro. (AVENTURAS NA HISTÓRIA: NAPOLEÃO NA RÚSSIA: A QUEDA DO GENERAL)
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