Peças para o próximo leilão

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  • TETARD FRERES  ELEGANTE CONJUNTO COM CAFETEIRA E CREMEIRA EM PRATA DE LEI. ESTILO E ÉPOCA ART DECO. BASE COM DECORAÇAO DITA RUBANS OU CROIZE. MARCAS DA MANUFATURA SOB A BASE. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 17 CM DE ALTURA CAFETEIRA E 14 CM DE ALTURA (CREMEIRA)
  • HORÁCIO SABINO - ELEGANTE "DISH COVER" EM "OLD SHEFFIELD". CONSTRUÍDO EM METAL ESPESSURADO A PRATA. MARCAS DA MANUFATURA ELKINGTON FORNECEDOR DA CASA REAL INGLESA E CURIOSAMENTE FORNECEDOR DO NAVIO TITANIC. CORPO LISO, DECORADO COM PEROLADOS NA PARTE INFERIOR E NA PEGA. TEM MONOGRAMA DO EDITOR E URBANISTA DA REGIÃO DOS JARDINS, HORÁCIO SABINO.  VIDE FOTO NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE COM LIVRO CONTENDO O SELO PESSOAL DE HORACIO SABINO IDENTICO A ESSE MONOGRAMA.  EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO! SÉC. XIX. 36 CM DE COMPRIMENTONOTA: Horácio Sabino, considerado É CONSIDERADO um dos principais urbanistas de São Paulo, que residia onde hoje é o Conjunto Nacional, em umas das esquinas mais emblemáticas da cidade: Avenida Paulista com a Rua Augusta. A história familiar de Horácio Sabino é muito rica. O pai dele chamava-se Ricardo Leão Sabino, nasceu em abril de 1814, em São Luís no Maranhão. Ricardo era filho de um português que foi enviado por seu país para prestar serviços no Maranhão: o desembargador Joaquim José Sabino de Resende Faria e Silva. A mãe chamava-se Josepha Adelaide Belfort, era filha do Lord Philip Belfort, um engenheiro inglês, e de Adelaide Mattos. No período em que foi militar, Ricardo participou da revolta da Balaiada, lutou por muito tempo, mas com gênio muito forte, se desentendeu com diversos militares. Neste período de combate, conheceu aquele que seria o futuro Duque de Caxias. Vitorioso moral e militarmente, Ricardo Leão Sabino, entretanto, saiu financeiramente pobre dessas batalhas. Com sua mulher portuguesa teve uma filha, mas enviuvou e casou-se mais duas vezes, e teve muitos filhos. Depois dos anos de serviço militar, Ricardo Sabino e a família tiveram uma vida difícil, trabalhavam para ter o que comer no dia seguinte.  Quando mais velho, com os filhos já crescidos e encaminhados, quis rever os lugares por onde passou, por isso, fez um pedido a seu filho Horácio Belfort Sabino, que o mandasse para Portugal. Ali, em Lisboa, já surdo, quase cego e doente de pneumonia, veio a falecer em 17 de abril de 1902, seis dias após completar 88 anos. Depois, seus restos mortais foram trasladados para o Brasil. Neste período, Horácio Sabino, que era homem de espírito empreendedor, já era um conhecido empresário e considerado um dos grandes responsáveis pela urbanização de São Paulo.  Horácio Sabino nasceu em Florianópolis, Santa Catarina, em 1869 e se transferiu para São Paulo ainda bastante jovem. Na cidade cursou Direito na Faculdade do Largo São Francisco. Um dos caminhos que lhe abriu muitas portas foi ter estudado e exercido a taquigrafia. Como taquígrafo, atuou na primeira Constituinte da República, na Constituinte do Rio de Janeiro e no Congresso Legislativo de São Paulo. Prestava muitos serviços na área, com preços e qualidade maiores do que os da concorrência, para isso fez uso de uma habilidade que se tornou uma vantagem competitiva e seu diferencial: entregava um discurso taquigrafado em 24 horas para a revisão dos autores. Estando no ramo da escrita, nos anos 1890, Sabino passou a editor de livros pela editora que criou e que recebeu o seu nome. Publicou obras de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) e da poetisa Francisca Júlia da Silva (1871-1920), que era conhecida como a musa impassível, homenageada por escultura homônima de Victor Brecheret. O livro de sonetos Mármores, de Francisca Júlia, custeado pelo editor, foi recebido com grande furor pela sociedade paulistana. De 1894 até 1901, em sociedade com José G. de Arruda Leite, Sabino foi proprietário da Typographia Paulista. Após este período e de advogar por um tempo, Horácio Sabino empreendeu esforços e investimentos na urbanização de São Paulo. Primeiramente, como sócio da Companhia City e, em seguida, à frente da Companhia Cidade Jardim, responsável pela urbanização dos arredores do Jockey Club de São Paulo. Na época, a sede do então hipódromo da cidade de São Paulo, já não conseguia atender a toda a demanda de seus associados. Com os rumores da necessidade de um novo hipódromo para o Jockey Club Paulistano, anos depois, a Companhia doou ao Jockey Club de São Paulo um terreno de 600.000 metros no então descampado que ficava às margens do Rio Pinheiros para que construísse no local sua pista de corrida. Como proprietário de terras herdadas de seu sogro, Afonso Augusto Milliet, dentre elas um quarteirão inteiro na Avenida Paulista, Horácio Sabino construiu uma mansão com todo o requinte,  entre 1902 e 1904. Com projeto de Victor Dubugras, a residência ocupava grande área desta quadra da Avenida Paulista. A casa foi um exemplo da profunda capacidade arquitetônica e projetiva do famoso arquiteto deste período. Sabino possuía extensa gleba de terra na região e, por isso, lançou o bairro Jardim América, nome dado em homenagem à sua esposa, América Milliet. Com sua experiência em urbanização, tinha como preocupação oferecer uma alta qualidade de vida aos moradores, por meio de residências instaladas em amplos terrenos ajardinados, dispostos em ruas arborizadas e traçado curvilíneo, implantando assim o conceito Cidade Jardim. O objetivo era garantir a qualidade ambiental, sanitária e visual dos imóveis que ali seriam erguidos. Assim as obras iniciaram-se em 1913, terminando quase duas décadas depois, em 1929. A Avenida Cidade Jardim, bem como outras ruas adjacentes, foram abertas na década de 1920. Em 1926, a avenida já estava aberta e regularizada. Nesse mesmo ano, a Prefeitura tornou-a oficial através da Lei 3.018, que dizia em um artigo: Na forma da lei, da Companhia Cidade Jardim ou a quem de direito, para ser incorporada ao domínio público do Município, e entregue ao uso comum do povo. À área de terreno constituído pelo leito do trecho de rua que vai da extremidade da Avenida Europa até a Rua Iguatemi (atual Brigadeiro Faria Lima), segundo a planta, deu-se a denominação de Avenida Cidade Jardim. Após esse empreendimento fundou com outros capitalistas a CIA CITY. Essa companhia foi responsável pela criação de vários outros bairros se São Paulo como o Butantã, Jardim América, Alto de Pinheiros, Pacaembu entre outros, neste último a Companhia doou uma área para a cidade construir o estádio Paulo Machado de Carvalho, o Estádio do Pacaembu.
  • PORCELANA DE HAVILAND - MAGNIFICA SOPEIRA E SEU PRESENTOIR EM PORCELANA NA  TONALIDADE VERDE ÁGUA PROFUSAMENTE REMATADA EM OURO. MARCAS DA MANUFATURA DE HAVILAND PARA O FINAL DO SEC. XIX. MUITO ELEGANTE EM FORMATO E DECORAÇÃO! FRANÇA, SEC. XIX. SOPEIRA TEM: 30 CM DE DIAMETRO X 16 CM DE ALTURA E O PRESENTOIR 34 CM DE DIAMETRO
  • HELENA WOLFSOHN  PORCELANA DE SAXE   EX COLEÇÃO JOSÉ EDUARDO LOUREIRO - PAR DE LINDOS POTICHES EM PORCELANA COM DECORAÇÃO CHINOISERIE  DANS LE GOUT COMPANHIA DAS INDIAS FAMÍLIA ROSA. DECORADO COM RESERVAS CONTENDO CENAS DE BATALHA. SOB A BASE MARCAS AUGUSTOS REX UTILIZADA PELA MANUFATURA HELENA WOLFSOHN NO INICIO DA DÉCADA DE 1870.  POSSUI CACHE DA COLEÇÃO JOSÉ EDUARDO LOUREIRO. A COLEÇÃO DA FAMÍLIA LOUREIRO TEVE INÍCIO EM 1922. APÓS A MORTE DE JAYME, D. ANGELA (CONHECIDA COMO D. GILOCA) CONTINUOU A INVESTIR EM OBRAS DE ARTE, COMEÇOU A COLECIONAR PORCELANA IMPERIAL BRASILEIRA E, MAIS TARDE, PORCELANA EUROPÉIA. EM 1976, COM A MORTE DE D. GILOCA, SEU FILHO CAÇULA JOSÉ EDUARDO LOUREIRO INCORPOROU O ACERVO DE SUA MÃE A SUA PRÓPRIA COLEÇÃO, A QUAL FOI AUMENTANDO SIGNIFICATIVAMENTE ATÉ SEU FALECIMENTO, EM 2010. ALEMANHA, DEC. 1870. 27 CM DE ALTURA (PEQUENOS DEFEITOS)NOTA: Helena Wolfsohn (neé Meyer ) foi a sucessora de seu pai, que anteriormente dirigia o negócio na Schlossergasse, com o nome de L. Meyer & Söhne . Por volta de 1853, ela já tinha um agente de vendas na Inglaterra. Em 1879, eles também tiveram problemas para copiar a marca 'AR' (Augustus Rex), que originalmente era uma marca registrada do KPM em Meissen. O ano exato em que a empresa começou a usar a marca 'AR' está documentado porque o KPM apelou instantaneamente à intervenção do tribunal. No entanto, em vez de parar completamente de usar a marca, ela era levemente alterada o tempo todo para dificultar a decisão do tribunal. Demorou até 1881 (na Alemanha) e 1883 (na Inglaterra) antes que o estúdio fosse forçado a finalmente parar de usar a marca de ofensor e todas as versões relacionadas. O tribunal também decidiu que a empresa deveria compensar o KPM pelo uso de sua marca, bem como por todas as versões um pouco abstraídas introduzidas durante o período do processo em si. A taxa era tão alta que levou a família Elb à falência e, devido à tensão que Helena adoeceu e nunca se recuperou.
  • RAIMUNDO CASTRO MAYA  LEGUMEIRA COM PRESENTOIR EM PORCELANA MONOGRAMADA COM MARCAS CARACTERÍSTICAS DA PORCELANA KUTANI. ESTILO E ÉPOCA BELLE EPOQUE. DECORADA COM PAISAGEM LACUSTRE MUITAS GUEIXAS, CEREJEIRAS EM FLOR E AO FUNDO MONTANHAS.REMATADA POR BORDA ROUGE DE FEUR DECORADA COM FINO TRABALHO EM OURO. POSSUI MONOGRAMA ENTRELAÇADO CM PERTENCEU AO ENGENHEIRO E DIPLOMATA MARANHENSE RAYMUNDO DE CASTO MAYA. HOMEM DE GRANDE CULTURA, FREQUENTOU A CORTE DO SEGUNDO REINADO E FOI CONVIDADO PESSOALMENTE POR D. PEDRO II PARA SER PRECEPTOR DE SEUS NETOS. ERA CASADO COM THEODOSIA OTTONI DE CASTRO MAYA. FOI ARREMATANTE DOS LEILÕES DO PAÇO IMPERIAL LOGO APÓS  O GOLPE REPUBLICANO. ERA PAI DE RAYMUNDO OTTONE DE CASTRO MAYA, MILIONÁRIO BRASILEIRO QUE FORMOU A FUNDAÇÃO CASTRO MAYA E SUAS COLEÇÕES. JAPÃO, FINAL DO SEC. XIX. 38 CM DE COMPRIMENTO. NOTA: A coleção hoje conservada pelos Museus Castro Maya tem início muito antes da instituição legal da fundação responsável por administrá-los em 1963. Sua origem remonta ao fim do século XIX, quando foi iniciada pelo engenheiro e Diplomata maranhense Raymundo de Castro Maya, pai do quase homônimo Raymundo Ottoni de Castro Maya. Homem de grande cultura, integrante da corte do Segundo Reinado, Castro Maya fora convidado pessoalmente por D. Pedro II para ser preceptor de seus netos. Era casado com Theodósia Ottoni de Castro Maya, herdeira da tradicional família mineira dos Ottoni e filha de Christiano Benedicto Ottoni, primeiro diretor da Estrada de Ferro D. Pedro II, em cujo projeto Castro Maya havia trabalhado. Após a queda da monarquia e o subsequente banimento da Família Imperial do território brasileiro, o governo republicano provisório decidiu livrar-se dos bens dos Orléans e Bragança e de qualquer objeto que lembrasse o regime deposto ou a figura do imperador. Com este intento, organizou o "leilão do Paço de São Cristóvão", pondo a venda objetos históricos, obras de arte, artefatos arqueológicos, mobiliário e antiguidades que pertenciam à família.  Foi por ocasião do "leilão do Paço" que Castro Maya iniciou sua coleção, adquirindo um grande número de lotes (quase todos doados por seu filho ao Museu Imperial, décadas mais tarde). Após as aquisições, seguindo os passos da Família Imperial, os Castro Maya deixaram o Brasil, estabelecendo-se em Paris.Na capital francesa, Castro Maya deu continuidade à coleção, formando o núcleo do que viria a ser os Museus Castro Maya. Em 1892, adquiriu em leilão no Hôtel Drouot telas de Gustave Courbet, Théodore Rousseau, Hippolyte Bellangé e, nomeadamente, Vista da baía do Rio de Janeiro tomada das montanhas da Tijuca, de Nicolas-Antoine Taunay, outrora pertencente à coleção do dramaturgo Étienne Arago. Colecionou gravuras, na condição de membro-fundador da Société des Amis de l'Eau-Forte. Devotou-se igualmente à bibliofilia, adquirindo raros volumes de brasiliana e tornando-se membro da Société des Cents Bibliophiles. Também dedicou-se a formar um notável núcleo de numismática, adquirindo moedas da antiguidade grega, romana e bizantina (este núcleo do acervo foi leiloado por seu filho em 1957, após encomendar moldagens em gesso das peças). Em 1894, Castro Maya assumiu o cargo honorífico de Vice-Cônsul brasileiro em Paris, mas ficou pouco tempo na função, retornando com a família para o Brasil em 1899. O patriarca, entretanto, continuaria empreendendo viagens constantes à Europa até a década de 1920. Aproveitava essas ocasiões para ampliar sua coleção, trazendo para o Rio de Janeiro telas de Rosa Bonheur, Antoine Vollon e Félix Ziem, entre outros, bem como peças orientais, objetos artísticos para fins decorativos, como tapetes persas, mobiliário de luxo, elementos arquitetônicos coloniais, prataria e ourivesaria, estatuetas em bronze etc. Aproveitava também as oportunidades que apareciam no mercado interno, tendo adquirido nos leilões de J. Dias dos Santos no Rio de Janeiro, por exemplo, uma segunda pintura de Taunay (Festa napolitana) e uma paisagem de Constant Troyon. Foi também o primeiro Castro Maya o responsável por adquirir as propriedades onde, futuramente, seriam instalados os museus que hoje levam o nome da família. Em 1898, comprou a Chácara do Céu e, em 1913, o Sítio do Açude. A residência principal da família, entretanto, continuava a ser o palacete da Rua Guanabara (atualmente, Rua Pinheiro Machado), no bairro de Laranjeiras.
  • BELA CAIXA COSTUREIRA EM MADEIRA COM ELEGANTE MARCHETARIA FORMANDO ROSEIRAS. REQUINTADO MOVIMENTO PANTOGRÁFICO QUE REVELA SEIS COMPARTIMENTOS. EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO. BRASIL, MEADOS DO SEC. XX. 27 (H)  X 33 (C) X 20 (P) CM
  • SEVRES POR PAUL MILET  BELO TINTEIRO EM PORCELANA  EM AZUL GAZEADO  DA MANUFATURA DE SEVRES. GUARNIÇÃO EM BRONZE ORMOLU. MARCAS DA MANUFATURA DE SEVRES SOB A BASE COM IDENTIFICAÇÃO DE PAUL MILET, IMPORTANTE DESIGNER DE SEVRES. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 14 CM DE DIAMETRO. NOTA: Paul Mileté um artista de cerâmica do século xx,nascido em 25 de Janeiro de1870emSèvres, filho de Felix Optatus Mileto. Ele expôs no Salão de artistas franceses com peças únicas, mas também utilitárias: castiçais, girandoles e luminárias.Paul Milet obteve um diploma honorário na exposição das Artes em 1897.Na Exposição Universal de 1900, ele recebeu uma medalha de ouro por suasformas agradáveis de cerâmica, decoradas com os mais variados métodos, esmaltes cloisonné, esmaltes sobre lantejoulas douradas.Em todas estas decorações, Milet emprega sabiamente a rica paleta de esmaltes que controlava.Ele também apreciava a textura do arenito, em seguida, produz vasos de grés estilo "Art Nouveau".Ele também apresenta a Exposição de Artes Decorativas em 1902.Paul Milet também exibiu no Musée Galliera na Exposição de Porcelana em 1907, em seguida, em 1909 e 1911 na Exposição de Arenito, faiança e terracota.Após a Primeira Guerra Mundial, ele abandonou porcelana. Além disso, por causa de seu conhecimento, ele foi chamado como um especialista em costumes para as importações provenientes da China.
  • BELA ESPIVITADEIRA COM SEU BERÇO EM PRATA DE LEI BATIDA, CINZELADA E REPUXADA. RARO EXEMPLAR SETECENTISTA. FEITIO OBLONGO. CORPO LISO COM BORDAS DO BERÇO FENESTRADAS. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS. BRASIL, SEC. XIX. 19,5 CM DE COMPRIMENTO.. NOTA: As espivitadeiras ou espiriteiras eram tesouras utilizadas para cortar pavios de velas e assim avivar as chamas. A parte do pavio queimada ficava contida no recipiente da tesoura e então liberadas no berço (bandeja). Eram acessório obrigatório nas boas residências.
  • PRECIOSO PAR DE PÚCAROS EM PRATA DE LEI COM CONTRASTE CABEÇA DE MERCÚRIO PARA A SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. TAMPAS TEM GRACIOSAS REPRESENTAÇÕES DO  CUPIDO, PERSONIFICAÇÃO DA PAIXÃO,  SEGURANDO FLECHA. CORPO ELEGANTEMENTE DECORADO COM  ELEMENTOS VEGETALISTAS RELEVADOS (FLORES E RAMAGENS) E TAMBÉM BARRADO GEOMÉTRICO.  FATURA DE GRANDE MESTRE OURIVES, PEÇAS MUITO BONITAS! FRANÇA, SEC. XIX. 19 X 10 CM.
  • DELFTS GRANDE ÂNFORA EM CERÂMICA COM DECORAÇÃO CHINOISERIE NA TONALIDADE AZUL, VERDE E OCRE COM REPRESENTAÇÃO DE FLORES. FEITIO OITAVADO. TAMPA COM PEGA REPRESENTANDO CÃO DE FÓ. HOLANDA, INICIO DO SEC. XX. 41 CM DE ALTURA.NOTA: A porcelana de Delft tem sido produzida na cidade de mesmo nome desde o século XVII. Em 1550, a cerâmica Majolica da Espanha e Itália era a última tendência. Muitos ceramistas da Antuérpia copiaram o estilo popular, até que foram obrigados a fugir da cidade pelos conquistadores espanhóis em 1585. Os ceramistas se reuniram em Delft, onde se concentraram em reproduzir a última tendência, a porcelana chinesa, a partir de 1602. Entre 1600 e 1800, essa porcelana era popular entre as famílias abastadas, que exibiam suas coleções umas às outras. Apesar do nome "porcelana", usado pelos seus criadores, ela era apenas uma versão mais barata da verdadeira porcelana chinesa. A porcelana de Delft não era feita do barro típico de porcelana, mas de barro revestido com um esmalte após ser cozido. Apesar disso, a porcelana de Delft obteve popularidade sem igual. Em seu apogeu, havia 33 fábricas em Delft. De todas essas fábricas, a única que ainda resta é a Royal Delft.
  • PERÍODO VITORIANO - PRECIOSO ESCRITÓRIO DE VIAGEM EM MADEIRA REVESTIDA EM RÁDICA PROFUSAMENTE MARCHETADO EM BRONZE, MADREPÉROLA. DIVIDIDO EM DOIS COMPARTIMENTOS SENDO UM COM ESCANINHOS PARA TINTA, SINETE E PENA E OUTRO MAIOR PARA PAPEL E SUPORTE DOBRÁVEL PARA APOIO DA ESCRITA. DOTADO DE MECANISMO DE CHAVE ORIGINAL. POUCAS VEZES SE VERÁ ESCRITÓRIO DE VIAGEM TÃO BONITO E EM TÃO PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO! INGLATERRA, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. PEÇA PARA COLECIONADOR! 33 X 27 CM
  • TABLE SCREEN EM JADE COM APLICAÇÃO DE PEDRA DURA, AMETISTA E LAPIS LAZULI - PRECIOSO TABLE SCREEN / BIOMBO DE MESA EM JADE COM INSCRUSTAÇÃO DE PEDRA DURA, AMETISTA E LAPIS LAZULI. OBJETO DE ALTO LUXO NA CULTURA ORIENTAL CONSTRUÍDO COM INIGUALÁVEL QUALIDADE E REQUINTE. TRATA-SE DE PEÇA PALACIANA! CONSTRUÍDO COM UMA FINA CAMADA EM JADE DECORADA COM INSCRUSTAÇÃO DE PEDRA DURA E LAPIS LAZULI FORMANDO GROU COM RAMAGENS E FLORES. A PLACA É ENCAIXADA EM SUPORTE ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS, PROFUSAMENTE ENTALHADO E DECORADO COM APLICAÇÃO DE MEDALHÕES EM AMETISTA E PEDRA DURA.  CHINA, DINASTIA QIAN REINADO DAOGUANG, CIRCA DE 1850. 32 X 22 CM (MINIMAS FALHAS NA INCRUSTAÇÃO) NOTA: Biombos de mesa antigos, são decorados com símbolos importantes e auspiciosos, eram um dos objetos mais importantes no atelier de um estudioso antes da dinastia Qing na China e da mesma forma no Japão. Um biombo de mesa era colocado sobre a mesa de trabalho de um estudioso onde desenvolvia suas escritas em frente a uma janela assim o pequeno biombo protegia o papel da brisa e evitava acidentes como manchar a escrita. Mais tarde, eles eram objetos de valor em casas abastadas, e hoje os colecionadores os desejam por seu virtuosismo e elegância. Nas dinastias Ming (1368/1644) e Qing (1644/1911), um biombo de mesa de jade, geralmente decorado em ambos os lados e apoiado em um suporte de madeira, passou a representar o auge da moda entre a elite educada da China. .Um biombo de mesa de jade branco que compõe o acervo do Museu de São Francisco é decorado de um lado com imagens de tesouros favorecidos pelos estudiosos, enquanto o verso mostra três homens idosos viajando entre templos de vários andares em altas montanhas. No Museu de Belas Artes de Houston, um biombo de mesa da dinastia Ming exibe entalhes decorativos em ambas as superfícies.De um lado, um qilin - uma fera mítica semelhante a um unicórnio - se põe contra uma paisagem rochosa.O outro lado apresenta dignitários da corte que perseguem várias atividades acadêmicas. Outros biombos de mesa foram adornadas com imagens como lótus (simbolizando pureza), dragões (força ou poder e boa sorte) ou nuvens (boa sorte). Os biombos de mesa foram usados principalmente para 'inspiração e contemplação. O biombo inspirava tranquilidade e paz, além de benevolência. Enquanto você compunha poesia ou música, ou se escreviam textos,  olhava para o biombo, isso inspirava ou ou trazia tranquilidade.
  • SHIBAYAMA - PRECIOSO TABLE SCREEN BIOMBO DE MESA EM MARFIM COM INSCRUSTAÇÃO DE MADREPÉROLA E CORAL. OBJETO DE ALTO LUXO NA CULTURA ORIENTAL CONSTRUÍDO COM INIGUALÁVEL QUALIDADE E REQUINTE. TRATA-SE DE PEÇA PALACIANA! CONSTRUÍDO COM DUAS BANDAS EM MARFIM UNIDAS POR DOBRADIÇAS. FARTA CRAVAÇÃO D EMADREPÉROLA E CORAL REPRESENTANDO GALINÁCIOS, QUE SEGUNDO A CRENÇA JAPONESA AFUGENTAM O MAU. TAMBÉM PEÔNIAS, FLORES DIVERSAS, CEREJEIRA EM FLOR E PÁSSAROS. CERTAMENTE UM DOS TABLE SCRENS MAIS RICOS E BONITOS QUE JÁ VI! JAPÃO, PERIODO MEIJI, CIRCA DE 1850. 26 X 29 CM
  • BELA ESCULTURA EM CORAL REPRESENTANDO FIGURA FEMININA SEGURANDO ABANADOR. ASSENTE SOBRE BASE EM MADEIRA CHINA, SEC. XIX. 15 CM DE ALTURA
  • ESCULTURA EM CORAL REPRESENTANDO A DEUSA XI WANGMU SEGURANDO PÊSSEGO. XI-WANGMU É UMA DIVINDIDADE ANCESTRAL NA CHINA, ANTERIOR AO BUDISMO E AINDA MAIS, ANTERIOR AO DAOISMO. ASSENTE SOBRE BASE EM MADEIRA CHINA, SEC. XIX. 17 CM DE ALTURA
  • RARA ESCULTURA EM CORAL REPRESENTANDO DEUSA QUANIM. ASSENTE SOBRE BASE EM MADEIRA. CHINA, SEC. XIX. 12 CM DE ALTURA
  • BELA ESCULTURA EM CORAL REPRESENTANDO MACACOS. CHINA, SEC. XIX. 9,5 CM DE ALTURA.
  • QING DAOGUANG NIAN ZHI  PORCELANA DAS CHINA DITA EXPORTAÇÃO  BELO BENGALEIRO EM PORCELANA RICAMENTE DECORADA COM FLORES, (PEÔNIAS E OUTRAS) E RESERVAS COM CENAS DE COTIDIANO. MUITO ELEGANTE! CHINA, INICIO DO SEC. XX. 61 X 23 CM
  • HENRIQUE BERNARDELLI  PAISAGEM COM ÁRVORES  OST  - ACID. ADQUIRIDO NO LEILÃO COMPANHIA PAULISTA REALIZADO NO DIA 11 DE AGOSTO DE 2009 (REPRODUZIDO NA CAPA DO LEILÃO). A CAPA ACOMPANHA O LOTE. 21 X 28 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DA MOLDURA, COM ELA 38 x 31 CMNOTA: Henrique Bernardelli nasceu no Chile e é irmão do escultor Rodolfo Bernardelli e do também pintor Félix Bernardelli.Em 1870 matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes, estudando com pintores de destacada importância, como Victor Meireles e Agostinho José da Mota. Em 1878 naturalizou-se brasileiro para poder concorrer ao Prêmio de Viagem à Europa concedido pela AIBA. Após perder o prêmio para Rodolfo Amoedo, viajou para Roma, em 1879, com recursos próprios. Ali entrou em contato com a obra de artistas como Francesco Paolo Michetti e Giovanni Segantini.De volta ao Rio de Janeiro em 1888, o artista participou de inúmeras exposições: em 1889, da Exposição Universal de Paris, ganhando medalha de bronze com a tela Os Bandeirantes; em 1890, da Exposição Geral das Belas Artes, onde destaca-se com obras como Dicteriade, Tarantella e Calle de Venezia; e em 1893, da Exposição Universal de Chicago, com Messalina, Mater e Proclamação da República.Em 1891 tornou-se professor de pintura na recém-inaugurada Escola Nacional de Belas Artes. O artista manteve vivo o contato com a cultura figurativa italiana, viajando constantemente para cidades como Roma, Nápoles e Veneza. Lecionou na Escola até ser substituído por Eliseu Visconti, em 1906, passando então a dar aulas particulares em seu ateliê, recebendo concomitantemente encomendas particulares. Sua atuação como decorador merece destaque, tendo realizado trabalhos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na Biblioteca Nacional e no Museu Nacional de Belas Artes.Em 1916, conquistou uma das mais altas premiações que um artista plástico pode aspirar no Brasil: a medalha de honra. Foi também membro do Conselho Superior de Belas Artes, para o qual prestou relevantes serviços.Grande parte da obra de Henrique Bernardelli foi doada à Pinacoteca do Estado conforme mostra o seu último catálogo.Vê-se uma herma sua na Praça do Lido, em Copacabana, obra do escultor Leão Veloso.
  • BELA MINIATURA (BEM MAIOR QUE AS ANTERIORES) PINTADA SOB PLACA DE MARFIM COM MOLDURA EM PLACAGEM DE MARFIM ESGRAFITADA. REPRESENTA MATERNIDADE.. ASSINADA PELO ARTISTA. ARREMATES EM BRONZE. EUROPA, SEC. XIX/XX. 16 X 13 CM NOTA: A arte de pintar miniaturas de retratos em aquarela era uma forma de arte inglesa peculiar e havia desenvolvido uma Escola de artistas muito prestigiada. O uso do marfim como suporte começou logo após 1700. Substituiu o pergaminho e demorou muitas décadas para os artistas dominarem esse novo material, pois era muito difícil pintar com aquarelas em uma superfície tão escorregadia. O motivo da escolha do marfim provavelmente se baseou no tom amarelado e transparente semelhante à pele humana, proporcionando uma luminosidade única e uma aparência mais realista. A preparação da superfície e a modificação da tinta foram uma parte essencial no desenvolvimento do processo de pintura do marfim. Os marfis usados eram originalmente espessos com uma superfície polida. Eles foram substituídos por marfim de corte fino que precisava de um processo de raspagem para remover as marcas da serra. Depois disso, a superfície era polida. A superfície oleosa era desengordurada e, para obter transparência e riqueza com a tinta, uma grande proporção de goma arábica era adicionada ao pigmento. Com o aumento da goma, foi necessário adicionar a todos os pigmentos açúcar doce para evitar rachaduras e descamação do marfim, além de um agente umectante para facilitar o processo de pintura.

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