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  • ANTONIO CAETANO DE SOUZA.  HISTORIA GENEALOGICA DA CASA REAL PORTUGUESA (OBRA EM 20 VOLUMES). COLEÇÃO COMPLETA COM 19 TOMOS, IMPRESSOS E ENCADERNADOS EM 20 VOLUMES. É CONSTITUÍDA POR 3 PARTES, A SABER: HISTORIA GENEALOGICA DA CASA REAL PORTUGUEZA (13 VOLUMES), PROVAS DA HISTORIA GENEALOGICA DA CASA REAL PORTUGUEZA (6 VOLUMES) E INDICE GERAL DOS APELIDOS, NOMES PRÓPRIOS E COUSAS NOTAVEIS (1 VOLUME).SOUSA, ANTONIO CAETANO DE. HISTORIA GENEALOGICA DE CASA REAL PORTUGUEZA, DESDE A SUA ORIGEM ATE O PRESENTE, COM AS FAMILIAS ILUSTRES, QUE PROCEDEM DOS REYS, E DOS SERENISSIMOS DUQUES DE BRAGANÇA, JUSTIFICADA COM INSTRUMENTOS, E ESCRITORES DE INVIOLÁVEL FÉ, E OFFERECIDA A ELREY D. JOAÕ V NOSSO SENHOR. TOMO I AO TOMO XII. LISBOA OCCIDENTAL, NA OFFICINA DE JOSEPH ANTONIO DA SYLVA, IMPRESSOR DA ACADEMIA REAL. M. DCC. XXXV. M. DCCC. XLVIII. 1735-1748. 12 TOMOS EM 13 VOLUMES - O ÚLTIMO TOMO XII CONSTA DE 2 VOLUMES OU PARTES, CONSIDERADO PELO AUTOR O 12º E 13º TOMOS. SOUSA, ANTONIO CAETANO DE. PROVAS DA HISTORIA GENEALOGICA DA CASA REAL PORTUGUEZA, TIRADAS DOS INSTRUMENTOS DOS ARCHIVOS DA TORRE DO TOMBO, DA SERENISSIMA CASA DE BRAGANÇA, DE DIVERSAS CATHEDRAES, MOSTEIROS, E OUTROS PARTICULARES DESTE REYNO. TOMO I AO TOMO VI. LISBOA OCCIDENTAL, NA OFFICINA SYLVIANA DA ACADEMIA REAL. M. DCC. XXXIX. M. DCC. XLVIII. 1739-1748. 6 TOMOS EM 6 VOLUMES. HOUVE UM PROBLEMA NA ENCADERNAÇÃO DOS TOMOS I E II, RESULTANDO NA TROCA DAS CAPAS, QUE ESTÃO INVERTIDAS. SOUSA, ANTONIO CAETANO DE. INDICE GERAL DOS APPELLIDOS, NOMES PROPRIOS, E COUSAS NOTÁVEIS, QUE SE COMPREENDEM NOS TREZE TOMOS DA HISTORIA GENEALOGICA DA CASA REAL PORTUGUEZA, E DOS DOCUMENTOS COMPREHENDIDOS NOS SEIS VOLUMES DE PROVAS, COM QUE SE ACHA AUTORIZADA A MESMA HISTORIA. LISBOA, NA REGIA OFFICINA SYLVIANA, E DA ACADEMIA REAL. M.DCC.XLIX. 1749. 1 VOLUME. O AUTOR - D. ANTONIO CAETANO DE SOUSA, FOI CLÉRIGO REGULAR, E ACADEMICO DO NUMERO DA ACADEMIA REAL. O IMPRESSOR - JOSEPH ANTONIO DA SYLVA, INICIOU O TRABALHO NA OBRA COMO IMPRESSOR DA ACADEMIA REAL DA HISTÓRIA, MAS, EM 1739 DURANTE A IMPRESSÃO DA MESMA, PASSOU A SER O IMPRESSOR DA CASA REAL PORTUGUESA, DANDO ASSIM ORIGEM À IMPRENSA NACIONAL. A COLEÇÃO POSSUI ENCADERNAÇÕES DA ÉPOCA INTEIRAS DE PELE MOSQUEADA, COM RÓTULOS VERMELHOS E INSCRIÇÕES DOURADAS. A OBRA FOI IMPRESSA SOBRE PAPEL DE LINHO MUITO ALVO E ENCORPADO E AS FOLHAS DE ROSTO FORAM IMPRESSAS A DUAS CORES, COM EXCEÇÃO DO VOLUME DO ÍNDICE.  OBRA MUITO ESTIMADO PELOS COLECIONADORES, CHEGANDO A PREÇOS ELEVADOS NO MERCADO INTERNACIONAL DE 13 MIL EUROS. POSSUI EX LIBRIS DA FAMOSA BIBLIOTHECA ELSEGHEMENSIS DO CASTELO DE ELSEGEN NA BÉLGICA DOS CONDES DE  GHELLINCK, UMA DAS MAIS IMPORTANTES DO MUNDO, FORMADA A PARTIR DO SEC. XV E DISPERSADA NO INICIO DO SECULO XX. O CASTELO DE ELGESEN FOI INCENDIADO NA DECADA DE 1970. ATUALMENTE FOI RECONSTRÚIDO. OS LIVROS DA BIBLIOTECA DE ELGESEN ESTÃO ATUALMENTE EM IMPORTANTES MUSEUS, BIBLIOTECAS PÚBLICAS E NAS MAIS IMPORTANTES COLEÇÕES PARTICULARES DO MUNDO. POSSUI TAMBÉM EX LIBRES DA BIBLIOTECA DO PROF. CELSO MARIA DE MELLO PUPO, MAIOR CRONISTA E HISTORIADOR DA HISTÓRIA DE CAMPINAS. 30 CM DE ALTURA (20 VOLUMES).NOTA: Oportunidade única de adquirir uma coleção importantíssima, completa e em excelente estado. Entre as várias citações bibliográficas da obra, estão as de Barbosa Machado, Inocêncio, Brunet, Pinto de Matos, Samodães, Soares e Ernesto Soares. Destacamos aqui duas delas, a de Samodães e a de Inocêncio I. A citação de Samodães refere-se ao lugar dessa coleção nas letras portuguesas e ao trabalho primoroso de sua impressão e ilustração: " Obra importantíssima, de grande valor para a História de Portugal e muito particularmente para tudo o que diz respeito à genealogia da Casa Real Portuguesa e mais nobreza lusitana; a melhor, que no seu género, veio a lume entre nós. É muito apreciada não só em Portugal como também no estrangeiro, e especialmente pelos bibliógrafos. A edição, verdadeiramente monumental, é justamente considerada como uma obra prima saída dos prelos portugueses. E na verdade, no seu texto empregaram-se belos e elegantes caracteres, redondos e itálicos, de vários corpos; as gravuras são simplesmente magníficas, finamente abertas a buril em chapa de metal; e em papel, de linho, de óptima qualidade: tudo expressamente encomendado para esta esplêndida publicação. As gravuras, devidas a dois notáveis artistas franceses (Guilherme Debrie e Pedro de Rochefort), constam de letras iniciais de lindos desenhos de fantasia, cabeções, florões de remate, brasões darmas, retratos de monarcas, reproduções de selos, medalhas e moedas antigas, etc. além, no volume primeiro, de uma bela estampa alegórica (comum nas publicações da Academia Real da História Portuguesa) original de Vieira Lusitano (Francº Vieira Lusitano, invent. et scul. Lisboa, 1728) e ainda um retrato em busto de D. António Caetano de Sousa (G. Debrie ad vivum facieb del. et sculp. Lusit. 1735). Os exemplares, muito procurados, são actualmente MUITO RAROS." Por sua vez, Inocêncio I exalta a importância e a raridade da coleção: "Esta obra grandiosa e monumental, dedicada pelo autor a el-rei D. João V, e por este mandada imprimir á sua custa, com quanto pareça pelo seu título pertencer só á Casa Real, pode ser verdadeiramente considerada uma história geral do reino; pois que nas suas vastas dimensões abrange variadíssimos assumptos, mais ou menos enlaçados com a genealogia e acções da família real desde o princípio da monarquia. Quanto às Provas além dos documentos que encerram, e que são de subida importância para a historia politica, civil e eclesiástica do reino, alguns dos quais se procurariam hoje inutilmente em outra parte por se haverem extraviado, ou consumido com o incendio subsequente ao terremoto de 1755 os originais donde foram trasladados, entrando nesse numero todos os do Arquivo da Casa de Bragança; contém igualmente espécies de grande valor para os estudiosos da língua portuguesa, e da história literária do nosso país".
  • RARA ESPADA DE CORTE UTILIZADA NA INDUMENTÁRIA DE CAMAREIRO PAPAL  LAMINA DE FEITIO TRIANGULAR, ADAMASCADA DECORADA COM ELEMENTOS VEGETALISTAS. PUNHO EM BRONZE COM ARMAS PAPAIS. EMPUNHADURA EM MADREPÉROLA. BAINHA EM COURO COM ARREMATES EM METAL DOURADO. PEÇA BELISSIMA! ITALIA, SEC. XIX. COURO DA BAINHA PARTIDO. 102 CM DE COMPRIMENTO.NOTA: O camareiro papal era um título da corte outorgado  pelo papa a clérigos de alto escalão e a leigos , geralmente membros de famílias nobres italianas importantes . Eles eram membros da Corte Papal e essa foi uma das mais altas honras que o Papa pôde conceder a um leigo católico. Conhecido como Camareiro Secreto de Capa e Espada ( Cameriere Segreti di spada e cappa ), quando conferido a leigos, era principalmente uma posição honorária, mas um camareiro geralmente servia ao papa por pelo menos uma semana por ano durante as cerimônias litúrgicas ou oficiais de estado.  Muitos vieram de famílias que serviram à corte papal por muito tempo ao longo de vários séculos, enquanto outras foram apontadas como uma grande honra, uma das mais altas que o papado conferiu aos leigos católicos (geralmente políticos de destaque ou filantropos ricos). Eles foram originalmente selecionados entre membros das famílias reais e aristocráticas italianas. A posição era muito cobiçada e, para os padres, era frequentemente o passo final antes de se tornar cardeal. Desde os dias do Papa Leão I (440-461), a casa pontifícia havia incluído camareiros papais que eram atendentes pessoais do Papa em seus apartamentos particulares. O número de camareiros papais nunca foi grande, embora sua proximidade com o Papa significasse que muitos camareiros desfrutariam de notáveis carreiras eclesiásticas e alguns foram até promovidos ao episcopado . Seus privilégios eram consideráveis. Classificaram ex officio como Cavaleiros do Esporão Dourado ( Ordem das Milícias Douradas ) e nobres de Roma e Avignon. Antes do Vaticano II, eles prestavam assistência pessoal ao Papa em ocasiões formais de estado como membros da Corte Papal. A dignidade foi frequentemente dada a membros de famílias nobres da Itália e de outros países. Eles eram obrigados, ou na prática tinham direito, a servir durante pelo menos uma semana por ano durante as cerimônias oficiais, e participavam de procissões papais atrás da Sedia Gestatoria , cada uma usando traje formal e distinguida por uma cadeia de ouro . Tradicionalmente, os padres que eram camareiros papais eram chamados de "reverendíssimo".  Na heráldica eclesiástica , leigos tão honrados podem exibir uma corrente de ouro em torno de seu brasão . Todas as nomeações foram anunciadas no Acta Apostolicae Sedis.
  • MENINO DEUS - PRECIOSA IMAGEM EM MADEIRA POLICROMADA E DOURADA REPRESENTANDO MENINO DEUS COM UMA MÃO EM POSIÇÃO DE BENÇÃO. ADORNADO COM  RICAS  JÓIAS EM OURO 20K SENDO COROA, GRANDE CAJADO COM ESTANDARTE, CHINELOS COM PEDRA NA TONALIDADE VERMELHA E CORDÃO COM CORAÇÃO TÍPICO DA OURIVESSARIA MINHOTA PORGUESA (60 GRAMAS SOMENTE EM OURO). BELO ROSTO ANGELICAL E EXPRESSIVOS OLHOS EM VIDRO. ESCULTURA DE EXTRAORDINÁRIA QUALIDADE! O CONJUNTO ESTA ACOMODADO DENTRO DE REDOMA.  PORTUGAL, SEC. XIX. 47 CM DE ALTURA (COM A REDOMA) SOMENTE O MENINO: . NOTA: Das tradições religiosas brasileiras uma das mais ingênuas e das mais alegres é a devoção ao Menino Deus. Essa tradição tem como origem no Brasil a cidade de Salvador onde mãos hábeis das freiras do Convento de Santa Clara do desterro fabricavam durante todo o ano roupinhas para serem vestidas na imagem.
  • MAGNÍFICO SABRE IMPERIAL BRASILEIRO DE CAVALARIA MODELO 1852. COPO COM BRASÃO CONTENDO AS INICIAIS PII SOB COROA ENTRE RAMOS DE FUMO E CAFÉ.  MEADOS DO SEC. XIX. 100 CM DE COMPRIMENTO.
  • MAGNÍFICO SABRE IMPERIAL BRASILEIRO DE INFANTARIA MODELO 1852. MARCAS DO FABRICANTE PDL PETER DANIEL LUNESCHOLOSS, SOLINGEN, PRÚSSIA (ATIVO A PARTIR DE 1810). LÂMINA ADAMASCADA CONTENDO AS INICIAS PII SOB COROA IMPERIAL EM UMA FACE E NA OUTRA BRASÃO DO IMPÉRIO SOB COROA E A INSCRIÇÃO VIVA O IMPERADOR. A LÃMINA É AINDA ADORNADA COM RAMOS DE CAFÉ E FUMO. COPO COM BRASÃO VAZADO CONTENDO AS INICIAIS PII SOB COROA ENTRE RAMOS DE FUMO E CAFÉ. PEÇA PARA COLECIONADOR. MEADOS DO SEC. XIX. 88 CM DE COMPRIMENTO.
  • MAGNÍFICO PAR DE ESPORAS EM PRATA DE LEI COM RICA DECORAÇÃO LATERAL FORMADA POR SERPENTES VAZADAS. TRATA-SE DE PRODUÇÃO BRASILEIRA DO FINAL DO SEC. XVIII OU INICIO DO XIX. PEÇAS MARAVILHOSAS DIGNAS DE ALTO COLECIONISMO! BRASIL, 18 CM DE COMPRIMENTO. 755 G
  • ESPORAS 10 DINHEIROS - RARO PAR DE ESPORAS EM PRATA DE LEI ESTILO DONA MARIA I.  MARCAS DE CONTRASTE 10 DINHEIROS PARA A CIDADE DO RIO DE JANEIRO E PRATEIRO REFERENCIADO POR MOITINHO COMO BR47B (PAG. 380), DATÁVEL A PARTIR DE 1830. ELEGANTE ESTILO DONA MARIA I. ROBUSTOS E PESADOS. BRASIL, PRIMEIRA METADE DO SEC. XIX. 16 CM DE ALTURA. 760 G
  • RARA SAPATA DE MONTARIA FEMININA EM PRATA DE LEI BATIDA, CINZELADA E REPUXADA. RICOS CINZELADOS REPRESNETANDO FLORES E RAMAGENS. AS SAPATAS DE MONTARIA FEMININA ERAM USADAS POR MULHERES DA ELITE QUE CAVALGAVAM COMO DEVERIAM AS DAMAS, PERNAS DE UM ÚNICO LADO DO CAVALO FIRMADAS NA SELA PRÓPRIA DENOMINADA CILHÃO DE ONDE PENDIA ESSE ESTRIBO CHAMADO SAPATA. OS HOMENS USAVAM SAPATAS DUPLAS PORQUE CAVALGAVAM COM AS PERNAS ENTRE A CELA. (DOS DOIS LADOS DO CAVALO). BRASIL, INICIO DO SEC. XIX. 21 CM DE COMPRIMENTO.
  • SELO DE CHANCELA COM ARMAS DO IMPÉRIO DO BRASIL. TRATA-SE DE UM RARO PROTÓTIPO POIS APRESENTA 21 ESTRELAS COMO NÚMERO DE PROVÍNCIAS. DOM PEDRO II ALTEROU NA SEGUNDA METADE DO SEC. XIX A BANDEIRA BRASILEIRA CRIADA PELO IMPERADOR DOM PEDRO II ONDE CONSTAVAM 19 PROVÍNCIAS REPRESENTADAS POR 19 ESTRELAS PARA 20 PROVÍNCIAS REPRESENTADAS POR 20 ESTRELAS. ENTRETANTO A PARTIR DE 1834 A REGÊNCIA BRASILEIRA CRIOU UMA UNIDADE ADMINISTRATIVA CHAMADA MUNICÍPIO NEUTRO ATRIBUIDA AO RIO DE JANEIRO POR SER A SEDE DA CORTE. AO FINAL NÃO FOI REPRESENTADO O RIO DE JANEIRO NAS ESTRELAS DA BANDEIRA O QUE SÓ PASSOU A ACONTECER COM A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA. BRASIL, SEC. XIX. 6 X 5 CM
  • SELO DE CHANCELA COM ARMAS DO IMPÉRIO DO BRASIL. TRATA-SE DE UM RARO PROTÓTIPO POIS APRESENTA 21 ESTRELAS COMO NÚMERO DE PROVÍNCIAS. DOM PEDRO II ALTEROU NA SEGUNDA METADE DO SEC. XIX A BANDEIRA BRASILEIRA CRIADA PELO IMPERADOR DOM PEDRO II ONDE CONSTAVAM 19 PROVÍNCIAS REPRESENTADAS POR 19 ESTRELAS PARA 20 PROVÍNCIAS REPRESENTADAS POR 20 ESTRELAS. ENTRETANTO A PARTIR DE 1834 A REGÊNCIA BRASILEIRA CRIOU UMA UNIDADE ADMINISTRATIVA CHAMADA MUNICÍPIO NEUTRO ATRIBUIDA AO RIO DE JANEIRO POR SER A SEDE DA CORTE. AO FINAL NÃO FOI REPRESENTADO O RIO DE JANEIRO NAS ESTRELAS DA BANDEIRA O QUE SÓ PASSOU A ACONTECER COM A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA. BRASIL, SEC. XIX. 6 X 5 CM
  • GRANDE SELO DA FRANÇA - LUXUOSA CAIXA EM PRATA DE LEI, OURO MACIÇO E ESMALTES. TAMPA CONTEM MAGNIFICA REPRESENTAÇÃO RELEVADA DO GRANDE SELO DA FRANÇA. FECHO EM OURO MACIÇO. O GRANDE SELO DA FRANÇA REPRESENTA A LIBERDADE SOB O DISFARCE DA DEUSA JUNO SENTADA, USANDO UMA COROA DE LOUROS IRRADIANDO EM SETE PONTOS. EM UMA DAS MÃOS, ELA SUSTENTA O CETRO DE LICTOR , SÍMBOLO DA JUSTIÇA; A  OUTRA MÃO, APÓIA-SE EM UM LEME . A SEUS PÉS, UMA URNA COM AS LETRAS "SUFRAGE ( SUFRÁGIO UNIVERSAL ). À ESQUERDA, AO FUNDO, SÍMBOLOS DAS ARTES , AGRICULTURA (FARDO DE TRIGO) E INDÚSTRIA (RODA DENTADA). À DIREITA, FOLHAS DE CARVALHO, SÍMBOLO DA JUSTIÇA E DA SABEDORIA . NA LEGENDA ESMALTADA COM AS CORES DA BANDEIRA: "REPÚBLICA FRANCESA. DIVERSOS ELEMENTOS DO SELO SÃO EM OURO MACIÇO. ESSA CAIXA ERA DESTINADA A CONTER NO PERÍODO DA TERCEIRA REPÚBLICA FRANCESA OS SELOS SECOS DE DOCUMENTOS OFICIAS. PERTENCEU A UM OFICIAL GUARDIÃO DO GRANDE SELO DA FRANÇA QUE ERA FIXADO SOBRE DOCUMENTOS OFICIAIS DE ESTADO EMITIDOS POR AQUELA REPÚBLICA. O INTERIOR É FORRADO EM VELUDO.ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS. FRANÇA, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 14 X 10 CM
  • BACCARAT E TÉTARD FRÈRES - SUNTUOSA CANDY DISH DE MUITO GRANDE DIMENSÃO EM CRISTAL DE BACCARAT ARTISTICAMENTE LAPIDADO EM FACETAS PASTILHADAS. SOB A BASE LAPIDAÇÃO EM ESTRELA. TAMPA ELEGANTE TRABALHADA EM TORCEIL VEGETALISTA. UMA DAS PEÇAS MAIS SUONTUOSAS DESSE GÊNERO APRESENTADA EM NOSSOS PREGÕES. ÚNICA, MAGNÍFICA E EM ÓTIMAS CONDIÇÕES. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 30 X 21 CM.NOTA:  TÈTARD FRÉRES juntamente com Puiforcat e Christofle, foi um dos principais prateiros franceses do período art deco. Com uma longa história de ourivesaria excepcional que inclui medalhas de ouro em feiras mundiais do sec. XIX a Maison Tétard obteve a consagração plena durante na década de 1920 sob a direção de projetos de Valéry Bizouzard. Em 1930 Bizouard foi acompanhado por Jean Tétard e juntos foram responsáveis pelos melhores projetos franceses do período Art Deco em ourivessaria.
  • FRANCISCO DUARTE DA GRAÇA  LINDO PALITEIRO EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, R COROADO ATRIBUIDO POR MOITINHO COM PUNÇÃO DO PRIMEIRO QUARTEL DO SEC. XIX (ANTERIOR A 1925). TAMBÉM MARCA DO MAIS IMPORTANTE PRATEIRO BRASILEIRO DESSE PERÍODO, ANTONIO DUARTE DA GRAÇA. REPRESENTA GRACIOSO QUERUBIM COM LINDAS ASAS DE MARIPOSA, SOBRE FONTE COM FEITIO DE ESFERA E BACIA CONTENDO TRÊS EXCEPCIONAIS PÁSSAROS. FUSTE EM BALAÚSTRE. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS EM GARRA. ELEGANTES GUILLOCHES! BRASIL, PRINCÍPIO DO SEC. XIX. 18 CM DE ALTURA
  • ANFITRITE - MAGNÍFICO PALITEIRO EM PRATA DE LEI COM CONTRASTE PARA CIDADE DO PORTO (P COROADOP. MARCA DO PRATEIRO CAETANO RODRIGUES DE ARAUJO REFERENCIADO POR MOITINHO COMO CONTRASTE P34 (PAG 230).  DATAVEL A PARTIR DE 1843. TAMBÉM MARCA DE BURILADA PARA ATESTAS TEOR LEGAL DO METAL.  ASSENTE SOBRE PÉS DE GARRA. TRATA-SE DA REPRESENTAÇÃO DA DEUSA ANFITRITE. ESSE PALITEIRO FAZ PARTE DA SÉRIE SURGIDA EM MEADOS DO SEC. XIX COM PERSONAGENS MITOLÓGICOS E SÃO EXTREMAMENTE COLECIONÁVEIS NO BRASIL E EM PORTUGAL. PORTUGAL, MEADOS DO SEC. XIX, 18 CM DE ALTURA. NOTA: Na mitologia grega, Anfitrite é filha da ninfa Dóris e de Nereu, portanto uma nereida. É esposa de Posseidon e deusa dos mares. A princípio, se recusou a unir-se ao deus, se escondendo nas profundezas dos oceanos, em um lugar conhecido apenas por sua mãe. Acabou cedendo às investidas de Posseidon, se tornando rainha dos oceanos. É representada portando um tridente, símbolo de sua soberania sobre os mares. Na mitologia romana, é conhecida como Salácia. De acordo as visões de sacerdotes, Anfitrite aparentava ter cabelos castanhos longos e lisos, pele morena clara e olhos escuros, tendo um belo corpo e aparentando 25 anos. Anfitrite, recusou a se casar com Posseidon quando ele foi procurá-la. Zeus, irmão de Posseidon, a princípio procurou por Nereu a fim de que ele conseguisse uma boa esposa para o irmão, que estava a causar terremotos e furacões toda vez que ficava bravo. Entretanto, quando Posseidon foi atrás de Anfitrite, ela o desprezou por ele ser rude, e assim se escondeu dele por pouco mais de um ano, quando Zeus, desesperado por ver o irmão tão desolado, foi à procura da mãe de Anfitrite, que era única pessoa que sabia onde estava a filha. Posseidon foi atrás da nereida, que se escondia numa caverna oculta por uma floresta de líquens. Diferente e mais atencioso, conquistou-a e levou-a para ser rainha dos mares e mãe de seus filhos. De acordo com a lenda, Anfitrite é mãe de Tritão.
  • RARO INCENSÁRIO ORTODOXO EM PRATA DE LEI ELEGANTEMENTE CONSTRUÍDO COM FUSTE TRÍPODE  SUSTENTADO POR ANJOS ADORADORES EM REVERÊNCIA APOIANDO-SE SOBRE SUAS ESPADAS. TAMPA EM FENESTRAS PARA DISSIPAÇÃO DA FUMAÇA. PEGA COM FEITIO DE ÁGUIA. EUROPA, SEC. XVIII. 19 CM DE ALTURA. NOTA: é costume os fieis da Igreja Ortodoxa possuírem incensários em suas residências. O fiel faz  o sinal da cruz sobre os ícones em cada comodo da casa onde há ícones, com ínicio no altar principal dos ícones da casa (aquela no qual a família ora junto). Também se incesa, em cada comodo, nas quatro direções (Norte, sul, Leste e Oeste) e quando tal incensação é feita à noite, também se costuma fazer com o turíbulo o Sinal da Cruz sobre as camas nos quartos antes de ir se deitar, ou sobre os filhos quando estes estão na cama. Tradicionalmente se diz em oração o Salmo 50 ( "Tem misericórdia de mim, ó Deus ...") enquanto se realiza estas incensações, ou a oração de Jesus. Fundamentalmente, sempre a incensação deve ser feita com oração, sem ser apenas uma "defumação" do ambiente, mas sim, um oferecimento a Deus.
  • - CONCHA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DE CONTRASTE 800 E NO FUNDO INSCRIÇÃO: REPRODUZIONE DE UM ANTICO ARGENTO DA UMA COLEZZIONE DE CASA PATRIZIA. ASSENTE SOBRE TRES PÉS EM BOLA. ITALIA, SEC. XX. 15 CM DE COMPRIMENTO.
  • BELO SUGAR CASTLE EM PRATA DE LEI COM ALMA EM VIDRO ARTÍSTICO AZUL.  MARCAS PARA CIDADE DE FLORENÇA. ELEGANTE DECORAÇÃO COM CENTRO RETICULADO. PEROLADOS NA EXTREMIDADE. ITALIA, INICIO DO SEC. XX. 17 CM DE ALTURA
  • MOINICHEN  BELO BOWL EM PRATA DE LEI MARTELADA DESIGN MODERNISTA DO IMPORTANTE PRATEIRO DINAMARQUÊS MOINICHEN ATIVO EM COPENHAGUE ENTRE 1893 E 1937. MARCAS DE CONTRASTE PARA 1914. PERÍODO ART DECO. DINAMARCA, 1914, 16  CM DE DIAMETRO.
  • GRANDE E BELO WINE JAR EM PRATA DE LEI.  DECORAÇÃO RELEVADA COM VOLUTAS E CONCHEADOS TAMBEM CINZELADOS EM ROCAILLE. PROLONGAMENTO FORMANDO BICO COM FEITIO DE CABEÇA DO DEUS BACO. CURIOSAMENTE O DEUS SE APRESENTA GARGALHANDO. PORTUGAL, SEC. XIX. /XX. 22 CM. 975 G
  • CASA BORTOLI VENEZIA  LINDA ESCULTURA REPRESENTANDO GIANGURGOLO OU CAPITANO. PERSONAGEM MASCARADO DO CARNAVAL DE VENEZA. EXCEPCIONALMENTE BELA, FINAMENTE EXECUTADA. LINDAS CORES E ARREMATE EM OURO! EXCEPCIONAL ESTADO DE CONSERVAÇÃO! MARCAS DA MANUFATURA NA BASE. VENEZA, PRIMEIRA METADE DO SEC. XX. 19 CM DE ALTURANOTA: A sua inspiração é uma sátira contra o governo espanhol que dominou a Itália. Raramente, usa a máscara presa ao rosto.

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