Peças para o próximo leilão

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  • VIATURA DE CORREIOS DA FAZENDA PARAGUASSÚ. HISTÓRICO CARRO QUE FAZIA O TRANPORTE DE ENCOMENDAS E CORREIOS DE IRACEMÁPOLIS  (DISTRITO DE LIMEIRA ATÉ 1953) PARA FAZENDA PARAGUASSÚ. A PARAGUASSÚ PERTENCEU ORIGINALMENTE A JOANICO DE ALMEIDA PRADO. NO INICIO DO SEC. XX FOI ADQUIRIDA PELO DR. LUIS FELIPE BAETA NEVES QUE A LEGOU A SEU FILHO LUIS FELIPE BAETA NEVES JUNIOR, CASADO COM DONA MARIA CÂNDIDA PRATES, FILHA DO CONDE GUILHERME PRATES. A VIATURA CONSERVA AINDA A ANTIGA PLACA DE LICENÇA PARA TRANSITAR EM ÁREA URBANA COM NUMERO 091, SUA CATEGORIA DE TRAÇÃO ANIMAL, O REGISTRO NO MUNICIPIO DE IRACEMÁPOLIS.
  • GIEREN-DUPRE  RELOGIO COM CAIXA E PULSEIRA EM OURO 18K. MOVIMENTO QUARTZO. IDENTICO AO PANTERE DE CARTIER. DIAL PRATEADO, VIDRO EM SAFIRA. COROA COM SAFIRA AZUL. PONTEIROS EM AÇO AZULADO.  23 MM X 30 MM. 73,2 G (PESO TOTAL)
  • BELASALVA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DE CONSTRASTE PARA ALEMANHA, LUA E COROA, TEOR 900, DO INICIO DO SEC. XX. FORMA PAR COM A APREGOADA NO LOTE A SEGUIR.  BORDA RECORTADA COM RESERVAS APRESENTANDO TRIFÓLEOS. MONOGRAMA CENTRAL "CA". ALEMANHA, INICIO DO SEC. XX. 27 CM DE DIAMETRO. 560 G
  • RODRIGO SOARES, COMENDADOR (P0RTO, 1861  1948)   O VENDEDOR DE GALINHAS -  0ST  GRANDE  OBRA DO ARTISTA REPRESNTANDO VENDEDOR DE GALINHAS.ASSINADO PELO ARTISTA. RECONHECIDO PELA HABILIDADE EM PINTAR FIGURAS HUMANAS. A TEMÁTICA REGIONALISTA O ENCANTOU E DOMINOU SUA OBRA. O VENDEDOR DE GALINHAS FOI FEITO SOB ENCOMENDA DO CONDE EDUARDO PRATES E GUARNECEU DESDE ENTÃO A SALA DE JANTAR DA FAZENDA. SANTA GERTRUDES. BRASIL, SEC. XIX/XX.NOTA: Rodrigo Soares (Porto, 3 de março de 1861  São Paulo, 17 de maio de 1948) foi um artista português radicado no Brasil. Filho de José Soares Lopes e Emília de Almeida Guimarães, demonstrou aptidão para as artes desde jovem. Frequentou a Escola de Belas Artes do Porto, onde teve contato com figuras de renome no mundo artístico, como Guerra Junqueiro, Eça de Queiroz, Ricardo Severo, Carlos Reis, Bittencourt Rodrigues, Soares dos Reis, Sampaio (Bruno), João Chagas, Afonso Costa e Xavier de Carvalho E  Bittencourt Rodrigues. Também frequentou a  Escola de Belas Artes de Paris. onde conheceu , personalidades brasileiras, entre as quais Pedro Américo, Pedro Alexandrino, Almeida Júnior, Assis Brasil e Eduardo Prado. Por sugestão desses amigos, o artista português resolveu fazer uma exposição no Rio de Janeiro. Em 1893, mudou-se para São Paulo e passou a frequentar os salões das tradicionais famílias paulistanas, como o solar de dona Veridiana Prado. Ao casar-se com Mariana Lisboa Soares, entrou para a família de José Maria Lisboa, um dos fundadores do Diário Popular. Fez parte da administração do jornal por muitos anos. Mais tarde, chegou a mudar-se para Paris novamente, e sua casa passou a ser o ponto de encontro de brasileiros visitando a capital francesa. Muitas de suas obras fazem parte de acervos de museus no Brasil e no exterior. Um de seus quadros mais conhecidos é João de Deus ensinando a cartilha maternal, pertencente ao acervo do Museu João de Deus, em Lisboa. Suas telas retratando alguns dos principais escritores brasileiros, como Amadeu Amaral e Vicente de Carvalho, foram doadas à Academia Brasileira de Letras. Segundo o Diário Popular, Soares "foi sempre um ardoroso batalhador do robustecimento das relações luso-brasileiras", enquanto o jornal O Estado de S. Paulo o qualificou como "figura das mais representativas da coletividade portuguesa aqui em São Paulo domiciliada".Rodrigo Soares morreu em São Paulo, na manhã de 17 de maio de 1948, tendo sido enterrado no Cemitério da Consolação. Seu filho, Rodrigo Soares Júnior, seguiu como diretor e principal acionista do Diário Popular
  • BELASALVA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DE CONSTRASTE PARA ALEMANHA, LUA E COROA, TEOR 900, DO INICIO DO SEC. XX. FORMA PAR COM A APREGOADA NO LOTE ANTERIOR.  BORDA RECORTADA COM RESERVAS APRESENTANDO TRIFÓLEOS. MONOGRAMA CENTRAL "CA". ALEMANHA, INICIO DO SEC. XX. 27 CM DE DIAMETRO. 540 G
  • LINDA SALVA EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. GALERIA VAZADA DECORADA COM CERVOS CORRENDO ENTRE VEGETAÇÃO. PLANO COM BELOS GUILLOCHES COMPONDO LAURÉIS. MONOGRAMA FC. PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. 32 CM DE DIAMETRO. 845 G
  • FAZENDA SANTA GERTRUDES QUATRO COM 8 MOEDAS PRÓPRIAS DA FAZENDA SANTA GERTRUDES MANDADAS CUNHAR PELO CONDE EDUARDO PRATES. AS MOEDAS EQUIVALEM A MEDIDAS DE CAFÉ SENDO 1 ALQUEIRE, 5 ALQUEIRES, 10 ALQUEIRES E 20 ALQUEIRES ESTA COM MONOGRAMA DE EDUARDO PRATES (E P ENTRELAÇADO). POSSUEM A INSCRIÇÃO SANTA GERTRUDES, O VALOR MONETÁRIO E ABREVIAÇÃO DO NOME DO CONDE: ED. PRATES. A ÚNICA COM O MONOGRAMA DO TITULAR É A DE MAIOR VALOR PECUNIÁRIO. SANTA GERTRUDES, FINAL DO SEC. XIX. MOEDAS PARTICULARES NO BRASIL NÃO SÃO TÃO COMUNS E DEVEM SER TRATADAS COMO MATERIAL ESCASSO DENTRO DA NUMISMÁTICA. KURT PROBER, RELATOU EM SEU CATÁLOGO DE MOEDAS BRASILEIRAS, SOMENTE DUAS OCORRÊNCIAS EM SUA ÉPOCA. UMA DELAS PERTENCEU A COMPANHIA INHOMERIM, DE NICTEROY (RJ), SEM DATA, MAS COM VALOR FACIAL DE 120 RÉIS, A SEGUNDA SÃO AS MOEDAS TEMA DESTA POSTAGEM. AS MOEDAS DA FAZENDA BOM SUCESSO DE BATURITÉ - CE, DATADAS DE 1895. OS VALORES CORRESPONDEM A MEDIDAS DE CAFÉ COLHIDOS. 3O MM DE DIAMETRO (A MAIOR). NOTA: Na virada do sec. XIX/XX a Fazenda Santa Gertrudes tinha um grande contingente populacional, cerca de 2000 almas. A propriedade era muito mais habitada do que a maiuor parte dos municípios e vilas do interior do país. Para dar vasão a escassez do meio circulante nacional e buscar um incentivo a produção, o Conde Eduardo Prates fez cunhar moedas próprias da Santa Gertrudes com valores fiduciários de alqueires de café. Haviam moedas de 1, 5, 10 e 20 alqueires (Um Alqueire =36,27 litros de grão). Essas operações garantidas pelo café permitiam o pagamento de salários e pequenas transações sem que fosse necessário o uso do meio circulante oficial. Nos empórios da fazenda, entre os colonos, na cidade, essas moedas tinham valor garantido e circulavam normalmente em paralelo com a moeda oficial nacional. O erário do Conde Eduardo Prates era responsável pela troca das moedas em dinheiro corrente quando lhes fossem apresentadas as moedas próprias para resgate. Contudo a ocorrência de moedas particulares no Brasil é muito rara e no caso das produzidas na Fazenda Santa Gertrudes são muito bonitas! A crise do café e a desvalorização aguda da commodity causaram a extinção desse sistema monetário paralelo ao da moeda oficial.
  • ELEGANTE SALVA EM PRATA DE LEI ESTILO GEORGIANO. MARCAS DE CONTRASTE PARA ESPANHA, PRATEIRO PERES, CONTRASTE ESTRELA. BORDA RECORTADA. PLANO COM CAPRICHADOS GUILLOCHES E LINDOS PÉS EM GARRA E BOLA. ESPANHA, FINAL DO SEC. XIX. 32 CM DE DIAMETRO. 520 G
  • TRONCO OU VIRA MUNDO. O VIRA MUNDO SE ABRE EM DUAS METADES E SE FECHA POR INTERMÉDIO DE UM PARAFUSO COM UMA CHAVE PRÓPRIA PARA ABERTURA. HÁ NELE DOIS BURACOS GRANDES E DOIS PEQUENOS PARA OS PÉS E PARA AS MÃOS QUE SÃO PRESOS INVERSAMENTE, OU SEJA: MÃO DIREITA COM PÉ ESQUERDO, MÃO ESQUERDA COM PÉ DIREITO. ERA UM INSTRUMENTO ENCONTRADO EM AMBIENTES RURAIS NÃO SENDO EMPREGADO NAS RESIDENCIAS URBANAS. ESSE EXEMPLAR POSSUI A PARTICULARIDADE DE AINDA ESTAR ACOMPANHADO DE SUA CHAVE PARA ABRIR E FECHAR O INSTRUMENTO. BRASIL, PRIMEIRA METADE DO SEC. XIX. 53 CM DE COMPRIMENTO (FECHADO). BRASIL, SEC. XIX. 125 CM DE COMPRIMENTO. (A DARGENT LEILOES NÃO COMPACTUA OU FAZ APOLOGIA AO REGIME ESCRAVISTA DE QUALQUER GÊNERO, RAÇA OU COR, ESCRAVIDÃO NUNCA MAIS! ESSE ITEM NÃO É PROVENIENTE DO ACERVO DA FAZENDA SANTA GERTRUDES. NOTA: O Código Criminal de 1830 previa severas penas aos escravos, como as galés perpétuas e a pena capital. De grande aplicação era a pena do artigo 60, que consistia no açoite e no uso de gargalheiras como penas decorrentes da prática de atos previstos como crime. Esta pena deveria ser fixada judicialmente, por ação judicial do senhor contra o seu escravo. Cabia ao juiz fixar o número de açoites e o tempo pelo qual o escravo teria que usar a gargalheira, conforme previsão expressa do referido artigo: O numero de açoites será fixado na sentença; e o escravo não poderá levar por dia mais de cincoenta.. Ilustra-se o teor das decisões judiciais proferidas naquele período com sentença a seguir reproduzida, proferida pelo Juiz substituto da comarca de Piratini em Cangaçu (RS) no ano de 1871. Condeno cada um dos ditos réus a sofrer duzentos açoites, e a trazer uma gargalheira de ferro, singela, ao pescoço, de polegada e meia de largura, e de quatro linhas de espessura, pelo tempo de seis meses, devendo os mencionados réus sofrer os açoites nas grades da cadeia pública desta Villa, em razão de 50 por dia; depois do que serão entregues á seus senhores, que assinarão termo de obrigação de trazê-los com a gargalheira de ferro pelo tempo e maneira designados nesta sentença, devendo apresentá-los ao Juiz-Municipal deste Termo uma vez em cada mês, afim de verificar-se se é, ou não, cumprida a dita obrigação, até findar-se os seis meses marcados nesta mesma sentença.
  • ELEGANTE TABULEIRO EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA ESPANHA (ESTRELA). FEITIO RETANGULAR BORDA COM GODRONS. ALÇAS LATERAIS. ESTILO ART DECO. ESPANHA, INICIO DO SEC. XX. 43 CM DE COMPRIMENTO. 660 G
  • H.STERN SAFIRA - RELÓGIO TAMANHO GRANTE. CAIXA DE CRISTAL DE SAFIRA E AÇO, DETALHES COM ACABAMENTO EM OURO AMARELO PULSEIRA DE COURO FECHO DE AÇO COM ACABAMENTO EM OURO AMARELO MOVIMENTO A QUARTZO MOSTRADOR COM DIAMANTE LAPIDAÇÃO BRILHANTE CAIXA, MOSTRADOR, PULSEIRA E FECHO ASSINADOS FABRICADO NA SUÍÇA. 30 MM DE DIÂMETRO
  • ALFREDO CESCHIATTI - LARAS - (AS BANHISTAS). MAGNIFICO PAR DE ESCULTURAS EM BRONZE ENCAIXADAS SOB GRANDE BASE EM MÁRMORE. UMA DAS MAIS FAMOSAS CRIAÇÕES DE ALFREDO CESCHIATTI QUE ESTÃO NO ESPELHO D'AGUA DO PALÁCIO DA ALVORADA EM BRASÍLIA. 90 CM DE ALTURA A BASE TEM 221 X 75 . ASSINADA E COM SELO DA FUNDIÇÃO ZANI. NOTA: Filho de pais italianos, Alfredo Ceschiatti nasceu em 1918 em Belo Horizonte. Por volta de 1940, faz uma viagem à Itália onde descobre Miguel Ângelo e os pintores da Renascença. Em seu retorno, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes no Rio, decidindo-se aí, definitivamente, pela escultura. Corrêa Lima é seu professor, e recorre ainda, como orientadores, a Campofiorito, Lélio Landucci e Ubi Bava. Porém, abandona o curso no 3º ano.Em 1943, participando do Salão Nacional, ganha a Medalha de Bronze, e em 1944, a Medalha de Prata. Em 1945, atendendo ao convite de Oscar Niemeyer, realiza o baixo-relevo para a Igreja de São Francisco de Assis, em Pampulha. Com essa obra, ganha o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro. Permanece na Europa até 1948, quando volta e expõe no Rio, no Instituto de Arquitetos. Participa ainda da II Bienal de São Paulo e do II Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1956 vence o concurso para o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, que se cristaliza em cartão postal do Rio, assim como mais tarde As Banhistas, instaladas nos jardins do Palácio da Alvorada, em Brasília. A convite do arquiteto Oscar Niemeyer, de quem é colaborador constante, executa ainda em Brasília, os magníficos anjos da Catedral e a escultura Justiça em granito, em frente ao Supremo Tribunal Federal, na Praça dos 3 Poderes. Também As GÊMEAS da série desta apresentado nesse lote. Professor na Universidade de Brasília, até 1964, por ocasião de seu fechamento, da qual se demite solidário com os demais docentes, durante seus dois anos e meio de exercício, foi professor extraordinário, estabelecendo um clima de grande entusiasmo e empenho entre seus alunos. Suas magníficas, sensuais esculturas podem ser vistas em Berlim no conjunto residencial projetado por Oscar Niemeyer -, na Praça Patriarca em São Paulo, na Embaixada Brasileira, em Moscou, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e em várias coleções particulares.
  • ESPADA PII GUERRA DO PARAGUAI SABRE DE OFICIAL MODELO M1852. RARO SABRE DE OFICIAL DE INFANTARIA DO IMPÉRIO BRASILEIRO. GUARDA DECORADA COM COROA IMPERIAL RELEVADA , ALADA POR RAMO DE CAFÉ E FUMO. AO CENTRO INICIAIS PII ALUSIVAS AO IMPERADOR DOM PEDRO II. PEGA EM MADEIRA.  ESSE MODELO DE ESPADA FOI ENCOMENDADA PELO EXÉRCITO IMPERIAL BRASILEIRO A ÉPOCA DOS CONFLITOS DA GUERRA DO PARAGUAI NA DÉCADA DE 1860. BRASIL, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 97 CM DE COMPRIMENTO.
  • NOBREZA DE NAPOLEÃO BONAPARTE - BARÃO PIERRE-GEORGE DE MEULENAERE (1751-1825)  CAVALEIRO E BARÃO DO IMPÉRIO NOMEADO POR NAPOLEÃO I (NAPOLEÃO BONAPARTE), SENHOR DO MAJORATO DE MEULENAURE COM CASTELO E RENDA CONCEDIDA POR SUA MAJESTADE O IMPERADOR E REI NAPOLEÃO I. MUITO IMPORTANTE ESPADA DE CORTE DO TIPO RAPIERA COM CABO, GUARDA E POMO EM PRATA DE LEI CRAVEJADA COM RUBIS, ESMERALDAS, SAFIRAS ORIENTAIS E PÉROLAS BARROCAS. NOVE GRANDES ESMERALDAS EM CABOCHON, 8 GRANDES RUBIS E DUAS SAFIRAS ORIENTAIS. NA GUARDA EM RELEVO ÁGUIA IMPERIAL SOB COROA. NA PEGA BRASÃO EM RELEVO DO BARÃO PIERRE-GEORGE DE MEULENAER. BAINHA EM COURO E PRATA DE LEI COM INCRUSTRAÇÃO DE ESMERALDA EM CABOCHON. LÃMINA ADAMASCADA PROFUSAMENTE DECORADA TAMBÉM DOTADA DE MARCAS DA MANUFATURA REAL FRANCESA  KLINGENTHAL COULAUX AINÉ & CIE MARK, FABRICANTES DE LÂMINAS IMPERIAIS. UMA VERDADEIRA JÓÍA IMPERIAL. FRANÇA, PRIMEIRO QUARTEL DO SEC. XIX. 94 CM DE COMPRIMENTONOTA: BARÃO PIERRE-GEORGE DE MEULENAERE (1751-1825) COLETOR DOS VIGÉSIMOS  DO CONDADO DE FLANDRES, membro da chancelaria de Vieux-Bourg, Deputado do departamento de escalda no corpo legislativo nomeado pelo senado imperial em 1808. Foi criado Pierre-George de Meulenaëre, o9 de março de 1810, cavaleiro do Império , e, no dia 3 de agosto seguinte , barão do Império ( Assinado por Sua Majestade o Imperador e o Rei, no Trianon, 3 de agosto de 1810 ; e selado, pelo Conselho do titular do selo, no dia 10 do mesmo mês ). SOBRE A NOBREZA E HERÁLDICA NAPOLEÔNICA: Quando, por decretos de 1º de março de 1808, Napoleão criou a Nobreza do Império na França, o Imperador atribuiu-lhe um regulamento heráldico muito diferente daquele aplicado sob o Antigo regime.Enquanto novos brasões foram criados por ocasião do enobrecimento das famílias plebeias do Antigo Regime, as antigas famílias nobres voltaram a ser reconhecidas na nobreza do Império adaptaram as suas armas aos novos regulamentos.Após Waterloo e o colapso do Império, apenas os nobres mais relevantes permaneceram com brasões de pessoas da nobreza do Império e foram reconhecidos na restauração.As regras napoleónicas dizem apenas respeito ao direito de usar este ou aquele elemento de acordo com a sua posição ou função, mas de forma alguma põem em causa as regras puras da heráldica.O antigo regime também tinha definido regras que limitavam os direitos de utilização de determinadas figuras, como a flor-de-lis dourada num campo azul, reservada à realeza.
  • GENERAL FORTUNATO FLORES (1840-1902)  MANUFATURA BROQUA & SCHOLBERG  - FILHO DO GENERAL VENÂNCIO FLORES (1808-1868) DUAS VEZES PRESIDENTE DO URUGUAY (1854-1855 e 1865-1868). COMO PRESIDENTE DA REPUBLICA ORIENTAL DO URUGUAY COMANDOU O EXÉRCITO URUGUAIO NA GUERRA DO PARAGUAY. FOI ASSASSINADO EM PRAÇA PÚBLICA NO FINAL DE SEU SEGUNDO MANDATO COMO PRESIDENTE. RELATA A HSITÓRIA QUE O GENERAL FORTUNATO FLORES, AINDA TENENTE, REBELOU-SE EM ARMAS CONTRA A AUTORIDADE DE SEU PAI PRESIDENTE DA REPÚBLICA. MANUFATURA BROQUA & SCHOLBERG MONTEVIDEO.  MAGNIFICO SABRE DE GENERAL COM EMPUNHADURA EM BRONZE ORMOLU. ACOMPANHADO DE FIEL EM FIOS DE OURO E BORDADO EM PRATA. GUARDA ARTISTICAMENTE CINZELADA COM FIGURA DE INDIOS QUE ADORNAM ESCUDO COM ESPADAS CRUZADAS, MAÇAS MEDIEVAIS E MACHADO. A LAMINA ADAMASCADA REALÇADA EM OURO TEM INSCRIÇÃO EM RELEVO GENERAL FORTUNATO FLORES. TAMBÉM ELEMENTOS VEGETALISTAS. PEGA REMATADA POR FIOS EM BRONZE TRANÇADOS FINALIZADOS EM OURO. UM MARAVILHOSO SABRE. URUGUAY, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 98 CM DE COMPRIMENTO. NOTA: Em 1839, Venancio Flores  foi eleito chefe político do departamento de San José. Ele lutou na "Guerra  contra Manuel Oribe e seus apoiadores argentinos. Ele se tornou uma figura importante no Partido Colorado e formou um triunvirato com Fructuoso Rivera e Juan Antonio Lavalleja em 1853. Ele serviu como presidente interino do Uruguai e permaneceu no poder até agosto de 1855, quando foi deposto pelo presidente Blanco Manuel P. Bustamante, o que resultou na guerra civil e no refúgio de Flores na Argentina. Em 1863, ele iniciou uma rebelião (Cruzada Libertadora ou Cruzada do Libertador) contra o presidente do Blanco Bernardo Berro, o que levou à guerra civil no Uruguai. Com a ajuda de argentinos e brasileiros, em fevereiro de 1865 tomou Montevidéu.Quatro dias depois de deixar o cargo de presidente, Flores foi assassinado por um grupo de assassinos não identificados. Mas embora os assassinos de Flores não tenham sido formalmente identificados, pode-se acrescentar que como pano de fundo de seu assassinato está a intermitente Guerra Civil Uruguaia, que continuou durante grande parte do século XIX entre Colorados e Blancos.
  • MACEDÔNIA DO NORTE SOB IMPÉRIO OTOMANO  FORMIDÁVEL OLIFANTE/TROMPA DE CAÇA ESCULPIDA EM MARFIM COM GUARNIÇÃO EM PRATA DE LEI. CORRENTES TAMBÉM EM PRATA DE LEI.  OS ENTALHES ARTÍSTICOS E PRECIOSOS APRESENTAM A CAÇADA DAS GUERREIRAS AMAZONAS. MONTADAS EM SEUS CAVALOS AS MULHERES NUAS ARMADAS DE LANÇAS SÃO APRESENTADAS ENTRE DEZENAS DE ANIMAIS ABATIDOS. SÃO CERVOS, LEBRES, JAVALIS E MUITOS CÃES QUE PARTICIPAM DA CAÇADA. INSCRIÇÕES EM RELEVO NO MARFIM EM IDIOMA MACEDÔNICO FAZEM REFERÊNCIA A MACEDÔNIA E AO REI FELIPE II (PAI DE ALEXANDRE O GRANDE). INCRÍVEL A QUALIDADE DOS ENTALHES E TAMBÉM A PROFUSÃO DE DETALHES QUE FOI DOTADA A PEÇA. A PRATA TEM CONTRASTE GENTÍLICO. UMA PEÇA FORMIDÁVEL DIGNA DE MUSEU! MACEDÔNIA, SEC. XVIII, 37 CM DE COMPRIMENTO. NOTA: Olifante é um instrumento sonoro da Idade Média, uma espécie de corneta feita de marfim de elefantes, donde provém seu nome. Era usado no exército e em caçadas para emitir sinais e chamados sonoros simples, uma vez que não possui orifícios para produção de escalas. Usualmente eram levados em batalhas pelos comandantes, para reunir ou avisar as tropas, sendo um dos emblemas do comando. Podiam ser ricamente decorados com entalhes ou aplicações de adornos em metal.O olifante é citado na Canção de Rolando. Neste célebre poema, Rolando, um cavaleiro franco, leva consigo um olifante enquanto servia na retaguarda do exército de Carlos Magno. Quando foram atacados, na Batalha de Roncesvales, Oliver diz para Rolando soar o olifante para chamar por ajuda, mas o herói se nega a fazê-lo. Quando finalmente concorda, já é tarde demais, estando a batalha já quase perdida. Então ele tenta quebrar seu olifante e sua espada, para que não caíssem em mãos do inimigo.
  • REMONTOIR - RARO E GRANDE  RELOGIO COM CAIXA EM OURO 18K DOTADO DE SONERIA COM REPETIÇÃO PARA HORA E QUARTOS DE HORA. FUNCIONANDO. MOSTRADOR ESMALTADO COM ALGARISMOS ROMANOS. ACOMPANHA CHATELEINE EM OURO 18K COM DUAS CORES (BRANCO E AMARELO.  CHATELEINE TEM 9,4 G EM OURO E O RELOGIO TEM  86,4 G (PESO COM A MAQUINA). 55 MM  DE DIAMETRO
  • BACCARAT  FEITAS SOB ENCOMENDA DA  LUXUOSA MAISON "AU VASE ETRUSQUE 20 BD MALESHERBES PARIS" DE LOUIS DAMON (1860-1947) . EXUBERANTE PAR DE GRANDES COMPOTIERES EM CRISTAL DE BACCARAT COM FEITIO DE CESTAS DE FRUTOS. NO FUNDO MARCAS DA MAISON "AU VASE ETRUSQUE 20 BOULEVARD MALESHERBES PARIS". IMPRESSIONANTE EXECUÇÃO. O CORPO É EM FEITIO DE CESTA E A TAMPA UM MACIÇO BLOCO COM REPRESENTAÇÃO DE FRUTOS  RELEVADOS. TEM UMA CURIOSA PARTICULARIDADE DE POSSUIR NA CONCEPÇÃO DOS FRUTOS ELEMENTOS TROPICAIS COMO CAJU E BANANA. ALÉM DISSO ESTÁO REPRESENTADOS UVAS, PÊSSEGOS, PERAS, MAÇAS, POMELOS E NOZES. SOB A BASE GRAVADO EM OURO A MARCA DA MAISON AU VASE ETRUSQUE. AS COMPOTIERES DESTACAM-SE PELA BELEZA MAS TAMBÉM PELA ROBUSTEZ, CADA UMA PESA 3825 G. UM TRIBUTO AO BOM GOSTO DAS MESAS ELEGANTES DO FINAL DO FINAL DO SEC. XIX. 22 CM DE DIAMETRO POR 17 CM DE ALTURA.NOTA: LOUIS DAMON (1860-1947) - Louis Damon tornou-se proprietário da loja "Au Vase Etrusque" na 20 rue Malesherbes em Paris em 1887 aos 27 anos. Muito criativo, ele tem uma oficina de decoração e fabrica seus próprios modelos para revenda. Em 1889, os irmãos Daum o contrataram para terminar os vasos Berluze com alças longas. Ele os trabalha em seu estúdio, Grava-os finamente em camafeu ou entalhe com motivos vegetais que ele mesmo desenha em estilo Art Nouveau. Também distribui uma variedade de artigos de vidro de Vallerysthal, Portieux e Baccarat. Premiado em 1900 durante a Exposição Universal de 1900 com uma medalha de prata, juntou forças com seu cunhado Delente. Ele então assinou Damon e Delente/Au Vase Etrusque. Na década de 1920, a loja mudou-se para 4 avenue Pierre 1er de Serbia em Paris. Torna-se Etablissements Damon com oficinas localizadas na 13 rue Verniquet em Paris, produzindo eletrodomésticos e vitrais artísticos. As criações de Louis Damon entre 1889 e 1905 levam a assinatura LDamon, LDamon/Parus ou DAMON/PARIS, às vezes seguida do endereço 20, bd Malesherbes.
  • CONDE GUILHERME PRATES - REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA RARO CARTAZ COM PROPAGANDA MOTIVACIONAL DIRIGIDO AOS JOVENS PAULISTAS: AVANTE! CADA PAUSLISTA VÁLIDO É UM SOLDADO. MOSTRA UM SOLDADO CONSTITUCIONALISTA AVANÇANDO COM FUZIL E BAIONETA COM BANDEIRAS DE SÃO PAULO E BRASILEIRA. ABAIXO A SIGLA MMDC (ACRONIMO DO NOME DOS MÁRTIRES DO MOVIMENTO CONSTITUCIONALISTA). SÃO PAULO, 1932, 69 X 50 CMNOTA: M.M.D.C. é o acrônimo pelo qual se tornaram representados os nomes dos mártires do Movimento Constitucionalista de 1932, que culminou no levante denominado como Revolução Constitucionalista, eclodido em 9 de julho daquele ano. As iniciais representam os nomes dos manifestantes paulistas Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, mortos por tropas federais ligadas ao Partido Popular Paulista (PPP), um grupo político-militar sustentáculo do regime de Getúlio Vargas, em uma manifestação ocorrida na noite de 23 de maio de 1932, evento que antecedeu e foi uma das razões para o grande conflito daquele ano. A sigla também representou a organização clandestina que conspirou para o levante e posteriormente coordenou os esforços de guerra, no recrutamento, arrecadação de fundos e recursos, bem como a distribuição desses para os soldados do Exército Constitucionalista. Atualmente, os restos mortais dos estudantes estão sepultados no mausoléu do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, e seus nomes estão incluídos no Livro de Heróis da Pátria.3Em 1932, o Brasil vivia um período do regime de Getúlio Vargas em que era governado de forma discricionária, sem uma Constituição Federal que delimitasse os poderes do Presidente da República ou estabelecesse as articulações entre os três poderes. Somando-se a isso, tampouco havia Congresso Nacional, Assembleia legislativa e Câmaras municipais. Além disso, os estados federados perderam grande parte da autonomia que tinham na vigência da Constituição de 1891, pois Vargas nomeava interventores leais ao seu regime e em sua maioria "tenentes" ligados ao Clube 3 de Outubro, que por vezes entravam em atritos com os grupos políticos dos respectivos estados. A situação de São Paulo nesse contexto era uma das mais críticas do país, dado a contínua e crescente insatisfação com a forma com que Vargas lidava politicamente com o estado. Contrários à ditadura Vargas, a população paulista começou a protestar, o que resultou em uma série de manifestações iniciada por aquela ocorrida na Praça da Sé em 25 de janeiro de 1932, no dia do aniversário da cidade de São Paulo, em que se aglomeraram cerca de 100 mil pessoas. Ao longo dos meses seguintes a insatisfação popular se acentuou. No dia 23 de maio de 1932, durante outra manifestação, um grupo tentou invadir a sede do Partido Popular Paulista (PPP), ex-Liga Revolucionária, um grupo político-militar encabeçado por Miguel Costa, fundado após a Revolução de 1930 e sustentáculo de apoio no estado ao regime de Getúlio Vargas, cuja sede era na Rua Barão de Itapetininga esquina com a Praça da República, na cidade de São Paulo. Os governistas da organização político-militar, se antecipando à provável invasão, resistiram por meio de armas e granadas tão logo os manifestantes se postaram na frente do edifício. Após a fuzilaria, houve vários feridos e mortos, entre os quais, os nomes das pessoas que deram origem a sigla M.M.D.C: Mário Martins de Almeida,Euclides Miragaia,Dráusio Marcondes de Sousa eAntônio Américo Camargo de Andrade.Os jovens Martins, Miragaia e Camargo pereceram já durante o confronto. O jovem Dráusio, na data com 14 anos, morreu cinco dias depois no hospital de uma peritonite traumática, em virtude dos ferimentos. Um quinto ferido, o jovem Orlando de Oliveira Alvarenga, morreu em 12 de agosto de 1932, após quase três meses internado no mesmo hospital e no quarto ao lado onde antes falecera Dráusio. Por essa razão não teve seu nome associado ao movimento. O jornal A Gazeta, na edição de 24 de maio de 1932, apresentou detalhes da ocorrência da noite anterior em uma reportagem de capa, conforme os trechos principais:Um tanto desprevenidos, os que se dirigiam ao P.P.P. logo trataram de forçar a entrada do prédio em que está installada essa agremiação, tentando, ainda escalar a parede principal. Nesse momento, entretanto, foram surprehendidos por violenta descarga de armas de fogo, partida de um dos andares do edifício. Este inesperado ataque poz em pânico os populares, que se dispersaram, espalhando-se pelas adjacências. Mas, refeitos da surpreza, tornaram a concentrar-se promptos a responder aos tiros contra elles disparados. Elegendo as arvores do jardim da praça como trincheiras, os populares servindo-se de seus revólveres, trataram de obter um desforço, rompendo fogo cerrado contra a sede. Os que estavam acoutados nesta também respondiam intensamente com suas armas automáticas.Em poucos minutos o local se transformou em verdadeira praça de guerra. Os que estavam alheios ao conflicto trataram de abrigar-se nas raras casas que conservavam suas portas abertas. Cerca de um quarto de hora decorreu, até que um esquadrão de cavallaria surgiu. O seu commandante estava incumbido de normalizar a situação. Tentativa inútil porque á sua apparição violentíssimo tiro de barragem, feito com fuzis-metralhadora, partiu da sede do P.P.P. Também foi solicitada a presença de bombeiros. Os valentes soldados do fogo equalmente nada puderam fazer, visto que os sitiados descarregaram suas armas contra os milicianos, obrigando-os a retroceder.A medida que o tempo corria, mais e mais se exaltavam os ânimos dos populares que de vez em vez procuravam achegar-se ao prédio em que está situada a sede do P.P.P. Mas por mais esforços que dispendessem, essas tentativas eram repellidas. Finalmente, servindo-se de um bonde que surgira, foram até ás proximidades. A multidão, porém, foi alvo de intensa fuzilaria. Enquanto isso, o serviço de soccorro era feito pelas ambulâncias da Assistencia Publica, que também eram attingidas propositalmente pelos tiros partidos da sede da antiga Legião. Os feridos, após os primeiros curativos de emergência, na sua maioria eram transportados para o hospital da Santa Casa.Vão passando as horas. Nesse intermédio, verifica-se que os sitiados estavam de posse de grande quantidade de munição, porquanto até de granadas de mão se serviam para afastar a multidão. O cerco, todavia, a mais e mais se intensificava. Também do lado da praça da Republica era feito fogo contra os populares. Um deste, foi attingido em cheio por uma granada de mão, tendo morte instantânea. A confusão era horrível e o povo, indignado com a attitude da gente que se escondia no P.P.P. decidira, de qualquer forma, entrar na sede. Os bombeiros chegados ao local, nada puderam fazer pois foram também recebidos a bala, retirando-se logo para regressarem de novo, armados. Até quasi duas horas de hoje era intensa a fuzilaria. Uma ambulância e um carro de bombeiros foram attingidos por granadas. A Gazeta, 24 de maio de 1932.Logo após o atentado, foi criada a sigla MMDC a partir dos nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, para representar os mártires da causa Constitucionalista. Essa sigla ao mesmo tempo passou a representar uma organização civil clandestina que inicialmente passou a conspirar para o levante contra a ditadura de Getúlio Vargas. Após eclodido o levante, em 9 de julho de 1932, a organização passou a realizar o recrutamento dos voluntários para os combates, treinamento militar e demais esforços de guerra, além de arrecadar fundos e recursos em prol do conflito. Durante o levante, a organização fazia uma intensa e coordenada campanha por todo o estado de São Paulo para o alistamento voluntário. O levante veio a ser denominado de Revolução Constitucionalista.
  • CONDE GUILHERME PRATES - REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA RARO CARTAZ COM PROPAGANDA MOTIVACIONAL DIRIGIDO AOS JOVENS PAULISTAS: PAULISTAS ÁS ARMAS! MOSTRA UM SOLDADO CONSTITUCIONALISTA TOCANDO CORNETA E NA PARTE INFERIOR  AS CORES DA BANDEIRA DO BRASIL E A SIGLA MMDC (ACRONIMO DO NOME DOS MÁRTIRES DO MOVIMENTO CONSTITUCIONALISTA). SÃO PAULO, 1932, 72 X 47 CMNOTA: A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil. Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do ex-presidente do estado de São Paulo, Júlio Prestes, na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís colocando fim à República Velha, invalidando a Constituição de 1891 e instaurando o governo provisório, chefiado pelo candidato derrotado das eleições de 1930, Getúlio Vargas. Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história. No total, foram 87 dias de combates (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo os últimos dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates. São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934.

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