Peças para o próximo leilão

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  • CENTENÁRIO DO ENGENHO CENTRAL QUISSAMÁ  MACAÉ  MEDALHA GRAVADA EM PRATA DE LEI 900 NO ANO DE 1977. VERSO PAINEL DE SAMI MATTAR REPRESENTANDO A ATIVIDADE AÇUICAREIRA E NO ANVERSO CASA DA FAZENDA QUISSAMÃ. NO ESTOJO ORIGINAL. 7,2 X 53 CM 118,6 GNOTA: Inicialmente, os engenhos eram movidos a tração humana, tração animal (trapiches) ou moinhos d´água. A produção artesanal gerava vários tipos de açúcar com qualidades variáveis, e a linha de produtos podia incluir também aguardente, melado e rapadura. Por volta de 1850, há uma grande concentração econômica com a implantação de engenhos com máquinas a vapor que são muito mais eficientes do que todos os outros. Os proprietários de terra desativaram seus engenhos e passaram a vender a cana-de-açúcar para o Cia Engenho Central de Quissamã que levantou um financiamento se para se instalar e adquirir os equipamentos mais modernos. Em 1865, em Quissamã, só há engenhos com máquinas a vapor cujos donos eram os grandes proprietários. Após 1850, a produção de açúcar do norte fluminense, mesmo com preços estáveis, cresceu em média 3,62% ao ano e atingiu o seu máximo (no século XIX) no ano de 1872. A capacidade produtiva dos engenhos com máquinas a vapor atingiu então seu limite máximo havendo necessidade de aumentar a produção com eficiência, o que só seria possível com a concentração e especialização em plantas produtivas maiores. A Revolução Industrial já tinha criado as soluções tecnológicas necessárias, seja com equipamentos maiores e mais eficientes, seja com o uso de ferrovias capazes de levar a cana-de-açúcar da plantação até a unidade de processamento e o açúcar produzido até o mercado consumidor. Existiam dois modelos de produção a serem adotados: o engenho central e a usina de açúcar. Um engenho central era uma planta industrial moderna que recebia cana-de-açúcar de diversos plantadores independentes e produzia açúcar e, às vezes, aguardente. Operava como uma cooperativa, mas com caráter semi-oficial, pois era obrigada a processar a cana de terceiros. Já uma usina processava a cana-de-açúcar de apenas um plantador, que podia escolher ou não processar a cana-de-açúcar de terceiros. O próprio governo imperial percebeu a importância da modernização da produção de açúcar e criou linhas de subsídio ao crédito para construção de engenhos centrais. Uma das formas de subsídio foi que o governo garantia que os juros dos empréstimos tomados para construção de engenhos centrais não fossem superiores a um determinado valor. A construção de usinas não recebeu subsídios ao crédito. Alguns requisitos para concessão do crédito inibiam, mas não proibiam, que os engenhos utilizassem mão-de-obra escrava.Diversos proprietários de engenhos, individualmente ou em grupos, passaram então a pensar em erguer usinas ou engenhos centrais. O projeto empresarial do Engenho Central de Quissamã foi baseado no famoso Relatório de Burton sobre os engenhos centrais da Martinica, documento traduzido e estudado por João José Carneiro da Silva, o barão de Monte Cedro. Este documento convenceu um grupo de pessoas que eram filhos, genros e netos do 1º Barão e Visconde de Araruama a fundar o primeiro Engenho Central de açúcar da América Latina e a desativar os engenhos obsoletos das fazendas. O Engenho Central de Quissamã foi inaugurado em 12 de Setembro de 1877 com a primeira moagem acompanhada pelo imperador Dom Pedro II e pela imperatriz Teresa Cristina. O primeiro presidente do Engenho Central de Quissamã foi Bento Carneiro da Silva, o futuro conde de Araruama, o qual foi sucedido por seu irmão Manuel Carneiro da Silva, visconde de Ururaí, que dirigiu a empresa por 26 anos. Os primeiros diretores foram o tenente-coronel João Caetano Carneiro da Silva (futuro barão e visconde de Quissamã), José Ribeiro de Castro Sobrinho e Francisco Pereira do Nascimento. Os primeiros fiscais (da administração) foram o comendador José Ribeiro de Castro e Manuel Antônio Ribeiro de Castro.  medida que o Brasil se industrializava, as usinas de açúcar do estado de São Paulo compravam equipamentos modernos das indústrias nascentes. Assim o estado de São Paulo superou o norte fluminense e depois tornou-se a região brasileira de maior produção de açúcar e álcool. O Engenho Central de Quissamã não recebeu investimentos significativos para modernização durante o século XX. Quando foi desativado, em 2003, ainda utilizava uma máquina a vapor do século XIX, uma raridade tecnológica, que era a mais antiga em operação no mundo. Também nunca houve preocupação com danos ao meio-ambiente, o que era comum entre os empresários da época. Durante mais de 100 anos, cargas poluidoras líquidas foram lançadas no canal Campos-Macaé e, portanto, levadas para a região do atual Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Em 1967, o Instituto do Açúcar e do Álcool obrigou a desativação de usinas de açúcar com pouca capacidade de produção. Mais da metade das usinas então existentes são fechadas no estado do Rio de Janeiro. Apesar de ter mudado pouco desde a sua inauguração, o Engenho Central de Quissamã é um dos puderam permanecer em operação, mesmo assim não consegue acompanhar o ritmo de modernização do setor açucareiro. Seus últimos proprietários foram Joaquim Bento e Edilberto Ribeiro de Castro, descendentes de alguns dos sócios-fundadores. Em janeiro de 2003, o grupo Empresas JP, pertencente ao empresário pernambucano José Pessoa, arrendou 8 mil hectares de terra do Engenho Central de Quissamã para o plantio de cana. Entretanto, apesar de várias promessas de reabertura, a usina está fechada até hoje e já foi desmantelada.
  • CENTENÁRIO DO TEATRO DA PAZ EM BELÉM DO PARÁ  MEDALHA EM PRATA TEOR 900 CUNHADA EM 1978 PELA CASA DA MOEDA. VERSO FACHADA DO TEATRO POR ALUISIO CRAVO. ANVERSO REPRESENTAÇÃO DA PEÇA AS DUAS ORFÃS, DE A. DENNER PEÇA INAUGURAL DO TEATRO. 7,2 X 53 CM 111 G.
  • CINQUENTENÁRIO DA INAUGURAÇÃO DA ESTATUA DO CRISTO REDENTOR NO RIO DE JANEIRO  CASA DA MOEDA DO BRASIL   MEDALHA CUNHADA EM PRATA 900 EM 1981 . ACONDICIONADA EM SEU ESTOJO ORIGINAL COM CERTIFICADO ACOMPANHA TAMBÉM RECORTE DE JORNAL DA ÉPOCA DO LANÇAMENTO NOTICIANDO A CUNHAGEM DA MEDALHA. ANVERSO: IMAGEM DA ESTÁTUA DO CRISTO REDENTOR. REVERSO CRUZ LATINA E A LEGENDA A REDENÇÃO PELA FÉ. 50 MM. 64 G
  • DOLAR DE PRATA COMEMORATIVO DO BICENTENARIO DA CONSTITUIÇÃO AMERICANA EM 1987. CUNHADO EM PRATA DE LEI. ACONDICIONADO EM SEU ESTOJO ORIGINAL. 26,7 G
  • ORDEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE VILA VIÇOSA PADROEIRA DO REINO.  GRAN CRUZ HONORÁRIA CONFERIDA A TITULAR DE TITULO DE NOBREZA.  RICA PLACA CONSTRUÍDA EM OURO, PRATA COM VERMEIL E ESMALTES. PLACA IRRADIADA SOBRE A QUAL ESTÃO APOSTAS NOVE PEQUENAS ESTRELAS BRANCAS E, ENCIMADA POR COROA REAL, ESTRELA BRANCA DE NOVE PONTAS. AO CENTRO, MEDALHÃO REDONDO COM AS LETRAS A E M ENTRELAÇADAS, EM RELEVO, CIRCUNDADO POR ORLA AZUL-FERRETE COM A LEGENDA "PADROEIRA DO REINO". ESSE EXMPLAR EM PARTICULAR É MUITO ANTIGO, O QUE SE DENOTA PRINCIPALMENTE PELO FATO DE NÃO POSSUIR MARCAS DE FABRICANTE, REMONTA PORTANTO AOS PRIMEIROS ANOS DA ORDEM.  PRIMEIRA METADE DO SEC. XIX. 9 CM DE ALTURA. 48,9 GNOTA: A ordem foi instituída pelo rei D. João VI no Rio de Janeiro em 6 de Fevereiro de 1818 para perpetuar a memória da sua aclamação como sucessor do Reino Unido, mas o alvará da ordem foi baixado apenas um ano depois, no dia 10 de setembro de 1819. Foi desenhada por JEAN-BAPTIST DREBRET. O objetivo de D. João VI, Grão-Mestre da nova Ordem Militar, era homenagear Nossa Senhora da Conceição a padroeira de Portugal, pois o país havia superado as guerras napoleônicas que tinham assolado Portugal e a Europa. EM RECONHECIMENTO E DEVOÇÃO À PADROEIRA DO REINO, TODOS OS MEMBROS DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA RECEBERAM A CATEGORIA DE GRÃ-CRUZES EFETIVOS. A REAL ORDEM ERA COMPOSTA POR CINCO GRAUS, ALÉM DE GRÃO-MESTRE, PRIVATIVO DO REI. OS GRAUS DECRESCENTES ERAM: AS GRÃ-CRUZES HONORÁRIAS, CONFERIDAS A PESSOAS QUE TIVESSEM TÍTULO DE NOBREZA; AS COMENDAS, AOS QUE TIVESSEM FILIAÇÃO DE FIDALGO NA CASA REAL; AS INSÍGNIAS DE CAVALEIRO.
  • MOEDAS COMEMORATIVAS DAS OLIMPIADAS DA GRÉCIA DE 1981. CUNHADAS EM PRATA DE LEI. 100 DRACMAS (ANTIGO SALTO EM DISTÂNCIA OLÍMPICO), 250 DRACRMAS (ANTIGO LANÇAMENTO DE DARDO OLÍMPICO) E 500 DRACMAS (ANTIGA CORRIGA NO ESTÁDIO OLÍMPICO. COM CERTIFICADO. GRÉCIA, DEC. 80. ACONDICIONADAS EM SEU ESTOJO ORIGINAL.
  • CINCO MOEDAS DE 1 DOLAR EM PRATA DE LEI DATADAS DE 1892, 1898, 1900, 1901, 1922. 38 MM DE DIAMETRO. 132,9 G (PESO TOTAL)
  • BENGALA COM CASTÃO EM OURO E CANA EM PRECIOSO ÉBANO . BELO TRABALHO DE OURIVESSARIA  COM RAMAGENS RELEVADAS. INICIAIS MNP. EUROPA, SEC. XIX/XX. 89 CM DE COMPRIMENTO
  • TOBBACO JAR  JARRO DE FUMO DE TABACARIA. GRANDE JARRO PARA FUMO EM FAIANÇA POLICROMADA COM GUARNIÇÕES EM METAL. POSSUI A MARCA TOBACCO SWEET RETURNS (DOCE RETORNO) E O SÍMBOLO DE UM VELEIRO ENTRE FOLHAS DE FUMO ALADO POR UM INDIO SUL AMERICANO E UM ÁRABE FUMANDO EM GRANDE CAXIMBO.  FUNDO NA TONALIDADE VERDE. HOLANDA, INICIO DO SEC. XX. 37 CM DE ALTURA
  • BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO  - RARO EQUIPAMENTO DE TRANSMISSÃO (STOCK TICHER) MANUFATURA DE T.A.EDISON, INC, INICIO DO SEC. XX. OFERTADA PELA BOLSA DE VALORES AOS BANQUEIROS DA FAMÍLIA PAPA, DO EXSTINTO BANCO LAVRA. COM PLACA DE IDENTIFICAÇÃO. PERTENCEU AO ANTIGO SERVIÇO DE TRANSIMISSÃO DA BOLSA DE SÃO PAULO, MEADOS DO SEC. XX. 36 CM DE ALTURANOTA: STOCK TICHER era o equipamento utilizado para transmitir as negociações nas bolsas de valores. A fita ticker foi o primeiro meio elétrico de comunicação financeira dedicado, transmitindo informações sobre o preço das ações por meio de linhas telegráficas , em uso por volta de 1870 a 1970. Consistia em uma tira de papel que passava por uma máquina chamada transmissor da  bolsa de valores , que imprimia nomes de empresas abreviados em ordem alfabética símbolos seguidos por informações de volume e preço de transação de ações numéricas. O termo "ticker" veio do som feito pela máquina enquanto ela era impressa. O ticker taper revolucionou os mercados financeiros, pois transmitiu informações dos pregões de forma contínua e simultânea através de distâncias geográficas.  A fita adesiva de papel tornou-se obsoleta na década de 1960, à medida que a televisão e os computadores eram cada vez mais usados para transmitir informações financeiras. O conceito do ticker da bolsa vive, entretanto, nos tickers eletrônicos exibidos nas paredes das corretoras e nos canais de notícias e de televisão financeiros. Os telégrafos com o preço das ações foram inventados em 1867 por Edward A. Calahan , um funcionário da American Telegraph Company  As máquinas de cotações da bolsa são um ancestral da moderna impressora de computador , sendo uma das primeiras aplicações de transmissão de texto por um fio para um dispositivo de impressão , baseado no telégrafo de impressão . Isso usava a tecnologia das máquinas telegráficas então recentemente inventadas , com a vantagem de que a saída era um texto legível, em vez dos pontos e travessões do código Morse . Uma máquina de escrever especial projetada para funcionar com fios telegráficos foi usada na extremidade oposta da conexão do fio telegráfico com a máquina de cotação. O texto digitado na máquina de escrever era exibido na máquina ticker na extremidade oposta da conexão. As máquinas imprimiram uma série de símbolos de ação (geralmente formas abreviadas do nome de uma empresa), seguidos por informações breves sobre o preço das ações dessa empresa; em uma  fina tira de papel . A palavra ticker vem do ruído distinto de batidas (ou tique - taques ) que as máquinas fazem durante a impressão. Pulsos na linha telegráfica faziam uma roda de letras girar passo a passo até que o símbolo correto fosse alcançado e então impresso. Uma roda de letra típica de 32 símbolos tinha que girar em média 15 etapas até que a próxima letra pudesse ser impressa, resultando em uma velocidade de impressão muito lenta de um caractere por segundo.  Em 1883, os teclados transmissores de ticker assemelhavam-se ao teclado de um piano com teclas pretas indicando letras e as teclas brancas indicando números e frações, correspondendo a duas rodas de tipo giratório nas impressoras de fita ticker conectadas. Os tickers mais novos e eficientes tornaram-se disponíveis na década de 1930, mas esses tickers mais novos e melhores ainda tinham um atraso de aproximadamente 15 a 20 minutos. As máquinas ticker tornaram-se obsoletas na década de 1960, substituídas por redes de computadores ; nenhum foi fabricado para uso por décadas.
  • MARTELO DE LEILOEIRO   RÉPLICA DO UTILIZADO NA SALA DE NEGOCIAÇÕES DA BOLSA DE SÃO PAULO. COM PLACA DE DEDICATÓRIA. OFERECIDO AOS BANQUEIROS DA FAMÍLIA PAPA DONOS DO EXTINTO BANCO LAVRA. ERA OFERTADO POR OCASIÃO DE NEGOCIAÇÕES IMPORTANTES NA BOLSA. ACONDICIONADO EM SEU ESTOJO ORIGINAL EM MADEIRA. 16 CM DE COMPRIMENTO. 21 CM DE COMPRIMENTO.
  • PESO DE PAPEL COM FORMATO DE BARRA DE OURO. COM MARCAS DO CREDIT SUISSE. AS INCRIÇÕES 500G GOLD 999,9 E A NUMERAÇÃO. 13 CM DE COMPRIMENTO
  • PRATA DE LEI INGLESA - REMANESCENTE DE FAQUEIRO EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA CIDADE DE SHEFFIELD E PRATEIRO AARON HAADFIELD E LETRA DATA PARA O INÍCIO DO SEC. XX. COMPOSTO DE  78 PEÇAS SENDO: 12 GARFOS DE JANTAR, 10 COLHERES DE SOPA, 11 GARFOS PARA DOCE, 11 COLHERES DE CHÁ, 10 COLHERES DE CAFÉ, 9 FACAS PARA PEIXE (CABO E LÂMINA EM PRATA), 7 FACAS PARA SOBREMESA, 8 FACAS PARA CARNE. PESO DAS PEÇAS QUE NÃO POSSUEM LÂMINAS EM METAL: 2910 G PESO DAS PEÇAS COM LÂMINA DE METAL 1280 G. PESO TOTAL: 4190 G
  • MAPPIN & WEBB  PRECIOSO CABINET TOILLETE EDUARDIANO  REVESTIDO EM RÁDICA. INTERIOR SE ABRE COM TAMPA BASCULANTE E DIVERSAS GAVETAS E COMPARTIMENTOS COM ACESSÓRIOS PARA TOILLETE COM GUARNIÇÃO EM PRATA DE LEI COM VERMEIL, CRISTAL E MARFIM. PRATELEIRAS COM ONIX QUE SE ABREM, PARA AS LATERAIS. NO ALTO DA PEÇA HÁ UM BOTÃO QUE LIBERA A GAVETA NA PARTE INFERIOR. TAMBÉM HÁ UMA GAVETA LATERAL. ACOMPANHA UMA NOTA DE VENDA EM ANTIQUÁRIO COM SELO DA DECADA DE 1950. SÃO DOIS FRASCOS PARA PERFUME EM CRISTAL E PRATA VERMEIL, DOISW FRASCOS EM MARFIM COM MONOGRAMA, 1 ANELEIRA EM CRISTAL COM BORDA EM PRATA DE LEI E MAIS QUINZE OUTRO UTENSÍLIOS EM MARFIM E METAL. O CABINET É ENCAIXADO SOBRE BASE SUSTENTADA POR QUATRO PÉS REUNIDOS POR TRAVAS EM CABRIOLLE.  PEÇA EXTRAORDINÁRIA, DELICADA E VERDADEIRAMENTE ENCANTADORA! INGLATERRA, INICIO DO SEC. XX. 26 X 27 X 85 CM
  • GENTIL GARCEZ  - OSP -  ARRASTÃO COM JUNTA DE BOIS  LINDA OBRA PICTÓRICA DE GENTIL GARCEZ, O GRANDE PINTOR MARINHISTA  NO LITORAL SANTISTA. A CENA RETRATA UM BARCO DE PESCADORES  NA PRAIA DEPOIS DE LARGAR AS REDES. ENQUANTO UM HOMEM PERMANECE NO BARCO OUTROS QUATRO PREPARAM A REDE PARA O INICIO DA PUXADA OU ARRASTÃO POR UMA BELA JUNTA BOIS.  É IMPRESSIONANTE A BELEZA  COM QUE GENTIL GARCEZ CAPTUROU AS CORES DO MAR EM CONTRASTE COM O CÉU. ESSA OBRA EVOCA A NOSTALGIA DO LITORAL PAULISTA NA PRIMEIRA METADE DO SEC. XX.  GENTIL GARCEZ TEVE OS PRIMEIROS ENSINAMENTOS DA MÃE, TAMBÉM PINTORA, FREQÜENTANDO DEPOIS O ATELIÊ DE BENEDITO CALIXTO. EXPÔS EM SALÕES PAULISTAS A PARTIR DE 1934. PAISAGISTA E MARINHISTA, MORREU EM SANTOS. MEADOS DO SEC. XX. 43 X 58 CM (SEM CONSIDERAR O TAMANHO DA MOLDURA). COM ELA: 62 X 67 CMNOTA: A tradicional rede puxada por bois chamada também pelos caiçaras de arrastão, deslumbrava os olhos dos turistas nas décadas de trinta e quarenta. Algumas  redes  puxadas a boi tinha 200 braças e se utilizava de 48 bois (no trabalho, intercalava-se 24 bois) e 40 empregados. Nessa época os primeiros turistas  a chegarem na praia para aproveitar o mar tinham de disputar espaço com os bois que eram conduzidos para o arrastão.
  • IMPÉRIO DO BRASIL  IMPORTANTE  ESTOJO PROVAVELMENTE PORTA COMENDA/ PLACA PEITORAL EM METAL ESPESSURADO A PRATA. TAMPA COM BRASÃO DO IMPÉRIO DO BRASIL EM RELEVO CONSTRUÍDO EM FAUX MARFIM (CELULÓIDE). AS LATERAIS DA CAIXA SÃO FINAMENTE ORNAMENTADAS COM ROCAILLE VEGETALISTAS RELEVADAS. O INTERIOR É FORRADO COM VELUDO  CARMESIM. UMA PEÇA MAGNÍFICA, COM MUITA QUALIDADE DE EXECUÇÃO! SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 78 MM DE DIAMETRO.
  • CARRIER BELLEUSE, ALBERT-ERNEST (POST)  LA LISEUSE (A LEITORA) - GRAND PRIX DU SALON - Escultura CRISELEFANTINA EM BRONZE ORMOLU COM CABEÇA E MÃOS EM MARFIM.  FRANÇA, FINAL DO SEC. XIX. 26 CM DE ALTURA (RESTAURO EM DEDOS)NOTA: Carrier-Belleuse nasceu em 12 de junho de 1824 em Anizy-le-Château , Aisne , França . Ele começou seu treinamento como aprendiz de ourives.  Carrier-Belleuse foi aluna de David d'Angers e estudou brevemente na École des Beaux-Arts . Sua carreira se distingue por sua versatilidade e seu trabalho fora da França: na Inglaterra entre 1850 e 1855 1 (trabalhando para a Mintons ), e em Bruxelas por volta de 1871. Seu nome talvez seja mais conhecido porque Auguste Rodin trabalhou como seu assistente entre 1864 e 1870. Os dois viajaram para Bruxelas em 1871,  e, segundo alguns relatos, Rodin ajudou na escultura arquitetônica de Carrier-Belleuse para a Bolsa de Valores de Bruxelas . Carrier-Belleuse fez muitas peças de terracota , a mais famosa das quais pode ser The Abduction of Hippodameia, retratando a cena mitológica grega de um centauro sequestrando Hipodameia no dia de seu casamento. Ele foi nomeado diretor artístico da Manufacture nationale de Sèvres em 1876. Em 1862, Carrier-Belleuse foi um dos membros fundadores da Société Nationale des Beaux-Arts e foi nomeado oficial da Légion d'honneur . Os bronzes que ele executou antes de 1868 sempre foram assinados "Carrier" ou "A. Carrier", mas depois de 1868 sua assinatura foi alterada para "Carrier-Belleuse". Seu trabalho abrangeu todos os tipos de temas e materiais escultóricos, e seu naturalismo incorporou uma variedade de estilos: realismo sem enfeites, exuberância neobarroca e elegância rococó .
  • PRATA DE LEI INGLESA - GRANDE BOWL EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA CIDADE DE BIRMINGHAM E LETRA DATA PARA O INICIO DO SEC. XX. PRATEIROS BARKER BROTHERS. ELEGANTE FEITIO ART DECO. INGLATERRA, INICIO DO SEC. XX. 20 X 16 CM. 465 G
  • PRATA DE LEI INGLESA- TEA KETTLE EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA CIDADE DE SHEFFIELD, LETRA DATA PARA O INICIO DO SEC. XX E PRATEIRO GEORGE HAPE. ELEGANTE ESTRUTURA COM CORPO LISO E EXTREMIDADES DECORADAS COM GODRONS. INGLATERRA, INICIO DO SEC. XX. 32 CM DE ALTURA. 1350 G
  • TRAVESSA EM PRATA DE LEI COM MARCAS DE CONTRASTE 925, STERLING. FEITIO QUADRADO COM RECORTES. 23 CM DE COMPRIMENTO. 260 G

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