Peças para o próximo leilão

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  • GRANDE E BELO TABULEIRO EM PRATA DE LEI BATIDO, REPUXADO E CINZELADO. MARCAS DE CONTRASTE PSEUDO P COROADO, OURIVES BRASILEIRO DA PRIMEIRA METADE DO SEC. XIX. GALERIA VAZADA COM FOLHAS DE ACANTO E ALÇAS LATERAIS. PLANO COM MAGNIFICO TRABALHO EM CINZEL FORMANDO EXUBERANTE ROCAILLE. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS EM GARRA. BRASIL, PRIMEIRA METADE DO SEC. XIX. 63 CM DE COMPRIMENTO. 2555 G
  • PAR DE BELAS PINHAS EM FAIANÇA POLICROMADA. DECORADAS COM FOLHAS DE ACANTO. REMATADAS POR  ESMALTES NAS TONALIDADE AZUL, VINHO E VERDE. PORTUGAL, SEC. XIX. 33 CM DE ALTURA
  • SANTO ANTONIO DO PORTO - GRANDE PINHA EM FAIANÇA DECORADA COM FOLHAS DE ACANTO. MARCAS DA MANUFARA EM AZUL NA BASE. ESSE PADRÃO É CARACTERÍSTICO DO MELHOR PERÍODO DE PRODUÇÃO COM A DIREÇÃO DE JOSÉ DO RIO. REMATADO POR ESMALTES. PORTUGAL, SEC. XIX. 55 CM DE ALTURANOTA: A Fábrica de Santo António de Vale da Piedade foi fundada em 1784 pelo Genovês Jerónimo Rossi, vice-cônsul da Sardenha no Porto, na quinta de Vale Piedade em Vila Nova de Gaia e teve um período inicial de grande desenvolvimento industrial, exportando grandes quantidades da sua produção para a América. No início do Século XIX, tal como todos os fabricantes sofreu um importante golpe com as perturbações causadas pelas invasões francesas e pela posterior abertura dos mercados nacional e ultramarino aos produtos ingleses. Em 1814 a Fabrica está decadência. Rossi morre em 1821, mas as suas filhas continuam a explorar a fábrica e pedem renovação do alvará que obtém em 1825. Depois dessa data, a fábrica passa a ser explorada por Francisco da Rocha Soares, de Miragaia, até 1833. Em 1852 encontra-se na posse de João de Araújo Lima, um dos industriais mais dinâmicos da sua época, fundador da Associação Industrial Portuense e acolhe muitos operários especializados que deixaram a unidade de Miragaia quando esta fechou. Posteriormente à morte de Araújo Lima (1861), já sob a direcção de João do Rio (seu cunhado e administrador até 1886) introduziram-se modificações que levaram à produção de peças de ornamentação em relevo para interiores e exteriores. Provavelmente esta peça representando o continente africano é desse período da administração João do Rio, pois apresentam as marcas estampilhadas a azul tipícas dessa época (conforme se pode ler no Itinerário da Faiança do Porto e Gaia. Lisboa: IMC, 2001, p 290) A Fábrica continuou a sua existência até 1930
  • CIA DAS ÍNDIAS - IMPORTANTE MUG EM PORCELANA DE COMPANHIA DAS INDIAS REINADO QIANLONG (1711  1799). DECORADO COM ESMALTES DA FAMÍLIA ROSA. RARA DECORAÇÃO DO TIPO EXPORTAÇÃO REPRESENTANDO O CZAR DA RÚSSIA PEDRO O GRANDE ESTUDANDO A CONSTRUÇÃO NAVAL HOLANDEZA EM ZAANDAN EM 1697, CONFORME GRAVURAS DA ÉPOCA QUE CIRCULARAM NA CHINA ATRAVÉS DA COMPANHIA DAS INDIAS ORIENTAIS. CÉLEBRE É O RELATO HISTÓRICO DE QUE PEDRO O GRANDE DISFARÇADO DE TRABALHADOR COMUM, ADOTANDO O NOME DE Pyotr Mikhailov TRABALHOU POR MESES EM UM ESTALEIRO HOLANDÊS PARA APRENDER TECNICAS DE CONTRUÇAO NAVAL HOLANDESAS. nesse PERÍODO PEDRO O GRANDE, FICOU HOSPEDADO NA CASA HUMILDE DE GERRIT KIST, UM FERREIRO QUE TRABALHOU NOS ESTALEIROS DE MOSCOU E LÁ tornou-se CONHECIDO DO PODEROSO CZAR. NOTA-SE A BELA DECORAÇÃO REPRESENTANDO A cena com a FIGURA DO pedro o grande VESTIDO COMO CIDADÃO COMUM, junto a dois acompanhantes. nesse momento o czar avista SEU ANFITRIÃO GERRIT KIST pescando nA BEIRA DO rio. AO FUNDO é representada A CASA DE KIST ONDE FICOU HOSPEDADO O autocrata russo. finalmente Na baía MUITOS NAVIOS sendo contruídos PELO ESTALEIRO HOLANDÊS. PEÇA DE COLECIONISMO INTERNACIONAL! CHINA, CIRCA DE 1750. 19 CM DE ALTURA x 11 cm de diametro. NOTA: Pedro o Grande sempre demonstrou grande interesse pela navegação e com frequência nos estaleiros russos falava com os construtores de Zaandam na Holanda, que tanto elogiavam sua cidade natal, a ponto de convencê-lo de que só lá, Pedro poderia dominar a arte de construir navios em sua perfeição. O Czar tinha a visão de que uma frota russa forte no báltico faria toda diferença para o império russo. Menos de um século depois a visão profética e extraordinária de Pedro o Grande mostrou-se acertada com a consolidação da imensa riqueza do império russo no sec. XVIII. A conquista das rotas navais  transformou a Rússia  em uma superpotência mundial. Mas para tanto, Pedro o Grande, realizou uma longa viagem fora de seu Império e submeteu-se a uma aprendizagem inimaginável para um Imperador. Sua jornada iniciou-se em 1697. A viagem de Koppenbrügge e descendo o Reno fora rápida e, passando por Amsterdã sem parar, o czar chegou a Zaandam na manhã do dia 18 de agosto. Tinha consigo apenas seis voluntários, incluindo o príncipe de Imeritia e os dois irmãos Menshikóf. No caminho, ele viu um velho conhecido de Moscou, o ferreiro Gerrit Kist, pescando no rio. Ele saudou-o e disse-lhe para que propósito ele havia vindo a Zaandam. Fazendo-o solidário ao segredo absoluto, o czar insistiu em ocupar aposentos na humilda casa de Gerrit Kist; mas era necessário primeiro convencer a mulher do ferreiro que já se hospedava naquela pequena cabana de madeira a desocupá-la e depois prepará-la um pouco para o convidado ilustre. Pedro, portanto, refugiou-se na Hospedaria Lontra, pois era domingo, e as ruas estavam apinhadas de gente, e embora ele estivesse vestido de operário, com um chapéu de lona, a vestimenta russa de seus camaradas excitou a curiosidade da multidão. No dia seguinte, ele entrou como carpinteiro de navios no cais de Lynst Rogge, no Buitenzaan. A permanência de Pedro em Zaandam durou apenas uma semana e, durante esse período, ele visitou quase todos os moinhos e fábricas do vilarejo. No dia seguinte, a sua chegada ele comprou um barco a remo, e passou a maior parte do seu tempo na água. Hospedado então no dia seguinte na pequena casa passou a frequentar o estaleiro de Zaandan. A casa em que Pedro viveu em Zaandam foi um local de peregrinação por um século, começando com uma festa real, que incluía o imperador Joseph II, Gustavo III, rei da Suécia e o grão-duque da Rússia (depois o imperador Paul). Até mesmo Napoleão Bonaparte a visitou. Comprada em 1818 por uma princesa russa, na época Rainha da Holanda, agora é preservada com grande cuidado dentro de um novo prédio. Mas a vida de Pedro o Grande  como operário estava destinada  a acontecer em Amsterdã. Durante festividades em sua homenagem na capital holandesa, Pedro perguntou ao burgomestre Witsen, se não lhe seria possível trabalhar nas docas da Companhia das Índias Orientais, onde poderia estar livre da curiosidade pública que tanto o incomodava em Zaandam. No dia seguinte, em uma reunião dos diretores da Companhia das Índias Orientais, foi decidido permitir que uma pessoa incognita de alta distinção, trabalhasse no cais, e que lhe fosse atribuída uma casa na qual pudesse viver sem ser perturbado dentro do estaleiro, e que, como distinção e respeito, a companhia  iria ordenar a construção de uma fragata, a fim de que ele pudesse acompanhar a construção de um navio desde o início. Esta fragata devia ter cem e trinta e trinta pés de comprimento, segundo o desejo do Czar, embora a Companhia preferisse o comprimento de cem pés. O Czar estava no jantar de estado dado à embaixada pela cidade de Amsterdã quando recebeu uma cópia da resolução autorizando a empreita. Ele queria começar a trabalhar imediatamente e, com dificuldade, foi persuadido a esperar os fogos de artifício e o arco triunfal preparados em sua homenagem naquela noite; mas assim que os últimos fogos se apagaram, apesar de todas as súplicas, ele partiu para Zaandam em seu iate a fim de buscar suas ferramentas. Voltou cedo na manhã seguinte, 30 de agosto, e foi direto para o cais da Companhia das Índias Orientais, em Oostenburg. Por mais de quatro meses, com ausências ocasionais, trabalhou na construção naval, sob a direção da Baas Gerrit Claes Pool. Dez dos "voluntários" russos começaram a trabalhar no cais com ele. O resto foi enviado a outros estabelecimentos para aprender a construção de mastros, barcos, velas e blocos, enquanto o Príncipe Alexandre de Imeritia foi a Haia para estudar artilharia. Outros foram treinados como marinheiros. As primeiras três semanas foram tomadas com os preparativos dos materiais. Em 19 de setembro, Pedro colocou a quilha da nova fragata, de trinta metros de comprimento, batizada de os apóstolos Pedro e Paulo, e no dia seguinte escreveu ao Patriarca em Moscou, como segue: Estamos na Holanda, na cidade de Amsterdã, e pela misericórdia de Deus e por suas orações, estamos vivos e com boa saúde e, seguindo o mandamento divino dado a nosso antepassado Adão, estamos trabalhando arduamente. O que fazemos não é por necessidade, mas para aprender a navegação, para que, tendo-a dominado completamente, possamos, quando voltarmos, sermos vencedores dos inimigos de Jesus Cristo e libertadores dos cristãos que vivem sob eles, que não deixarei de desejar até o meu último suspiro. Pedro não permitiu que se fizessem diferenças entre ele e os outros operários, e diz-se que quando o conde de Portland e outro nobre vieram do castelo do rei em Loo para avistá-lo, o supervisor, a fim de indicá-lo , disse: "Carpinteiro Pedro de Zaandam, por que você não ajuda seus companheiros?" e Pedro, sem dizer uma palavra, colocou seu ombro sob uma viga que vários homens carregavam, e ajudou a elevá-la ao seu lugar. Nos momentos de descanso, o Czar, sentado em um tronco, com a machadinha entre os joelhos, estava disposto a conversar com qualquer um que se dirigisse a ele simplesmente como carpinteiro Pedro, mas se afastou e não respondeu àqueles que o chamavam de senhor ou de vossa majestade. Ele nunca gostou de longas conversas.Quando Pedro saia do cais, dedicava muito do seu tempo a aprender a teoria da construção naval, para a qual precisou fazer estudos adicionais em geometria. Seus cadernos, que foram cuidadosamente preservados, mostram o rigor com que ele trabalhava. Em suas horas de recreação, a curiosidade de Pedro era insaciável. Ele visitou fábricas, oficinas, museus anatômicos, coleções de moedas, jardins botânicos, teatros e hospitais, perguntou sobre tudo o que viu e logo ficou reconhecido por suas muitas frases repetidas: Para que serve isso? Como isso funciona? Isso eu vejo. Ele viajou para Texel e foi novamente a Zaandam para ver a frota baleeira da Groenlândia. Em Leyden, ele conheceu o grande Boerhave e visitou o célebre jardim botânico sob sua orientação. Em Delft, ele estudou o microscópio sob o naturalista Leeuwenhoek. Ele fez-se íntimo  do engenheiro militar holandês Baron Van Coehorn e do almirante Van Scheij. Ele falou de arquitetura com Simon Schynvoet, visitou o museu de Jacob de Wilde e aprendeu a gravar sob a direção de Schonebeck. Uma impressão de um prato que ele gravou - pois ele tinha algum conhecimento de desenho - do cristianismo vitorioso sobre o Islã, ainda existe. Frequentemente visitava a sala de dissecação e palestra do professor Ruysch,  Tempos  depois comprou do cientista seu gabinete de preparações anatômicas. O Czar se familiarizou com a vida doméstica e familiar holandesa e freqüentou a sociedade dos comerciantes envolvidos no comércio russo. Tornou-se especialmente íntimo da família Thessing e concedeu a um dos irmãos o direito de imprimir livros russos em Amsterdã e introduzi-los na Rússia. Todo dia de mercado ele ia ao Botermarkt, misturava-se ao povo, estudava seus ofícios e seguia sua vida. Ele tomou lições de um dentista ambulante e fez experiências com seus criados tratando dos seus dentes; ele remendou suas próprias roupas e aprendeu o oficio de sapateiro suficientemente para fazer um par de chinelos. Ele visitou as igrejas protestantes, e em uma noite não esqueceu as cervejarias. As  imagens  desse período foram muito bem registradas  através dos lápis de Teniers, Brouwer e Van Ostade. A fragata na qual Pedro o Grande trabalhou por tanto tempo foi finalmente lançada, e provou ser um navio bom e útil por muitos anos, no serviço da Companhia das Índias Orientais. (The Czar as a Carpenter By Eugene Schuyler 18401890)
  • GRANDE GALO EM FAIANÇA COM PLUMAGEM DO TIPO CARIJÓ. EXCEPCIONAL QUALIDADE DE EXECUÇÃO. MEADOS DO SEC. XX. 47 M DE ALTURA
  • GRANDE PRATO MEDALHÃO EM MAJOLICA. DECORADO COM FIGURA DE PÁSSARO. MARCAS DA MANUFATURA LA MAGA. ITALIA, SEC. XX. 38 CM DE DIAMETRO.
  • GRANDE PRATO MEDALHÃO EM MAJOLICA. DECORADO COM FIGURA FEMININA COM TRAJES RENASCENTISTAS A FIAR.  MARCAS DA MANUFATURA LA MAGA. ITALIA, SEC. XX. 38 CM DE DIAMETRO.
  • GRANDE PRATO MEDALHÃO EM MAJOLICA. DECORADO COM FIGURA MASCULINA COM TRAJES RENASCENTISTAS A COLHER UVAS. MARCAS DA MANUFATURA LA MAGA. ITALIA, SEC. XX. 38 CM DE DIAMETRO.
  • WINE JAR  GRANDE JARRA PARRA VINHO EM PRATA DE LEI. MARCAS DA MANUFATURA PARA PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. BELA DECORAÇÃO EM RELEVO COM PARRAS E CACHOS DE UVA. BICO COM FEITIO DE HOMEM VERDE CUJOS CABELOS SÃO FORMADOS POR CACHOS DE UVA E FOLHAS DE PARREIRAS.  GRANDE E MUITO BONITA. PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. 921 G
  • AUDUBON, J.J. -  Ursus Americanus, Pallas. American Black Bear. male & female (v. 3, no. 29, plate 141); The viviparous quadrupeds of North America / by John James Audubon, F.R.S. &c. &c. and the Revd. John Bachman, D.D. &c. &c. rara e importante lithogravura a pedra, de autoria de um dos maiores naturalistas do sec. xix no mundo. impressionante realismo, beleza e ótimo estado de conservação. suas obras atingem preços muito altos no mercado internacional, há bem da justiça cada album de audubon na época custava cerca de  1000 dóllares americanos o que era realmente uma pequena fortuna na época. Imperial folio edition: volume I published 1845; volume II, 1846; volume III, 1848.este exemplar pertence ao volume III e foi publicado em 1848.  70 x 53 cm (sem considerar o tamanho da moldura)NOTA: John James Audubon nasceu em 26 de abril de 1785, em Les Cayes, Saint Domingue, Hispaniola (uma ex-colônia francesa; atualmente Haiti).Conduziu seus primeiros estudos científicos na propriedade de seu pai na Pensilvânia.Depois de tentar e fracassar em vários tipos diferentes de negócios, ele se concentrou no desenho e no estudo de pássaros e começou a viajar pelo país para prosseguir com esse trabalho.Elepublicouseus extraordináriosBirds of America, dequatro volumes,em Londres em 1827 e continuou com vários trabalhos relacionados.Ele morreu na cidade de Nova York em 1851. Audubon nasceu em Les Cayes, no que é hoje o Haiti, em 26 de abril de 1785. Filho ilegítimo do proprietário da plantação francesa, capitão Jean Audubon, e sua criada crioula Jeanne Rabin, recebeu o nome de Jean Rabin ao nascer.No entanto, quando sua mãe morreu logo após seu nascimento, ele e sua irmã foram enviados para Nantes, na França, onde foram criados pela esposa do capitão, Anne.O casal adotou legalmente os filhos em 1794 e deu a Jean um novo nome: Jean-Jacques Fougère Audubon. O novo nome do Audubon veio com novos privilégios.Ele recebeu a educação digna do filho de um rico comerciante, que incluía lições de arte, música e história natural.O garoto também teve uma abundância de tempo de lazer para explorar o mundo ao seu redor.Foi durante suas andanças juvenis que Audubon começou a desenvolver um interesse no mundo natural.Ele ficou particularmente fascinado com os pássaros e logo estava usando suas habilidades artísticas para desenhá-los regularmente. Em 1803, quando Audubon tinha 18 anos, eclodiu uma guerra entre a França e a Inglaterra.Para impedir que ele fosse recrutado pelo exército do imperador Napoleão, seu pai o enviou para sua propriedade em Mill Grove, na Pensilvânia.Ele também colocou a Audubon no comando das principais operações de mineração lá.Mudando seu nome para John James Audubon no caminho, ele abraçou de todo o coração o novo mundo que encontrou esperando por ele.Focando sua atenção nos pássaros, ele continuou suas observações cuidadosas do comportamento deles, determinado a descrevê-los com mais precisão do que seus contemporâneos.   No ano seguinte à sua chegada aos Estados Unidos, Audubon conheceu e se apaixonou por uma jovem chamada Lucy Bakewell.Eles se casaram em 1808. Quando as operações de mineração em Mill Grove falharam, eles se mudaram para Louisville, Kentucky, onde Audubon montou um armazém geral e Lucy deu à luz seu primeiro filho.Quando os negócios desaceleraram por lá, Audubon mudou sua família e loja para o oeste, para a cidade de Henderson, Kentucky. Enquanto tentava manter seus negócios à tona e alimentado a família, Audubon foi tornando-se progressivamente mais íntimo da natureza e dedicado a documentá-la.Durante esse período, o casal teve mais três filhos, um filho e duas filhas;infelizmente, as duas meninas morreram enquanto eram muito jovens.Essas tragédias pessoais foram agravadas pelo fracasso final de seus negócios, que levaram Audubon à prisão por dívidas não pagas. Sem saber para onde ir, em 1820, Audubon seguiu para o sul para estudar e desenhar pássaros.Ele finalmente se estabeleceu com sua família em Nova Orleans.Sobreviveram da renda de Lucy como governanta, complementada pelo dinheiro que Audubon podia reunir pintando retratos nas ruas e ensinando desenho.Durante esse período, Audubon continuou a desenvolver seus talentos como artista e credenciais como naturalista, acumulando uma enorme coleção de desenhos que se distinguiam por suas qualidades dramáticas e realistas. Em 1824, Audubon teve a intenção de encontrar um editor para seu trabalho, mas não conseguiu gerar nenhum interesse sério nos Estados Unidos.Dois anos depois, ele partiu para o Reino Unido, onde esperava encontrar pelo menos gravadores qualificados o suficiente para reproduzir adequadamente seu trabalho.A decisão imediatamente se mostrou boa.Ele exibiu seu trabalho na Escócia e na Inglaterra com grande aclamação, fascinando o público com suas impressionantes habilidades de desenho, além de alguns contos sobre a vida na fronteira americana.  O sucesso de suas exposições finalmente levaria à primeira publicação do livro pela qual ele agora é mais conhecido:Birds of America.Com mais de 400 placas de seus desenhos, a obra em quatro volumes foi impressa em Londres por Havell & Son em 1827 e serializada até 1838. Acompanhava aBiografia Ornitológica,que apresentava texto sobre as vidas e comportamentos de seus espécimes, além de destaques sobre as aventuras de Audubon.Durante todo esse período, Audubon viajou de um lado para outro entre os Estados Unidos e a Europa, supervisionando a publicação de suas obras e também vendendo-as em assinaturas populares serializadas para admiradores que incluíam o rei George IV e o presidente dos Estados Unidos,Andrew Jackson.Sua fama e fortuna firmemente estabelecidas, em 1841 Audubon mudou com sua família para uma grande propriedade rural no Hudson, na parte alta de Manhattan, onde começou a trabalhar em uma edição mais compacta deBirds of America. No entanto, nem a idade avançada nem a adulação pública reduziriam a atração do mundo natural pelo Audubon.Assim, em 1843, ele se aventurou para o oeste, no rio Missouri, onde realizou uma pesquisa para um novo trabalho sobre mamíferos intituladoOs quadrípedes vivíparos da América do Norte.No entanto, quando ele começou a montar seus desenhos para o projeto, a visão de Audubon começou a falhar e ele se tornou cada vez mais dependente de seus filhos e de seu colaborador, reverendo John Bachman, para ajudá-lo a concluí-lo.Em 1848, ele sofreu um derrame incapacitante que também começou a afetar sua mente. Audubon morreu em casa em 27 de janeiro de 1851 e foi enterrado no Cemitério Trinity, em Nova York.Ele é lembrado como um dos naturalistas mais importantes de sua época, e seu respeito e preocupação com a natureza claramente o marcam como um dos precursores dos modernos movimentos conservacionistas e ambientalistas.Em 1886, a primeira sociedade de preservação de pássaros foi nomeada em sua homenagem, o que levou ao estabelecimento daSociedade Nacional Audubonem 1905. Inúmeros santuários, parques, ruas e cidades da vida selvagem também levam seu nome e honram seu legado.
  • AUDUBON, J.J. -  Mustela Martes, Linn. Pine Marten.  male & female (v. 3, no. 28, plate 138). The viviparous quadrupeds of North America / by John James Audubon, F.R.S. &c. &c. and the Revd. John Bachman, D.D. &c. &c. rara e importante lithogravura a pedra, de autoria de um dos maiores naturalistas do sec. xix no mundo. impressionante realismo, beleza e ótimo estado de conservação. suas obras atingem preços muito altos no mercado internacional, há bem da justiça cada album de audubon na época custava cerca de 1000 dóllares americanos o que era realmente uma pequena fortuna na época. Imperial folio edition: volume I published 1845; volume II, 1846; volume III, 1848.este exemplar pertence ao volume III e foi publicado em 1848.  70 x 53 cm (sem considerar o tamanho da moldura)
  • TRES BELAS SALVAS  DE TAMANHO DECRESCENTE EM PRATA DE LEI COM CONTRASTE JAVALI E MARCAS DOS PRATEIROS REIS FILHO. DECORADAS COM ELEGANTES ROSÁCEAS RELEVADAS. PORTUGAL, FINAL DO  SEC. XIX. 27, 20  E 17 RESPECTIVAMENTE. PORTUGAL,  720 G
  • BELA CADEIRA DE PEQUENAS DIMENSÕES CONSTRUIDA EM CARVALHO. EXCEPCIONAL FORNITURA! EUROPA, SEC. XIX. 68 X 36 X 31 CM
  • BACCARAT  SUNTUOSO APARELHO EM CRISTAL DECORADO EM OURO ESTILO IMPÉRIO. O OURO É DISPOSTO EM GUIRLANDAS FLORAIS E NO BOJO E FILETES NA BORDA E NA BASE. DOTADO DE 79 PEÇAS SENDO: 11 TAÇAS PRA CHAMPAGNE, 10 TAÇAS PARA ÁGUA,  10 TAÇAS PARA VINHO TINTO, 11 TAÇAS PARA VINHO BRANCO, 12 COPOS PARA REFRESCO, 12 LAVANDAS COM SEU PRESENTOIR E 12 TAÇAS PARA SORVETE. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 15 CM DE ALTURA (TAÇA PARA ÁGUA)
  • CIA DAS INDIAS   BELISSIMA LEGUMEIRA EM PORCELANA COM ESMALTES DA FAMÍLIA ROSA. REINADO QIANLONG (1711  1799). TAMPA RICAMENTE DECORADA COM BORDA REPRESENTANDO DRAGÕES. RESERVA COM FIGURA DE NOBRE E SUA ESPOSA APONTANDO PARA CAVALARIÇO QUE SEGURA CAVALO PRONTO PARA MONTARIA. TAMPA TEM PEGA COM FEITIO DE MORANGO. ARREMATES EM OURO. INTERIOR REPRODUZ A MESMA DECORAÇÃO DA TAMPA E POSSUI EM RESERVA MONOGRAMA NÃO IDENTIFICADO. FEITIO GOMADO. PEÇA REALMENTE BONITA E EM EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO! CHINA, SEC. XVIII. 26 CM DE COMPRIMENTO.
  • BACCARAT  SUNTUOSA COMPOTEIRA EM CRISTAL DECORADO EM OURO ESTILO IMPÉRIO. O OURO É DISPOSTO EM GUIRLANDAS FLORAIS E NA TAMPA E FILETES NA BORDA E NA BASE. PEGA EM FEITIO DE DIAMANTE COM ESTRELA EM OURO NO ÁPICE. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 17 X 21 CM
  • IMPERADOR DOM PEDRO I E IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA  OS FUNDADORES DA NAÇÃO BRASILEIRA - OST  NÃO ASSINADO. BELISSIMO RETRATO DO IMPERADOR DOM PEDRO I E DA IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA DE HABSBURG. LINDA MOLDURA EM MADEIRA ENTALHADA COM LAURÉIS E RECOBERTA EM OURO. BRASIL, SEC. XIX. 92 X 77 CM
  • BACCARAT  MAGNIFICO BOWL PARA SERVIÇO EM CRISTAL DECORADO COM GUIRLANDAS FLORAIS E FILETES EM OURO. ESTILO IMPÉRIO. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 25 CM DE DIAMETRO.
  • BACCARAT  MAGNIFICO BOWL PARA SERVIÇO EM CRISTAL DECORADO COM GUIRLANDAS FLORAIS E FILETES EM OURO. ESTILO IMPÉRIO. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 25 CM DE DIAMETRO.
  • FUKUSHIMA, TIKASHI  COMPOSIÇÃO ABSTRACIONISTA EM TONS DE VERDE   OST  ACID. NO VERSO CACHE DA GALERIA DE VANDOME EM SÃO PAULO. BRASIL, 100 X 56,5 CMNOTA: Tikashi Fukushima (Fukushima, Japão, 1920 - São Paulo, São Paulo, 2001). Pintor, gravador. Vem ao Brasil em 1940 e reside, inicialmente, nas cidades de Pompéia e Lins, no interior de São Paulo. Em 1946, transfere-se para o Rio de Janeiro para trabalhar como assistente do pintorTadashi Kaminagai (1899 - 1982), de quem torna-se aluno. Entre 1947 e 1948, freqüenta aulas, como ouvinte, naEscola Nacional de Belas Artes (Enba). Em 1949, muda-se para São Paulo e monta uma oficina de molduras no Largo Guanabara, no bairro do Paraíso, que passa a ser ponto de encontro dos artistas de tendências afins e que formam, em 1950, oGrupo Guanabara. Nesse período, integra oGrupo Seibi. Entre 1977 e 1990, é presidente da Comissão de Artes Plásticas da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa. Em 1979, é membro da Comissão de Artes da Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas. Em 2001, aPinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp), exibe uma mostra retrospectiva de sua obra.

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