Lote 127
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Tipo:
Brasil Império

IMPERADOR DOM PEDRO II GR4NDE CARTA PATENTE NOMEANDO TENENTE CORONEL DA GUARDA NACIONAL DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO A DIOGO JOSÉ DE CARVALHO. COM SELO GRANDE DAS ARMAS IMPERIAIS E ASSINATURA DO IMPERADOR DOM PEDRO II. DATADO DE 30 DE AGOSTO DE 1856. EXCERTOS DO TEXTO: DOM PEDRO PELA GRAÇA DE DEUS E UNANIME ACLAMAÇÃO DOS POVOS, IMPERADOR CONSTITUCIONAL E IMPERADOR PERPÉTUO DO BRASZI, FAÇO FABER AOS QUE ESTA MINHA CARTA PATENTE VIREM QUE ATENDENDO AO MERECIMENTO E MAIS PARTES QUE CONCORREM NA PESSOA DE DIOGO JOSÉ DE CARVALHO. HEI POR BEM CONSEDER-LHE O POSTO DE TENENTE CORONEL DA ANTIGA GUARDA NACIONAL DE SÃO PAULO E COM TAL GOZARÁ DE TODAS OS PRIVILÉGIOS, LIBERDADES, IZENÇÕES E FRANQUEZAS QUE DIRETAMENTE LHE PERTENÇAM. PELO QUE MANDO AS AUTORIDADES OFICIAIS SUPERIORES DA DITA GUARDA QUE O TENHAM E RECONHEÇAM POR TAL HONREM E ESTIMEM E A TODOS OS SEUS SUBALTERNOS QUE LHE ODEDEÇAM E GUARDEM SUAS ORDENS NO QUE TOCAR AO SERVIÇO NACIONAL E IMPERIAL TÃO FIELMENTE COMO DEVEM E SÃO OBRIGADOS. COM A FIRMEZA DE QUE LHE MANDEI PASSAR ESTA CARTA POR MIM ASSINADA E SELADA COM O SELO DAS ARMAS GRANDES DO IMPÉRIO. DADO NO PALÁCIO DO RIO DE JANEIRO EM TRINTA DE AGOSTO DE 1856, TRIGESIMO QUINTO DA INDEPENDENCIA E DO IMPERIO. ASSINADA IMPERADOR. ASSINA TAMBÉM JOSÉ TOMAS NABUCO DE ARAÚJO FILHO (PAI DE JOAQUIM NABUCO). 43 CM DE COMPRIMENTO.NOTA: A criação da Guarda Nacional foi uma medida encontrada pelos estadistas liberais do Império, que ascenderam ao poder após a abdicação de D. Pedro I, para poder contar com uma força de coesão que lhes fosse confiável, pois havia o temor de que o exército apoiasse o retorno do antigo monarca e derrubasse, por força das armas, o governo que assume logo após o ocorrido de sete de Abril de 1831. Desse modo, os políticos conseguiram aprovar a lei que regulamentava a criação da Guarda Nacional ainda no mesmo ano. Ao mesmo tempo, o Estado começou uma política sistêmica de desmantelamento do exército regular10, chamado de 1a linha, completando essa reestruturação do seu aparelho repressivo com a extinção das antigas milícias e ordenanças de origem colonial. as províncias mais próximas a corte do Rio de Janeiro os corpos da Guarda Nacional foram rapidamente formados, pois nessas províncias estava a maioria daqueles que fizeram oposição a D. Pedro I e necessitavam da milícia para controlar a situação gerada pela abdicação, pois em caso de qualquer sublevação por parte da sociedade o poder repressor estava lá para se fazer valer a ordem instituída. Em 1850, pela Lei 602 de 19 de setembro, a Guarda Nacional foi reformulada. Importante lembrar que a década de 1850 foi o período em que na memória política construída no século XIX configurou-se como apogeu do Segundo Reinado . Isto porque com as superações das revoltas que assolaram o país durante as Regências, com o arrefecimento das disputas políticas através da formação de gabinetes de conciliação dos partidos, e com o fim do tráfico continental de escravos permitiram à década ser caracterizada como o período áureo do Império brasileiro. Com a centralização, a milícia cidadã ficava subordinada ao governo central. Acerca da centralização, Wilma Peres Costa (1996) ressalta que, o controle da Guarda Nacional passou às mãos do partido no poder, por meio do presidente de província, que nomeava os comandantes e distribuía as patentes mediante um complexo sistema de transação com quadros partidários locais Surgiu então uma nova hierarquia política sob os auspícios dos governantes das províncias, os Coronéis da Guarda Nacional. Esse poder estabeleceu-se durante toda segunda metade do sec. XIX no período Imperial e na República Velha até 1920.

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IMPERADOR DOM PEDRO II GR4NDE CARTA PATENTE NOMEANDO TENENTE CORONEL DA GUARDA NACIONAL DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO A DIOGO JOSÉ DE CARVALHO. COM SELO GRANDE DAS ARMAS IMPERIAIS E ASSINATURA DO IMPERADOR DOM PEDRO II. DATADO DE 30 DE AGOSTO DE 1856. EXCERTOS DO TEXTO: DOM PEDRO PELA GRAÇA DE DEUS E UNANIME ACLAMAÇÃO DOS POVOS, IMPERADOR CONSTITUCIONAL E IMPERADOR PERPÉTUO DO BRASZI, FAÇO FABER AOS QUE ESTA MINHA CARTA PATENTE VIREM QUE ATENDENDO AO MERECIMENTO E MAIS PARTES QUE CONCORREM NA PESSOA DE DIOGO JOSÉ DE CARVALHO. HEI POR BEM CONSEDER-LHE O POSTO DE TENENTE CORONEL DA ANTIGA GUARDA NACIONAL DE SÃO PAULO E COM TAL GOZARÁ DE TODAS OS PRIVILÉGIOS, LIBERDADES, IZENÇÕES E FRANQUEZAS QUE DIRETAMENTE LHE PERTENÇAM. PELO QUE MANDO AS AUTORIDADES OFICIAIS SUPERIORES DA DITA GUARDA QUE O TENHAM E RECONHEÇAM POR TAL HONREM E ESTIMEM E A TODOS OS SEUS SUBALTERNOS QUE LHE ODEDEÇAM E GUARDEM SUAS ORDENS NO QUE TOCAR AO SERVIÇO NACIONAL E IMPERIAL TÃO FIELMENTE COMO DEVEM E SÃO OBRIGADOS. COM A FIRMEZA DE QUE LHE MANDEI PASSAR ESTA CARTA POR MIM ASSINADA E SELADA COM O SELO DAS ARMAS GRANDES DO IMPÉRIO. DADO NO PALÁCIO DO RIO DE JANEIRO EM TRINTA DE AGOSTO DE 1856, TRIGESIMO QUINTO DA INDEPENDENCIA E DO IMPERIO. ASSINADA IMPERADOR. ASSINA TAMBÉM JOSÉ TOMAS NABUCO DE ARAÚJO FILHO (PAI DE JOAQUIM NABUCO). 43 CM DE COMPRIMENTO.NOTA: A criação da Guarda Nacional foi uma medida encontrada pelos estadistas liberais do Império, que ascenderam ao poder após a abdicação de D. Pedro I, para poder contar com uma força de coesão que lhes fosse confiável, pois havia o temor de que o exército apoiasse o retorno do antigo monarca e derrubasse, por força das armas, o governo que assume logo após o ocorrido de sete de Abril de 1831. Desse modo, os políticos conseguiram aprovar a lei que regulamentava a criação da Guarda Nacional ainda no mesmo ano. Ao mesmo tempo, o Estado começou uma política sistêmica de desmantelamento do exército regular10, chamado de 1a linha, completando essa reestruturação do seu aparelho repressivo com a extinção das antigas milícias e ordenanças de origem colonial. as províncias mais próximas a corte do Rio de Janeiro os corpos da Guarda Nacional foram rapidamente formados, pois nessas províncias estava a maioria daqueles que fizeram oposição a D. Pedro I e necessitavam da milícia para controlar a situação gerada pela abdicação, pois em caso de qualquer sublevação por parte da sociedade o poder repressor estava lá para se fazer valer a ordem instituída. Em 1850, pela Lei 602 de 19 de setembro, a Guarda Nacional foi reformulada. Importante lembrar que a década de 1850 foi o período em que na memória política construída no século XIX configurou-se como apogeu do Segundo Reinado . Isto porque com as superações das revoltas que assolaram o país durante as Regências, com o arrefecimento das disputas políticas através da formação de gabinetes de conciliação dos partidos, e com o fim do tráfico continental de escravos permitiram à década ser caracterizada como o período áureo do Império brasileiro. Com a centralização, a milícia cidadã ficava subordinada ao governo central. Acerca da centralização, Wilma Peres Costa (1996) ressalta que, o controle da Guarda Nacional passou às mãos do partido no poder, por meio do presidente de província, que nomeava os comandantes e distribuía as patentes mediante um complexo sistema de transação com quadros partidários locais Surgiu então uma nova hierarquia política sob os auspícios dos governantes das províncias, os Coronéis da Guarda Nacional. Esse poder estabeleceu-se durante toda segunda metade do sec. XIX no período Imperial e na República Velha até 1920.

Informações

Lance

    • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    O presente instrumento, denominado "Termos e Condições do Leilão", tem por objetivo regular a participação de usuários (arrematantes) no sistema online de leilões.

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO foram periciadas pelos organizadores que,solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na expertise de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feitaem até 5 dias após o fim do leilão e/ou acesso à mercadoria. Findo este prazo, não mais serão admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. Obras estrangeiras serão sempre vendidas como "Atribuídas".

    4. O Leiloeiro(a) não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo.

    As obras serão vendidas "NO ESTADO" em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação.

    Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão.

    Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas, nem servirá de alegação para descumprir o compromisso firmado.

    6. O leilão obedecerá rigorosamente à ordem dos lotes apresentada no catalogo. Todos os lotes poderão receber lances prévios antes da data de realização do pregão(*).

    Contudo, o lance vencedor será registrado somente durante o pregão ao vivo (data e horário divulgado no catálogo).

    É somente nesta data que o Leiloeiro(a) "baterá o martelo", formalizando cada lote como "Lote vendido".

    Os lances efetuados após a apresentação do lote no pregão, terão seu aceite ou não submetidos ao crivo do Leiloeiro(a) responsável.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que poderá ser feito por funcionário autorizado pelo Leiloeiro(a).

    8. O Leiloeiro(a) colocará, a titulo de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: Para a participação nos leilões online faz-se necessário possuir um cadastro válido e ativo.

    Caso não possua cadastro, este poderá ser efetuado diretamente através do site do respectivo leilão, sendo certo que este deverá ser atualizado sempre que necessário.

    8.1.1 O acesso ao sistema de leilões online pelo usuário poderá ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo e sob o exclusivo critério do Leiloeiro(a), não havendo direito a qualquer reclamação ou indenização.

    8.2. O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante,

    acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem efetuados.

    Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, os quais somente poderão ser anulados e/ou cancelados de acordo com autorização do leiloeiro(a) responsável.

    8.3. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site),devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro(a) se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro(a); o que não cria novação.

    12. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro(a), (5%).

    Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e efetuar o bloqueio da respectiva cartela até respectiva quitação de taxas e multas equivalentes.

    13. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes.

    O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação pelo arrematante da empresaresponsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio, ficando o Leiloeiro(a) e as Galerias e/ou Organizadores isentos de qualquer responsabilidade em caso de extravio, furto e/ou dano à mercadoria.

    14. O Leiloeiro(a) reserva-se ao direito de cancelar o lance, caso o arrematante adote posturas consideradas ofensivas, desrespeitosas ou inapropriadas, seja antes ou durante a realização de leilão.

    Poderá haver cancelamento de qualquer oferta de compra, sempre que não for possível comprovar a identidade do usuário ou caso este venha a descumprir quaisquer condições estabelecidas no presente contrato,dentre elas, a utilização de cadastros paralelos objetivando se eximir das responsabilidades previstas neste Termo.

    15. - O arrematante assume neste ato, expressamente, que responderá, civil e criminalmente, pelo uso de qualquer equipamento, programa ou procedimento que vise interferir no funcionamento do site.

    16. - O arrematante, ao clicar ACEITO declara ter lido e aceito o conteúdo do presente "termos e condições", sem nenhuma oposição, inclusive, não tem ressalva a fazer sobre as condições aqui estabelecidas.

    Também declara ter capacidade, autoridade e legitimidade para assumir responsabilidades e obrigações através do presente instrumento.

    17. Todas as controvérsias oriundas ou relacionadas ao presente Termo, deverão ser resolvidas, primeiramente, por negociação e/ou mediação entre as Partes.

    Não logrando êxito, a controvérsia poderá vir a ser resolvida por interpelação judicial.

    18. A Parte interessada em iniciar o procedimento de negociação/mediação deverá comunicar a outra parte por escrito, detalhando a sua reclamação, bem como apresentando proposta para a solução da questão,sendo concedido prazo de até 10 (dez) dias para a outra Parte apresentar sua manifestação.

    Fica eleito o foro do estado do Comarca da Capital, para dirimir qualquer controvérsia oriunda deste instrumento não equacionada via negociação e/ou mediação,com a expressa renuncia a outro por mais privilegiado que seja ou venha a ser.

    Leilão - forma de alienação de bens.

    *Pregão - forma de licitação pública, em data e horário pré-definidos, onde é validado a escolha do melhor candidato pelo respectivo leiloeiro(a) responsável.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.