Lote 122
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Brasil Império

LOTE RETIRADO ATENDENDO INTERESSE DO ARQUIVO NACIONAL - PRINCESA DONA JANUÁRIA DE BRAGANÇA (RIO DE JANEIRO 1822 NICE FRANÇA 1901) IRMÃ MAIS VELHA DO IMPERADOR DOM PEDRO II - IMPERADOR DO BRASIL - DEVERES ESCOLARESDE DONA JANUÁRIA - DEVERES ESCOLARES DA PRINCESA QUE ASSIM COMO SEU IRMÃO DOM PEDRO II FOI EDUCADA COM PADRÕES RÍGIDOS DE FORMAÇÃO. A TAREFA ESCOLAR DA PRINCESA DONA JANUARIA É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIO, FILOSOFIA E CALIGRAFIA. EXCERTOS DO TEXTO: NUNCA DOS PRAZERES EXCESSIVOS DEIXARÃO DE NASCER MAGOAS. O DESEJO MUI VIOLENTO DE OBTER UM OBJETO CEGA TAMBÉM A ALMA SOBRE OUTRAS COUZAS. QUANDO NÃO HÁ PRUDÊNCIA A HONRA E AS RIQUEZAS SÃO VANTAGENS BEM POUCO SEGURAS. SEGUE UM EXERCICIO DE ALFABETO COM BELAS LETRAS ESTILIZADAS E ASSINA PAÇO DO RIO DE JANEIRO A 21 DE AGOSTO DE 1832. ASSINA DONA JANUÁRIA. EM 26 DE FEVEREIRO DE 1833 CONTAVA A PRINCESA NESSA ÉPOCA COM 10 ANOS DE IDADE. CURIOSAMENTE O TEXTO DA TAREFA PREVINE CONTRA OS DESEJOS OBSTINADOS E A AMBIÇÃO DESMEDIDA POR ELES E A VIDA DE DONA JANUÁRIA FOI SEMPRE PERSEGUIDA COM OS DISSABORES QUE EMANARAM DE DESEJOS DESSE TIPO VINDOS DOS QUE A CERCAVAM. JÁ EM 1836 DEPUTADOS LIBERAIS DESEJAVAM TORNA-LA REGENTE DO REINO PELA POUCA IDADE DE SEU IRMÃO DOM PEDRO II. A INSTABILIDADE DO BRASIL PRESTES A FRAGMENTAR-SE PRINICIPALMENTE PELA FALTA DE UMA FIGURA SEDIMENTADORA E UNIFICADORA DA NAÇÃO LEVOU A INÚMERAS CORRENTES POLÍTICAS. HAVIA OS RESTARUADORES QUE DESEJAVAM O RETORTO DE DOM PEDRO I (OSÉ BONIFÁCIO FOI ACUSADO DE SER O MENTOR DESSA IDÉIA E POR ISSO EXILADO) MAS COM A MORTE PREMATURA DE DOM PEDRO I EM 1834 ESSE PLANO MALOGROU, DEPOIS VEIO O PALANO DA REGÊNCIA DE DONA JANUÁRIA, A PRINCESA DA INDEPENDÊNCIA (PORQUE NASCEU EM 1822) QUE ERA DEFENDIDA POR DEPUTADOS LIBERAIS. FINALMENTE A MELHOR OPÇÃO, A ANTECIPAÇÃO DA MAIORIDADE DO IMPERADOR MENINO AOS 14 ANOS (GOLPE DA MAIORIDADE) QUE MANTEVE UNIDO O BRASIL E O LEVOU A UM LONGO REINADO DE PROSPERIDADE E DESENVOLVIMENTO. DEPOIS DISSO O CASAMENTO DE DONA JANUÁRIA COM O AMBICIOSO CONDE DE ÁQUILA. DONA JANUÁRIA ATÉ O NASCIMENTO DE UM HERDEIRO DE DOM PEDRO II ERA A HERDEIRA PRESUNTIVA E PORTANTO A PRINCESA DO BRASIL, QUANDO SE CASOU UMA LEI PROIBIA A PRINCESA E SEU MARIDO O CONDE DE AQUILA DE DEIXAR O BRASIL SEM PERMISSÃO. MAS TANTAS FORAM AS RUSGAS CAUSADAS PELO TEMPERAMENTO DIFÍCIL DO CONDE DE AQUILA E AS INTRIGAS QUE O ACUSAVAM DE ALMEJAR A POSIÇÃO DO IMPERADOR QUE ACABARAM RECEBENDO PERMISSÃO PARA DEIXAR O BRASIL (O CONDE DE AQUILA AMEAÇOU FUGIR SE NÃO A OBTIVESSE) . O CASAL FOI ENTÃO VIVER NO REINO DAS DUAS SICÍLIAS TERRA DO CONDE. NA VOLTA À EUROPA, O MARIDO DE DONA JANUÁRIA TEVE CERTA ESTABILIDADE ENQUANTO SEU IRMÃO FERNANDO II (1810-1859) REINOU SOBRE AS DUAS SICÍLIAS. O CONDE DE ÁQUILA TEVE UMA VIDA SEM MUITO DESTAQUE NO PAÍS ATÉ QUE SEU SOBRINHO ASSUMIU O TRONO EM MEIO AO MOVIMENTO DE UNIFICAÇÃO ITALIANA CHEFIADO POR GIUSEPPE GARIBALDI (VIDE O DOCUMENTO DE GARIBALBI APREGOADO NESSE LEILÃO) FRANCISCO II (1836-1894), ENTÃO, NÃO FOI TÃO COMPLACENTE COMO D. PEDRO II, SEU TIO BRASILEIRO, E CONDENOU O CONDE DE ÁQUILA AO EXÍLIO. D. CARLOS TASSO CITA O ESTUDIOSO ITALIANO MICHELE TOPA QUE AFIRMA QUE ESTAVA CLARO QUE O CONDE QUERIA DEPOR O SOBRINHO E CRIAR UMA REGÊNCIA PRESIDIDA, CLARO, POR ELE MESMO. O CONDE DE ÁQUILA QUE ASPIRE AO TRONO DO BRASIL, TERIA DITO O SOBRINHO NA OCASIÃO. FRANCISCO II, ENTRETANTO, ESTAVA ALIVIADO DE TER SE LIVRADO DO TIO. TIO ESSE QUE HAVIA FRACASSADO TRIPLAMENTE: COMO COMANDANTE DA FROTA, COMO PRESIDENTE DO CONSELHO NAVAL E COMO GOVERNADOR DA SICÍLIA ESTE ÚLTIMO CARGO RECEBIDO AINDA DO IRMÃO FERNANDO II, ESCREVE D. CARLOS EM UM TRECHO DO LIVRO. INICIALMENTE O DESTINO DE DONA JANUÁRIA E O MARIDO SERIA LONDRES, NA INGLATERRA, MAS O CASAL FIXOU RESIDÊNCIA EM PARIS, CAPITAL FRANCESA. O ENDEREÇO FOI A CONHECIDA AVENUE DE LIMPERATRICE, 5, E COM A AUTORIZAÇÃO DE NAPOLEÃO III, ENVOLVIDO DIRETAMENTE COM O PROCESSO DE UNIFICAÇÃO DA ITÁLIA E SENDO ASSIM DOS RESPONSÁVEIS PELA EXTINÇÃO DO REINO DAS DUAS SICÍLIAS. O PADRÃO DE VIDA DO CONDE CONTINUOU COMO AINDA VIVESSE NA CORTE ALIÁS, UMA DE SUAS CASAS NA ITÁLIA ATÉ HOJE É USADA COMO UMA DAS RESIDÊNCIAS OFICIAIS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A CHARMOSA VILLA ROSEBERY, EM NAPÓLES. ERA ESSE ESTILO DE VIDA QUE ELE PRETENDIA MANTER COMO EXILADO E QUE LHE CUSTOU O POUCO DINHEIRO QUE CONSEGUIU LEVAR. A CONTA ENTÃO CHEGOU, MÓVEIS E OUTROS OBJETOS CHEGARAM A SER LEILOADOS PARA PAGAR DÍVIDAS E FOI ENTÃO QUE TANTO D. PEDRO II E SUA MADRASTA, A IMPERATRIZ AMÉLIA SEGUNDA MULHER DE D. PEDRO I, CRIARAM UMA REDE DE APOIO PARA AJUDAR O CASAL. NESSE MOMENTO O CONDE DÁQUILA TEVE QUE SE DEFENDER, POIS OS PIEMONTESES NA FRANÇA O ACUSARAM NA CORTE DE NAPOLEÃO III COMO TRAIDOR DO SOBRINHO E DE TER COMBINADO VÁRIAS TRAIÇÕES COM A MAÇONARIA, ACONSELHANDO SEUS OFICIAIS DE SE RENDEREM. FOI UMA CAMPANHA DENIGRIDORA DO PIEMONTE CONTRA TODOS OS MEMBROS DA FAMÍLIA REAL DUO SICILIANA. OS CONDES DÁQUILA TRANSFERIRAM-SE PARA LONDRES, ONDE, EM 1872, ACONTECE FINALMENTE O ENCONTRO, CERTAMENTE COMOVEDOR, COM D. PEDRO II, D. TERESA CRISTINA E D. FRANCISCA, DEPOIS DE 30 ANOS. FORAM AO CASTELO DE WINDSOR, VISITAR A RAINHA VITÓRIA. EM LONDRES, ALGUNS ANOS MAIS TARDE, ESGOTARAM-SE NOVAMENTE OS RECURSOS FAMILIARES E OS CONDES TIVERAM SÉRIO REVÉS, PASSANDO A VIVER EM ESTADO DE GRANDE PENÚRIA. DESGRAÇADAMENTE O CONDE DE AQUILA ENVOLVEU-SE NUM PROBLEMA DE DÍVIDAS E SEQUESTRO DE BENS, QUE FOI LARGAMENTE DIVULGADO E QUE REPERCUTIU TAMBÉM NEGATIVAMENTE NO BRASIL. O CONDE MORREU EM PARIS, EM 1897 COM A MORTE DO MARIDO, DONA JANUÁRIA SE TRANSFERIU PARA O SUL DA FRANÇA, PASSANDO A RESIDIR COM O FILHO FILIPE. ELA SOBREVIVEU À QUEDA DO IMPÉRIO E AOS IRMÃOS, LEVANDO AO FINAL UMA VIDA POBRE, MAS DIGNA, FALECENDO EM NICE, EM MARÇO DE 1901 AOS 79 ANOS DE IDADE. NO BRASIL, DONA JANUÁRIA É LEMBRADA POR TRÊS CIDADES QUE TRAZEM O SEU NOME MAS É ESQUECIDA PELA MAIOR PARTE DOS NOSSOS COMPATRIOTAS. A BONDOSA PRIMEIRA PRINCESA IMPERIAL DO BRASIL ESTÁ SEPULTADA NUMA MODESTÍSSIMA TUMBA NO CEMITÉRIO DO PÈRE-LACHAISE, EM PARIS, ONDE O MUSGO ENCOBRE ATÉ A INSCRIÇÃO DA LÁPIDE. NOTA-SE EM TRISTE E TOTAL ABANDONO, ME PERGUNTO SE A PRINCESA DONA JANUARIA AO LONGO DESSA VIDA CONTURBADA TENHA LEMBRADO DE SUA LONGINGUA LIÇÃO ESCOLAR NO PALÁCIO DO RIO DE JANEIRO: O DESEJO MUI VIOLENTO DE OBTER UM OBJETO CEGA TAMBÉM A ALMA SOBRE OUTRAS COUZAS. QUANDO NÃO HÁ PRUDÊNCIA A HONRA E AS RIQUEZAS SÃO VANTAGENS BEM POUCO SEGURAS. 23 CM DE ALTURANOTA: Januária de Bragança (Rio de Janeiro, 11 de março de 1822 Nice, 13 de março de 1901), cognominada "a Princesa da Independência", foi uma Princesa do Brasil, segunda filha do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz consorte Maria Leopoldina da Áustria, era irmã do imperador Pedro II do Brasil e da rainha Maria II de Portugal. De 1835 a 1845, deteve o título de Princesa Imperial do Brasil, como herdeira presuntiva de seu irmão, o imperador Pedro II, que era então menor de idade, e considerou-se a possibilidade de declará-la regente, embora isso nunca tenha se concretizado. D. Januária, nasceu infanta de Portugal, em 11 de março de 1822 no Palácio de São Cristóvão, Rio de Janeiro, Reino do Brasil. Quando nasceu, sua família estava de luto pela morte de seu irmão, João Carlos, Príncipe da Beira, meses antes. Era a segunda filha varoa do então herdeiro do trono português, Pedro de Alcântara, e de sua esposa, a arquiduquesa Leopoldina da Áustria. Por ter nascido no processo da independência do Brasil, foi chamada de "a Princesa da Independência". Seus avós paternos eram o rei João VI de Portugal, e sua esposa, a infanta Carlota Joaquina da Espanha, e os avós maternos eram o imperador Francisco I da Áustria, último monarca do Sacro Império Romano-Germânico, e sua esposa, a princesa Maria Teresa de Nápoles e Sícilia. A princesa cresce ao lado dos irmãos, Maria da Glória, Pedro de Alcântara, Paula Mariana, Francisca e sua meia irmã Isabel Maria, Duquesa de Goiás, filha do seu pai com a amante, Domitila de Castro, Marquesa de Santos. Aos quatro anos de idade, ficou órfã de sua mãe, a imperatriz Leopoldina, depois de abortar um menino, e anos depois vê seu pai casar com a sua nova mãe a princesa Amélia de Leuchtenberg. Aos nove anos de idade, seu pai abdicou como Imperador do Brasil e regressou a Portugal para restaurar a coroa de sua filha mais velha, Maria II, que havia sido usurpada pelo seu irmão mais novo, Miguel I. Januária não acompanha o pai, e fica no Brasil pois ela herdaria o trono caso seu irmão morresse. A princesa continuou a se comunicar com o seu pai por meio de cartas. Ela começou a viver com seus irmãos mais novos e vários tutores e sua infância foi marcada por uma educação rigorosa. Por ser ela, a mais velha dos príncipes que aqui ficaram, também era dela a responsabilidade de dar notícias ao pai e a sua nova mãe. Assim em 1833, a princesa Paula Mariana morreu antes dos 10 anos, Januária através de uma carta relatou o ocorrido ao pai:"Amado, papai. Apesar de nossas constantes súplicas ao céu, nossa querida irmã Paula Mariana foi embora. Não encontramos consolo. Nossa amada irmã não está mais conosco. Além disso, o pequeno Pedro adoeceu gravemente. Chegamos a pensar que ele estava com a mesma febre de Paula Mariana, mas graças a Deus ele melhorou e já está sentado em sua sala de estudos. Para agradecer, nós, irmã Chica e eu, sua filha Januária, não comeremos açúcar até o aniversário de Pedro, dia 2 de dezembro. Querido papai, estamos desesperados e com grande consternação. Temos muita saudade de vós e também da nossa irmã Maria da Glória e de todos aqueles que estão contigo em Lisboa. Com a promessa de ser sempre filhos obedientes e amorosos, Januária, Francisca e Pedro."Também foi à Januária que a Imperatriz Amélia dirigiu a notícia por carta da morte de D. Pedro I.Com a abdicação de Pedro I do Brasil em 1831 e imediata mudança para a Europa para reconquistar a coroa portuguesa para a sua filha primogênita Maria da Glória, a sucessão do trono brasileiro precisava ser modificada. Foi expedida pela Assembleia dos Deputados uma lei nomeando Januária como Princesa Imperial do Brasil.6 O regente, padre Diogo Antônio Feijó, disse apenas que aceitava o documento em nome da Princesa Imperial.No dia 4 de agosto de 1836, Januária (então com 14 anos de idade) entrou no salão do Paço do Senado, trazendo um rico vestido de ouro sobre o qual se divisava a insígnia da Grã Cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro e, na presença dos deputados, com a mão sobre o missal, declarou solenemente com voz comovida:Juro manter a religião Católica, Apostólica, Romana; observar a Constituição Política da Nação Brasileira e ser obediente às leis e ao Imperador.Desta forma, Januária tornou-se Princesa Imperial do Brasil (herdeira do trono), até o nascimento de um filho de seu irmão Pedro II.

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LOTE RETIRADO ATENDENDO INTERESSE DO ARQUIVO NACIONAL - PRINCESA DONA JANUÁRIA DE BRAGANÇA (RIO DE JANEIRO 1822 NICE FRANÇA 1901) IRMÃ MAIS VELHA DO IMPERADOR DOM PEDRO II - IMPERADOR DO BRASIL - DEVERES ESCOLARESDE DONA JANUÁRIA - DEVERES ESCOLARES DA PRINCESA QUE ASSIM COMO SEU IRMÃO DOM PEDRO II FOI EDUCADA COM PADRÕES RÍGIDOS DE FORMAÇÃO. A TAREFA ESCOLAR DA PRINCESA DONA JANUARIA É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIO, FILOSOFIA E CALIGRAFIA. EXCERTOS DO TEXTO: NUNCA DOS PRAZERES EXCESSIVOS DEIXARÃO DE NASCER MAGOAS. O DESEJO MUI VIOLENTO DE OBTER UM OBJETO CEGA TAMBÉM A ALMA SOBRE OUTRAS COUZAS. QUANDO NÃO HÁ PRUDÊNCIA A HONRA E AS RIQUEZAS SÃO VANTAGENS BEM POUCO SEGURAS. SEGUE UM EXERCICIO DE ALFABETO COM BELAS LETRAS ESTILIZADAS E ASSINA PAÇO DO RIO DE JANEIRO A 21 DE AGOSTO DE 1832. ASSINA DONA JANUÁRIA. EM 26 DE FEVEREIRO DE 1833 CONTAVA A PRINCESA NESSA ÉPOCA COM 10 ANOS DE IDADE. CURIOSAMENTE O TEXTO DA TAREFA PREVINE CONTRA OS DESEJOS OBSTINADOS E A AMBIÇÃO DESMEDIDA POR ELES E A VIDA DE DONA JANUÁRIA FOI SEMPRE PERSEGUIDA COM OS DISSABORES QUE EMANARAM DE DESEJOS DESSE TIPO VINDOS DOS QUE A CERCAVAM. JÁ EM 1836 DEPUTADOS LIBERAIS DESEJAVAM TORNA-LA REGENTE DO REINO PELA POUCA IDADE DE SEU IRMÃO DOM PEDRO II. A INSTABILIDADE DO BRASIL PRESTES A FRAGMENTAR-SE PRINICIPALMENTE PELA FALTA DE UMA FIGURA SEDIMENTADORA E UNIFICADORA DA NAÇÃO LEVOU A INÚMERAS CORRENTES POLÍTICAS. HAVIA OS RESTARUADORES QUE DESEJAVAM O RETORTO DE DOM PEDRO I (OSÉ BONIFÁCIO FOI ACUSADO DE SER O MENTOR DESSA IDÉIA E POR ISSO EXILADO) MAS COM A MORTE PREMATURA DE DOM PEDRO I EM 1834 ESSE PLANO MALOGROU, DEPOIS VEIO O PALANO DA REGÊNCIA DE DONA JANUÁRIA, A PRINCESA DA INDEPENDÊNCIA (PORQUE NASCEU EM 1822) QUE ERA DEFENDIDA POR DEPUTADOS LIBERAIS. FINALMENTE A MELHOR OPÇÃO, A ANTECIPAÇÃO DA MAIORIDADE DO IMPERADOR MENINO AOS 14 ANOS (GOLPE DA MAIORIDADE) QUE MANTEVE UNIDO O BRASIL E O LEVOU A UM LONGO REINADO DE PROSPERIDADE E DESENVOLVIMENTO. DEPOIS DISSO O CASAMENTO DE DONA JANUÁRIA COM O AMBICIOSO CONDE DE ÁQUILA. DONA JANUÁRIA ATÉ O NASCIMENTO DE UM HERDEIRO DE DOM PEDRO II ERA A HERDEIRA PRESUNTIVA E PORTANTO A PRINCESA DO BRASIL, QUANDO SE CASOU UMA LEI PROIBIA A PRINCESA E SEU MARIDO O CONDE DE AQUILA DE DEIXAR O BRASIL SEM PERMISSÃO. MAS TANTAS FORAM AS RUSGAS CAUSADAS PELO TEMPERAMENTO DIFÍCIL DO CONDE DE AQUILA E AS INTRIGAS QUE O ACUSAVAM DE ALMEJAR A POSIÇÃO DO IMPERADOR QUE ACABARAM RECEBENDO PERMISSÃO PARA DEIXAR O BRASIL (O CONDE DE AQUILA AMEAÇOU FUGIR SE NÃO A OBTIVESSE) . O CASAL FOI ENTÃO VIVER NO REINO DAS DUAS SICÍLIAS TERRA DO CONDE. NA VOLTA À EUROPA, O MARIDO DE DONA JANUÁRIA TEVE CERTA ESTABILIDADE ENQUANTO SEU IRMÃO FERNANDO II (1810-1859) REINOU SOBRE AS DUAS SICÍLIAS. O CONDE DE ÁQUILA TEVE UMA VIDA SEM MUITO DESTAQUE NO PAÍS ATÉ QUE SEU SOBRINHO ASSUMIU O TRONO EM MEIO AO MOVIMENTO DE UNIFICAÇÃO ITALIANA CHEFIADO POR GIUSEPPE GARIBALDI (VIDE O DOCUMENTO DE GARIBALBI APREGOADO NESSE LEILÃO) FRANCISCO II (1836-1894), ENTÃO, NÃO FOI TÃO COMPLACENTE COMO D. PEDRO II, SEU TIO BRASILEIRO, E CONDENOU O CONDE DE ÁQUILA AO EXÍLIO. D. CARLOS TASSO CITA O ESTUDIOSO ITALIANO MICHELE TOPA QUE AFIRMA QUE ESTAVA CLARO QUE O CONDE QUERIA DEPOR O SOBRINHO E CRIAR UMA REGÊNCIA PRESIDIDA, CLARO, POR ELE MESMO. O CONDE DE ÁQUILA QUE ASPIRE AO TRONO DO BRASIL, TERIA DITO O SOBRINHO NA OCASIÃO. FRANCISCO II, ENTRETANTO, ESTAVA ALIVIADO DE TER SE LIVRADO DO TIO. TIO ESSE QUE HAVIA FRACASSADO TRIPLAMENTE: COMO COMANDANTE DA FROTA, COMO PRESIDENTE DO CONSELHO NAVAL E COMO GOVERNADOR DA SICÍLIA ESTE ÚLTIMO CARGO RECEBIDO AINDA DO IRMÃO FERNANDO II, ESCREVE D. CARLOS EM UM TRECHO DO LIVRO. INICIALMENTE O DESTINO DE DONA JANUÁRIA E O MARIDO SERIA LONDRES, NA INGLATERRA, MAS O CASAL FIXOU RESIDÊNCIA EM PARIS, CAPITAL FRANCESA. O ENDEREÇO FOI A CONHECIDA AVENUE DE LIMPERATRICE, 5, E COM A AUTORIZAÇÃO DE NAPOLEÃO III, ENVOLVIDO DIRETAMENTE COM O PROCESSO DE UNIFICAÇÃO DA ITÁLIA E SENDO ASSIM DOS RESPONSÁVEIS PELA EXTINÇÃO DO REINO DAS DUAS SICÍLIAS. O PADRÃO DE VIDA DO CONDE CONTINUOU COMO AINDA VIVESSE NA CORTE ALIÁS, UMA DE SUAS CASAS NA ITÁLIA ATÉ HOJE É USADA COMO UMA DAS RESIDÊNCIAS OFICIAIS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A CHARMOSA VILLA ROSEBERY, EM NAPÓLES. ERA ESSE ESTILO DE VIDA QUE ELE PRETENDIA MANTER COMO EXILADO E QUE LHE CUSTOU O POUCO DINHEIRO QUE CONSEGUIU LEVAR. A CONTA ENTÃO CHEGOU, MÓVEIS E OUTROS OBJETOS CHEGARAM A SER LEILOADOS PARA PAGAR DÍVIDAS E FOI ENTÃO QUE TANTO D. PEDRO II E SUA MADRASTA, A IMPERATRIZ AMÉLIA SEGUNDA MULHER DE D. PEDRO I, CRIARAM UMA REDE DE APOIO PARA AJUDAR O CASAL. NESSE MOMENTO O CONDE DÁQUILA TEVE QUE SE DEFENDER, POIS OS PIEMONTESES NA FRANÇA O ACUSARAM NA CORTE DE NAPOLEÃO III COMO TRAIDOR DO SOBRINHO E DE TER COMBINADO VÁRIAS TRAIÇÕES COM A MAÇONARIA, ACONSELHANDO SEUS OFICIAIS DE SE RENDEREM. FOI UMA CAMPANHA DENIGRIDORA DO PIEMONTE CONTRA TODOS OS MEMBROS DA FAMÍLIA REAL DUO SICILIANA. OS CONDES DÁQUILA TRANSFERIRAM-SE PARA LONDRES, ONDE, EM 1872, ACONTECE FINALMENTE O ENCONTRO, CERTAMENTE COMOVEDOR, COM D. PEDRO II, D. TERESA CRISTINA E D. FRANCISCA, DEPOIS DE 30 ANOS. FORAM AO CASTELO DE WINDSOR, VISITAR A RAINHA VITÓRIA. EM LONDRES, ALGUNS ANOS MAIS TARDE, ESGOTARAM-SE NOVAMENTE OS RECURSOS FAMILIARES E OS CONDES TIVERAM SÉRIO REVÉS, PASSANDO A VIVER EM ESTADO DE GRANDE PENÚRIA. DESGRAÇADAMENTE O CONDE DE AQUILA ENVOLVEU-SE NUM PROBLEMA DE DÍVIDAS E SEQUESTRO DE BENS, QUE FOI LARGAMENTE DIVULGADO E QUE REPERCUTIU TAMBÉM NEGATIVAMENTE NO BRASIL. O CONDE MORREU EM PARIS, EM 1897 COM A MORTE DO MARIDO, DONA JANUÁRIA SE TRANSFERIU PARA O SUL DA FRANÇA, PASSANDO A RESIDIR COM O FILHO FILIPE. ELA SOBREVIVEU À QUEDA DO IMPÉRIO E AOS IRMÃOS, LEVANDO AO FINAL UMA VIDA POBRE, MAS DIGNA, FALECENDO EM NICE, EM MARÇO DE 1901 AOS 79 ANOS DE IDADE. NO BRASIL, DONA JANUÁRIA É LEMBRADA POR TRÊS CIDADES QUE TRAZEM O SEU NOME MAS É ESQUECIDA PELA MAIOR PARTE DOS NOSSOS COMPATRIOTAS. A BONDOSA PRIMEIRA PRINCESA IMPERIAL DO BRASIL ESTÁ SEPULTADA NUMA MODESTÍSSIMA TUMBA NO CEMITÉRIO DO PÈRE-LACHAISE, EM PARIS, ONDE O MUSGO ENCOBRE ATÉ A INSCRIÇÃO DA LÁPIDE. NOTA-SE EM TRISTE E TOTAL ABANDONO, ME PERGUNTO SE A PRINCESA DONA JANUARIA AO LONGO DESSA VIDA CONTURBADA TENHA LEMBRADO DE SUA LONGINGUA LIÇÃO ESCOLAR NO PALÁCIO DO RIO DE JANEIRO: O DESEJO MUI VIOLENTO DE OBTER UM OBJETO CEGA TAMBÉM A ALMA SOBRE OUTRAS COUZAS. QUANDO NÃO HÁ PRUDÊNCIA A HONRA E AS RIQUEZAS SÃO VANTAGENS BEM POUCO SEGURAS. 23 CM DE ALTURANOTA: Januária de Bragança (Rio de Janeiro, 11 de março de 1822 Nice, 13 de março de 1901), cognominada "a Princesa da Independência", foi uma Princesa do Brasil, segunda filha do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz consorte Maria Leopoldina da Áustria, era irmã do imperador Pedro II do Brasil e da rainha Maria II de Portugal. De 1835 a 1845, deteve o título de Princesa Imperial do Brasil, como herdeira presuntiva de seu irmão, o imperador Pedro II, que era então menor de idade, e considerou-se a possibilidade de declará-la regente, embora isso nunca tenha se concretizado. D. Januária, nasceu infanta de Portugal, em 11 de março de 1822 no Palácio de São Cristóvão, Rio de Janeiro, Reino do Brasil. Quando nasceu, sua família estava de luto pela morte de seu irmão, João Carlos, Príncipe da Beira, meses antes. Era a segunda filha varoa do então herdeiro do trono português, Pedro de Alcântara, e de sua esposa, a arquiduquesa Leopoldina da Áustria. Por ter nascido no processo da independência do Brasil, foi chamada de "a Princesa da Independência". Seus avós paternos eram o rei João VI de Portugal, e sua esposa, a infanta Carlota Joaquina da Espanha, e os avós maternos eram o imperador Francisco I da Áustria, último monarca do Sacro Império Romano-Germânico, e sua esposa, a princesa Maria Teresa de Nápoles e Sícilia. A princesa cresce ao lado dos irmãos, Maria da Glória, Pedro de Alcântara, Paula Mariana, Francisca e sua meia irmã Isabel Maria, Duquesa de Goiás, filha do seu pai com a amante, Domitila de Castro, Marquesa de Santos. Aos quatro anos de idade, ficou órfã de sua mãe, a imperatriz Leopoldina, depois de abortar um menino, e anos depois vê seu pai casar com a sua nova mãe a princesa Amélia de Leuchtenberg. Aos nove anos de idade, seu pai abdicou como Imperador do Brasil e regressou a Portugal para restaurar a coroa de sua filha mais velha, Maria II, que havia sido usurpada pelo seu irmão mais novo, Miguel I. Januária não acompanha o pai, e fica no Brasil pois ela herdaria o trono caso seu irmão morresse. A princesa continuou a se comunicar com o seu pai por meio de cartas. Ela começou a viver com seus irmãos mais novos e vários tutores e sua infância foi marcada por uma educação rigorosa. Por ser ela, a mais velha dos príncipes que aqui ficaram, também era dela a responsabilidade de dar notícias ao pai e a sua nova mãe. Assim em 1833, a princesa Paula Mariana morreu antes dos 10 anos, Januária através de uma carta relatou o ocorrido ao pai:"Amado, papai. Apesar de nossas constantes súplicas ao céu, nossa querida irmã Paula Mariana foi embora. Não encontramos consolo. Nossa amada irmã não está mais conosco. Além disso, o pequeno Pedro adoeceu gravemente. Chegamos a pensar que ele estava com a mesma febre de Paula Mariana, mas graças a Deus ele melhorou e já está sentado em sua sala de estudos. Para agradecer, nós, irmã Chica e eu, sua filha Januária, não comeremos açúcar até o aniversário de Pedro, dia 2 de dezembro. Querido papai, estamos desesperados e com grande consternação. Temos muita saudade de vós e também da nossa irmã Maria da Glória e de todos aqueles que estão contigo em Lisboa. Com a promessa de ser sempre filhos obedientes e amorosos, Januária, Francisca e Pedro."Também foi à Januária que a Imperatriz Amélia dirigiu a notícia por carta da morte de D. Pedro I.Com a abdicação de Pedro I do Brasil em 1831 e imediata mudança para a Europa para reconquistar a coroa portuguesa para a sua filha primogênita Maria da Glória, a sucessão do trono brasileiro precisava ser modificada. Foi expedida pela Assembleia dos Deputados uma lei nomeando Januária como Princesa Imperial do Brasil.6 O regente, padre Diogo Antônio Feijó, disse apenas que aceitava o documento em nome da Princesa Imperial.No dia 4 de agosto de 1836, Januária (então com 14 anos de idade) entrou no salão do Paço do Senado, trazendo um rico vestido de ouro sobre o qual se divisava a insígnia da Grã Cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro e, na presença dos deputados, com a mão sobre o missal, declarou solenemente com voz comovida:Juro manter a religião Católica, Apostólica, Romana; observar a Constituição Política da Nação Brasileira e ser obediente às leis e ao Imperador.Desta forma, Januária tornou-se Princesa Imperial do Brasil (herdeira do trono), até o nascimento de um filho de seu irmão Pedro II.

Informações

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Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    O presente instrumento, denominado "Termos e Condições do Leilão", tem por objetivo regular a participação de usuários (arrematantes) no sistema online de leilões.

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO foram periciadas pelos organizadores que,solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na expertise de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feitaem até 5 dias após o fim do leilão e/ou acesso à mercadoria. Findo este prazo, não mais serão admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. Obras estrangeiras serão sempre vendidas como "Atribuídas".

    4. O Leiloeiro(a) não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo.

    As obras serão vendidas "NO ESTADO" em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação.

    Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão.

    Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas, nem servirá de alegação para descumprir o compromisso firmado.

    6. O leilão obedecerá rigorosamente à ordem dos lotes apresentada no catalogo. Todos os lotes poderão receber lances prévios antes da data de realização do pregão(*).

    Contudo, o lance vencedor será registrado somente durante o pregão ao vivo (data e horário divulgado no catálogo).

    É somente nesta data que o Leiloeiro(a) "baterá o martelo", formalizando cada lote como "Lote vendido".

    Os lances efetuados após a apresentação do lote no pregão, terão seu aceite ou não submetidos ao crivo do Leiloeiro(a) responsável.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que poderá ser feito por funcionário autorizado pelo Leiloeiro(a).

    8. O Leiloeiro(a) colocará, a titulo de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: Para a participação nos leilões online faz-se necessário possuir um cadastro válido e ativo.

    Caso não possua cadastro, este poderá ser efetuado diretamente através do site do respectivo leilão, sendo certo que este deverá ser atualizado sempre que necessário.

    8.1.1 O acesso ao sistema de leilões online pelo usuário poderá ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo e sob o exclusivo critério do Leiloeiro(a), não havendo direito a qualquer reclamação ou indenização.

    8.2. O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante,

    acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem efetuados.

    Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, os quais somente poderão ser anulados e/ou cancelados de acordo com autorização do leiloeiro(a) responsável.

    8.3. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site),devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro(a) se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro(a); o que não cria novação.

    12. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro(a), (5%).

    Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e efetuar o bloqueio da respectiva cartela até respectiva quitação de taxas e multas equivalentes.

    13. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes.

    O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação pelo arrematante da empresaresponsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio, ficando o Leiloeiro(a) e as Galerias e/ou Organizadores isentos de qualquer responsabilidade em caso de extravio, furto e/ou dano à mercadoria.

    14. O Leiloeiro(a) reserva-se ao direito de cancelar o lance, caso o arrematante adote posturas consideradas ofensivas, desrespeitosas ou inapropriadas, seja antes ou durante a realização de leilão.

    Poderá haver cancelamento de qualquer oferta de compra, sempre que não for possível comprovar a identidade do usuário ou caso este venha a descumprir quaisquer condições estabelecidas no presente contrato,dentre elas, a utilização de cadastros paralelos objetivando se eximir das responsabilidades previstas neste Termo.

    15. - O arrematante assume neste ato, expressamente, que responderá, civil e criminalmente, pelo uso de qualquer equipamento, programa ou procedimento que vise interferir no funcionamento do site.

    16. - O arrematante, ao clicar ACEITO declara ter lido e aceito o conteúdo do presente "termos e condições", sem nenhuma oposição, inclusive, não tem ressalva a fazer sobre as condições aqui estabelecidas.

    Também declara ter capacidade, autoridade e legitimidade para assumir responsabilidades e obrigações através do presente instrumento.

    17. Todas as controvérsias oriundas ou relacionadas ao presente Termo, deverão ser resolvidas, primeiramente, por negociação e/ou mediação entre as Partes.

    Não logrando êxito, a controvérsia poderá vir a ser resolvida por interpelação judicial.

    18. A Parte interessada em iniciar o procedimento de negociação/mediação deverá comunicar a outra parte por escrito, detalhando a sua reclamação, bem como apresentando proposta para a solução da questão,sendo concedido prazo de até 10 (dez) dias para a outra Parte apresentar sua manifestação.

    Fica eleito o foro do estado do Comarca da Capital, para dirimir qualquer controvérsia oriunda deste instrumento não equacionada via negociação e/ou mediação,com a expressa renuncia a outro por mais privilegiado que seja ou venha a ser.

    Leilão - forma de alienação de bens.

    *Pregão - forma de licitação pública, em data e horário pré-definidos, onde é validado a escolha do melhor candidato pelo respectivo leiloeiro(a) responsável.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.