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DOM PEDRO II (1825-1891- IMPERADOR DO BRASIL DEVERES ESCOLARES - DEVERES ESCOLARES DO IMPERADOR MENINO DOM PEDRO II EM 26 DE FEVEREIRO DE 1833 QUANDO CONTAVA COM 8 ANOS DE IDADE. PAPEL COM MARCA D'AGUA DE 1824. ASSINADO PELO IMPERADOR. ESTE DOCUMENTO FOI AMPLAMENTE DIVULGADO PELA IMPRESSA BRASILEIRA E INTERNACIONAL DESDE A DECADA DE 1960 (JORNAIS ACOMPANHAM O LOTE). PARTICIPOU DE EXPOSIÇÕES E EXEMPLAR MUITO SEMELHANTE A ESTE FOI REPRODUZIDO PELA REVISTA HISTÓRIA DA BIBILIOTECA NACIONAL (TAMBÉM ACOMPANHA O LOTE). A TAREFA ESCOLAR ENVOLVEU CALIGRAFIA, FRANCÊS E ESCRITA GÓTICA. TRATA-SE DE UM FRAGMENTO DA MONUMENTAL OBRA DE TELEMACO LIVRO IX. EXCERTOS DO TEXTO: LES DIEUX CACHENT AUX FAIBLES HOMMES LEUR DESTINÉE DANS UNE NUIT IMPÉNÉTRABLE. IL EST UTILE DE PRÉVOIR CE QUI DÉPEND DE NOUS, POUR LE BIEN FAIRE; MAIS IL N'EST PAS MOINS UTILE D'IGNORER CE QUI NE DÉPEND PAS DE NOS SOINS ET CE QUE LES DIEUX VEULENT FAIRE DE NOUS. TRADUÇÃO: OS DEUSES, POR SABEDORIA BONDADOSA, ENVOLVEM AOS FRACOS MORTAIS SEU DESTINO EM NOITE IMPENETRAVEL. É UTIL ANTEVER O QUE DE NOS DEPENDE PARA BEM OBRAR; MAS NAO E MENOS ÚTIL IGNORAR, O QUE NAO DEPENDE DO NOSSO DESVELO, E QUANTO OS DEUSES QUEREM FAZER DE NOS. ASSINA DOM PEDRO 2. LOCALIZA E DATA PALAIS DE S. CHRISTOPHE 26 DE FEVEREIRO DE 1833. COMOVENTE E PUNGENTE OBRA DE UM MENINO ÓRFÃO DE MÃE, ABANDONADO PELO PAI E COM O PESO DE UM IMPÉRIO SOBRE OS OMBROS. UMA PESADA ROTINA DE 15 HORAS DIÁRIAS DEDICADAS AO ESTUDO E PREPARO PARA REINAR COM APENAS DUAS HORAS PARA OS BRINQUEDOS DE CRIANÇA. QUÃO AMARGAS DEVEM TER SOADO MAIS DE MEIO SÉCULO DEPOIS AS PALAVRAS CERTEIRAS DE TELÊMACO QUE O MENINO APRENDEU NA TENRA INFÂNCIA: NÃO DEPENDE DE NOSSO DESVELO O QUANTO OS DEUS QUEREM FAZER DE NÓS. EM 1889 DOM PEDRO II DESTRONADO E EXILADO DO BRASIL, DIFÍCIL SABER SE OUTRO BRASILEIRO FEZ TANTO PELA NAÇÃO E A ELA ENTREGOU DE FORMA TÃO PROFUNDA A SUA EXISTÊNCIA PRIVADOS DOS PAIS PELO PAÍS, PRIVADO DA INFÂNCIA PELO DEVER, PRIVADO DE DIREITOS DE SER QUEM DESEJARIA SER E FINALMENTE NA VELHICE PRIVADO DE MORRER NA PÁTRIA QUE TANTO AMOU. BRASIL , 1833. 23 CM DE ALTURANOTA: Chamado de órfão da nação, Pedro de Alcântara foi, desde a infância, um prisioneiro do próprio destino, alvo das intrigas que faziam dele instrumento do jogo de poder na corte do Rio de Janeiro. Ao embarcar para a Europa, D. Pedro I nomeou como tutor do seu filho, José Bonifácio de Andrade e Silva, um homem sábio, determinado e experiente. A estatura política de Bonifácio era insuportável para uma parte da elite brasileira, que o via com desconfiança e o queria longe do trono. Afastado da tutoria em 1833, o Patriarca da Independência foi preso por conspiração. Acusavam-no de liderar um complô para trazer D. Pedro I de volta ao Brasil e, julgado à revelia e absolvido após 2 anos, Bonifácio se recolheu em exílio voluntário na Ilha de Paquetá, até morrer em 1838 desiludido com os rumos do país que ajudou a criar. O 2º tutor de D. Pedro II Manuel Inácio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho, o Marquês de Itanhaém preparou-se para assumir um, rigoroso regulamento que todos deveriam seguir ao pé da letra. Essa detalhada rotina de estudos e exercícios diários ia das 7 da manhã até às 22 horas. Tudo era regulado e controlado, pois os médicos cuidavam da temperatura do banho e as camareiras da roupa que deveria combinar com a estação do ano. O Imperado-menino só podia visitar suas irmãs após o almoço, quando o quarto delas já estivesse arrumado. Os deputados supervisionavam sua educação emitindo relatórios periódicos que seus mestres enviavam à Câmara. O relatório de 1837 anunciava que ele falava e escrevia francês, lia e traduzia inglês. O de 1838 dizia que era um estudante disciplinado e, o do ano seguinte, informava que o Imperador dominava bem o latim e tinha deixado todas as brincadeiras somen te para ler e estudar. Com 7 anos, já era capaz de conversar em inglês. Fez dos idiomas uma de suas paixões e, ao atingir a idade adulta, conseguia se comunicar em 6 línguas francês, inglês, alemão, italiano, espanhol, provençal além do português, e também estudou grego, latim, hebraico, russo, árabe, sânscrito e tupi-guarani. Tinha a saúde precária e, assim como o pai, sofria de epilepsia. Há registros de vários ataques entre 1827 e 1840 e, em 1833, teve uma crise nervosa aparentemente causada pela carência afetiva. No ano seguinte, ao receber a notícia da morte do pai em Portugal, teve um ataque de febre cerebral seguida de frequentes dores no estômago e alguns chegaram a duvidar que sobrevivesse. Na ausência da mãe e da madrasta, apegou-se a Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho (futura Condesse de Belmonte), dama da corte encarregada de sua criação a quem chamava de Dadama. Era uma viúva portuguesa muito religiosa, que chegou ao Brasil com a corte de D. João em 1808. Pedro II passou uma infância tristíssima, na qual experimentou carência emocional e manipulação psicológica. Refugiou-se no mundo dos estudos, particularmente nos livros, que lhe davam prazer e uma sensação de segurança disse o historiador britânico Roderick J. Barman. O papel de instituição que lhe estava destinado desde a infância fez com que tudo lhe chegasse antecipadamente, como se precisasse envelhecer às pressas para dar um ar de seriedade ao jovem país, entregue ao seu comando. Assim foi no ritual da corte, em que era tratado como um adulto. Ao conhecer o menino aos 12 anos de idade (em janeiro de 1838), o Príncipe de Joinville seu futuro cunhado anotou em seu diário: Seus modos são os de um homem de 40 anos. Em 1840, às vésperas de assumir o trono no chamado Golpe da Maioridade, Pedro de Alcântara era um rapaz alto, de cabelos louro-bronzeados, magro e de olhos azuis descrição de Lídia Besouchet. Ao atingir a idade adulta, tinha 1,90 metro de altura e a cabeça grande. Só a voz fina e aguda destoava do conjunto e lembrava uma infância perdida pela orfandade precoce. A cerimônia de consagração (julho de 1841) durou 9 dias, encerrada com um baile para 1.200 convidados no Paço da Cidade. O traje do Imperador era um manto verde decorado com ramos de cacau e tabaco coberto por uma camurça feita de penas de galo-da-serra. À pressa da coroação, seguiu-se a do casamento por procuração, em maio de 1843 sete meses antes de completar 18 anos.

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DOM PEDRO II (1825-1891- IMPERADOR DO BRASIL DEVERES ESCOLARES - DEVERES ESCOLARES DO IMPERADOR MENINO DOM PEDRO II EM 26 DE FEVEREIRO DE 1833 QUANDO CONTAVA COM 8 ANOS DE IDADE. PAPEL COM MARCA D'AGUA DE 1824. ASSINADO PELO IMPERADOR. ESTE DOCUMENTO FOI AMPLAMENTE DIVULGADO PELA IMPRESSA BRASILEIRA E INTERNACIONAL DESDE A DECADA DE 1960 (JORNAIS ACOMPANHAM O LOTE). PARTICIPOU DE EXPOSIÇÕES E EXEMPLAR MUITO SEMELHANTE A ESTE FOI REPRODUZIDO PELA REVISTA HISTÓRIA DA BIBILIOTECA NACIONAL (TAMBÉM ACOMPANHA O LOTE). A TAREFA ESCOLAR ENVOLVEU CALIGRAFIA, FRANCÊS E ESCRITA GÓTICA. TRATA-SE DE UM FRAGMENTO DA MONUMENTAL OBRA DE TELEMACO LIVRO IX. EXCERTOS DO TEXTO: LES DIEUX CACHENT AUX FAIBLES HOMMES LEUR DESTINÉE DANS UNE NUIT IMPÉNÉTRABLE. IL EST UTILE DE PRÉVOIR CE QUI DÉPEND DE NOUS, POUR LE BIEN FAIRE; MAIS IL N'EST PAS MOINS UTILE D'IGNORER CE QUI NE DÉPEND PAS DE NOS SOINS ET CE QUE LES DIEUX VEULENT FAIRE DE NOUS. TRADUÇÃO: OS DEUSES, POR SABEDORIA BONDADOSA, ENVOLVEM AOS FRACOS MORTAIS SEU DESTINO EM NOITE IMPENETRAVEL. É UTIL ANTEVER O QUE DE NOS DEPENDE PARA BEM OBRAR; MAS NAO E MENOS ÚTIL IGNORAR, O QUE NAO DEPENDE DO NOSSO DESVELO, E QUANTO OS DEUSES QUEREM FAZER DE NOS. ASSINA DOM PEDRO 2. LOCALIZA E DATA PALAIS DE S. CHRISTOPHE 26 DE FEVEREIRO DE 1833. COMOVENTE E PUNGENTE OBRA DE UM MENINO ÓRFÃO DE MÃE, ABANDONADO PELO PAI E COM O PESO DE UM IMPÉRIO SOBRE OS OMBROS. UMA PESADA ROTINA DE 15 HORAS DIÁRIAS DEDICADAS AO ESTUDO E PREPARO PARA REINAR COM APENAS DUAS HORAS PARA OS BRINQUEDOS DE CRIANÇA. QUÃO AMARGAS DEVEM TER SOADO MAIS DE MEIO SÉCULO DEPOIS AS PALAVRAS CERTEIRAS DE TELÊMACO QUE O MENINO APRENDEU NA TENRA INFÂNCIA: NÃO DEPENDE DE NOSSO DESVELO O QUANTO OS DEUS QUEREM FAZER DE NÓS. EM 1889 DOM PEDRO II DESTRONADO E EXILADO DO BRASIL, DIFÍCIL SABER SE OUTRO BRASILEIRO FEZ TANTO PELA NAÇÃO E A ELA ENTREGOU DE FORMA TÃO PROFUNDA A SUA EXISTÊNCIA PRIVADOS DOS PAIS PELO PAÍS, PRIVADO DA INFÂNCIA PELO DEVER, PRIVADO DE DIREITOS DE SER QUEM DESEJARIA SER E FINALMENTE NA VELHICE PRIVADO DE MORRER NA PÁTRIA QUE TANTO AMOU. BRASIL , 1833. 23 CM DE ALTURANOTA: Chamado de órfão da nação, Pedro de Alcântara foi, desde a infância, um prisioneiro do próprio destino, alvo das intrigas que faziam dele instrumento do jogo de poder na corte do Rio de Janeiro. Ao embarcar para a Europa, D. Pedro I nomeou como tutor do seu filho, José Bonifácio de Andrade e Silva, um homem sábio, determinado e experiente. A estatura política de Bonifácio era insuportável para uma parte da elite brasileira, que o via com desconfiança e o queria longe do trono. Afastado da tutoria em 1833, o Patriarca da Independência foi preso por conspiração. Acusavam-no de liderar um complô para trazer D. Pedro I de volta ao Brasil e, julgado à revelia e absolvido após 2 anos, Bonifácio se recolheu em exílio voluntário na Ilha de Paquetá, até morrer em 1838 desiludido com os rumos do país que ajudou a criar. O 2º tutor de D. Pedro II Manuel Inácio de Andrade Souto Maior Pinto Coelho, o Marquês de Itanhaém preparou-se para assumir um, rigoroso regulamento que todos deveriam seguir ao pé da letra. Essa detalhada rotina de estudos e exercícios diários ia das 7 da manhã até às 22 horas. Tudo era regulado e controlado, pois os médicos cuidavam da temperatura do banho e as camareiras da roupa que deveria combinar com a estação do ano. O Imperado-menino só podia visitar suas irmãs após o almoço, quando o quarto delas já estivesse arrumado. Os deputados supervisionavam sua educação emitindo relatórios periódicos que seus mestres enviavam à Câmara. O relatório de 1837 anunciava que ele falava e escrevia francês, lia e traduzia inglês. O de 1838 dizia que era um estudante disciplinado e, o do ano seguinte, informava que o Imperador dominava bem o latim e tinha deixado todas as brincadeiras somen te para ler e estudar. Com 7 anos, já era capaz de conversar em inglês. Fez dos idiomas uma de suas paixões e, ao atingir a idade adulta, conseguia se comunicar em 6 línguas francês, inglês, alemão, italiano, espanhol, provençal além do português, e também estudou grego, latim, hebraico, russo, árabe, sânscrito e tupi-guarani. Tinha a saúde precária e, assim como o pai, sofria de epilepsia. Há registros de vários ataques entre 1827 e 1840 e, em 1833, teve uma crise nervosa aparentemente causada pela carência afetiva. No ano seguinte, ao receber a notícia da morte do pai em Portugal, teve um ataque de febre cerebral seguida de frequentes dores no estômago e alguns chegaram a duvidar que sobrevivesse. Na ausência da mãe e da madrasta, apegou-se a Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho (futura Condesse de Belmonte), dama da corte encarregada de sua criação a quem chamava de Dadama. Era uma viúva portuguesa muito religiosa, que chegou ao Brasil com a corte de D. João em 1808. Pedro II passou uma infância tristíssima, na qual experimentou carência emocional e manipulação psicológica. Refugiou-se no mundo dos estudos, particularmente nos livros, que lhe davam prazer e uma sensação de segurança disse o historiador britânico Roderick J. Barman. O papel de instituição que lhe estava destinado desde a infância fez com que tudo lhe chegasse antecipadamente, como se precisasse envelhecer às pressas para dar um ar de seriedade ao jovem país, entregue ao seu comando. Assim foi no ritual da corte, em que era tratado como um adulto. Ao conhecer o menino aos 12 anos de idade (em janeiro de 1838), o Príncipe de Joinville seu futuro cunhado anotou em seu diário: Seus modos são os de um homem de 40 anos. Em 1840, às vésperas de assumir o trono no chamado Golpe da Maioridade, Pedro de Alcântara era um rapaz alto, de cabelos louro-bronzeados, magro e de olhos azuis descrição de Lídia Besouchet. Ao atingir a idade adulta, tinha 1,90 metro de altura e a cabeça grande. Só a voz fina e aguda destoava do conjunto e lembrava uma infância perdida pela orfandade precoce. A cerimônia de consagração (julho de 1841) durou 9 dias, encerrada com um baile para 1.200 convidados no Paço da Cidade. O traje do Imperador era um manto verde decorado com ramos de cacau e tabaco coberto por uma camurça feita de penas de galo-da-serra. À pressa da coroação, seguiu-se a do casamento por procuração, em maio de 1843 sete meses antes de completar 18 anos.

Informações

Lance

    • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    O presente instrumento, denominado "Termos e Condições do Leilão", tem por objetivo regular a participação de usuários (arrematantes) no sistema online de leilões.

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO foram periciadas pelos organizadores que,solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na expertise de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feitaem até 5 dias após o fim do leilão e/ou acesso à mercadoria. Findo este prazo, não mais serão admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. Obras estrangeiras serão sempre vendidas como "Atribuídas".

    4. O Leiloeiro(a) não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo.

    As obras serão vendidas "NO ESTADO" em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação.

    Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão.

    Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas, nem servirá de alegação para descumprir o compromisso firmado.

    6. O leilão obedecerá rigorosamente à ordem dos lotes apresentada no catalogo. Todos os lotes poderão receber lances prévios antes da data de realização do pregão(*).

    Contudo, o lance vencedor será registrado somente durante o pregão ao vivo (data e horário divulgado no catálogo).

    É somente nesta data que o Leiloeiro(a) "baterá o martelo", formalizando cada lote como "Lote vendido".

    Os lances efetuados após a apresentação do lote no pregão, terão seu aceite ou não submetidos ao crivo do Leiloeiro(a) responsável.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que poderá ser feito por funcionário autorizado pelo Leiloeiro(a).

    8. O Leiloeiro(a) colocará, a titulo de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: Para a participação nos leilões online faz-se necessário possuir um cadastro válido e ativo.

    Caso não possua cadastro, este poderá ser efetuado diretamente através do site do respectivo leilão, sendo certo que este deverá ser atualizado sempre que necessário.

    8.1.1 O acesso ao sistema de leilões online pelo usuário poderá ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo e sob o exclusivo critério do Leiloeiro(a), não havendo direito a qualquer reclamação ou indenização.

    8.2. O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante,

    acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem efetuados.

    Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, os quais somente poderão ser anulados e/ou cancelados de acordo com autorização do leiloeiro(a) responsável.

    8.3. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site),devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro(a) se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro(a); o que não cria novação.

    12. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro(a), (5%).

    Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e efetuar o bloqueio da respectiva cartela até respectiva quitação de taxas e multas equivalentes.

    13. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes.

    O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação pelo arrematante da empresaresponsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio, ficando o Leiloeiro(a) e as Galerias e/ou Organizadores isentos de qualquer responsabilidade em caso de extravio, furto e/ou dano à mercadoria.

    14. O Leiloeiro(a) reserva-se ao direito de cancelar o lance, caso o arrematante adote posturas consideradas ofensivas, desrespeitosas ou inapropriadas, seja antes ou durante a realização de leilão.

    Poderá haver cancelamento de qualquer oferta de compra, sempre que não for possível comprovar a identidade do usuário ou caso este venha a descumprir quaisquer condições estabelecidas no presente contrato,dentre elas, a utilização de cadastros paralelos objetivando se eximir das responsabilidades previstas neste Termo.

    15. - O arrematante assume neste ato, expressamente, que responderá, civil e criminalmente, pelo uso de qualquer equipamento, programa ou procedimento que vise interferir no funcionamento do site.

    16. - O arrematante, ao clicar ACEITO declara ter lido e aceito o conteúdo do presente "termos e condições", sem nenhuma oposição, inclusive, não tem ressalva a fazer sobre as condições aqui estabelecidas.

    Também declara ter capacidade, autoridade e legitimidade para assumir responsabilidades e obrigações através do presente instrumento.

    17. Todas as controvérsias oriundas ou relacionadas ao presente Termo, deverão ser resolvidas, primeiramente, por negociação e/ou mediação entre as Partes.

    Não logrando êxito, a controvérsia poderá vir a ser resolvida por interpelação judicial.

    18. A Parte interessada em iniciar o procedimento de negociação/mediação deverá comunicar a outra parte por escrito, detalhando a sua reclamação, bem como apresentando proposta para a solução da questão,sendo concedido prazo de até 10 (dez) dias para a outra Parte apresentar sua manifestação.

    Fica eleito o foro do estado do Comarca da Capital, para dirimir qualquer controvérsia oriunda deste instrumento não equacionada via negociação e/ou mediação,com a expressa renuncia a outro por mais privilegiado que seja ou venha a ser.

    Leilão - forma de alienação de bens.

    *Pregão - forma de licitação pública, em data e horário pré-definidos, onde é validado a escolha do melhor candidato pelo respectivo leiloeiro(a) responsável.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.