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DOM PEDRO II REI DE PORTUGAL (1648-1706) PAI DE DOM JOÃO V. MISSIVA DO REI DOM PEDRO II ESCRITA DE PUNHO EM 1 DE JUNHO DE 1704 ENDEREÇADA AO PRINCIPE JOÃO GUILHERME ELEITOR PALATINO (1658-1716). EXCERTOS DO TEXTO: SENHOR IRMÃO, PELA CARTA DE V. DELEÇÃO E PELO BARÃO DE SICHING EU TENHO ENTENDIDO AS EXPRESSÕES DE BOM ÂNIMO DE V.D.ILM E POSSO SEGURAR A V.D.ILM QUE LHE CORRESPONDO COM TOM RECÍPROCO AFFECTO COMO PELO NOSSO PARENTESCO COM ALIANÇAS E AMIZADES: COM ESTES VÍNCULOS ME VEJO OBRIGADO A PROCURAR QUE SUA MAGESTADE REI CARLOS 3. ENTRE NA POSSE DA MONARCHIA QUE É SUA E ESPERO QUE O CÉO HÁ DE FAVORECER A SUA JUSTIÇA E O MEU DESEJO. GUARDE DEOS A V.D.ILM.SANTÁREM 1 DE JUNHO DE 1704. BOM IRMÃO E CUNHADO DE V. D.ILM. PEDRO. DOM PEDRO II COM FAMILIARIDADE DIRIGE-SE AO SEU CUNHADO O ELEITOR PALATINO JOÃO GULHERME EM UM MOMENTO EM QUE A CRISE DA SUCESSÃO ESPANHOLA O LEVOU A ENTRAR DE POSSE DE ANTIGOS TERRITÓRIOS PALATINOS. VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE IMAGEM DE DOM PEDRO II AUTOR DESSA CARTA. NOTA: João Guilherme, Eleitor Palatino (em alemão Johann Wilhelm, em Baixo alemão Jan Wellem), (Dusseldorf, 19 de abril de 1658 - Dusseldorf, 8 de junho de 1716) foi um príncipe alemão membro da Dinastia de Wittelsbach.Foi Eleitor Palatino (Kurfürst von der Pfalz) (16901716), Duque do Palatinado-Neuburgo (16901716), Duque de Jülich e Berg (16791716).Durante a Guerra da Sucessão de Espanha, obteve temporariamente a posse de antigos territórios Palatinos (Alto Palatinado e Condado de Cham) de 1707-1714. A partir de 1697 João Guilherme foi também Conde de Megen (nos Países Baixos). Entre os seus irmãos mais conhecidos encontravam-se: Francisco Luís de Neuburgo, que veio a ser Grão-mestre da Ordem Teutónica (1694-1732), Arcebispo-Eleitor de Tréveris (1716-1729) e Arcebispo-Eleitor de Mainz (1729-1732); e Carlos Filipe de Neuburgo, que lhe haveria de suceder nos seus estados.Também algumas das suas irmãs casaram com monarcas europeus, tornando-o cunhado do imperador Leopoldo I, do rei Pedro II de Portugal, do rei Carlos II de Espanha e do príncipe herdeiro de Parma, Eduardo Farnésio. João Guilherme era mais popular em Jülich-Berg, onde erigiu edifícios marcantes , como o Palácio de Bensberg, e onde tinha uma corte extravagante que empregava muitos artistas e artesãos, incluindo os pintores da corte Johannes Spilberg, a filha Adriana, e o seu viúvo Eglon van der Neer, Adriaen van der Werff, Jan Frans van Douven, Herman van der Mijn, Jan van Nickelen, a filha Jacoba Maria van Nickelen, o marido Willem Troost, Rachel Ruysch, Godfried Schalcken e Jan Weenix com a filha Maria Weenix. A sua enorme coleção de pinturas de Rubens podem ainda ser vistas na Alte Pinakothek de Munique.A sua viúva, Ana Maria Luísa, era a última descendente dos Médici. Como protetora das artes, ela legou a grande coleção dos Médicis, incluindo os conteúdos dos Uffizi, Palazzo Pitti e das villas Mediceias (que herdara em 1737 após a morte do seu irmão João Gastão de Médici), bem como os tesouros Palatinos (herdados do marido) ao Estado Toscano, na condição que nenhuma parte fosse retirada da capital, Florença. Por isso, estes tesouros podem ainda hoje ser visitados em Florença.João Guilherme era mais popular em Jülich-Berg, onde erigiu edifícios marcantes , como o Palácio de Bensberg, e onde tinha uma corte extravagante que empregava muitos artistas e artesãos, incluindo os pintores da corte Johannes Spilberg, a filha Adriana, e o seu viúvo Eglon van der Neer, Adriaen van der Werff, Jan Frans van Douven, Herman van der Mijn, Jan van Nickelen, a filha Jacoba Maria van Nickelen, o marido Willem Troost, Rachel Ruysch, Godfried Schalcken e Jan Weenix com a filha Maria Weenix. A sua enorme coleção de pinturas de Rubens podem ainda ser vistas na Alte Pinakothek de Munique.A sua viúva, Ana Maria Luísa, era a última descendente dos Médici. Como protetora das artes, ela legou a grande coleção dos Médicis, incluindo os conteúdos dos Uffizi, Palazzo Pitti e das villas Mediceias (que herdara em 1737 após a morte do seu irmão João Gastão de Médici), bem como os tesouros Palatinos (herdados do marido) ao Estado Toscano, na condição que nenhuma parte fosse retirada da capital, Florença. Por isso, estes tesouros podem ainda hoje ser visitados em Florença. "A Guerra de Sucessão Espanhola foi uma guerra que marcou o contexto de disputas por tronos e domínios coloniais na Europa. O rei Carlos II da Espanha, casado com a princesa francesa Maria Luísa, não tinha deixado nenhum herdeiro apto a comandar o governo espanhol após a sua morte. Com isso, o rei francês Luis XIV tinha interesse em deixar os domínios espanhóis nas mãos de seu neto Filipe V. No entanto, a possibilidade de união entre as duas coroas desagradava imensamente aos interesses de outras monarquias européias. Os monarcas da Inglaterra, Portugal e Holanda fizeram forte oposição ao Arquiduque Charles do Sacro-Império Germânico, que poderia reunir os domínios espanhóis e franceses sobre as mãos da família Habsburgo. Ao mesmo tempo, Inglaterra e Holanda eram contra a dominação francesa, pois temiam o surgimento de uma nova potência econômica que prejudicaria os interesses de ambas as nações. Fatigado pelos conflitos outrora realizados durante a Guerra da Grande Aliança, o rei Luis XIV da França resolveu assinar um acordo diplomático. O tratado foi estabelecido com o rei William III da Inglaterra e definia que José Ferdinando, príncipe da Bavária, poderia ter domínio sobre o trono espanhol desde que cedessem as regiões de Nápoles, Sicília e Milão para o futuro herdeiro da França. O rei espanhol, Carlos II, se opôs ao tratado e resolveu conceder todo trono espanhol para as mãos de José Ferdinando." "A ação de Carlos II, que poderia dar fim ao problema sucessório, caiu por terra com a inesperada morte de José Ferdinando. No ano de 1700 um novo acordo diplomático foi assinado entre França, Inglaterra e Holanda. O novo acordo previa que o governo francês deveria ter controle sobre Nápoles, Sicília e Milão; e o novo rei deveria ser o Arquiduque Charles. Os herdeiros espanhóis, insatisfeitos com o novo acordo, forçaram o moribundo rei Carlos II a repassar o trono para Felipe V. Dessa maneira, a França teve sua ambição unificadora com a ascensão do novo rei. Dessa forma, os demais reinos envolvidos na disputa não aceitavam o novo acordo prevendo a hegemonia política e econômica da França. As hostilidades instaladas entre os países europeus empreenderam uma guerra que buscava dar fim ao processo de hegemonia dos domínios franceses. Na batalha de Blenheim, em 1704, as tropas holandesas foram vitoriosas contra os franceses na Bavária. A resistência dos franceses ainda mostrou alguma força durante os anos seguintes, fazendo algumas pequenas conquistas. No ano de 1709, a batalha de Malplaquet selou a vitória das forças contrárias à unificação dos territórios franceses e espanhóis. O enfraquecimento dos países envolvidos no conflito veio a abrir negociações de paz. França, Inglaterra e Holanda assinaram o chamado Tratado de Utrecht, em 1714. O final do conflito estabeleceu o equilíbrio político-territorial entre as monarquias européias."

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DOM PEDRO II REI DE PORTUGAL (1648-1706) PAI DE DOM JOÃO V. MISSIVA DO REI DOM PEDRO II ESCRITA DE PUNHO EM 1 DE JUNHO DE 1704 ENDEREÇADA AO PRINCIPE JOÃO GUILHERME ELEITOR PALATINO (1658-1716). EXCERTOS DO TEXTO: SENHOR IRMÃO, PELA CARTA DE V. DELEÇÃO E PELO BARÃO DE SICHING EU TENHO ENTENDIDO AS EXPRESSÕES DE BOM ÂNIMO DE V.D.ILM E POSSO SEGURAR A V.D.ILM QUE LHE CORRESPONDO COM TOM RECÍPROCO AFFECTO COMO PELO NOSSO PARENTESCO COM ALIANÇAS E AMIZADES: COM ESTES VÍNCULOS ME VEJO OBRIGADO A PROCURAR QUE SUA MAGESTADE REI CARLOS 3. ENTRE NA POSSE DA MONARCHIA QUE É SUA E ESPERO QUE O CÉO HÁ DE FAVORECER A SUA JUSTIÇA E O MEU DESEJO. GUARDE DEOS A V.D.ILM.SANTÁREM 1 DE JUNHO DE 1704. BOM IRMÃO E CUNHADO DE V. D.ILM. PEDRO. DOM PEDRO II COM FAMILIARIDADE DIRIGE-SE AO SEU CUNHADO O ELEITOR PALATINO JOÃO GULHERME EM UM MOMENTO EM QUE A CRISE DA SUCESSÃO ESPANHOLA O LEVOU A ENTRAR DE POSSE DE ANTIGOS TERRITÓRIOS PALATINOS. VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE IMAGEM DE DOM PEDRO II AUTOR DESSA CARTA. NOTA: João Guilherme, Eleitor Palatino (em alemão Johann Wilhelm, em Baixo alemão Jan Wellem), (Dusseldorf, 19 de abril de 1658 - Dusseldorf, 8 de junho de 1716) foi um príncipe alemão membro da Dinastia de Wittelsbach.Foi Eleitor Palatino (Kurfürst von der Pfalz) (16901716), Duque do Palatinado-Neuburgo (16901716), Duque de Jülich e Berg (16791716).Durante a Guerra da Sucessão de Espanha, obteve temporariamente a posse de antigos territórios Palatinos (Alto Palatinado e Condado de Cham) de 1707-1714. A partir de 1697 João Guilherme foi também Conde de Megen (nos Países Baixos). Entre os seus irmãos mais conhecidos encontravam-se: Francisco Luís de Neuburgo, que veio a ser Grão-mestre da Ordem Teutónica (1694-1732), Arcebispo-Eleitor de Tréveris (1716-1729) e Arcebispo-Eleitor de Mainz (1729-1732); e Carlos Filipe de Neuburgo, que lhe haveria de suceder nos seus estados.Também algumas das suas irmãs casaram com monarcas europeus, tornando-o cunhado do imperador Leopoldo I, do rei Pedro II de Portugal, do rei Carlos II de Espanha e do príncipe herdeiro de Parma, Eduardo Farnésio. João Guilherme era mais popular em Jülich-Berg, onde erigiu edifícios marcantes , como o Palácio de Bensberg, e onde tinha uma corte extravagante que empregava muitos artistas e artesãos, incluindo os pintores da corte Johannes Spilberg, a filha Adriana, e o seu viúvo Eglon van der Neer, Adriaen van der Werff, Jan Frans van Douven, Herman van der Mijn, Jan van Nickelen, a filha Jacoba Maria van Nickelen, o marido Willem Troost, Rachel Ruysch, Godfried Schalcken e Jan Weenix com a filha Maria Weenix. A sua enorme coleção de pinturas de Rubens podem ainda ser vistas na Alte Pinakothek de Munique.A sua viúva, Ana Maria Luísa, era a última descendente dos Médici. Como protetora das artes, ela legou a grande coleção dos Médicis, incluindo os conteúdos dos Uffizi, Palazzo Pitti e das villas Mediceias (que herdara em 1737 após a morte do seu irmão João Gastão de Médici), bem como os tesouros Palatinos (herdados do marido) ao Estado Toscano, na condição que nenhuma parte fosse retirada da capital, Florença. Por isso, estes tesouros podem ainda hoje ser visitados em Florença.João Guilherme era mais popular em Jülich-Berg, onde erigiu edifícios marcantes , como o Palácio de Bensberg, e onde tinha uma corte extravagante que empregava muitos artistas e artesãos, incluindo os pintores da corte Johannes Spilberg, a filha Adriana, e o seu viúvo Eglon van der Neer, Adriaen van der Werff, Jan Frans van Douven, Herman van der Mijn, Jan van Nickelen, a filha Jacoba Maria van Nickelen, o marido Willem Troost, Rachel Ruysch, Godfried Schalcken e Jan Weenix com a filha Maria Weenix. A sua enorme coleção de pinturas de Rubens podem ainda ser vistas na Alte Pinakothek de Munique.A sua viúva, Ana Maria Luísa, era a última descendente dos Médici. Como protetora das artes, ela legou a grande coleção dos Médicis, incluindo os conteúdos dos Uffizi, Palazzo Pitti e das villas Mediceias (que herdara em 1737 após a morte do seu irmão João Gastão de Médici), bem como os tesouros Palatinos (herdados do marido) ao Estado Toscano, na condição que nenhuma parte fosse retirada da capital, Florença. Por isso, estes tesouros podem ainda hoje ser visitados em Florença. "A Guerra de Sucessão Espanhola foi uma guerra que marcou o contexto de disputas por tronos e domínios coloniais na Europa. O rei Carlos II da Espanha, casado com a princesa francesa Maria Luísa, não tinha deixado nenhum herdeiro apto a comandar o governo espanhol após a sua morte. Com isso, o rei francês Luis XIV tinha interesse em deixar os domínios espanhóis nas mãos de seu neto Filipe V. No entanto, a possibilidade de união entre as duas coroas desagradava imensamente aos interesses de outras monarquias européias. Os monarcas da Inglaterra, Portugal e Holanda fizeram forte oposição ao Arquiduque Charles do Sacro-Império Germânico, que poderia reunir os domínios espanhóis e franceses sobre as mãos da família Habsburgo. Ao mesmo tempo, Inglaterra e Holanda eram contra a dominação francesa, pois temiam o surgimento de uma nova potência econômica que prejudicaria os interesses de ambas as nações. Fatigado pelos conflitos outrora realizados durante a Guerra da Grande Aliança, o rei Luis XIV da França resolveu assinar um acordo diplomático. O tratado foi estabelecido com o rei William III da Inglaterra e definia que José Ferdinando, príncipe da Bavária, poderia ter domínio sobre o trono espanhol desde que cedessem as regiões de Nápoles, Sicília e Milão para o futuro herdeiro da França. O rei espanhol, Carlos II, se opôs ao tratado e resolveu conceder todo trono espanhol para as mãos de José Ferdinando." "A ação de Carlos II, que poderia dar fim ao problema sucessório, caiu por terra com a inesperada morte de José Ferdinando. No ano de 1700 um novo acordo diplomático foi assinado entre França, Inglaterra e Holanda. O novo acordo previa que o governo francês deveria ter controle sobre Nápoles, Sicília e Milão; e o novo rei deveria ser o Arquiduque Charles. Os herdeiros espanhóis, insatisfeitos com o novo acordo, forçaram o moribundo rei Carlos II a repassar o trono para Felipe V. Dessa maneira, a França teve sua ambição unificadora com a ascensão do novo rei. Dessa forma, os demais reinos envolvidos na disputa não aceitavam o novo acordo prevendo a hegemonia política e econômica da França. As hostilidades instaladas entre os países europeus empreenderam uma guerra que buscava dar fim ao processo de hegemonia dos domínios franceses. Na batalha de Blenheim, em 1704, as tropas holandesas foram vitoriosas contra os franceses na Bavária. A resistência dos franceses ainda mostrou alguma força durante os anos seguintes, fazendo algumas pequenas conquistas. No ano de 1709, a batalha de Malplaquet selou a vitória das forças contrárias à unificação dos territórios franceses e espanhóis. O enfraquecimento dos países envolvidos no conflito veio a abrir negociações de paz. França, Inglaterra e Holanda assinaram o chamado Tratado de Utrecht, em 1714. O final do conflito estabeleceu o equilíbrio político-territorial entre as monarquias européias."

Informações

Lance

    • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    O presente instrumento, denominado "Termos e Condições do Leilão", tem por objetivo regular a participação de usuários (arrematantes) no sistema online de leilões.

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO foram periciadas pelos organizadores que,solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na expertise de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feitaem até 5 dias após o fim do leilão e/ou acesso à mercadoria. Findo este prazo, não mais serão admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. Obras estrangeiras serão sempre vendidas como "Atribuídas".

    4. O Leiloeiro(a) não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo.

    As obras serão vendidas "NO ESTADO" em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação.

    Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão.

    Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas, nem servirá de alegação para descumprir o compromisso firmado.

    6. O leilão obedecerá rigorosamente à ordem dos lotes apresentada no catalogo. Todos os lotes poderão receber lances prévios antes da data de realização do pregão(*).

    Contudo, o lance vencedor será registrado somente durante o pregão ao vivo (data e horário divulgado no catálogo).

    É somente nesta data que o Leiloeiro(a) "baterá o martelo", formalizando cada lote como "Lote vendido".

    Os lances efetuados após a apresentação do lote no pregão, terão seu aceite ou não submetidos ao crivo do Leiloeiro(a) responsável.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que poderá ser feito por funcionário autorizado pelo Leiloeiro(a).

    8. O Leiloeiro(a) colocará, a titulo de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: Para a participação nos leilões online faz-se necessário possuir um cadastro válido e ativo.

    Caso não possua cadastro, este poderá ser efetuado diretamente através do site do respectivo leilão, sendo certo que este deverá ser atualizado sempre que necessário.

    8.1.1 O acesso ao sistema de leilões online pelo usuário poderá ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo e sob o exclusivo critério do Leiloeiro(a), não havendo direito a qualquer reclamação ou indenização.

    8.2. O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante,

    acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem efetuados.

    Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, os quais somente poderão ser anulados e/ou cancelados de acordo com autorização do leiloeiro(a) responsável.

    8.3. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site),devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro(a) se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro(a); o que não cria novação.

    12. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro(a), (5%).

    Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e efetuar o bloqueio da respectiva cartela até respectiva quitação de taxas e multas equivalentes.

    13. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes.

    O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação pelo arrematante da empresaresponsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio, ficando o Leiloeiro(a) e as Galerias e/ou Organizadores isentos de qualquer responsabilidade em caso de extravio, furto e/ou dano à mercadoria.

    14. O Leiloeiro(a) reserva-se ao direito de cancelar o lance, caso o arrematante adote posturas consideradas ofensivas, desrespeitosas ou inapropriadas, seja antes ou durante a realização de leilão.

    Poderá haver cancelamento de qualquer oferta de compra, sempre que não for possível comprovar a identidade do usuário ou caso este venha a descumprir quaisquer condições estabelecidas no presente contrato,dentre elas, a utilização de cadastros paralelos objetivando se eximir das responsabilidades previstas neste Termo.

    15. - O arrematante assume neste ato, expressamente, que responderá, civil e criminalmente, pelo uso de qualquer equipamento, programa ou procedimento que vise interferir no funcionamento do site.

    16. - O arrematante, ao clicar ACEITO declara ter lido e aceito o conteúdo do presente "termos e condições", sem nenhuma oposição, inclusive, não tem ressalva a fazer sobre as condições aqui estabelecidas.

    Também declara ter capacidade, autoridade e legitimidade para assumir responsabilidades e obrigações através do presente instrumento.

    17. Todas as controvérsias oriundas ou relacionadas ao presente Termo, deverão ser resolvidas, primeiramente, por negociação e/ou mediação entre as Partes.

    Não logrando êxito, a controvérsia poderá vir a ser resolvida por interpelação judicial.

    18. A Parte interessada em iniciar o procedimento de negociação/mediação deverá comunicar a outra parte por escrito, detalhando a sua reclamação, bem como apresentando proposta para a solução da questão,sendo concedido prazo de até 10 (dez) dias para a outra Parte apresentar sua manifestação.

    Fica eleito o foro do estado do Comarca da Capital, para dirimir qualquer controvérsia oriunda deste instrumento não equacionada via negociação e/ou mediação,com a expressa renuncia a outro por mais privilegiado que seja ou venha a ser.

    Leilão - forma de alienação de bens.

    *Pregão - forma de licitação pública, em data e horário pré-definidos, onde é validado a escolha do melhor candidato pelo respectivo leiloeiro(a) responsável.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.