Lote 9
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Brasil Império

LOTE RETIRADO ATENDENDO INTERESSE DO ARQUIIVO NACIONAL - INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - MANUSCRITO DE DOM PEDRO I ENTÃO PRINCIPE REGENTE DO BRASIL, REDIGIDO DE PUNHO PELO P´RÍNCIPE EM JANEIRO DE 1822 ORDENANDO A ANTONIO LUIZ PEREIRA DA CUNHA, FUTURO MARQUÊS DE INHAMBUPE E MINSITRO DOS NEGÓCIOS DOS ESTRANGEIROS, PROVIDENCIAS PARA DESMOBILIZAR AS TROPAS AUXILIARES PORTUGUESAS NO RIO DE JANEIRO. EXCERTOS DO TEXTO: CUNHA, ORDENO QUE HAJA PORTARIAS AOS DIFERENTES COMANDANTESDOS CORPOS DE PORTUGAL EM QUE LHES PARTICIPE QUE EM ATENDIMENTO NO QUE ME REPRESENTARAM OS SOLDADOS DA RELAÇÃO INCLUSA QUE HEI POR BEM DAR-LHE BAIXA COM QUE TERÃO OS ASSENTOS DO LIVRO MESTRE E QUE EU DEI LICENÇA PARA CÁ FICAREM NESTA BANDA. PEDRO DESETE SEU AMO. OS LOGO QUE ESTIVEREM MANDADAS AS PORTARIAS QUE DEVEM SER DE REPENTE MANDE-OS AQUI IMEDIAMENTE DECLARANDO NAS DITAS QUE AS BAIXAS LHE SÃO DADAS EM ATENÇÃO A REPRESENTAÇÃO DOS SOLDADOS. NOTA: A Divisão Auxiliadora, formada por tropas de linha portuguesa, promoveu um motim nos dias 11 e 12 de janeiro de 1822, no Rio de Janeiro, contra a decisão do Fico do príncipe regente D. Pedro. As tropas lusitanas se amotinaram em dois grupos, um no Morro do Castelo e o outro no Largo do Moura (área que ficava na região do porto entre a atual praça XV e o Museu Histórico Nacional), sob o comando do General Jorge Avilez. Motivados a defender o Brasil da anarquia que julgavam ter se instalado com a recusa às ordens portuguesas do regresso de Pedro, os soldados tinham a intenção de prender o príncipe regente e levá-lo à força para Lisboa. Em resposta à insubordinação da Divisão Auxiliadora, milícias locais foram formadas compostas por populares, padres e frades. No dia 12 de janeiro, D. Pedro deu ordens a dois companheiros para negociar o término do motim. Após o acordo, as tropas da Divisão Auxiliadora retiraram-se para a Vila Real da Praia Grande, atual cidade de Niterói. Os embates entre os soldados e D. Pedro continuaram até o dia 10 de fevereiro, quando o príncipe determinou a expulsão da Divisão Auxiliadora do país.A Revolução Liberal do Porto, em 1820, teve repercussões políticas tanto em Portugal quanto no Brasil. Os revoltosos, fortemente influenciados pelo movimento liberal, criaram as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, também chamadas de Cortes lisboetas ou Cortes Vintistas. As Cortes Gerais, entre outras determinações, exigiram e conseguiram a volta de D. João VI para Lisboa, que havia se instalado no Rio de Janeiro em 1808, e a elaboração de uma Assembleia Constituinte, que colocaria fim ao absolutismo português. Não satisfeitos com a manobra de D. João VI, depois de deixar seu filho como regente no Brasil, as Cortes lisboetas, em dezembro de 1821, julgaram desnecessária sua permanência no país e pressionaram pelo retorno de D. Pedro para Portugal.Liderados pelo vice-presidente da província de São Paulo, José Bonifácio, foi elaborado um manifesto com mais de oito mil assinaturas contra as ordens vindas de Portugal e os manifestantes foram para o Paço Real (Rio de Janeiro) no dia 9 de Janeiro de 1822. O manifesto teve adesão de parte da elite de São Paulo e Minas Gerais, argumentando que a volta de D. Pedro acarretaria uma situação de anarquia e uma possível emancipação brasileira. O príncipe regente, após uma reunião com a Câmara dos Senadores e com o apoio popular, declarou naquele mesmo dia (o célebre Dia do Fico) que permaneceria no Rio de Janeiro.O posicionamento de D. Pedro em continuar no Brasil não foi recebido pacificamente no Rio de Janeiro. As tropas da Divisão Auxiliadora entenderam a permanência como anarquia, ao recusar as ordens lusitanas. A fim de defender os interesses das Cortes lisboetas, os soldados iniciaram um motim com a intenção de prender D. Pedro e forçar seu retorno para Portugal.Na tarde do dia 11 de janeiro, o General Jorge Avilez, comandante de Armas da Corte, foi até os quartéis do 11 e 15 Batalhão e alegou aos soldados portugueses ter sido demitido de seu cargo por D. Pedro. No entanto, Avilez, como forma de contrariar as decisões do príncipe regente, tinha pedido demissão um dia antes. Revoltados pela suposta demissão de seu comandante e pela decisão do príncipe em permanecer no Brasil, os oficiais e soldados portugueses deram início às agitações nas ruas do Rio de Janeiro.Sob liderança do General Avilez, os militares se reuniram em diferentes praças. O 11 Batalhão se agrupou no Largo do Moura, o 15 Batalhão em São Bento e a 4 Artilharia na Rua Dom Manuel. Ao se deslocarem, as tropas quebraram vidraças, apagaram as luminárias da cidade e ofenderam os brasileiros, chamando-os de cabras, termo que significava filho de mulato com preto.Enquanto isso, no Teatro de São João, o tenente-coronel José Maria da Costa confirmou a Dom Pedro, presente no local, os boatos sobre o levante das tropas . A reação de D. Pedro veio com a mobilização de tropas brasileiras somadas às milícias locais e civis de diversas camadas sociais. Entre os civis, juntaram-se paisanos, padres e frades com armas em punho.A reação foi concentrada no Campo de Santana e totalizou cerca de quatro mil e seiscentas pessoas, números bem superiores aos das tropas portuguesas amotinadas que, segundo os dados do historiador Marcello Basile, reuniam por volta de mil e seiscentos soldados. O motim não teve adesão de toda a ala militar portuguesa: as tropas portuguesas do 3 Batalhão de Caçadores não aderiram, seguindo os comandos do príncipe regente e permanecendo na defesa do Palácio da Boa Vista.A tensão entre as tropas portuguesas e as tropas mobilizadas por D. Pedro no Morro do Castelo e no Campo de Santana estava acirrada e faltava pouco para que o embate acontecesse. No dia 12 de janeiro, a fim de evitar derramamento de sangue, o príncipe regente enviou dois comissários, um para o Morro do Castelo e o outro para o Largo do Moura, a fim de negociar com os amotinados portugueses. Na condição de que as tropas brasileiras também se retirassem, o General Avilez concordou com o deslocamento das tropas para a Vila Real da Praia Grande, do outro lado da baía de Guanabara.Avilez, durante o restante do mês, continuou com embates políticos por achar injusta a forma como as tropas portuguesas estavam sendo tratadas. Houve protestos contra as portarias dos dias 13 e 17 de janeiro do mesmo ano assinadas pelo príncipe-regente com a intenção de diminuir o tamanho da força pública de soldados. A primeira portaria ordenava dar baixas nas praças da Divisão Auxiliadora, já a segunda exigia obediência dos Comandantes dos Corpos, modificando a hierarquia acostumada. O General Avilez denunciou os subornos feitos por D. Pedro para que os soldados deixassem voluntariamente as tropas. O príncipe regente, com medo de possíveis ataques armados, incluindo os seguidos enfrentamentos de Avilez, expulsou as tropas Auxiliadoras do Brasil. No dia 15 de fevereiro do mesmo ano as tropas foram escoltadas até a altura de Pernambuco.

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LOTE RETIRADO ATENDENDO INTERESSE DO ARQUIIVO NACIONAL - INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - MANUSCRITO DE DOM PEDRO I ENTÃO PRINCIPE REGENTE DO BRASIL, REDIGIDO DE PUNHO PELO P´RÍNCIPE EM JANEIRO DE 1822 ORDENANDO A ANTONIO LUIZ PEREIRA DA CUNHA, FUTURO MARQUÊS DE INHAMBUPE E MINSITRO DOS NEGÓCIOS DOS ESTRANGEIROS, PROVIDENCIAS PARA DESMOBILIZAR AS TROPAS AUXILIARES PORTUGUESAS NO RIO DE JANEIRO. EXCERTOS DO TEXTO: CUNHA, ORDENO QUE HAJA PORTARIAS AOS DIFERENTES COMANDANTESDOS CORPOS DE PORTUGAL EM QUE LHES PARTICIPE QUE EM ATENDIMENTO NO QUE ME REPRESENTARAM OS SOLDADOS DA RELAÇÃO INCLUSA QUE HEI POR BEM DAR-LHE BAIXA COM QUE TERÃO OS ASSENTOS DO LIVRO MESTRE E QUE EU DEI LICENÇA PARA CÁ FICAREM NESTA BANDA. PEDRO DESETE SEU AMO. OS LOGO QUE ESTIVEREM MANDADAS AS PORTARIAS QUE DEVEM SER DE REPENTE MANDE-OS AQUI IMEDIAMENTE DECLARANDO NAS DITAS QUE AS BAIXAS LHE SÃO DADAS EM ATENÇÃO A REPRESENTAÇÃO DOS SOLDADOS. NOTA: A Divisão Auxiliadora, formada por tropas de linha portuguesa, promoveu um motim nos dias 11 e 12 de janeiro de 1822, no Rio de Janeiro, contra a decisão do Fico do príncipe regente D. Pedro. As tropas lusitanas se amotinaram em dois grupos, um no Morro do Castelo e o outro no Largo do Moura (área que ficava na região do porto entre a atual praça XV e o Museu Histórico Nacional), sob o comando do General Jorge Avilez. Motivados a defender o Brasil da anarquia que julgavam ter se instalado com a recusa às ordens portuguesas do regresso de Pedro, os soldados tinham a intenção de prender o príncipe regente e levá-lo à força para Lisboa. Em resposta à insubordinação da Divisão Auxiliadora, milícias locais foram formadas compostas por populares, padres e frades. No dia 12 de janeiro, D. Pedro deu ordens a dois companheiros para negociar o término do motim. Após o acordo, as tropas da Divisão Auxiliadora retiraram-se para a Vila Real da Praia Grande, atual cidade de Niterói. Os embates entre os soldados e D. Pedro continuaram até o dia 10 de fevereiro, quando o príncipe determinou a expulsão da Divisão Auxiliadora do país.A Revolução Liberal do Porto, em 1820, teve repercussões políticas tanto em Portugal quanto no Brasil. Os revoltosos, fortemente influenciados pelo movimento liberal, criaram as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, também chamadas de Cortes lisboetas ou Cortes Vintistas. As Cortes Gerais, entre outras determinações, exigiram e conseguiram a volta de D. João VI para Lisboa, que havia se instalado no Rio de Janeiro em 1808, e a elaboração de uma Assembleia Constituinte, que colocaria fim ao absolutismo português. Não satisfeitos com a manobra de D. João VI, depois de deixar seu filho como regente no Brasil, as Cortes lisboetas, em dezembro de 1821, julgaram desnecessária sua permanência no país e pressionaram pelo retorno de D. Pedro para Portugal.Liderados pelo vice-presidente da província de São Paulo, José Bonifácio, foi elaborado um manifesto com mais de oito mil assinaturas contra as ordens vindas de Portugal e os manifestantes foram para o Paço Real (Rio de Janeiro) no dia 9 de Janeiro de 1822. O manifesto teve adesão de parte da elite de São Paulo e Minas Gerais, argumentando que a volta de D. Pedro acarretaria uma situação de anarquia e uma possível emancipação brasileira. O príncipe regente, após uma reunião com a Câmara dos Senadores e com o apoio popular, declarou naquele mesmo dia (o célebre Dia do Fico) que permaneceria no Rio de Janeiro.O posicionamento de D. Pedro em continuar no Brasil não foi recebido pacificamente no Rio de Janeiro. As tropas da Divisão Auxiliadora entenderam a permanência como anarquia, ao recusar as ordens lusitanas. A fim de defender os interesses das Cortes lisboetas, os soldados iniciaram um motim com a intenção de prender D. Pedro e forçar seu retorno para Portugal.Na tarde do dia 11 de janeiro, o General Jorge Avilez, comandante de Armas da Corte, foi até os quartéis do 11 e 15 Batalhão e alegou aos soldados portugueses ter sido demitido de seu cargo por D. Pedro. No entanto, Avilez, como forma de contrariar as decisões do príncipe regente, tinha pedido demissão um dia antes. Revoltados pela suposta demissão de seu comandante e pela decisão do príncipe em permanecer no Brasil, os oficiais e soldados portugueses deram início às agitações nas ruas do Rio de Janeiro.Sob liderança do General Avilez, os militares se reuniram em diferentes praças. O 11 Batalhão se agrupou no Largo do Moura, o 15 Batalhão em São Bento e a 4 Artilharia na Rua Dom Manuel. Ao se deslocarem, as tropas quebraram vidraças, apagaram as luminárias da cidade e ofenderam os brasileiros, chamando-os de cabras, termo que significava filho de mulato com preto.Enquanto isso, no Teatro de São João, o tenente-coronel José Maria da Costa confirmou a Dom Pedro, presente no local, os boatos sobre o levante das tropas . A reação de D. Pedro veio com a mobilização de tropas brasileiras somadas às milícias locais e civis de diversas camadas sociais. Entre os civis, juntaram-se paisanos, padres e frades com armas em punho.A reação foi concentrada no Campo de Santana e totalizou cerca de quatro mil e seiscentas pessoas, números bem superiores aos das tropas portuguesas amotinadas que, segundo os dados do historiador Marcello Basile, reuniam por volta de mil e seiscentos soldados. O motim não teve adesão de toda a ala militar portuguesa: as tropas portuguesas do 3 Batalhão de Caçadores não aderiram, seguindo os comandos do príncipe regente e permanecendo na defesa do Palácio da Boa Vista.A tensão entre as tropas portuguesas e as tropas mobilizadas por D. Pedro no Morro do Castelo e no Campo de Santana estava acirrada e faltava pouco para que o embate acontecesse. No dia 12 de janeiro, a fim de evitar derramamento de sangue, o príncipe regente enviou dois comissários, um para o Morro do Castelo e o outro para o Largo do Moura, a fim de negociar com os amotinados portugueses. Na condição de que as tropas brasileiras também se retirassem, o General Avilez concordou com o deslocamento das tropas para a Vila Real da Praia Grande, do outro lado da baía de Guanabara.Avilez, durante o restante do mês, continuou com embates políticos por achar injusta a forma como as tropas portuguesas estavam sendo tratadas. Houve protestos contra as portarias dos dias 13 e 17 de janeiro do mesmo ano assinadas pelo príncipe-regente com a intenção de diminuir o tamanho da força pública de soldados. A primeira portaria ordenava dar baixas nas praças da Divisão Auxiliadora, já a segunda exigia obediência dos Comandantes dos Corpos, modificando a hierarquia acostumada. O General Avilez denunciou os subornos feitos por D. Pedro para que os soldados deixassem voluntariamente as tropas. O príncipe regente, com medo de possíveis ataques armados, incluindo os seguidos enfrentamentos de Avilez, expulsou as tropas Auxiliadoras do Brasil. No dia 15 de fevereiro do mesmo ano as tropas foram escoltadas até a altura de Pernambuco.

Informações

Lance

Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    O presente instrumento, denominado "Termos e Condições do Leilão", tem por objetivo regular a participação de usuários (arrematantes) no sistema online de leilões.

    1. As obras que compõem o presente LEILÃO foram periciadas pelos organizadores que,solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2. Em caso eventual de engano na expertise de obras, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feitaem até 5 dias após o fim do leilão e/ou acesso à mercadoria. Findo este prazo, não mais serão admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3. Obras estrangeiras serão sempre vendidas como "Atribuídas".

    4. O Leiloeiro(a) não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo.

    As obras serão vendidas "NO ESTADO" em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação.

    Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão.

    Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas, nem servirá de alegação para descumprir o compromisso firmado.

    6. O leilão obedecerá rigorosamente à ordem dos lotes apresentada no catalogo. Todos os lotes poderão receber lances prévios antes da data de realização do pregão(*).

    Contudo, o lance vencedor será registrado somente durante o pregão ao vivo (data e horário divulgado no catálogo).

    É somente nesta data que o Leiloeiro(a) "baterá o martelo", formalizando cada lote como "Lote vendido".

    Os lances efetuados após a apresentação do lote no pregão, terão seu aceite ou não submetidos ao crivo do Leiloeiro(a) responsável.

    7. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que poderá ser feito por funcionário autorizado pelo Leiloeiro(a).

    8. O Leiloeiro(a) colocará, a titulo de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: Para a participação nos leilões online faz-se necessário possuir um cadastro válido e ativo.

    Caso não possua cadastro, este poderá ser efetuado diretamente através do site do respectivo leilão, sendo certo que este deverá ser atualizado sempre que necessário.

    8.1.1 O acesso ao sistema de leilões online pelo usuário poderá ser cancelado ou suspenso a qualquer tempo e sob o exclusivo critério do Leiloeiro(a), não havendo direito a qualquer reclamação ou indenização.

    8.2. O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante,

    acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem efetuados.

    Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, os quais somente poderão ser anulados e/ou cancelados de acordo com autorização do leiloeiro(a) responsável.

    8.3. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site),devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9. O Leiloeiro(a) se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10. Adquiridas as obras e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro(a); o que não cria novação.

    12. As obras adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 72 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro(a), (5%).

    Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e efetuar o bloqueio da respectiva cartela até respectiva quitação de taxas e multas equivalentes.

    13. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes.

    O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação pelo arrematante da empresaresponsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio, ficando o Leiloeiro(a) e as Galerias e/ou Organizadores isentos de qualquer responsabilidade em caso de extravio, furto e/ou dano à mercadoria.

    14. O Leiloeiro(a) reserva-se ao direito de cancelar o lance, caso o arrematante adote posturas consideradas ofensivas, desrespeitosas ou inapropriadas, seja antes ou durante a realização de leilão.

    Poderá haver cancelamento de qualquer oferta de compra, sempre que não for possível comprovar a identidade do usuário ou caso este venha a descumprir quaisquer condições estabelecidas no presente contrato,dentre elas, a utilização de cadastros paralelos objetivando se eximir das responsabilidades previstas neste Termo.

    15. - O arrematante assume neste ato, expressamente, que responderá, civil e criminalmente, pelo uso de qualquer equipamento, programa ou procedimento que vise interferir no funcionamento do site.

    16. - O arrematante, ao clicar ACEITO declara ter lido e aceito o conteúdo do presente "termos e condições", sem nenhuma oposição, inclusive, não tem ressalva a fazer sobre as condições aqui estabelecidas.

    Também declara ter capacidade, autoridade e legitimidade para assumir responsabilidades e obrigações através do presente instrumento.

    17. Todas as controvérsias oriundas ou relacionadas ao presente Termo, deverão ser resolvidas, primeiramente, por negociação e/ou mediação entre as Partes.

    Não logrando êxito, a controvérsia poderá vir a ser resolvida por interpelação judicial.

    18. A Parte interessada em iniciar o procedimento de negociação/mediação deverá comunicar a outra parte por escrito, detalhando a sua reclamação, bem como apresentando proposta para a solução da questão,sendo concedido prazo de até 10 (dez) dias para a outra Parte apresentar sua manifestação.

    Fica eleito o foro do estado do Comarca da Capital, para dirimir qualquer controvérsia oriunda deste instrumento não equacionada via negociação e/ou mediação,com a expressa renuncia a outro por mais privilegiado que seja ou venha a ser.

    Leilão - forma de alienação de bens.

    *Pregão - forma de licitação pública, em data e horário pré-definidos, onde é validado a escolha do melhor candidato pelo respectivo leiloeiro(a) responsável.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.