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Colecionismo

iIMPORTANTE CAPACETE MILITAR OTOMANO DO PERÍODO MEDIEVAL QUATROCENTISTA. INDUMENTÁRIA ORIGINAL, CONTEMPORÂNIA DO CERCO DE CONTANTINOPLA QUE LEVOU AO FIM DO SACRO IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE E PORTANTO A MIL ANOS DE HISTÓRIA DO IMPÉRIO BIZANTINO. FEITIO ABOBADADO. POSSUI NO ÁPICE ESPIGÃO COM FEITIO DE LANÇA (O SENTIDO RELIGIOSO DISSO É IMPEDIR QUE FORÇAS DO MAL CAISSEM DO CÉU SOBRE O GUERREIRO). FRONTALMENTE DOIS PORTA PLUMAS NO FLANCO DIREITO E ESQUERDO (FUNÇÃO ORNAMENTAL). AO CENTRO BARRA DE PROTEÇÃO NASAL QUE PODE SER LEVANTADA OU ABAIXADA PARA O MOMENTO DO COMBATE. EM TODA VOLTA NA PARTE INFERIOR RESQUICÍOS DA DECORAÇÃO COM ARABESCOS E INSCRIÇÕES DE PROTEÇÃO E HONRA AO SULTÃO, AO PROFETA E A ALÁ. PEÇA ARQUEOLÓGICA EM MUITO BOAS CONDIÇÕES. SEC. XV, 43 CM DE ALTURA.NOTA: a queda de constantinopla: O cerco e a tomada de Constantinopla significam para muitos historiadores o fim da era medieval e o inicio da moderna. Isso se dá por diversos motivos, primeiro pelo simbolismo da cidade de Constantinopla, sede do Império Bizantino e do Sacro Império Romano do Oriente. Constantinoplaera, até o momento de sua queda, uma das cidades mais importantes no mundo. Localizada numa projeção de terra sobre o estreito doBósforoem direção àAnatólia, funcionava como uma ponte para as rotas comerciais que ligavam aEuropaàÁsiapor terra. Também era o principal porto nas rotas que iam e vinham entre omar Negroe omar Mediterrâneo. Para explicar como uma cidade deste porte caiu em mãos estrangeiras, é preciso voltar a séculos antes de 1453 e detalhar os eventos que enfraqueceram oImpério Bizantino. A partir doséculo III, o centro administrativo doImpério Romanotendia a voltar-se mais para oOriente, por múltiplas razões. Primeiro pela necessidade de defesa das fronteiras orientais; depois porque o oriente havia se tornado a parte econômica mais vital do domínio romano; por fim Roma era uma cidade rica de vestígios pagãos, o que agora era inconveniente num império cristão: seus edifícios, sua nobreza senatorial, apegada à religião tradicional. AssimConstantinodecretou a construção de uma nova capital, nas margens do Bósforo, onde havia a antiga fortaleza grega deBizâncio, num ponto de grande importância estratégica, nas proximidades de dois importantes setores dalimes: a região do baixoDanúbioe a fronteira doImpério Sassânida. A nova cidade, que recebeu o nome de Constantinopla, isto é, "cidade de Constantino", foi concebida como uma "nova Roma" e rapidamente tornou-se o centro político e econômico do Império. Sua criação teve repercussões também no plano eclesiástico: enquanto em Roma aIgreja Católicaadquiriu mais autoridade, em Constantinopla o poder civil controlou a Igreja. O bispo de Roma pôde assim consolidar a influência que já possuía, enquanto em Constantinopla o bispo baseava seu poder no fato de ser bispo da capital e no fato de ser um homem de confiança do Imperador. Mas talvez o fato mais relevante para encerrar o período medieval na divisão histórica da humanidade seja a forma como a cidade foi tomada. Com muralhas intransponíveis Constantinopla foi a primeira cidade da história a ser bombardeada por canhões. O Sultão Maomé II ordenou a construção de canhões colossais em bronze que disparavam dia e noite sobre as muralhas. O maior deles era um monstro de bronze com oito metros de comprimento e sete toneladas, que os otomanos trouxeram de longe, arrastado por 60 bois e auxiliado por um contingente de 200 homens (ele era dividido ao meio para melhor facilitação do transporte). Quando atirava parecia um raio dos céus para vir arrasar as expectativas de salvação dos cristãos. Imagine o terror que essa arma formidável trouxe aos sitiados. Relatos de testemunhas oculares da época dão conta de que quando disparava o canhão era tão terrível o estrondo que bois e cavalos desmaiavam nos campos e mulheres grávidas entravam em trabalho de parto. A resistência deConstantinoplacomeçou a ruir frente ao desânimo causado por uma série de maus presságios. Na noite de 24 de maio houve umeclipselunar, relembrando aos bizantinos uma antiga profecia de que a cidade só resistiria enquanto aluabrilhasse no céu. No dia seguinte, durante uma procissão, um dos ícones daVirgem Mariacaiu no chão. Logo em seguida, uma tempestade de chuva e granizo inundou as ruas. Os navios prometidos pelosvenezianosainda não haviam chegado e a resistência da cidade estava no seu limite.Ao mesmo tempo, os turcos enfrentavam problemas. O custo para sustentar um exército de 100 mil homens era muito grande, e oficiais comentavam da ineficiência das estratégias do Sultão até então. MaoméII se viu obrigado a lançar um ultimato a Constantinopla: os turcos poupariam as vidas dos cristãos se o imperadorConstantino XI Paleólogoentregasse a cidade. Como alternativa, prometeu levantar o cerco se Constantino pagasse um pesado tributo. Com os tesouros vazios, Constantino foi obrigado a recusar a oferta, e Maomé lançou um ataque rápido e decisivo. Finalmente a defesa da cidade caíu e os turcos romperam as muralhas. Desesperados, os sobreviventes correram para suas casas a fim de salvar suas famílias. Muitos fugiram em navios, quando os marinheiros turcos viram que a cidade caíra e poderiam aproveitar para participar do butim. Os turcos saquearam e mataram o quanto puderam. A basílica deSanta Sofia(Hagia Sophia), o coração de todo o cristianismo ortodoxo, viu-se repleta de refugiados à espera de um milagre que não aconteceu: os clérigos foram mortos e as freiras capturadas. Maomé II, o Conquistadorentrou na cidade à tarde em desfile triunfal e ordenou que a catedral fosse consagrada comomesquita. Talvez por ter considerado a cidade por demais destruída, o sultão ordenou o fim dos saques e da destruição no mesmo dia (contrariando a promessa de três dias de saques que fizera antes da guerra). Terminou com cinquenta mil presos, entre os quais soldados, clérigos e ministros. Este contingente bizantino recebeu autorização para viver na cidade sob a autoridade de um novopatriarca,Genádio, designado pelo próprio sultão para se assegurar de que não haveria revoltas. Caía finalmente, depois de mais de dez séculos, a maçã de prata ou simplesmente Constantinopla, capital doImpério Romano do Oriente. Com Constantinopla - e todo oBósforo, neste sentido - sob domínio muçulmano, o comércio entre Europa e Ásia declinara subitamente. Nem por terra nem por mar os mercadores cristãos conseguiriam passagem para as rotas que levavam àÍndiae àChina, de onde provinham asespeciariasusadas para conservar alimentos, além de artigos de luxo, e para onde se destinavam suas mercadorias mais valiosas. Desta forma, as nações europeias iniciaram projetos para o estabelecimento de rotas comerciais alternativas.Portugueseseespanhóisaproveitaram sua posição geográfica junto aooceano Atlânticoe àÁfricapara tentar um caminho ao redor deste continente para chegar à Índia (percurso percorrido com sucesso porVasco da Gamaentre 1497 e 1498). JáCristóvão Colombovia uma possibilidade de chegar àÁsiapelo oeste, através do Oceano. Nesta empreitada, financiada pelos reis de Espanha, o navegador genovês alcançou, em 1492, ocontinente americano, dando início ao processo de ocupação doNovo Mundo.Com asgrandes navegações, os dois países, outrora sem muita expressão no cenário político europeu, se tornaram noséculo XVIos mais poderosos do mundo, estabelecendo uma nova ordem mundial.

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Tipo: Colecionismo

iIMPORTANTE CAPACETE MILITAR OTOMANO DO PERÍODO MEDIEVAL QUATROCENTISTA. INDUMENTÁRIA ORIGINAL, CONTEMPORÂNIA DO CERCO DE CONTANTINOPLA QUE LEVOU AO FIM DO SACRO IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE E PORTANTO A MIL ANOS DE HISTÓRIA DO IMPÉRIO BIZANTINO. FEITIO ABOBADADO. POSSUI NO ÁPICE ESPIGÃO COM FEITIO DE LANÇA (O SENTIDO RELIGIOSO DISSO É IMPEDIR QUE FORÇAS DO MAL CAISSEM DO CÉU SOBRE O GUERREIRO). FRONTALMENTE DOIS PORTA PLUMAS NO FLANCO DIREITO E ESQUERDO (FUNÇÃO ORNAMENTAL). AO CENTRO BARRA DE PROTEÇÃO NASAL QUE PODE SER LEVANTADA OU ABAIXADA PARA O MOMENTO DO COMBATE. EM TODA VOLTA NA PARTE INFERIOR RESQUICÍOS DA DECORAÇÃO COM ARABESCOS E INSCRIÇÕES DE PROTEÇÃO E HONRA AO SULTÃO, AO PROFETA E A ALÁ. PEÇA ARQUEOLÓGICA EM MUITO BOAS CONDIÇÕES. SEC. XV, 43 CM DE ALTURA.NOTA: a queda de constantinopla: O cerco e a tomada de Constantinopla significam para muitos historiadores o fim da era medieval e o inicio da moderna. Isso se dá por diversos motivos, primeiro pelo simbolismo da cidade de Constantinopla, sede do Império Bizantino e do Sacro Império Romano do Oriente. Constantinoplaera, até o momento de sua queda, uma das cidades mais importantes no mundo. Localizada numa projeção de terra sobre o estreito doBósforoem direção àAnatólia, funcionava como uma ponte para as rotas comerciais que ligavam aEuropaàÁsiapor terra. Também era o principal porto nas rotas que iam e vinham entre omar Negroe omar Mediterrâneo. Para explicar como uma cidade deste porte caiu em mãos estrangeiras, é preciso voltar a séculos antes de 1453 e detalhar os eventos que enfraqueceram oImpério Bizantino. A partir doséculo III, o centro administrativo doImpério Romanotendia a voltar-se mais para oOriente, por múltiplas razões. Primeiro pela necessidade de defesa das fronteiras orientais; depois porque o oriente havia se tornado a parte econômica mais vital do domínio romano; por fim Roma era uma cidade rica de vestígios pagãos, o que agora era inconveniente num império cristão: seus edifícios, sua nobreza senatorial, apegada à religião tradicional. AssimConstantinodecretou a construção de uma nova capital, nas margens do Bósforo, onde havia a antiga fortaleza grega deBizâncio, num ponto de grande importância estratégica, nas proximidades de dois importantes setores dalimes: a região do baixoDanúbioe a fronteira doImpério Sassânida. A nova cidade, que recebeu o nome de Constantinopla, isto é, "cidade de Constantino", foi concebida como uma "nova Roma" e rapidamente tornou-se o centro político e econômico do Império. Sua criação teve repercussões também no plano eclesiástico: enquanto em Roma aIgreja Católicaadquiriu mais autoridade, em Constantinopla o poder civil controlou a Igreja. O bispo de Roma pôde assim consolidar a influência que já possuía, enquanto em Constantinopla o bispo baseava seu poder no fato de ser bispo da capital e no fato de ser um homem de confiança do Imperador. Mas talvez o fato mais relevante para encerrar o período medieval na divisão histórica da humanidade seja a forma como a cidade foi tomada. Com muralhas intransponíveis Constantinopla foi a primeira cidade da história a ser bombardeada por canhões. O Sultão Maomé II ordenou a construção de canhões colossais em bronze que disparavam dia e noite sobre as muralhas. O maior deles era um monstro de bronze com oito metros de comprimento e sete toneladas, que os otomanos trouxeram de longe, arrastado por 60 bois e auxiliado por um contingente de 200 homens (ele era dividido ao meio para melhor facilitação do transporte). Quando atirava parecia um raio dos céus para vir arrasar as expectativas de salvação dos cristãos. Imagine o terror que essa arma formidável trouxe aos sitiados. Relatos de testemunhas oculares da época dão conta de que quando disparava o canhão era tão terrível o estrondo que bois e cavalos desmaiavam nos campos e mulheres grávidas entravam em trabalho de parto. A resistência deConstantinoplacomeçou a ruir frente ao desânimo causado por uma série de maus presságios. Na noite de 24 de maio houve umeclipselunar, relembrando aos bizantinos uma antiga profecia de que a cidade só resistiria enquanto aluabrilhasse no céu. No dia seguinte, durante uma procissão, um dos ícones daVirgem Mariacaiu no chão. Logo em seguida, uma tempestade de chuva e granizo inundou as ruas. Os navios prometidos pelosvenezianosainda não haviam chegado e a resistência da cidade estava no seu limite.Ao mesmo tempo, os turcos enfrentavam problemas. O custo para sustentar um exército de 100 mil homens era muito grande, e oficiais comentavam da ineficiência das estratégias do Sultão até então. MaoméII se viu obrigado a lançar um ultimato a Constantinopla: os turcos poupariam as vidas dos cristãos se o imperadorConstantino XI Paleólogoentregasse a cidade. Como alternativa, prometeu levantar o cerco se Constantino pagasse um pesado tributo. Com os tesouros vazios, Constantino foi obrigado a recusar a oferta, e Maomé lançou um ataque rápido e decisivo. Finalmente a defesa da cidade caíu e os turcos romperam as muralhas. Desesperados, os sobreviventes correram para suas casas a fim de salvar suas famílias. Muitos fugiram em navios, quando os marinheiros turcos viram que a cidade caíra e poderiam aproveitar para participar do butim. Os turcos saquearam e mataram o quanto puderam. A basílica deSanta Sofia(Hagia Sophia), o coração de todo o cristianismo ortodoxo, viu-se repleta de refugiados à espera de um milagre que não aconteceu: os clérigos foram mortos e as freiras capturadas. Maomé II, o Conquistadorentrou na cidade à tarde em desfile triunfal e ordenou que a catedral fosse consagrada comomesquita. Talvez por ter considerado a cidade por demais destruída, o sultão ordenou o fim dos saques e da destruição no mesmo dia (contrariando a promessa de três dias de saques que fizera antes da guerra). Terminou com cinquenta mil presos, entre os quais soldados, clérigos e ministros. Este contingente bizantino recebeu autorização para viver na cidade sob a autoridade de um novopatriarca,Genádio, designado pelo próprio sultão para se assegurar de que não haveria revoltas. Caía finalmente, depois de mais de dez séculos, a maçã de prata ou simplesmente Constantinopla, capital doImpério Romano do Oriente. Com Constantinopla - e todo oBósforo, neste sentido - sob domínio muçulmano, o comércio entre Europa e Ásia declinara subitamente. Nem por terra nem por mar os mercadores cristãos conseguiriam passagem para as rotas que levavam àÍndiae àChina, de onde provinham asespeciariasusadas para conservar alimentos, além de artigos de luxo, e para onde se destinavam suas mercadorias mais valiosas. Desta forma, as nações europeias iniciaram projetos para o estabelecimento de rotas comerciais alternativas.Portugueseseespanhóisaproveitaram sua posição geográfica junto aooceano Atlânticoe àÁfricapara tentar um caminho ao redor deste continente para chegar à Índia (percurso percorrido com sucesso porVasco da Gamaentre 1497 e 1498). JáCristóvão Colombovia uma possibilidade de chegar àÁsiapelo oeste, através do Oceano. Nesta empreitada, financiada pelos reis de Espanha, o navegador genovês alcançou, em 1492, ocontinente americano, dando início ao processo de ocupação doNovo Mundo.Com asgrandes navegações, os dois países, outrora sem muita expressão no cenário político europeu, se tornaram noséculo XVIos mais poderosos do mundo, estabelecendo uma nova ordem mundial.

Informações

Lance

    • 5 lance(s)

    • R$ 2,600.00

  • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada