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Diversos

As fronteiras do Brasil foram forjadas pelos bandeirantes com sanhas de riquezas, com violência, mas também pela coragem, abnegação e atos de heroísmo que arrancaram das mãos dos espanhóis as terras que que com a independência formaram nossa nação. Da mesma forma esses homens protegeram o Brasil dos corsários holandeses que aqui se aventuraram . Caçadores profissionais de gente, os bandeirantes chegaram a lugares com os quais Pedro Álvares Cabral nem sonharia. Nas andanças em busca de ouro e índigenas para apresar, descobriram o Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Tocantins. Uma história brutal. Mas, se não fossem por eles, talvez falassemos espanhol hoje em dia. Os maiores trunfos desse avanço eram o conhecimento do sertão e uma disposição que intrigava até os inimigos. O padre jesuíta espanhol Antonio Ruiz de Montoya (1585-1652), por exemplo, escreveu que os paulistas, a pé e descalços, andavam mais de 2 000 quilômetros por vales e montes como se passeassem nas ruas de Madri. A coragem deles também era extraordinária. Além de terras desconhecidas, sempre enfrentaram temíveis grupos indígenas dispostos à guerra. Muitos morreram de fome, em terras estéreis, ou crivados de flechas. E o que dizer da precária e noviça vila de São Paulo de Piratinga naqueles primórdios da história Brasileira. Em 1601 tinha apenas 1 500 habitantes. Em nada se comparava à solidez dos núcleos canavieiros do Nordeste, como Olinda ou Salvador. Em São Paulo, rico era quem tinha talheres, só dez famílias os possuíam. E camas então ? Em 1620, um representante do rei de Portugal em visita à cidade simplesmente não tinha onde dormir. A solução foi confiscar a única cama decente da cidade, que pertencia a um cidadão chamado Gonçalo Pires. Quase todos habitantes da vila eram índios ou mestiços e falavam a língua geral, um dialeto tupi. Aliás, o nome completo da vila era São Paulo de Piratinininga, que quer dizer peixe seco no idioma indígena. O português era de uso quase exclusivo da minoria branca. Segundo o historiador Sérgio Buarque de Holanda, 83% da população paulista no século XVII era indígena. O bilingüismo só acabaria de vez em 1759, quanto a língua geral foi proibida pelas autoridades portuguesas, por decreto. Nesse cenário brutal e insalubre floresceu uma verdadeira dinastia, os PAIS DE BARROS, numa trajetória improvável e com muitas reviravoltas ascenderam da posição de cristãos novos perseguidos pela santa inquisição em Portugal a condição de governadores no território brasileiro e acumuladores de grande fortuna como bandeirantes. Introduziram a cultura do café na Província de São Paulo ainda durante o período colonial brasileiro. Já no período imperial a família deteve inúmeros títulos de nobreza e amealhou assombrosa fortuna. Em 1608, Pedro Vaz de Barros, Capitão Mor e Governador da Capitania de São Vicente casou-se com dona Luzia Leme, sendo esta filha do bandeirante Fernão Dias Pais. Natural do Algarve em Portugal, Pedro Vaz de Barros deixou sua terra natal talvez para buscar riqueza no Brasil mas principalmente por segurança. Duas de suas irmãs que lá permaneceram tiveram seus bens confiscados, sofreram tortura e foram submetidas aos autos de fé promovidos pela inquisição portuguesa por acusação de práticas judaizantes. Naquele tempo, Portugal vivia sob o domínio filipino que outorgou uma bula ordenando a conversão de todos os judeus que habitassem no país sob pena de expulsão e confisco dos bens. Quem se convertia mesmo a força era ainda tratado como cidadão de segunda classe, cristão novo e era tratado com desconfiança. No Brasil Pedro Vaz de Barros foi sertanista e descobridor de inúmeras minas acedeu rapidamente à posição de Capitão Mor. Foi vereador em 1619, capitão da vila em 1624, grande bandeirante (com famosa bandeira desde 1603), pois socorrera Santos quando de ataques corsários em 1614 e 1626. Foi dono da Fazenda de criar gado do rio Pequeno desde 1620. Sua descendência é descrita por Luís Gonzaga da Silva Leme no volume III de sua Genealogia Paulistana, pg. 442 com os seguintes termos: Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antônio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos. Foi também provedor da Santa Casa de Misericórdia e ouvidor da Capitania. Por duas vezes em 1612 e em 1626, socorreu os habitantes de Santos, ameaçados por corsários holandeses. Em 1611 assumiu pela primeira vez o comando de uma bandeira, penetrando o sertão até o Guairá e atacando a redução de Paranambaré, onde capturou 500 índios. Em 1628, foi um dos "paulistas proeminentes" a participar da bandeira de Antonio Raposo Tavares, da qual fizeram parte 69 homens brancos, 900 mamelucos e 2000 índios. A bandeira foi dividida em quatro companhias, uma das quais, a da vanguarda, foi comandada por Pedro Vaz de Barros. A expedição partiu de São Paulo em Agosto de 1628, chegou até o Guairá, onde capturou muitos índios, arrasou todas as missões lá existentes, e expulsou os jesuítas espanhóis da região. Regressaram a São Paulo em Maio de 1629. Nessa bandeira, Pedro Vaz destacou-se por sua "audácia e infatigabilidade". Foi um dos maiores sertanistas do início do Século XVII. Estabeleceu-se em uma fazenda em Pinheiros, na periferia da vila de São Paulo, onde possuía grande número de escravos índios. Era também proprietário de um sítio em Itacoatiara. Sua vasta descendência povoou o interior paulista com grandes e proeminentes homens, os Pais de Barros se tornaram a família com maior número de títulos de nobreza na sociedade paulista oitocentista. Em 1742 nasceu, Antonio Pais de Barros, bisneto do Capitão Mor Pedro Vaz de Barros. Muito jovem, seguindo a tradição familiar, foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro (15kg), com o que, voltando para São Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Nessa vila casou-se em 1778 com Maria Paula Machado filha do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. A sua descendência recebeu o legado das tradições dos Jorge Velho, dos Penteados e dos Paes de Barros. Por todos esses troncos, os filhos de Antonio de Barros e Maria Paula Machado, participavam da nobreza paulista, costituida da essa casta dos descendentes dos primeiros povoadores portugueses e das indias guaianazes que os desposaram. Seus avôs maternos se haviam estabelicido com mineração de ouro em Sâo João d'El Rey. O casal foi pai do Primeiro Barão de Itu, do Primeiro Barão de Piracicaba e avós do Segundo Barão de Piracicaba e do Barão de Tatuy. Antonio Paes de Barros (1791-1876) foi o primeiro Barão de Piracicaba, grande proprietário de terras nessa vila, Tornou-se político influente, sendo eleito deputado para as Cortes gerais de Lisboa em 1821. Em 1819 se casou com Gertrudes Eufrosina Aires de Aguiar, irmã do brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (marido da Marquesa de Santos), e no mesmo ano seu irmão Bento, futuro barão de Itu, se casava com Leonarda, irmã de Gertrudes. O barão teve seis filhos: Maria Rafaela Paes de Barros (1827-1895), Rafael Tobias de Barros, que se tornaria o segundo barão de Piracicaba (1830-1898), Gabriela Paes de Barros, Antônia Paes de Barros, a marquesa de Itu (1838-1917), senador Antônio Paes de Barros (1840-1909) e o major Diogo Antônio de Barros (1844-1888). Rafael Tobias de Barros, segundo barão de Piracicaba, (Itu,1830 - Itu,19 de marçode 1898) foi um fazendeiro brasileiro. Filho de Antônio Paes de Barros, primeiro barão de Piracicaba, e de Gertrudes Eufrosina de Aguiar. Casou-se em primeiras núpcias com sua prima Leonarda de Aguiar de Barros, filha de Bento Paes de Barros, barão de Itu, e em segundas com Maria Joaquina 0de Melo Oliveira, filha de José Estanislau de Oliveira, visconde de Rio Claro. Dentre seus filhos, destaca-se Sofia Paes de Barros, que se casou com Washington Luís Pereira de Sousa, futuro presidente do Brasil. A DARGENT LEILÕES SENTE-SE HONRADA EM APRESENTAR O SEU 60.0 LEILÃO COM UM ACERVO HISTÓRICO E MAGNÍFICO: LEILÃO DOS DESCENDENTES DOS BARÕES DE PIRACIDABA, HERDEIROS DA TRADIÇÃO DOS BANDEIRANTES PAULISTAS. ESPERAMOS ATRAVÉS DA OFERTA DESSE PATRIMÔNIO RICO EM HISTÓRIAS E EM BELEZA RESGATAR A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA DESSA FAMÍLIA NA FORMAÇÃO DE SÃO PAULO E DO BRASIL

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As fronteiras do Brasil foram forjadas pelos bandeirantes com sanhas de riquezas, com violência, mas também pela coragem, abnegação e atos de heroísmo que arrancaram das mãos dos espanhóis as terras que que com a independência formaram nossa nação. Da mesma forma esses homens protegeram o Brasil dos corsários holandeses que aqui se aventuraram . Caçadores profissionais de gente, os bandeirantes chegaram a lugares com os quais Pedro Álvares Cabral nem sonharia. Nas andanças em busca de ouro e índigenas para apresar, descobriram o Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Tocantins. Uma história brutal. Mas, se não fossem por eles, talvez falassemos espanhol hoje em dia. Os maiores trunfos desse avanço eram o conhecimento do sertão e uma disposição que intrigava até os inimigos. O padre jesuíta espanhol Antonio Ruiz de Montoya (1585-1652), por exemplo, escreveu que os paulistas, a pé e descalços, andavam mais de 2 000 quilômetros por vales e montes como se passeassem nas ruas de Madri. A coragem deles também era extraordinária. Além de terras desconhecidas, sempre enfrentaram temíveis grupos indígenas dispostos à guerra. Muitos morreram de fome, em terras estéreis, ou crivados de flechas. E o que dizer da precária e noviça vila de São Paulo de Piratinga naqueles primórdios da história Brasileira. Em 1601 tinha apenas 1 500 habitantes. Em nada se comparava à solidez dos núcleos canavieiros do Nordeste, como Olinda ou Salvador. Em São Paulo, rico era quem tinha talheres, só dez famílias os possuíam. E camas então ? Em 1620, um representante do rei de Portugal em visita à cidade simplesmente não tinha onde dormir. A solução foi confiscar a única cama decente da cidade, que pertencia a um cidadão chamado Gonçalo Pires. Quase todos habitantes da vila eram índios ou mestiços e falavam a língua geral, um dialeto tupi. Aliás, o nome completo da vila era São Paulo de Piratinininga, que quer dizer peixe seco no idioma indígena. O português era de uso quase exclusivo da minoria branca. Segundo o historiador Sérgio Buarque de Holanda, 83% da população paulista no século XVII era indígena. O bilingüismo só acabaria de vez em 1759, quanto a língua geral foi proibida pelas autoridades portuguesas, por decreto. Nesse cenário brutal e insalubre floresceu uma verdadeira dinastia, os PAIS DE BARROS, numa trajetória improvável e com muitas reviravoltas ascenderam da posição de cristãos novos perseguidos pela santa inquisição em Portugal a condição de governadores no território brasileiro e acumuladores de grande fortuna como bandeirantes. Introduziram a cultura do café na Província de São Paulo ainda durante o período colonial brasileiro. Já no período imperial a família deteve inúmeros títulos de nobreza e amealhou assombrosa fortuna. Em 1608, Pedro Vaz de Barros, Capitão Mor e Governador da Capitania de São Vicente casou-se com dona Luzia Leme, sendo esta filha do bandeirante Fernão Dias Pais. Natural do Algarve em Portugal, Pedro Vaz de Barros deixou sua terra natal talvez para buscar riqueza no Brasil mas principalmente por segurança. Duas de suas irmãs que lá permaneceram tiveram seus bens confiscados, sofreram tortura e foram submetidas aos autos de fé promovidos pela inquisição portuguesa por acusação de práticas judaizantes. Naquele tempo, Portugal vivia sob o domínio filipino que outorgou uma bula ordenando a conversão de todos os judeus que habitassem no país sob pena de expulsão e confisco dos bens. Quem se convertia mesmo a força era ainda tratado como cidadão de segunda classe, cristão novo e era tratado com desconfiança. No Brasil Pedro Vaz de Barros foi sertanista e descobridor de inúmeras minas acedeu rapidamente à posição de Capitão Mor. Foi vereador em 1619, capitão da vila em 1624, grande bandeirante (com famosa bandeira desde 1603), pois socorrera Santos quando de ataques corsários em 1614 e 1626. Foi dono da Fazenda de criar gado do rio Pequeno desde 1620. Sua descendência é descrita por Luís Gonzaga da Silva Leme no volume III de sua Genealogia Paulistana, pg. 442 com os seguintes termos: Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antônio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos. Foi também provedor da Santa Casa de Misericórdia e ouvidor da Capitania. Por duas vezes em 1612 e em 1626, socorreu os habitantes de Santos, ameaçados por corsários holandeses. Em 1611 assumiu pela primeira vez o comando de uma bandeira, penetrando o sertão até o Guairá e atacando a redução de Paranambaré, onde capturou 500 índios. Em 1628, foi um dos "paulistas proeminentes" a participar da bandeira de Antonio Raposo Tavares, da qual fizeram parte 69 homens brancos, 900 mamelucos e 2000 índios. A bandeira foi dividida em quatro companhias, uma das quais, a da vanguarda, foi comandada por Pedro Vaz de Barros. A expedição partiu de São Paulo em Agosto de 1628, chegou até o Guairá, onde capturou muitos índios, arrasou todas as missões lá existentes, e expulsou os jesuítas espanhóis da região. Regressaram a São Paulo em Maio de 1629. Nessa bandeira, Pedro Vaz destacou-se por sua "audácia e infatigabilidade". Foi um dos maiores sertanistas do início do Século XVII. Estabeleceu-se em uma fazenda em Pinheiros, na periferia da vila de São Paulo, onde possuía grande número de escravos índios. Era também proprietário de um sítio em Itacoatiara. Sua vasta descendência povoou o interior paulista com grandes e proeminentes homens, os Pais de Barros se tornaram a família com maior número de títulos de nobreza na sociedade paulista oitocentista. Em 1742 nasceu, Antonio Pais de Barros, bisneto do Capitão Mor Pedro Vaz de Barros. Muito jovem, seguindo a tradição familiar, foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro (15kg), com o que, voltando para São Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Nessa vila casou-se em 1778 com Maria Paula Machado filha do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. A sua descendência recebeu o legado das tradições dos Jorge Velho, dos Penteados e dos Paes de Barros. Por todos esses troncos, os filhos de Antonio de Barros e Maria Paula Machado, participavam da nobreza paulista, costituida da essa casta dos descendentes dos primeiros povoadores portugueses e das indias guaianazes que os desposaram. Seus avôs maternos se haviam estabelicido com mineração de ouro em Sâo João d'El Rey. O casal foi pai do Primeiro Barão de Itu, do Primeiro Barão de Piracicaba e avós do Segundo Barão de Piracicaba e do Barão de Tatuy. Antonio Paes de Barros (1791-1876) foi o primeiro Barão de Piracicaba, grande proprietário de terras nessa vila, Tornou-se político influente, sendo eleito deputado para as Cortes gerais de Lisboa em 1821. Em 1819 se casou com Gertrudes Eufrosina Aires de Aguiar, irmã do brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (marido da Marquesa de Santos), e no mesmo ano seu irmão Bento, futuro barão de Itu, se casava com Leonarda, irmã de Gertrudes. O barão teve seis filhos: Maria Rafaela Paes de Barros (1827-1895), Rafael Tobias de Barros, que se tornaria o segundo barão de Piracicaba (1830-1898), Gabriela Paes de Barros, Antônia Paes de Barros, a marquesa de Itu (1838-1917), senador Antônio Paes de Barros (1840-1909) e o major Diogo Antônio de Barros (1844-1888). Rafael Tobias de Barros, segundo barão de Piracicaba, (Itu,1830 - Itu,19 de marçode 1898) foi um fazendeiro brasileiro. Filho de Antônio Paes de Barros, primeiro barão de Piracicaba, e de Gertrudes Eufrosina de Aguiar. Casou-se em primeiras núpcias com sua prima Leonarda de Aguiar de Barros, filha de Bento Paes de Barros, barão de Itu, e em segundas com Maria Joaquina 0de Melo Oliveira, filha de José Estanislau de Oliveira, visconde de Rio Claro. Dentre seus filhos, destaca-se Sofia Paes de Barros, que se casou com Washington Luís Pereira de Sousa, futuro presidente do Brasil. A DARGENT LEILÕES SENTE-SE HONRADA EM APRESENTAR O SEU 60.0 LEILÃO COM UM ACERVO HISTÓRICO E MAGNÍFICO: LEILÃO DOS DESCENDENTES DOS BARÕES DE PIRACIDABA, HERDEIROS DA TRADIÇÃO DOS BANDEIRANTES PAULISTAS. ESPERAMOS ATRAVÉS DA OFERTA DESSE PATRIMÔNIO RICO EM HISTÓRIAS E EM BELEZA RESGATAR A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA DESSA FAMÍLIA NA FORMAÇÃO DE SÃO PAULO E DO BRASIL

Informações

Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.