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Brasil Império

BARÃO DE SOROCABA BOAVENTURA DELFIM PEREIRA (1788 1829). CUNHADO DA MARQUESA DE SANTOS, CASADO COM A IRMÃ DELA, MARIA BENEDITA DE CANTO E MELO. A BARONESA TEVE UM ROMANCE COM O IMPERADOR DOM PEDRO I JUSTAMENTE NA ÉPOCA EM QUE A SUA IRMÃ ERA A FAVORITA DO IMPERADOR. MARIA BENEDITA TEVE UM FILHO COM DOM PEDRO I QUE ESTE RECONHECEU POR CARTA EM SEU TESTAMENTO. PARA APROXIMAR-SE DA BARONESA OU PARA ALIVIAR A CONSCIÊNCIA DA TRAIÇÃO FEZ DE BOAVENTURA DELFIM PEREIRA O PRINCIPAL ADMINISTRADOR DOS BENS DA CASA IMPERIAL (AS FAZENDAS IMPERIAIS) E LHE CONFERIU O TÍTULO DE BARÃO. TRÊS BOTÕES DE LIBRÉ DO BARÃO DE SOROCABA - BOAVENTURA DELFIM PEREIRA metal prateado decoração relevada com monograma BS envolto em correia com legenda SPES IN DEO encimado por coronel de barão francêses séc. XIX marcados G. & Cie - PARIS / 28 (1) / SUPERIEUR - FRANCE (2)Dim. - 2,8 cm / 2,8 cm / 1,8 cmNOTA: Em 1827, a nobre Maria Benedita de Canto e Melo passava em sua carruagem na Ladeira da Glória quando foi atacada a tiros. A baronesa de Sorocaba escapou ilesa, mas por toda a corte espalhou-se a história de que a mandante do atentado seria a irmã da vítima, Domitila de Canto e Melo, a marquesa de Santos, amante oficial de dom Pedro I. O motivo? Ciúme. A baronesa também frequentava a cama do Imperador, e, inclusive, teria engravidado do monarca ao mesmo tempo de Domitila. Segundo historiadores, ao contrário do escandaloso romance da marquesa, este caso extraconjugal era tratado com um pouco mais de discrição por dom Pedro, que costumava dar algumas escapadelas para encontrar Maria Benedita. Boaventura Delfim Pereira, Barão de Sorocaba(Lisboa,Encarnação,14 de Junho/Julhode1788/14 de Julhode1789-Rio de Janeiro, c.1829) foi um nobrebrasileiro. Filho de Rodrigo António Pereira Gomes (Santarém,Azoia de Baixo, bap. 1 de Junho de 1751 -?), o qual foiCavaleiroProfesso naOrdem de CristoeFidalgodeCota de Armas(para Pereira e Gomes, comtimbrede Pereira, por Carta de D.Maria I de Portugal/ D.João, Príncipe Regentede 18 de Novembro de 1813, e de sua segunda mulher (Lisboa,São Mamede, 24 de Maio de 1788) Rita Delfina Sanches (Lisboa, São Mamede, 13 de Abril de 1772 -?), filha de Luís José Sanches e de sua mulher Leonor Caetana Joaquina da Silva. Seus avós paternos, João António Pereira (filho de Bernardo Gomes Pereira e de sua mulher Maria Teresa Pereira) e sua mulher Joana Teresa Gomes, eram ambos naturais e moradores da Azoia de Baixo. Seguiu a carreira das armas e passou aoBrasilonde, sendo jáFidalgoda Casa Imperial, recebeu o título de 1.ºBarão de Sorocaba, porDecretode D.Pedro I do Brasilde 12 de Outubro de 1826, tendo usado as Armas de seu pai com Coroa de Barão, foiSuperintendente-Geral dasQuintaseFazendasImperiais, e custodiava aFazenda Imperial de Santa Cruz, residência de veraneio dafamília imperial brasileira, eVeadorda Casa Imperial e de Sua Majestade a ImperatrizMaria Leopoldina de Áustria. EmSão Paulo, a 8 de Julho de 1812, casou comMaria Benedita de Castro Canto e Melo, a Baronesa de Sorocaba, irmã da 1.ª Viscondessa de Santos com Grandeza eMarquesa de Santose do 2.ºVisconde de Castrocom Grandeza, todos filhos do 1.º Visconde de Castro com Grandeza. Do casamento houve descendência, mas o segundo filho,Rodrigo Delfim Pereira, foi sempre considerado como filho ilegítimo de D. Pedro I do Brasil.Sua filha Margarida de Castro Delfim Pereira casou primeira vez com António Alves Gomes Barroso e casou segunda vez comLeopoldo Augusto da Câmara Lima, 1.ºBarão de São Nicolau.

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BARÃO DE SOROCABA BOAVENTURA DELFIM PEREIRA (1788 1829). CUNHADO DA MARQUESA DE SANTOS, CASADO COM A IRMÃ DELA, MARIA BENEDITA DE CANTO E MELO. A BARONESA TEVE UM ROMANCE COM O IMPERADOR DOM PEDRO I JUSTAMENTE NA ÉPOCA EM QUE A SUA IRMÃ ERA A FAVORITA DO IMPERADOR. MARIA BENEDITA TEVE UM FILHO COM DOM PEDRO I QUE ESTE RECONHECEU POR CARTA EM SEU TESTAMENTO. PARA APROXIMAR-SE DA BARONESA OU PARA ALIVIAR A CONSCIÊNCIA DA TRAIÇÃO FEZ DE BOAVENTURA DELFIM PEREIRA O PRINCIPAL ADMINISTRADOR DOS BENS DA CASA IMPERIAL (AS FAZENDAS IMPERIAIS) E LHE CONFERIU O TÍTULO DE BARÃO. TRÊS BOTÕES DE LIBRÉ DO BARÃO DE SOROCABA - BOAVENTURA DELFIM PEREIRA metal prateado decoração relevada com monograma BS envolto em correia com legenda SPES IN DEO encimado por coronel de barão francêses séc. XIX marcados G. & Cie - PARIS / 28 (1) / SUPERIEUR - FRANCE (2)Dim. - 2,8 cm / 2,8 cm / 1,8 cmNOTA: Em 1827, a nobre Maria Benedita de Canto e Melo passava em sua carruagem na Ladeira da Glória quando foi atacada a tiros. A baronesa de Sorocaba escapou ilesa, mas por toda a corte espalhou-se a história de que a mandante do atentado seria a irmã da vítima, Domitila de Canto e Melo, a marquesa de Santos, amante oficial de dom Pedro I. O motivo? Ciúme. A baronesa também frequentava a cama do Imperador, e, inclusive, teria engravidado do monarca ao mesmo tempo de Domitila. Segundo historiadores, ao contrário do escandaloso romance da marquesa, este caso extraconjugal era tratado com um pouco mais de discrição por dom Pedro, que costumava dar algumas escapadelas para encontrar Maria Benedita. Boaventura Delfim Pereira, Barão de Sorocaba(Lisboa,Encarnação,14 de Junho/Julhode1788/14 de Julhode1789-Rio de Janeiro, c.1829) foi um nobrebrasileiro. Filho de Rodrigo António Pereira Gomes (Santarém,Azoia de Baixo, bap. 1 de Junho de 1751 -?), o qual foiCavaleiroProfesso naOrdem de CristoeFidalgodeCota de Armas(para Pereira e Gomes, comtimbrede Pereira, por Carta de D.Maria I de Portugal/ D.João, Príncipe Regentede 18 de Novembro de 1813, e de sua segunda mulher (Lisboa,São Mamede, 24 de Maio de 1788) Rita Delfina Sanches (Lisboa, São Mamede, 13 de Abril de 1772 -?), filha de Luís José Sanches e de sua mulher Leonor Caetana Joaquina da Silva. Seus avós paternos, João António Pereira (filho de Bernardo Gomes Pereira e de sua mulher Maria Teresa Pereira) e sua mulher Joana Teresa Gomes, eram ambos naturais e moradores da Azoia de Baixo. Seguiu a carreira das armas e passou aoBrasilonde, sendo jáFidalgoda Casa Imperial, recebeu o título de 1.ºBarão de Sorocaba, porDecretode D.Pedro I do Brasilde 12 de Outubro de 1826, tendo usado as Armas de seu pai com Coroa de Barão, foiSuperintendente-Geral dasQuintaseFazendasImperiais, e custodiava aFazenda Imperial de Santa Cruz, residência de veraneio dafamília imperial brasileira, eVeadorda Casa Imperial e de Sua Majestade a ImperatrizMaria Leopoldina de Áustria. EmSão Paulo, a 8 de Julho de 1812, casou comMaria Benedita de Castro Canto e Melo, a Baronesa de Sorocaba, irmã da 1.ª Viscondessa de Santos com Grandeza eMarquesa de Santose do 2.ºVisconde de Castrocom Grandeza, todos filhos do 1.º Visconde de Castro com Grandeza. Do casamento houve descendência, mas o segundo filho,Rodrigo Delfim Pereira, foi sempre considerado como filho ilegítimo de D. Pedro I do Brasil.Sua filha Margarida de Castro Delfim Pereira casou primeira vez com António Alves Gomes Barroso e casou segunda vez comLeopoldo Augusto da Câmara Lima, 1.ºBarão de São Nicolau.

Informações

Lance

    • 1 lance(s)

    • R$ 600.00

  • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

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    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.