Lote 17
Carregando...

Tipo:
Brasil Império

DOM PEDRO II IMPÉRIO DO BRASIL. GUERRA CONTRA ORIBE E ROSAS MEDALHA PELO COMBATE DA ESQUADRA NA PASSAGEM DO TONELERO - MUITO RARA MEDALHA EM PRATA DE LEI DA CAMPANHA NAVAL DO RIO DA PRATA E CAMPANHA DO TONELERO 1851-52 . CRIADA PELO DECRETO 547 DE 1 ABR 1852, POR D. PEDRO II. DESTINOU-SE A DISTINGUIR OS COMBATENTES QUE PARTICIPARAM DESSAS CAMPANHAS E SE DESTACARAM POR ATOS DE BRAVURA. O CAMPO DO ANVERSO É CONSTITUÍDO PELA EFÍGIE DE DOM PEDRO II VIRADO PARA A ESQUERDA, COM LEGENDA NA ORLA: DOM PEDRO II IMPERADOR DO BRAZIL. NO REVERSO A DATA DA BATALHA 17-1851-12 (17 DEZ 1855) E LEGENDA CAMPANHA NAVAL DO RIO DA PRATA E ACRESCIDA DAS PALAVRAS E.C DE TONELERO CIRCULADA POR UMA COROA DE RAMOS DE LOURO ATADOS POR UMA FITA. A MEDALHA É ENCIMADA POR COROA IMPERIAL E ALÇA. CRIADA PELO DECRETO Nº 547 DE 1º DE ABRIL DE 1852, REFERENDADO POR DOM PEDRO II, DA MEDALHA PENDE UMA FITA AZUL-CLARA, COR DA ORDEM IMPERIAL DO CRUZEIRO.6 X 3,2 CMNOTA: A Guerra contra Oribe e Rosas aconteceu em 1851, foi um conflito envolvendo os países da bacia do rio Paraná. A origem de tudo foi quando o presidente argentino Juan Manuel de Rosas, uniu-se ao então ministro da guerra do Uruguai, Manuel Oribe, na tentativa de constituir um país único.Isso era definitivamente ruim para os interesses da Inglaterra, França e do Império brasileiro, que combateram o plano de Oribes e Rosas. O presidente do Uruguai, Fructuoso Rivera e os unitaristas argentinos também eram contra a tentativa.Durante a guerra, o governo brasileiro usou a posição estratégica do rio Paraná para combater as forças argentinas. Após algumas tentativas, uma força composta por tropas brasileiras sob o comando de Luís Alves de Lima e Silva, argentinas sob o comando de Justo José de Urquiza, e uruguaias sob o de Fructuoso Rivera, invadiram o território das Províncias Unidas do Rio da Prata (1852), em Buenos Aires, Rosas foi definitivamente derrotado, preso e levado para Londres em uma embarcação do governo inglês. Batalha do Passo do Tonelero, também conhecido como Passagem do Tonelero, foi uma batalha travada perto do penhasco de Acevedo, na margem oeste do Rio Paraná, Argentina, em 17 de dezembro de 1851, entre o Exército da Confederação Argentina comandado por Lúcio Norberto Mansilla e navios de guerra da Marinha Imperial Brasileira comandada por John Pascoe Grenfell.. Em 17 de dezembro de 1851, a frota brasileira comandada por Grenfell estava perto da falésia de Acevedo no rio Paraná, com a intenção de romper as defesas argentinas do passo de Tonelero. Eram oito navios de guerra brasileiros: quatro a vapor corvetas, Dom pedro, Dom Pedro II, Dom pedro e recife, também as corvetas, Dona Francisca e União, mais um brigue, Calíope. A bordo da nau capitânia de Grenfell, Dom afonso, foram brigadeiro-general Marques de Sousa e o coronel argentino Wenceslao Paunero, tenente-coronel Bartolomé Mitre e tenente-coronel Domingo Faustino Sarmiento. Os navios transportavam metade das tropas que compunham a 1ª Divisão de Infantaria Imperial. O resto da divisão estava esperando em Colonia del Sacramento, Uruguai. Para se opor à passagem, eram 16 peças de artilharia e 2.000 soldados comandados por Lúcio Norberto Mansilla, genro do líder do Confederação argentina, Juan Manuel de Rosas. Durante uma hora, os argentinos dispararam mais de 450 tiros de canhão na direção dos navios brasileiros, causando poucos danos aos navios de guerra, mas matando quatro marinheiros e ferindo outros cinco. Os navios de guerra dispararam de volta, embora não tenham causado nenhum dano maior às forças argentinas, matando apenas oito e ferindo vinte. O esquadrão desembarcou as tropas em diamante, Entre Ríos e parte dos navios voltou para trazer os outros batalhões que ficaram em Colônia.Mansilla acreditava que a divisão brasileira ia cair bem na sua principal posição. Ele fugiu junto com seus homens, deixando toda a artilharia e outros equipamentos para trás.

Peça

Visitas: 124

DOM PEDRO II IMPÉRIO DO BRASIL. GUERRA CONTRA ORIBE E ROSAS MEDALHA PELO COMBATE DA ESQUADRA NA PASSAGEM DO TONELERO - MUITO RARA MEDALHA EM PRATA DE LEI DA CAMPANHA NAVAL DO RIO DA PRATA E CAMPANHA DO TONELERO 1851-52 . CRIADA PELO DECRETO 547 DE 1 ABR 1852, POR D. PEDRO II. DESTINOU-SE A DISTINGUIR OS COMBATENTES QUE PARTICIPARAM DESSAS CAMPANHAS E SE DESTACARAM POR ATOS DE BRAVURA. O CAMPO DO ANVERSO É CONSTITUÍDO PELA EFÍGIE DE DOM PEDRO II VIRADO PARA A ESQUERDA, COM LEGENDA NA ORLA: DOM PEDRO II IMPERADOR DO BRAZIL. NO REVERSO A DATA DA BATALHA 17-1851-12 (17 DEZ 1855) E LEGENDA CAMPANHA NAVAL DO RIO DA PRATA E ACRESCIDA DAS PALAVRAS E.C DE TONELERO CIRCULADA POR UMA COROA DE RAMOS DE LOURO ATADOS POR UMA FITA. A MEDALHA É ENCIMADA POR COROA IMPERIAL E ALÇA. CRIADA PELO DECRETO Nº 547 DE 1º DE ABRIL DE 1852, REFERENDADO POR DOM PEDRO II, DA MEDALHA PENDE UMA FITA AZUL-CLARA, COR DA ORDEM IMPERIAL DO CRUZEIRO.6 X 3,2 CMNOTA: A Guerra contra Oribe e Rosas aconteceu em 1851, foi um conflito envolvendo os países da bacia do rio Paraná. A origem de tudo foi quando o presidente argentino Juan Manuel de Rosas, uniu-se ao então ministro da guerra do Uruguai, Manuel Oribe, na tentativa de constituir um país único.Isso era definitivamente ruim para os interesses da Inglaterra, França e do Império brasileiro, que combateram o plano de Oribes e Rosas. O presidente do Uruguai, Fructuoso Rivera e os unitaristas argentinos também eram contra a tentativa.Durante a guerra, o governo brasileiro usou a posição estratégica do rio Paraná para combater as forças argentinas. Após algumas tentativas, uma força composta por tropas brasileiras sob o comando de Luís Alves de Lima e Silva, argentinas sob o comando de Justo José de Urquiza, e uruguaias sob o de Fructuoso Rivera, invadiram o território das Províncias Unidas do Rio da Prata (1852), em Buenos Aires, Rosas foi definitivamente derrotado, preso e levado para Londres em uma embarcação do governo inglês. Batalha do Passo do Tonelero, também conhecido como Passagem do Tonelero, foi uma batalha travada perto do penhasco de Acevedo, na margem oeste do Rio Paraná, Argentina, em 17 de dezembro de 1851, entre o Exército da Confederação Argentina comandado por Lúcio Norberto Mansilla e navios de guerra da Marinha Imperial Brasileira comandada por John Pascoe Grenfell.. Em 17 de dezembro de 1851, a frota brasileira comandada por Grenfell estava perto da falésia de Acevedo no rio Paraná, com a intenção de romper as defesas argentinas do passo de Tonelero. Eram oito navios de guerra brasileiros: quatro a vapor corvetas, Dom pedro, Dom Pedro II, Dom pedro e recife, também as corvetas, Dona Francisca e União, mais um brigue, Calíope. A bordo da nau capitânia de Grenfell, Dom afonso, foram brigadeiro-general Marques de Sousa e o coronel argentino Wenceslao Paunero, tenente-coronel Bartolomé Mitre e tenente-coronel Domingo Faustino Sarmiento. Os navios transportavam metade das tropas que compunham a 1ª Divisão de Infantaria Imperial. O resto da divisão estava esperando em Colonia del Sacramento, Uruguai. Para se opor à passagem, eram 16 peças de artilharia e 2.000 soldados comandados por Lúcio Norberto Mansilla, genro do líder do Confederação argentina, Juan Manuel de Rosas. Durante uma hora, os argentinos dispararam mais de 450 tiros de canhão na direção dos navios brasileiros, causando poucos danos aos navios de guerra, mas matando quatro marinheiros e ferindo outros cinco. Os navios de guerra dispararam de volta, embora não tenham causado nenhum dano maior às forças argentinas, matando apenas oito e ferindo vinte. O esquadrão desembarcou as tropas em diamante, Entre Ríos e parte dos navios voltou para trazer os outros batalhões que ficaram em Colônia.Mansilla acreditava que a divisão brasileira ia cair bem na sua principal posição. Ele fugiu junto com seus homens, deixando toda a artilharia e outros equipamentos para trás.

Informações

Lance

    • 10 lance(s)

    • R$ 2,300.00

  • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    À vista, acrescido da taxa do leiloeiro de 5 %.

    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser informada através do e-mail de cobrança.

    Não aceitamos cartões de crédito.

    Para depósitos em cheque, as peças serão liberadas para retirada/envio somente após a compensação.

  • FRETE E ENVIO

    Enviamos através dos Correios para todo o Brasil.

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes.

    Em caso de envio por transportadoras, esta deverá ser providenciada pelo Arrematante.