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  • REI GEORGE VI,  RAINHA ELIZABETH (PAIS DA RAINHA ELIZABETH II)  E WINSTON CHURCHIL EM RETRATO MAJESTÁTICO  TOMADO EM  1940 POUCO ANTES DA ECLOSÃO DA II GUERRA MUNDIAL. O RETRATO FOI FEITO POR  WENDELL WILKIE FAMOSO FOTÓGRAFO LONDRINO QUE CUNHOU A FRASE> OS BRITANICOS TEM UMA SORTE QUASE MILAGROSA COM SEUS LIDERES  ATUAIS (REFERINDO-SE AO MOMENTO MUNDIAL QUE CULMINOU COM A SEGUNDA GRANDE GUERRA). COM  LEGENDA EM PORTUGUES, OFERECIDA AO CORPO DIPLOMÁTICO BRASILEIRO. 39 X 29 CM.
  • MENU DO JANTAR COMEMORATIVO DA COROAÇÃO DA RAINHA ELIZABETH II A BORDO DO TRANSATALNTICO R.M.S. ALCANTARA DA ROYAL MAIL LINES. OS PRATOS RECEBERAM NOMES HOMENAGEANDO A RAINHA ELIZABETH , O DUQUE DE EDIMBURGO PHILLIP, O PALACIO DE BUCHINGHAM, A CATEDRAL DE WESTMINSTER. DATADO DE 2 DE JUNHO DE 1953. vIDE NOS CREDITOS EXTRAS IMAGEM DO TRANSATLANTICO. 1952 - 28 X 22 CMNOTA: O SS Alcantara foi um navio de passageiros da Royal Mail Lines britânica, lançado em 1926. Ele serviu principalmente na rota da América do Sul, transportando passageiros e correspondência entre o Reino Unido e portos no Brasil, Argentina e Uruguai.Como muitos transatlânticos de sua época, o Alcantara foi projetado com uma combinação de luxo e velocidade, oferecendo acomodações elegantes para viajantes de primeira classe. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi requisitado pela Marinha Real Britânica e convertido em um cruzador mercante armado. Participou de patrulhas no Atlântico antes de ser devolvido aos seus proprietários após a guerra.Ela continuou no serviço civil até ser aposentada e desmantelada em meados da década de 1950, marcando o fim de uma era para o serviço da Royal Mail na América do Sul.
  • SENADOR  VIRGÍLIO MARTINS FERREIRA DE MELO FRANCO  RETRATO EMOLDURADO DO SENADOR VIRGILIO NO INICIO DO SEC. XX. 14 X 11 CMNOTA: Virgílio Martins Ferreira de Melo Franco, nasceu em Paracatu em 29 de agosto de 1839, filho do Tenente José Martins Ferreira e Antônia Mello Franco, e faleceu no Rio de Janeiro em 31 de dezembro de 1922. Se tornou bacharel em Farmácia em 1856 pela Escola de Farmácia de Ouro Preto e depois Direito em 1866 pela Academia de São Paulo, foi Promotor no termo de Bagagem (comarca de Patrocínio) e Juiz de Direito em Alto Tocantins (GO), Paracatu e Barbacena. Foi professor catedrático e fundador da Faculdade Livre de Direito de Belo Horizonte. Foi reitor do Ginásio Mineiro em Belo Horizonte. Foi deputado pela Assembléia Provincial de 1876-1878 e pela Câmara do Império (1878-1880), Senador Constituinte e depois Senador Estadual da primeira até a oitava legislatura (1891-1922). Comendador da Ordem da Rosa e sócio e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais. Casado com Anna Leopoldina Pinto da Fonseca, tendo como filhos o célebre Afonso Arinos de Mello Franco, Afrânio de Mello Franco e Violeta de Mello Franco.
  • SENADOR VIRGILIO MARTINS DE MELLO FRANCO  ORDEM ASSINADA PELO IMPERADOR DOM PEDRO II PARA REMOVER A PEDIDO O JUIZ DE DIREITO VIRGILIO MARTINS DE MELLO FRANCO DA COMARCA DE RIO NOVO PARA A DE BARBACENA. TAL PEDIDO FOI ATNEDIDO LOGO APÓS O MAGISTRADO TER HOSPEDADO O IMPERADOR EM SUA RESIDENCIA DURANTE A VIAGEM A MINAS GERAIS DE 1881. EXCERTOS DO TEXTO: Hei por bem renovar a pedido o Juiz de Direito Virgilio Martins de Mello Franco da Comarca de Rio Novo para a de Barbacena, ambas de primeira instância na Província de Minas Gerais. Manoel da Silva Mafra do meo Conselho, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça assim o tenha entendido e faça excecutar. Palácio do Rio de Janeiro em vinte e oito de janeiro de mil oitocentos e oitenta e dois, sexagésimo da Independencia e do Império. Assina o  Imperador Dom Pedro II e o Ministro da Justiça Manoel da Silva Mafra (Conselheiro Mafra politico Catarinense ). COM ESTAMPILHA. 37 X 23 CM
  • SENADOR VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO  CARTA DE PHARMACEUTIDO DE VIRGILIO MARTINS DE MELLO FRANCO DE 16 DE DEZEMBRO DE 1856 PASSADA EM OURO PRETO E ASSINADA POR HERCULANO FERREIRA PENNA, GENRO DO BARAO DE ITABIRA. HERCULANO FOI INFLUENTE POLITICO DO BRASIL IMPERIAL E FIDALGO CAVALEIRO DA CASA IMPERIAL.  COM SELO SECO DE ARMAS DO IMPERIO. EXCERTOS DO TEXTO: Herculano Ferreira do Conselho de sua Magestade o Imperados, Dignatario da Ordem da Rosa, Senador do Imperio, Inspetor da Caixa de Amortização da Dívida Pública e Presidente da Província de Minas Geraes: Faço saber aos que este diploma virem que atendendo a representação que me dirigiu Virgilio de Mello Franco e aos documentos e exame pelos quais se mostrou habilidado na forma da Lei Provincial 140 de de 4 de abril de 1839 para exercer a profissão de Pharmaceutico resolvi conceder-lhe Faculdade para exercer a referida profissão em firmez de que lhe mandei passar o presente diploma que vai por mim assignado e sellado com osello das armas do Império e se cumprirá como nele se contem...Paracatu 19 de outubro de 1857. MINAS GERAIS, 1857. NOTA: Senador Virgílio Martins de Mello Franco (1839-1922). Era filho do Tenente da Guarda Nacional José Martins Ferreira e Antônia Martins de Mello Franco, filha única do sexo feminino de Joaquim de Mello Franco, sendo, portanto, neto deste. Graduou-se em Farmácia, em 1856, aos 18 (dezoito) anos, no Liceu Mineiro de Ouro Preto (Escola de Farmácia de Ouro Preto atual UFOP), exercendo o ofício de boticário em Paracatu. Foi escolhido por sua mãe, como primogênito, para estudar Direito em São Paulo, apadrinhado pelo tio Manuel de Mello Franco, graduando-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1866, ano em que retornou à sua cidade natal, exerceu o cargo de promotor público daquela Comarca. Foi ainda Comendador da Ordem da Rosa, sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), sócio fundador e Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (IHGMG). Mello Franco se casou com Ana Leopoldina Pinto da Fonseca, filha de João Crisóstemo Pinto da Fonseca e Franklina Pimentel Barbosa, em 03 de maio de 1867 (portanto a esposa era sua prima legítima). Com Anna Leopoldina, Virgílio teve oito filhos: Afonso Arinos, nascido em 1868; Afrânio, em 1870; Armínio, em 1873; Aldemar, em 1876; Dália, em 1879; Violeta, em 1883; Virgílio, em 1885; e João, em 1892. Exerceu a função de promotor público. Juiz municipal em Bagagem (hoje Estrela do Sul) e em Patrocínio, foi promovido a juiz de direito, atuando nas comarcas de Palma e do Rio Maranhão, em Goiás. Concomitantemente à sua atuação no Judiciário, Virgílio foi deputado na vigésima segunda legislatura da Assembleia Provincial de Minas Gerais, entre 1876 e 1878, e na décima-sétima legislatura da Câmara do Império, entre 1878 e 1880. Foi o quarto deputado geral que a família Mello Franco enviou à Câmara de Pedro II. Na Assembleia Nacional, atuou, sobretudo, no sentido de aperfeiçoar a legislação civil brasileira. Ainda trabalhou em favor da reforma da organização judiciária nacional, para dar aos magistrados as garantias da vitaliciedade, da estabilidade e da independência econômica que assegurassem uma prestação jurisdicional mais adequada. Também é dessa época sua atuação voltada para resolver a divergência de limites territoriais entre as províncias de Minas e de Goiás, cuja indefinição prejudicava o comércio e o fisco de ambas, nas regiões limítrofes, e punha muitas vezes em jogo a tranquilidade pública. Quando a Assembleia Nacional foi dissolvida, por declaração imperial, Virgílio de Mello Franco optou por não disputar a reeleição, decidindo voltar para a carreira judiciária. Assumiu, então, em 1881, o cargo de juiz de direito da comarca do Rio Novo, em Minas Gerais, ali servindo por alguns anos. Foi em Rio Novo que teve a oportunidade de hospedar, em sua casa, o Imperador Pedro II, em viagem pela província. Em 1883, foi transferido para Barbacena, onde serviu por oito anos. Ali, foi professor no Colégio Abílio, de propriedade de Abílio César Borges, o Barão de Macaúbas, uma filial do educandário imortalizado por Raul Pompeia no famoso livro O Ateneu. Fechado o Colégio, Virgílio fundou, no mesmo lugar, o Ginásio Mineiro. Foi aí que se reuniu o Congresso Legislativo do Estado, quando decidiu a transferência da capital para Belo Horizonte, em 1893. Tendo pedido sua aposentadoria um ano depois da Proclamação da República, em 1890, algum tempo depois, Virgílio de Mello Franco conseguiu que o imóvel onde funcionava o Ginásio Mineiro, e todos os seus bens, fossem transferidos para o governo do Estado, com a condição de que se oficializasse o referido estabelecimento como internato e que se criasse, na capital de Minas, Ouro Preto, o respectivo externato. Sendo governador de Minas, à época, Chrispim Jacques Bias Fortes, natural de Barbacena, a oferta foi aceita, com a condição de que Virgílio de Mello Franco aceitasse ser o primeiro reitor do Ginásio Mineiro, na capital, Ouro Preto. Uma dinastia de homens BrilhantesA família de Virgílio de Mello Franco está ligada a história do Brasil pela ações na diplomacia, atuação política, jurídica e intelectual, desde o final do período Imperial até a consolidação da República, ajudando a pavimentar as bases do Brasil Moderno. Dos filhos de Virgílio são notáveis:Afonso Arinos, o primogênito de Mello Franco e de Ana Leopoldina Pinto da Fonseca, nasceu em Paracatu, em 01 de maio de 1868. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo, no ano de 1889. Dedicou-se à advocacia, à literatura e ao magistério. Foi o patrono da cadeira de nº 30, da Academia Brasileira de Letras, e ficou conhecido por diversas obras literárias, iniciando a escola literária regionalista. Afonso Arinos lecionou história no Ginásio Mineiro em Ouro Preto e, juntamente com seu pai, participou da fundação da Faculdade de Direito de Minas Gerais, onde lecionou Direito Penal. Foi um dos fundadores e primeiro presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais. Arinos colaborou também na fundação do Arquivo Público Mineiro, uma instituição respeitável até os dias atuais. Faleceu em uma viagem a Barcelona, em 19 de fevereiro de 1916.Afrânio Camorim Jacaúna de Otingi de Mello Franco, segundo filho de Virgílio Martins de Mello Franco, nasceu em 25 de fevereiro de 1870, na cidade de Paracatu (MG). Fez seus estudos básicos no Colégio da Conceição, em São João Del Rei e no Colégio Abílio, em Barbacena. Assim como seu pai e seu irmão, graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1891. Na vida pública, iniciou como promotor público, em municípios no interior de Minas, depois Procurador Seccional da República, em Minas Gerais. Casou-se com Sílvia Cesário Alvim, filha do ex-governador provisório de Minas Gerais, José Cesário de Faria Alvim46 (25 de novembro de 1889 a 10 de fevereiro de 1890). Dedicou-se à carreira diplomática; foi designado, no ano de 1896, segundo secretário de legação na embaixada brasileira de Montevidéu, no Uruguai. Seu segundo posto foi na capital belga, em Bruxelas. Exerceu ainda a advocacia na cidade de Belo Horizonte. Professor de Psicologia e Lógica no Ginásio Mineiro, de Belo Horizonte e Professor catedráticos de Direito Público da Faculdade Livre de Direito de Minas Gerais. Durante o governo de Francisco Sales (1902-1906), exerceu o cargo de deputado estadual. Em 1906, foi eleito para a Câmara Federal, onde passou a integrar a Comissão de Diplomacia e Tratados, sendo reeleito por diversas vezes, atuando na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Afrânio também exerceu o Ministério da Viação e Obras Públicas, foi Ministro da Justiça Interino, Ministro das Relações Exteriores, Juiz da Corte Permanente da Justiça Internacional de Haia e Embaixador do Brasil junto à Sociedade das Nações. Atuou para a resolução da Guerra do Chaco, entre Bolívia e Paraguai, e dos conflitos do porto de Letícia, entre Peru e Colômbia, em 1932. Em reconhecimento disso, foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz, em 3 diferentes anos: 1935, 1937 e 1938. Foi sócio efetivo do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. Faleceu no Rio de Janeiro, em 01 de janeiro de 1943.Armínio Paraguaçú de Mello Franco (1873-1934) O segundo filho de Virgílio. Pintor, caricaturista e escultor mineiro. Nasceu em Bagagem, hoje Estrela do Sul, em 1873. Na juventude, contou, por seu talento florescente, com forte admiração do jornalista Alfredo Camarate e do pintor Emílio Rouède, por uma época residentes ambos em Ouro Preto, onde conheceram de perto seu trabalho. Aliava-se Mello Franco ao gosto estético da nova geração. Tecnicamente, dominava bem o desenho, produzia peças em baixo-relevo, utilizava-se com sabedoria da aquarela. Não havendo escola de Belas Artes em Minas Gerais, onde pudesse ter formação adequada, buscava no ambiente do Rio de Janeiro aprimorar os conhecimentos. Seu sobrinho Affonso Arinos de Mello Franco o recordaram em Ouro Preto, naquele final do século, como bom amigo de boemia do escultor italiano Virgílio Cestari. Mais tarde, por meio da carreira diplomática, e de um impulso constante para a aventura, alcançou os continentes, andando por lugares como Quito, Haia, um longo período em Londres, Jerusalém, Panamá, Shangai. Foi diplomata. Adido à Secretaria do Estado das Relações Exteriores 1897. designado para Santiago 1907, para La Paz 1907, removido para Copenhague e Christiania 1910, removido para Bruxelas e Estocolmo 1912 e removido para Haia 1914. 1.º Secretário 04.06.1914, no posto em Haia 1914, removido para Londres 1916. Ministro Residente em Quito 01.10.1921. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Pequim 20.05.1926 e removido paea Estocolmo 12.03.1929. Embaixador do Brasil em Haia. Ministro Plenipotenciário de 1.ª classe. Deixa entrever seu fim de vida na condição de interno de um sanatório de tuberculosos de Montana, na Suíça, por um curto período, no início dos anos 1930, morrendo pouco depois num hospital de Paris em 1934. Colecionador de artes e antiguidades principalmente antiguidades orientais.HERCULANO FERREIRA PENA (Vila do Príncipe, 14 de janeiro de 1811  27 de maio de 1867) foi professor, jornalista e político brasileiro. CarreiraProfessor de primeiras letras, na Escola Modelo de Ouro Preto (1830 a 1832). Aos 19 anos, assumiu, juntamente, com o padre liberal Antônio José Ribeiro Bhering, a redação do jornal O Novo Argos (1829-1834). Aos 22 anos de idade se desligou do magistério para atuar como Secretário do Conselho Geral da Província e, com a extinção deste passou a exercer o cargo de Secretário da Província (1834 a 1842). Foi Deputado Geral por Minas, de 1838 a 1844. Foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro a partir de 1839. Em 1842 assumiu, por um mês, a vice-presidência da província mineira e, a partir de então, inicia a sua carreira, como parte da elite imperial, conquistando a confiança do Imperador que o nomeia, seguidamente, como presidente das províncias: Espírito Santo (18451846), Grão-Pará (18461847 e 18471848), Pernambuco (1848), Maranhão (1849), Amazonas (18531855), novamente Minas Gerais (18561857), Bahia (18591860) e Mato Grosso (18621863); foi a pessoa que obteve mais nomeações para administrar províncias durante o reinado de Pedro II. Chegou ao Senado pela província do Amazonas (1852). Recebeu comendas e ordens: foi fidalgo cavaleiro da Casa Imperial e dignitário da Ordem da Rosa. Casado com Francisca de Paula Freire de Andrade, filha do coronel reformado do exército, barão de Itabira, Herculano faleceu em 1867, aos 56 anos de idade, na cidade do Rio de Janeiro.
  • JOSÉ MARTINS FERREIRA (1808-1891) TESTAMENTO E ULTIMAS VONTADES DE JOSÉ MARTINS FERREIRA, PAI DE VIRGILIO MARTINS DE MELLO FRANCO, GENRO DO PADRE JOAQUIM DE MELLO FRANCO, CASADO COM A FILHA DO ECLESISTICO DONA ANTONIA MARIA DE MELLO. O PADRE MELLO FRANCO PAIS DE DONA ANTONIOA É O PATRIARCA DOS MELLO FRANCO IMPORTANTES DIPLOMATAS E POLITICOS DA REPÚBLICA VELHA. UMA FAMILIA DE ERUDITOS COM ASSENTO NA ACADEMIA BRASILERIA DE LETRAS. O PADRE FOI IMORTALIZADO NA OBRA DE AGRIPA DE VASCONCELLOS COMO O PADRE MELLO FRANCO, O PRIMEIRO HOMEM A DEITAR-SE COM A CORTESÃO DONA BEJA. EXCERTOS DO TEXTO: Jesus, Maria, José. Em nome da  Santissima Trindade em que eu JOSÉ MARTINS FERREIRA firmemente creio e em cuja fé protesto viver e morrer. Estando em meu perfeito juízo mas temendo a hora da morte que é infalível , e não sabendo o dia e a hora, determino fazer este meu testamento como com efeito faço da forma e maneira seguinte:Sou natural e batizado nesta cidade de Paracatu filho legitimo do Capitão Joaquim Martins Ferreira e de Dona Severina Francisca de Paiva.  Ambos falecidos. Declaro que fui casado com Dona Antonia Maria de Mello hoje falecida e de cujo consórcio tive doze filhos. Acompanhando-me seis vivos  por ocasião da morte de minha finada mulher: Virgilio, Amelia, Maria, Theofilo, Emiglio e José. Fiz inventário de meus bens por morte de minha mulher e entreguei aos meus filhos a parte que lhes cabia em partilha conforme consta da mesma, obrigando-se pelas dívidas do casal. Nomeio como testameteiros meus filhos Virgílio e Amélia. E havendo impedimento em segundo lugar meu filho José. Em terceiro lugar meu filho Theofilo.  Rogo que por serviço de Deus cumprão minhas ultimas vontades. Sendo o meu falecimento nesta cidade ou subúrbios meu desejo é ser encomendado na capela do cemitério desta cidade e ser sepultado na sepultura de minha finada mulher. O oficio de sepultura na forma do Ritual Romano pelo sacerdote que presente se achar o qual dirá missa de corpo presente e meu testamento satisfará. Os bens que possuo são bem conhecidos dos meus filhos  assim como que se me deve. Que tudo consta de meus assentos. Meus testamenteiros mandarão dizer cem missas por minha alma e assim de minha finada mulher e mais pela alma de meus filhos e genros já falecidos. Deixo para Amelia a minha terça composta dos seguintes bens: minha chácara do córrego Rico  com todas as benfeitorias.  Gozará minha filha Amélia em sua vida por títuto de deposito, do qual poderá dispor em favor de quem lhe convier. No caso de falecer sem testamento passarão os bens a seus legítimos herdeiros.  No caso de casar-se segunda vez (do que Deus a livre) seu marido não terá comunhão dos bens passados nem nos seus rendimentos. Pois esta é a minha vontade que seus rendimentos sejam exclusivos de minha filha  para seus alimentos e subsistência com as garantias e privilégios que as leis concedem aos bens de tal natureza. Nesta forma hei por findo e acabado este presente meu testamento. E rogo as justiças de S. Magestade Imperial que a façam cumprir. O testamento foi por mim feito e por mim assinado nesta cidade de Paracatu aos cinco de maio. de 1887.ASSSINADO POR JOSÉ MARTINS FERREIRA.  BRASIL,1887,  28 X 21 CM
  • SENADOR VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO (1839 1922)  DIPLOMA DA FACULDADE DE DIREITO DE SÃO PAULO DATADO DE 28 DE NOVEMBRO DE 1866. ASSINADO PELO DIRETOR DA FACULDADE,  CONSELHEIRO PADRE VICENTE PIRES DA MOTTA (1865-1882),  PELO  SECRETARIO CONSELHEIRO JOSÉ MARIA DE AVELLAR BROTERO (1798-1873) E PELO PRESIDENTE DO ATO O BARÃO DE RAMALHO, JOAQUIM IGNACIO RAMALHO (SÃO PAULO, 6 DE JANEIRO DE 1809  15 DE AGOSTO DE 1902). SENADOR VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO FOI INICIALMENTE FORMATO COMO FARMACEUTICO EM MINAS GERAIS NA DECADA DE 1850. ASSINADO TAMBEM PELO SENADOR COMO BACHAREL. 68 X 55 CM (COM A MOLDURA). NOTA: ESSE DIPLOMA É ASSINADO POR TRES GRANDES NOMES DO MEIO JURIDICO E POLITICO DO BRASIL NO SEC. XIX.: JOSÉ MARIA DE AVELLAR BROTERO (Lisboa, 17 de Fevereiro de 1798  São Paulo, 4 de Março de 1873), o Conselheiro Brotero, foi um jurista, filósofo e político luso-brasileiro, reconhecido como o primeiro lente de curso jurídico a ser nomeado no Brasil. Nasceu em Lisboa, no dia 17 de Fevereiro de 1798, filho de Manuel Inácio de Avellar Brotero e de Maria do Nascimento de Avellar Brotero. Foi sobrinho do famoso botânico Félix da Silva e Avelar, que compôs para si próprio o nome Brotero a partir das palavras gregas brotos (mortal) e eros (amor), assim fazendo sua filantropia evidente em seu nome. O nome foi gradualmente adotado por outros membros da família a medida que a reputação de Felix crescia. Manuel Inácio de Avellar Brotero era um oficial respeitado da marinha portuguesa e morreu em Moçambique, em 1826 após uma longa carreira como político da coroa portuguesa, inclusive com um período de 15 anos como Governador da Ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira. José Maria de Avellar Brotero formou-se em leis (direito) pela Universidade de Coimbra em 1819, e foi Juiz de Celorico da Beira de março de 1822 a junho de 1823, quando fugiu ao arquipélago dos Açores durante a Guerra Civil Portuguesa entre os absolutistas e constitucionalistas liberais. Brotero havia participado de uma conspiração contra o regime de D. Miguel e da Rainha D. Carlota, e portanto procurou refúgio na ilha do Faial, onde grande parte dos liberais portugueses perseguidos pela coroa se concentravam.1 Lá, conheceu e casou-se com D. Ana Nancy Dabney, nascida em Bordeaux e filha de Norte-Americanos. Tiveram sete filhos juntos, e Brotero ainda teve mais dois filhos fora do casamento.Em 1825, fugiu da ilha do Faial para o Brasil temendo a perseguição de liberais nos Açores. No dia 6 de Outubro de 1826, o Imperador Pedro I apresentou o projeto de lei que passou a ter vigência no dia 11 de agosto de 1827, criando os primeiros cursos jurídicos no Brasil na Faculdade de Direito de Olinda (hoje a Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco) e na Faculdade de Direito de São Paulo (hoje a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo) e posteriormente designou por decreto, no dia 12 de outubro de 1827, José Maria de Avellar Brotero o primeiro lente da faculdade de direito em São Paulo, abrangendo direito natural, direito público, análise da constituição do império, direito das gentes, diplomacia, e a partir do segundo ano, direito eclesiástico.3 Em 1833, adquiriu a nacionalidade Brasileira após completar cinco anos desde sua chegada ao país, mesmo ano que foi agraciado com o título de Conselheiro do Império, e em 1836, publicou a primeira monografia sobre direito das gentes escrita por um brasileiro; Questões sobre Presas Marinhas. Aposentou-se no dia 22 de novembro de 1871, tendo acumulado as funções de professor e secretário por quarenta e três anos.No final do primeiro ano letivo de Brotero como professor, em dezembro de 1828, o Imperador ordenou que enviasse ao Rio de Janeiro um compêndio de suas aulas, requerido de todos os lentes de academias, e sujeito à aprovação do Ministro do Império, na época José Clemente Pereira. Segundo Brotero, "O Leitor deve saber, que estas Lições eram prontas à noite para servir de manhã, e que estas notas eram parte, ou fundamento da explicação, que fiz na Aula, e a qual se não escreveu na nas apostilas. Recebi do Governo Ordem para remeter este Compêndio quanto antes, e por isso muito à pressa mandei tirar uma cópia da minuta que tinha servido para os atos"  Seus principios filosóficos, inspirados principalmente pelos materialistas franceses do século XVIII, apresentava "algumas teses demasiado avançadas para a época, como a defesa do divórcio, a condenação do celibato clerical e a apologia da liberdade de convicção religiosa, sofreu violenta hostilidade no ambiente conservador do fim do primeiro império... Lino Coutinho, um dos deputados que insistia que os compêndios acadêmicos precisassem ser aprovados pela Câmara, foi um de seus maiores críticos: "foi oferecido aqui à Câmara um compêndio de direito natural, feito por um lente da escola de direito de São Paulo, compêndio esse que é vergonha das vergonhas pelas suas imbecilidades, e mesmo compêndio prejudicial pelas más doutrinas que nele se encerram, e que eu não sei como o Sr. Ex-ministro do Império, sem examinar este compêndio, sem coisa nenhuma, mandasse ou decretasse que se ensinasse à mocidade brasileira por tão infame compêndio". Em seguida, declarou que a definição de homem, segundo o compêndio de Brotero, "faz rir". A definição é a seguinte "o homem é um ente dotado se sensibilidade e inteligência, ou um animal dotado da faculdade da razão, ou de aptidão de razão."  CONSELHEIRO PADRE DR. V I C E N T E PIRES D A M O T T A(1865-1882) Natural de São Paulo, nasceu e m 1779, filho de Manoel Pires daMotta. Quando se matriculou no primeiro ano do curso jurídico, e m 1828, já erapresbítero, e sua filiação foi dada como ignorada. Foi exposto na casa de VicentePires da Motta, antigo cirurgião, na R u a Direita da cidade de São Paulo, m a squando foi restaurado, sob sua diretoria, o arquivo da Faculdade de Direito,destruído no incêndio de 1880, no livro da relação dos doutores e bacharéis sedeclinou o n o m e de seu pai. Recebeu o grau de bacharel e m 1832 e, e m l s de fevereiro de 1833, foi nomeado lente substituto interino, seguindo a sorte de seus ilustres colegasManoel Joaquim do Amaral Gurgel e Manuel Dias de Toledo. C o m eles,defendeu teses e recebeu o grau de doutor e m 1833. Efetivado por decreto de 7de outubro de 1833, foi nomeado lente catedrático de direito civil, primeiracadeira do quarto ano, por decreto de 27 de maio de 1834.Exerceu o cargo de diretor interino de abril de 1837 até abril de1838. Foi jubilado no cargo de lente catedrático por decreto de 7 deagosto de 1860. Por decreto de 30 de janeiro de 1865, foi nomeado diretor,tomando posse do cargo e m 6 de fevereiro do m e s m o ano.D e 1828 a 1834, foi eleito m e m b r o do conselho geral da provínciade São Paulo, m e m b r o do conselho do governo, e, depois desta data, deputado àAssembléia Provincial nos biênios de 1834-35,1836-37,1838-39,1840-41.Hábil e principalmente rígido e austero administrador, esteve e mdiversas épocas, de 1834 a 1869, à testa do governo da província de São Paulo,como seu vice-presidente e, na qualidade de presidente efetivo, de 16 de outubrode 1848 a 27 de agosto de 1851 e de 16 de outubro de 1862 a 3 de fevereiro de1864. Administrou igualmente a província de Pernambuco, de 26 de abril de 1848a 17 de junho do m e s m o ano; a do Ceará, de 20 de fevereiro de 1854 a 11 deoutubro de 1855; a de Minas Gerais, de 13 de junho de 1860 a 2 de outubro de1861; e a de Santa Catarina, de 17 de novembro de 1861 a 24 de setembro de1862. E m 1850, condecorado c o m o título de conselheiro.conselheiro Pires da Motta faleceu no dia 30 de outubro de 1882.JOAQUIM INÁCIO RAMALHO, PRIMEIRO E ÚNICO BARÃO DE RAMALHO, (São Paulo, 6 de janeiro de 1809  15 de agosto de 1902) foi um jurista, professor e político brasileiro, chegando a assumir o cargo de presidente da Província de Goiás.Foi diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, de 1891 a 1902, fundador do Instituto dos Advogados de São Paulo e presidente da província de Goiás.Filho do espanhol José Joaquin de Sosa Saquette, que morreu precocemente, casou-se com Paula da Costa Ramalho, viúva do tenente Manuel José de Brito, e cuja família criou Joaquim Inácio, motivo pelo qual mudou seu sobrenome.Está sepultado no Cemitério da Consolação, na cidade de São Paulo. Foi oficial da Imperial Ordem da Rosa e agraciado com a comenda da Imperial Ordem de Cristo, além de ter sido conselheiro imperial.22.º Barão de Água BrancaTítulo conferido por decreto imperial em 7 de maio de 1887. Faz referência à cidade alagoana de Água Branca.Barão de RamalhoTítulo conferido por decreto imperial em 28 de maio de 1887. Substituiu o anterior por Joaquim Inácio ter declarado que somente aceitaria o baronato se esse fizesse menção à família da esposa, que o acolheu desde criança.
  • BARÃO DA GUANABARA - JOSE GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO GUANABARA (BARRA DO PIRAÍ, 13 DE ABRIL DE 1832 RIO DE JANEIRO, 11 DE JUNHO DE 1875) FILHO DOS BARÕES DE VARGEM ALEGRE SENDO QUE A BARONESA DE VARGEM ALEGRE, DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, ERA FILHA DO BARÃO DE PIRÁY PORTANTO O BARÃO DE GUANABARA ERA PRIMO EM PRIMEIRO GRAU DA MÃE DE DONA MARIA THEREZA MONTEIRO DE BARROS, EM HOMENAGEM DE QUEM FOI BATIZADA A FAZENDA DE SANTA THEREZA. AINDA MAIS O BARÃO FOI CASADO COM DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, FILHA DE DONA EMILIANA UMBELINA BREVES DE MORAIS, CONDESSA DO TOCANTINS, E FILHA DO BARÃO DE PIRAY. DONA UMBELINA FOI CASADA COM JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E SILVA SOBRINHO, 1º CONDE DE TOCANTINS, FILHO DO BARÃO DE BARRA GRANDE, FRANCISCO DE LIMA E SILVA, SENDO O BARÃO, IRMÃO DO DUQUE DE CAXIAS. MUITO RARA XÍCARA PARA CAFÉ   EM PORCELANA DO SERVIÇO DO BARÃO DE GUANABARA, MARCAR DO ATELIER DE CHARLES PILLIVUIT, MEDAILLE DOR 1867. BORDA  COM BARRADO EM VERDE AGUA. DELIMITADO POR FRISOS EM OURO REMATADOS POR PEROLADO. EM RESERVA MONOGRAMA JR ENTRELAÇADO. PERTENCEU AO SERVIÇO DE JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO, PRIMEIRO E ÚNICO BARÃO DE GUANABARA EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PÁGINA 262 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL DA JENNY DREYFFUS.FRANÇA, SEC. XIX. 6 CM DE ALTURA (COM RESTAURO)NOTA: O Barão de Guanabara e sua esposa eram representantes da alta aristocracia cafeeira do Vale do Café fluminense. Casaram-se muito jovens, ele com 18 anos e ela com 14 anos. Eram primos irmãos. O Barão de Vargem Alegre. Ele era filho de Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo. O Português Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, primeiro Barão e Visconde de Vargem Alegre (1804-1879) foi um dos mais ricos proprietários de terras do Império do Brasil chegando a ter mais de mil escravos em suas lavouras de café. Radicou-se no Brasil em 1816, onde se casou com Joaquina Clara de Morais, nascida em Mangalarga aos 15 de outubro de 1815 e falecida no Rio de Janeiro em 1865, com cinquenta anos de idade, filha do barão de Piraí. Tiveram catorze filhos.Quando da participação do Brasil na Guerra do Paraguai , colocou sua fortuna pessoal a disposição do Imperador Dom Pedro II , que lhe concedeu o Título de Barão e Grande do Império em 1867. Foi também nomeado Cavaleiro da Ordem da Rosa em 1848, e Comendador da Ordem de Cristo . Conta o grande escritor Alberto Lamego ( O Homem e a Serra ) que em 1854 o Barão era o maior fazendeiro do Império, contando em suas Fazendas com mais de 1.500 escravos. ( no seu inventário em 1879, existiam 1.189 peças). Luís Otávio de Oliveira Roxo, filho do Barão, também lutou na Guerra do Paraguai, como coronel da Guarda Nacional, ao lado dos escravos alforriados do Pai. Em 1882, recebeu o título de segundo visconde de Vargem Alegre por seus serviços prestados na Guerra Faleceu o primeiro Barão, a 16-09-1879 em Vargem Alegre-RJ. com 75 anos de idade. Em seu testamento, Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo incluiu alguns de seus escravos: "Deixo à preta Maria Pequena, acima liberta, a quantia de cem mil Reis; a Preciliana, liberta, filha da mesma Maria Pequena, a quantia de seiscentos mil Reis. Deixo a quantia de quatro mil Reis à cada um de meus escravos, residentes na Vargem Alegre, e que tiverem de onze anos para cima de idade, ao tempo de meu falecimento. Nesta mesmas condições, deixo a quantia de três mil Reis, à cada um dos residentes nas Fazendas União, Bom Sucesso e Espuma.Peço a meus testamenteiros e herdeiros, que, no caso de quererem todos ou alguns deles, libertos residirem nas fazendas, ali os acomodem proporcionando-lhes meios de subsistência e tratamento conveniente enquanto viverem, e protegendo-os em caso de necessidade; e aos mesmos libertos recomendo, e espero que se tornem dignos desta proteção por seu procedimento, obediência e respeito para com os ditos meus herdeiros e testamenteiros"Uma de suas propriedades mais conhecidas foi a Fazenda Ponte Alta, localizada no município de Barra do Piraí. O Barão de Vargem Alegre Teve 14 filhos:JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO Barão da GuanabaraJOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO foi o primeiro e único Barão de Guanabara (Barra do Piraí, 13 de abril de 1832 Rio de Janeiro, 11 de junho de 1875). Filho mais velho do Barão de Vargem Alegre, casou com sua prima-irmã Emiliana Clara Gonçalves de Morais (ele com 18 anos, ela com 14 anos de idade) e tiveram apenas dois filhos: José Antero de Oliveira Roxo e Matias Otávio de Oliveira Roxo. Recebeu o título de barão por carta de 17 de abril de 1875.RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO - Baronesa de Santa Maria: RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 29/05/1833 e faleceu em 20/08/1912 no Rio de Janeiro. Casou-se com NICOLAU NETTO CARNEIRO LEÃO, nasceu em 1829 em Tiradentes, MG (batizado em 29/07/1829 em Tiradentes), e faleceu em 16/12/1894 em Tiradentes, estando sepultado no cemitério da Igreja de Nossa Senhora das Mercês, em São João del Rei, MG. Barão de Santa Maria. Proprietário da Fazenda dos Alpes (café), em Barra Mansa, RJ.AUGUSTO CÉSAR DE OLIVEIRA ROXO, FREDERICO GUSTAVO DE OLIVEIRA ROXO, FRANCISCA OLIVEIRA ROXO. FRANCISCA DE OLIVEIRA ROXO (Chiquinha) nasceu em 10/10/1843 em Piraí, RJ e faleceu em 13/06/1920 no Rio de Janeiro. Casada com CUSTÓDIO DE SOUZA PINTO. RAYMUNDO BREVES DE OLIVEIRA ROXO Raymundo Breves de Oliveira Roxo nasceu em 03/06/1845 e faleceu em 08/12/1912. Casado com sua prima-irmã MARIA RITA MONTEIRO DE BARROS - RITOCA em 13/06/1868 no Rio de Janeiro, RJ. A mãe de Raymundo (Joaquina Clara de Moraes) e a mãe de Maria Rita (Cecilia Gonçalves de Moraes) eram irmas. Raymundo recebeu, como herança de seu pai Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, a Fazenda Ponte Alta em Barra do Pirai. Ritoca era irmã de Dona Maria Thereza Monteiro de Barros. MARIA TERESA DE OLIVEIRA ROXO LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO 2º Visconde de Vargem Alegre LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 28/08/1850 em Vargem Alegre, RJ e faleceu em 19/02/1937 no Rio de Janeiro. Fazendeiro em Vargem Alegre. 2º Visconde de Vargem Alegre. Casou-se em 28/09/1872 no Rio de Janeiro com MARIANNA CÂNDIDA DE LIMA E SILVA, filha de José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho e de Maria Balbina da Fonseca Costa. Tiveram 8 filhos.
  • PRINCESA ISABEL   RARA FOTOGRAFIA DA PRINCESA ISABEL NO FINAL DA DECADE DE 1850. FAZIA PARTE DO ALBUM DE RETRATOS FAMILIARES DO CONDE DE NIOAC. DE AUTORIA DE PACHECO FOTOGRAFO DA CASA IMPERIAL. ANOTADO NO VERSO S.A. PRINCEZA ISABEL. BRASIL, FINAL DA DEC. 1850. 10 X 6,5 . NOTA: Insley Pacheco (Cabeceiras de Basto, Portugal ca. 1830 - Rio de Janeiro RJ 1912)Fotógrafo, pintor, desenhista.No fim da década de 1840, em Fortaleza, Joaquim José Pacheco aprendeu daguerreotipia e começa a trabalhar como retratista com o fotógrafo irlandês Frederick Walter (18-- - 18--), responsável pela introdução do invento no Ceará. Pacheco viaja para Nova York provavelmente entre 1849 e 1851, torna-se aprendiz de Mathew Brady (ca. 1823 - 1896) e assistente dos daguerreotipistas H. E. Insley e Jeremias Gurney. De volta ao Brasil, atua em Fortaleza e Sobral, Ceará, e no Recife e, por volta de 1855, transfere-se para o Rio de Janeiro. Nessa cidade, adota o nome Joaquim Insley Pacheco e abre um estúdio no qual oferece daguerreótipos, fotos sobre papel, vidro e marfim, retratos a óleo e fotopintura. Torna-se um dos mais requisitados retratistas da corte imperial. Por volta de 1860, recebe os títulos de Fotógrafo da Casa Imperial e de Cavaleiro da Ordem de Cristo de Portugal. Na mesma época, inaugura os estúdios Pacheco e Irmão Ambrotypistas da Augusta Caza Imperial em Salvador e São Luís. Interessado em pintura de paisagem e, possivelmente, para aprimorar suas fotopinturas, estuda com os artistas François René Moreaux (1807 - 1860), Karl Linde (ca.1830 - 1873) e Arsênio da Silva (1833 - 1883). De 1885 a 1897, seu estúdio na capital do império passa a chamar-se Joaquim Insley Pacheco e Filho. Entre 1859 e 1873, é premiado em diversas Exposições Gerais de Belas Artes da Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, e em mostras no Brasil e no exterior.Insley Pacheco é considerado um dos mais importantes e bem-sucedidos fotógrafos que atuam no Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX - imagens com o nome de seus estúdios são comuns nos álbuns de família desse período. É também um profissional muito requisitado pela corte imperial. É procurado, sobretudo, para a realização de retratos e pelo seu trabalho com fotopintura.Os retratos feitos nos estúdios de Pacheco1 seguem o padrão desenvolvido pelo fotógrafo francês André Adolphe-Eugène Disdéri (1819 - 1889), o criador do carte-de-visite, imagem que na época se torna moda em todo o mundo. As poses representadas nesses cartões se pautam nos modelos consagrados pela pintura renascentista: bustos, rostos em perfil, em diagonal ou imagens de corpo inteiro destacando a indumentária e adereços. Estas últimas mostram o retratado diante de um fundo neutro, rodeado por colunas, balaústres, cadeiras e mesas, ou se apoiando nesses elementos, que servem também para criar um ambiente de prosperidade. Como conseqüência dessa padronização, as diversas coleções de cartes-de-visite oitocentistas nivelam diferenças culturais e revelam, principalmente, o desejo dos retratados de se ajustarem ao modelo social representado pela burguesia parisiense. Nessas imagens, colonos, aristocratas e comerciantes parecem integrar uma única civilização burguesa em ascensão.Mesmo que a tecnologia fotográfica, nos anos 1860, já permita exposições relativamente rápidas, persistem poses rígidas como parte da construção de uma imagem de austeridade. Segundo a pesquisadora Maria Inez Turazzi, a pose e seu ritual simbólico são uma exigência de cunho social, mais do que uma imposição técnica.2No Brasil, o imperador dom Pedro II (1825 - 1891) é um grande incentivador da fotografia. Ele próprio um amador e cliente de diversos estúdios, é também o mais importante colecionador de imagens fotográficas oitocentistas no país. Aos que se destacam nessa área, dom Pedro II concede o título de Fotógrafo da Casa Imperial, o que autoriza o profissional a utilizar as armas imperiais na fachada de seu estabelecimento.Além de ser contemplado com esse título, Insley Pacheco é premiado em diversas exposições nacionais. Assim como outros fotógrafos, ele faz bom uso publicitário dessas condecorações, o que o auxilia no aumento da clientela, motivo de grandes disputas entre os profissionais.Logo após o golpe da maioridade, em 1840, a imagem de dom Pedro II aparece em pinturas e gravuras ao lado de emblemas clássicos e de matérias-primas comercializadas pelo país, como café, cana-de-açúcar e frutas tropicais. Quando a fotografia passa a fazer parte do acervo do império, esses retratos ganham austeridade e dom Pedro II começa a ser visto com roupas civis e sempre rodeado de livros, para acentuar seu apreço pelas artes e pelas ciências.A partir dos anos 1860, o imperador se deixa retratar com vestimentas que o confundem com seus súditos ou com políticos. Numa foto realizada pelo estabelecimento de Pacheco, em torno de 1866, dom Pedro II aparece à vontade, olhando distraidamente para fora do quadro, com as pernas cruzadas e o corpo inclinado, apoiando-se com o cotovelo e o antebraço numa coluna. Pacheco é responsável também por um dos retratos mais significativos do monarca brasileiro. Trata-se de um retrato mostrando-o, aos 58 anos, sentado num estúdio rodeado de plantas nativas.Nessa época, o Brasil já é visto como uma nação de futuro promissor, e a crença nesse potencial reside, sobretudo, na abundância de suas riquezas naturais. Por isso, o retrato do imperador no cenário tropical, de 1883, corresponde à idéia de um país civilizado e ao mesmo tempo exótico. Além disso, chama a atenção para a importância simbólica que a natureza, nessa época, conquista na iconografia oficial.Entre os retratos da família imperial produzidos nos estúdios de Pacheco, alguns destoam dos padrões de retratos adotados no período. Um exemplo é a foto da imperatriz dona Teresa Cristina (1822 - 1889) acompanhada das princesas Isabel (1846 - 1921) e Leopoldina (1847 - 1871) e seus netos, realizada por volta de 1868. Nessa imagem, as roupas, o chapéu e a maneira como as mulheres seguram seus filhos pelas mãos mostram uma cena prosaica que em nada lembra o ritual e a imponência que se esperaria de um retrato de nobres.
  • BARÃO DA GUANABARA - JOSE GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO GUANABARA (BARRA DO PIRAÍ, 13 DE ABRIL DE 1832 RIO DE JANEIRO, 11 DE JUNHO DE 1875) FILHO DOS BARÕES DE VARGEM ALEGRE SENDO QUE A BARONESA DE VARGEM ALEGRE, DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, ERA FILHA DO BARÃO DE PIRÁY PORTANTO O BARÃO DE GUANABARA ERA PRIMO EM PRIMEIRO GRAU DA MÃE DE DONA MARIA THEREZA MONTEIRO DE BARROS, EM HOMENAGEM DE QUEM FOI BATIZADA A FAZENDA DE SANTA THEREZA. AINDA MAIS O BARÃO FOI CASADO COM DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, FILHA DE DONA EMILIANA UMBELINA BREVES DE MORAIS, CONDESSA DO TOCANTINS, E FILHA DO BARÃO DE PIRAY. DONA UMBELINA FOI CASADA COM JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E SILVA SOBRINHO, 1º CONDE DE TOCANTINS, FILHO DO BARÃO DE BARRA GRANDE, FRANCISCO DE LIMA E SILVA, SENDO O BARÃO, IRMÃO DO DUQUE DE CAXIAS. MUITO RARA XÍCARA PARA CHOCOLATE   EM PORCELANA DO SERVIÇO DO BARÃO DE GUANABARA, MARCAR DO ATELIER DE CHARLES PILLIVUIT, MEDAILLE DOR 1867. BORDA  COM BARRADO EM VERDE AGUA. DELIMITADO POR FRISOS EM OURO REMATADOS POR PEROLADO. EM RESERVA MONOGRAMA JR ENTRELAÇADO. PERTENCEU AO SERVIÇO DE JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO, PRIMEIRO E ÚNICO BARÃO DE GUANABARA EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PÁGINA 262 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL DA JENNY DREYFFUS.FRANÇA, SEC. XIX. 8 CM DE ALTURA (COM RESTAURO)NOTA: O Barão de Guanabara e sua esposa eram representantes da alta aristocracia cafeeira do Vale do Café fluminense. Casaram-se muito jovens, ele com 18 anos e ela com 14 anos. Eram primos irmãos. O Barão de Vargem Alegre. Ele era filho de Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo. O Português Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, primeiro Barão e Visconde de Vargem Alegre (1804-1879) foi um dos mais ricos proprietários de terras do Império do Brasil chegando a ter mais de mil escravos em suas lavouras de café. Radicou-se no Brasil em 1816, onde se casou com Joaquina Clara de Morais, nascida em Mangalarga aos 15 de outubro de 1815 e falecida no Rio de Janeiro em 1865, com cinquenta anos de idade, filha do barão de Piraí. Tiveram catorze filhos.Quando da participação do Brasil na Guerra do Paraguai , colocou sua fortuna pessoal a disposição do Imperador Dom Pedro II , que lhe concedeu o Título de Barão e Grande do Império em 1867. Foi também nomeado Cavaleiro da Ordem da Rosa em 1848, e Comendador da Ordem de Cristo . Conta o grande escritor Alberto Lamego ( O Homem e a Serra ) que em 1854 o Barão era o maior fazendeiro do Império, contando em suas Fazendas com mais de 1.500 escravos. ( no seu inventário em 1879, existiam 1.189 peças). Luís Otávio de Oliveira Roxo, filho do Barão, também lutou na Guerra do Paraguai, como coronel da Guarda Nacional, ao lado dos escravos alforriados do Pai. Em 1882, recebeu o título de segundo visconde de Vargem Alegre por seus serviços prestados na Guerra Faleceu o primeiro Barão, a 16-09-1879 em Vargem Alegre-RJ. com 75 anos de idade. Em seu testamento, Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo incluiu alguns de seus escravos: "Deixo à preta Maria Pequena, acima liberta, a quantia de cem mil Reis; a Preciliana, liberta, filha da mesma Maria Pequena, a quantia de seiscentos mil Reis. Deixo a quantia de quatro mil Reis à cada um de meus escravos, residentes na Vargem Alegre, e que tiverem de onze anos para cima de idade, ao tempo de meu falecimento. Nesta mesmas condições, deixo a quantia de três mil Reis, à cada um dos residentes nas Fazendas União, Bom Sucesso e Espuma.Peço a meus testamenteiros e herdeiros, que, no caso de quererem todos ou alguns deles, libertos residirem nas fazendas, ali os acomodem proporcionando-lhes meios de subsistência e tratamento conveniente enquanto viverem, e protegendo-os em caso de necessidade; e aos mesmos libertos recomendo, e espero que se tornem dignos desta proteção por seu procedimento, obediência e respeito para com os ditos meus herdeiros e testamenteiros"Uma de suas propriedades mais conhecidas foi a Fazenda Ponte Alta, localizada no município de Barra do Piraí. O Barão de Vargem Alegre Teve 14 filhos:JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO Barão da GuanabaraJOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO foi o primeiro e único Barão de Guanabara (Barra do Piraí, 13 de abril de 1832 Rio de Janeiro, 11 de junho de 1875). Filho mais velho do Barão de Vargem Alegre, casou com sua prima-irmã Emiliana Clara Gonçalves de Morais (ele com 18 anos, ela com 14 anos de idade) e tiveram apenas dois filhos: José Antero de Oliveira Roxo e Matias Otávio de Oliveira Roxo. Recebeu o título de barão por carta de 17 de abril de 1875.RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO - Baronesa de Santa Maria: RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 29/05/1833 e faleceu em 20/08/1912 no Rio de Janeiro. Casou-se com NICOLAU NETTO CARNEIRO LEÃO, nasceu em 1829 em Tiradentes, MG (batizado em 29/07/1829 em Tiradentes), e faleceu em 16/12/1894 em Tiradentes, estando sepultado no cemitério da Igreja de Nossa Senhora das Mercês, em São João del Rei, MG. Barão de Santa Maria. Proprietário da Fazenda dos Alpes (café), em Barra Mansa, RJ.AUGUSTO CÉSAR DE OLIVEIRA ROXO, FREDERICO GUSTAVO DE OLIVEIRA ROXO, FRANCISCA OLIVEIRA ROXO. FRANCISCA DE OLIVEIRA ROXO (Chiquinha) nasceu em 10/10/1843 em Piraí, RJ e faleceu em 13/06/1920 no Rio de Janeiro. Casada com CUSTÓDIO DE SOUZA PINTO. RAYMUNDO BREVES DE OLIVEIRA ROXO Raymundo Breves de Oliveira Roxo nasceu em 03/06/1845 e faleceu em 08/12/1912. Casado com sua prima-irmã MARIA RITA MONTEIRO DE BARROS - RITOCA em 13/06/1868 no Rio de Janeiro, RJ. A mãe de Raymundo (Joaquina Clara de Moraes) e a mãe de Maria Rita (Cecilia Gonçalves de Moraes) eram irmas. Raymundo recebeu, como herança de seu pai Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, a Fazenda Ponte Alta em Barra do Pirai. Ritoca era irmã de Dona Maria Thereza Monteiro de Barros. MARIA TERESA DE OLIVEIRA ROXO LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO 2º Visconde de Vargem Alegre LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 28/08/1850 em Vargem Alegre, RJ e faleceu em 19/02/1937 no Rio de Janeiro. Fazendeiro em Vargem Alegre. 2º Visconde de Vargem Alegre. Casou-se em 28/09/1872 no Rio de Janeiro com MARIANNA CÂNDIDA DE LIMA E SILVA, filha de José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho e de Maria Balbina da Fonseca Costa. Tiveram 8 filhos.
  • BARÃO DA GUANABARA - JOSE GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO GUANABARA (BARRA DO PIRAÍ, 13 DE ABRIL DE 1832 RIO DE JANEIRO, 11 DE JUNHO DE 1875) FILHO DOS BARÕES DE VARGEM ALEGRE SENDO QUE A BARONESA DE VARGEM ALEGRE, DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, ERA FILHA DO BARÃO DE PIRÁY PORTANTO O BARÃO DE GUANABARA ERA PRIMO EM PRIMEIRO GRAU DA MÃE DE DONA MARIA THEREZA MONTEIRO DE BARROS, EM HOMENAGEM DE QUEM FOI BATIZADA A FAZENDA DE SANTA THEREZA. AINDA MAIS O BARÃO FOI CASADO COM DONA JOAQUINA CLARA DE MORAES, FILHA DE DONA EMILIANA UMBELINA BREVES DE MORAIS, CONDESSA DO TOCANTINS, E FILHA DO BARÃO DE PIRAY. DONA UMBELINA FOI CASADA COM JOSÉ JOAQUIM DE LIMA E SILVA SOBRINHO, 1º CONDE DE TOCANTINS, FILHO DO BARÃO DE BARRA GRANDE, FRANCISCO DE LIMA E SILVA, SENDO O BARÃO, IRMÃO DO DUQUE DE CAXIAS. MUITO RARA XÍCARA DE CHÁ  EM PORCELANA DO SERVIÇO DO BARÃO DE GUANABARA, MARCAR DO ATELER DE CHARLES PILLIVUIT, MEDAILLE DOR 1867. BORDA  COM BARRADO EM VERDE AGUA. DELIMITADO POR FRISOS EM OURO REMATADOS POR PEROLADO. EM RESERVA MONOGRAMA JR ENTRELAÇADO. PERTENCEU AO SERVIÇO DE JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO, PRIMEIRO E ÚNICO BARÃO DE GUANABARA EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO NA PÁGINA 262 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL DA JENNY DREYFFUS.FRANÇA, SEC. XIX. 12 CM DE DIAMETRONOTA: O Barão de Guanabara e sua esposa eram representantes da alta aristocracia cafeeira do Vale do Café fluminense. Casaram-se muito jovens, ele com 18 anos e ela com 14 anos. Eram primos irmãos. O Barão de Vargem Alegre. Ele era filho de Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo. O Português Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, primeiro Barão e Visconde de Vargem Alegre (1804-1879) foi um dos mais ricos proprietários de terras do Império do Brasil chegando a ter mais de mil escravos em suas lavouras de café. Radicou-se no Brasil em 1816, onde se casou com Joaquina Clara de Morais, nascida em Mangalarga aos 15 de outubro de 1815 e falecida no Rio de Janeiro em 1865, com cinquenta anos de idade, filha do barão de Piraí. Tiveram catorze filhos.Quando da participação do Brasil na Guerra do Paraguai , colocou sua fortuna pessoal a disposição do Imperador Dom Pedro II , que lhe concedeu o Título de Barão e Grande do Império em 1867. Foi também nomeado Cavaleiro da Ordem da Rosa em 1848, e Comendador da Ordem de Cristo . Conta o grande escritor Alberto Lamego ( O Homem e a Serra ) que em 1854 o Barão era o maior fazendeiro do Império, contando em suas Fazendas com mais de 1.500 escravos. ( no seu inventário em 1879, existiam 1.189 peças). Luís Otávio de Oliveira Roxo, filho do Barão, também lutou na Guerra do Paraguai, como coronel da Guarda Nacional, ao lado dos escravos alforriados do Pai. Em 1882, recebeu o título de segundo visconde de Vargem Alegre por seus serviços prestados na Guerra Faleceu o primeiro Barão, a 16-09-1879 em Vargem Alegre-RJ. com 75 anos de idade. Em seu testamento, Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo incluiu alguns de seus escravos: "Deixo à preta Maria Pequena, acima liberta, a quantia de cem mil Reis; a Preciliana, liberta, filha da mesma Maria Pequena, a quantia de seiscentos mil Reis. Deixo a quantia de quatro mil Reis à cada um de meus escravos, residentes na Vargem Alegre, e que tiverem de onze anos para cima de idade, ao tempo de meu falecimento. Nesta mesmas condições, deixo a quantia de três mil Reis, à cada um dos residentes nas Fazendas União, Bom Sucesso e Espuma.Peço a meus testamenteiros e herdeiros, que, no caso de quererem todos ou alguns deles, libertos residirem nas fazendas, ali os acomodem proporcionando-lhes meios de subsistência e tratamento conveniente enquanto viverem, e protegendo-os em caso de necessidade; e aos mesmos libertos recomendo, e espero que se tornem dignos desta proteção por seu procedimento, obediência e respeito para com os ditos meus herdeiros e testamenteiros"Uma de suas propriedades mais conhecidas foi a Fazenda Ponte Alta, localizada no município de Barra do Piraí. O Barão de Vargem Alegre Teve 14 filhos:JOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO Barão da GuanabaraJOSÉ GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO foi o primeiro e único Barão de Guanabara (Barra do Piraí, 13 de abril de 1832 Rio de Janeiro, 11 de junho de 1875). Filho mais velho do Barão de Vargem Alegre, casou com sua prima-irmã Emiliana Clara Gonçalves de Morais (ele com 18 anos, ela com 14 anos de idade) e tiveram apenas dois filhos: José Antero de Oliveira Roxo e Matias Otávio de Oliveira Roxo. Recebeu o título de barão por carta de 17 de abril de 1875.RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO - Baronesa de Santa Maria: RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 29/05/1833 e faleceu em 20/08/1912 no Rio de Janeiro. Casou-se com NICOLAU NETTO CARNEIRO LEÃO, nasceu em 1829 em Tiradentes, MG (batizado em 29/07/1829 em Tiradentes), e faleceu em 16/12/1894 em Tiradentes, estando sepultado no cemitério da Igreja de Nossa Senhora das Mercês, em São João del Rei, MG. Barão de Santa Maria. Proprietário da Fazenda dos Alpes (café), em Barra Mansa, RJ.AUGUSTO CÉSAR DE OLIVEIRA ROXO, FREDERICO GUSTAVO DE OLIVEIRA ROXO, FRANCISCA OLIVEIRA ROXO. FRANCISCA DE OLIVEIRA ROXO (Chiquinha) nasceu em 10/10/1843 em Piraí, RJ e faleceu em 13/06/1920 no Rio de Janeiro. Casada com CUSTÓDIO DE SOUZA PINTO. RAYMUNDO BREVES DE OLIVEIRA ROXO Raymundo Breves de Oliveira Roxo nasceu em 03/06/1845 e faleceu em 08/12/1912. Casado com sua prima-irmã MARIA RITA MONTEIRO DE BARROS - RITOCA em 13/06/1868 no Rio de Janeiro, RJ. A mãe de Raymundo (Joaquina Clara de Moraes) e a mãe de Maria Rita (Cecilia Gonçalves de Moraes) eram irmas. Raymundo recebeu, como herança de seu pai Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, a Fazenda Ponte Alta em Barra do Pirai. Ritoca era irmã de Dona Maria Thereza Monteiro de Barros. MARIA TERESA DE OLIVEIRA ROXO LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO 2º Visconde de Vargem Alegre LUIZ OCTAVIO DE OLIVEIRA ROXO nasceu em 28/08/1850 em Vargem Alegre, RJ e faleceu em 19/02/1937 no Rio de Janeiro. Fazendeiro em Vargem Alegre. 2º Visconde de Vargem Alegre. Casou-se em 28/09/1872 no Rio de Janeiro com MARIANNA CÂNDIDA DE LIMA E SILVA, filha de José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho e de Maria Balbina da Fonseca Costa. Tiveram 8 filhos.
  • MARIA RITA MONTEIRO DE BARROS BREVES DE OLIVEIRA ROXO (1853-1937)  CARTE DE VISITE  DATADO DE 1918.  IRMÃ DE DONA MARIA THEREZA MONTEIRO DE BARROS. SEU MARIDO RAIMUNDO BREVES DE OLIVEIRA ROXO ERA FILHO DO BARÃO DE VARGEM ALEGRE E IRMÃO DO BARÃO DE GUANABARA. MARIA RITA E  RAYMUNDO BREVES DE  OLIVEIRA ROXO ERAM PRIMOS PORQUE SUAS MÃES ERAM IRMÃS, SENDO PORTANTO NETOS POR LINHAGEM PATERNA DO BARÃO DE PIRAY (JOSÉ GONÇALVES DE MORAIS).  DATADO DE PRIMEIRO DE JANEIRO DE 1918 É DIRIGIDO A SUA SOBRINHA ISABEL PORTELLA, FILHA DE MARIA THEREZA  DA SILVA PRADO MONTEIRO DE BARROS (IRMÃ DE MARIA RITA ). EXCERTOS DO TEXTO: AFETUOSAMENTE AGRADEÇO A MUITO QUERIDA SOBRINHA SEU AMAVEL POSTAL DE BOAS FESTAS QUE RETRIBU-O E NÃO ME SENDO POSSIVEL ABRAÇA-LA ENVIO O MEU RETRATO  PARA SE INCUMBIR DISSO. MUITO BREVE PRETENDO IR A SÃO PAULO O QUE PENSO SERÁ NO DIA 14. MARIA RITA. 14 X 9 CMNOTA: O BARÃO DA VARGEM ALEGRE pai de RAIMUNDO BREVES DE OLIVEIRA ROXO Nascido em Pensalves  a 22-09-1804, veio para o Brasil em 1816 com 12 anos de idade, registrado como   MATHIAS GONÇALVES ROXO. Não ha registro de quem o acolheu  no Brasil , mas há a possibilidade de que tenha vindo a chamado de algum tio materno, da família Maduro, pois não ha noticia de nenhum Roxo que o tenha antecedido no Rio de Janeiro . Deve ter trabalhado no comercio do Rio de Janeiro, provavelmente ligado ao café .Casou-se com Joaquina Clara de Moraes , filha do Barão de Pirai , nascida em Manga -Larga-RJ. a 15-10-1815, e falecida em 1865, com 50 anos de idade.Foi dos mais ricos proprietários de terra na região de Pirahy , chegou a ter mais de mil escravos em suas lavouras de café . Homem prático  e perseverante, introduziu em suas lavouras técnicas modernas de cultivo que propiciaram  resultados econômicos brilhantes . Justo e de grande coração ,tinha excelente relacionamento com sua escravatura, pela qual era respeitado e mesmo venerado .Quando da participação do Brasil na Guerra do Paraguai , colocou sua fortuna pessoal a disposição do Imperador , que lhe concedeu o Título de Barão  e Grande do Império . Foi também nomeado Cavaleiro da Ordem da Rosa  em 1848, e Comendador da Ordem de Cristo .Conta  o grande escritor Alberto Lamego ( O Homem e a Serra ) que em  1854 o Barão era o maior fazendeiro do Império, contando em suas Fazendas com mais de 1.500 escravos. ( no seu inventário em 1879, existiam 1.189 peças). Faleceu o Barão, a 16-09-1879 em Vargem Alegre-RJ. com 75 anos de idade .TESTAMENTO DO BARÃO DA VARGEM ALEGREEm nome de Deus Amem! Eu Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo, Barão da Vargem Alegre, estando de saúde e no pleno gozo de minha faculdades mentais, receando porem a morte, partilha da humanidade, deliberei fazer meu testamento , e o faço do modo seguinte :  Sou Catholico , Apostólico, Romano, em cuja crença nasci, tenho vivido e pretendo morrer. Nasci e fui baptizado na freguezia de Santa Eulalia de Pensalves, comarca de Vila Real, da Província de Traz os Montes, do Reino de Portugal, e sou filho legitimo de João Gonçalves Roxo e de Dona Maria Tereza, ambos já falecidos, bem como todos os meus ascendentes.Fui casado com Joaquina Clara de Moraes Roxo, na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituição do Bispado, e quanto aos bens segundo o costume geral deste Império, isto é, por carta de metade. Por falecimento da dita minha mulher, procedi o Inventario dos Bens de nosso casal, e dei partilha a seus herdeiros pelo Juízo de Órfãos do Município de Pirahy, Província do Rio de Janeiro, deste Império.Existe daquele nosso matrimonio os seguintes filhos: Augusto Cesar de Oliveira Roxo, Frederico Gustavo de Oliveira Roxo, Luiz Octavio de Oliveira Roxo, Raymundo Breves de Oliveira Roxo, Mathias de Oliveira Roxo, Dona Rita, casada com Nicolau Netto Carneiro Leão, hoje Barão de Santa Maria, Dona Francisca, casada com Custódio de Souza Pinto, e Dona Maria Thereza com Romualdo José Monteiro de Barros: e os meus netos José e Mathias, filhos do meu falecido Filho José Gonçalves de Oliveira Roxo, Barão de Guanabara, de quem são representantes.E são estes os meus filhos e nettos os legítimos herdeiros de meus bens, e como taes os declaro e constituo e Haverão, na forma de direito, com igualdade, a parte que lhes pertencer na minha herança. Declaro que me acho quite com todos os herdeiros de minha falecida mulher, pelas respectivas legitimas ou quinhões hereditários, que de mim já receberam conforme consta de quitações ou recibos, por eles firmados e existentes em meu poder.Declaro que alguns de meus herdeiros, me são devedores de quantias constantes de títulos firmados pelos mesmos e que existem em meu poder, e com os quais se constituirá também o monte partivel e juros respectivos s constantes nas mesmas clarezas.Declaro que deixo libertos os meus escravos seguintes: Cezar, pardo, carpinteiro, filho da preta forra Damiana; Brigida e seu filho Thomaz, pardo, carpinteiro; Izabel, de nação, conhecida como Izabel Rendeira, Graciano, de nação, feitor do Sítio denominado Espuma; Maria pequena, de nação Mina, viúva de Bento Alfaiate; Adriano, carpinteiro casado com a preta Caetana , criola e hoje viúvo; Bento, ferreiro, criolo, filho de Maria Pequena; Ezequiel, pardo, irmão de Ricardo; Anacleta, de Nação, viuva de Victoriano; Felicidade, mina, Joanna, Criola, filha da finada Helena, e seu irmão Dionizio, crioulo, carapina, residente na Fazenda Ponte Alta.Deixo também livres as crias: Jesuina, Herculana, e Felisbina, filhas a primeira da finada Maria Thereza < crioula; a segunda de Balbina, crioula; e a terceira de Felizarda, crioula, todos da Fazenda da União; e peço a meus herdeiros e testamenteiros, que tomem sob sua imediata proteção essas três crianças, e lhes preparem um futuro remediado e decente, visto como, a não serem eles, ou eu, não tem essas infelizes creaturas ainda crianças, quem para elas olhe com verdadeiro interesse.Peço a meus testamenteiros e herdeiros, que, no caso de quererem todos ou alguns deles, libertos residirem nas fazendas, ali os acomodem proporcionando-lhes meios de subsistência e tratamento conveniente enquanto viverem, e protegendo-os em caso de necessidade; e aos mesmos libertos recomendo, e espero que se tornem dignos desta proteção por seu procedimento, obediência e respeito para com os ditos meus herdeiros e testamenteiros.Deixo à preta Maria Pequena, acima liberta, a quantia de cem mil Reis; a Preciliana, liberta, filha da mesma Maria Pequena, a quantia de seiscentos mil Reis.Deixo a quantia de quatro mil Reis à cada um de meus escravos, residentes na Vargem Alegre, e que tiverem de onze anos para cima de idade, ao tempo de meu falecimento.Nesta mesmas condições, deixo a quantia de três mil Reis, à cada um dos residentes nas Fazendas União, Bom Sucesso e Espuma.Deixo à minhas irmãs Maria Antonia e Marianna, ambas residentes em Portugal, a quantia de quatrocentos mil Reis, moeda deste Império a cada uma  e se ao tempo de meu falecimento, já não existir alguma delas revertera a dita quantia em favor de seus legítimos herdeiros repartidamente. Todos estes legados serão livres de direitos.Deixo à meu irmão Felippe Gonçalves Roxo, residente neste Império, a quantia de seiscentos mil Reis; e caso seja ele falecido ao tempo de minha morte, revertera o legado  para minhas manas Maria Anotai e Marianna, ou para os herdeiros delas.Deixo a quantia de quatrocentos mil Reis, para ser distribuídos pelos pobres mais necessitados da Freguesia de Pensalves, da Comarca de Vila Real, Reino de Portugal, ficando esta distribuição a arbítrio de meu testamenteiro, que procurará obter as necessárias informações do respectivo Vigário, ou de quaisquer pessoas fidedignas.Deixo à minha sobrinha Carlota, filha legitima de meu irmão José Joaquim Gonçalves Roxo, e hoje casada com meu administrador  João José Fernandes, a quantia de hum conto de Reis.Deixo a cada um de meus afilhados, filhos da sobredita minha sobrinha Carlota, a quantia de trezentos mil Reis. Ao Antonio, filho da mesma, duzentos mil Reis.Deixo a cada um de meus netos, que existirem, filhos legítimos de meus filhos, ao tempo de minha morte, quatro apólices da Divida Fundada do Império, do valor nominal de hum conto de Reis e juros de seis por cento ao ano, devendo os ditos juros serem cobrados e acumulados produtivamente de maneira a renderem-lhes tambem juros, para ser o seu total entregue por seus Pais, ou por quem estes representarem, à cada um dos ditos meus netos, quando se tornarem maiores ou quando se casarem.Deixo o usufruto do prédio de tres andares que possuo nesta Côrte, à Rua de São Pedro, numero vinte e quatro, a minha filha Dona Francisca, casada com Custodio de Souza Pinto, devendo os rendimentos desse prédio serem considerados como alimentos da Legatária e como taes, não serão sujeitos a embargos, penhora , ou quasquer outros embaraço judiciais, e nem poderão ser alienados, ou por qualquer forma onerados; e por falecimento da dita minha filha legatária, passará o prédio em plena propriedade à seus filhos ou legítimos herdeiros. Deixo mais a dita minha filha Dona Francisca, oitenta Apólices da Divida Publica Fundada do Império, e do valor nominal de hum conto de Reis e juros de seis por cento, com as mesmas condições com que lhe deixo o prédio da Rua de São Pedro, isto é, terá o rendimento das Apólices, que serão considerados como alimentos da legatária, e como taes, não serão sujeitos a embargos, penhora, ou quaesquer outros embaraço judiciaes e nem poderão ser alienadas, ou por qualquer forma oneradas; e por falecimento da dita legatária minha filha, passarão as ditas Apólices, em plena propriedade a seus filhos ou legítimos herdeiros em partes iguaes.Deixo a Irmandade do Santíssimo Sacramento da cidade de Piray, uma apólice da Divida Publica Fundada Império, e do valor nominal de hum Conto de Reis e juros de seis por cento.Deixo ä meu criado Ricardo, barbeiro, a quantia de seiscentos mil Reis.Declaro que sou sócio da Casa Comercial, estabelecida perto da Ponte da Vargem Alegre, conforme consta do contracto respectivo, que se acha registrado Tribunal do Comercio, desta Côrte.Nomeio meus testamenteiros e administrador e de meus bens, e benfeitorias de minha alma, a meus filhos Frederico Gustavo de Oliveira Roxo, à meu genro Barão de Santa Maria, a meus filhos Augusto Cesar de Oliveira Roxo, Luiz Octavio de Oliveira Roxo, um na falta do outro, e na ordem em que vão nomeados; e os hei por abonados em juízo e fora dele para todos os actos desta testamentaría, independente de fiança alguma.O meu funeral será feito sem pompa, nem ostentação, e apenas com a necessária descencia. Por minha morte se dirão: por minha alma, uma missa de corpo presente, e mais vinte dentro do primeiro ano do meu falecimento; dez por alma de meus Pais; cinco pela alma de minha mulher. Cinco pela  de meus escravos e cinco pelas dos mais meus parentes, todas da esmola de dois mil Reis, com a exepção da de corpo presente, que será remunerada conformr entender meu testamenteiro.Ao testamenteiro que cumprir este testamento, como remuneração pelo seu trabalho, deixo a quantia de cinco Contos de Reis.Como sinal de lembrança deixo a meu filho Frederico Gustavo de Oliveira Roxo, primeiro testamenteiro, a minha Comenda de brilhantes da Ordem de Cristo. Ao meu segundo testamenteiro meu genro Barão de Santa Maria, a minha comenda da Rosa; e aos terceiro e quarto testamenteiros, meu filho Augusto Cesar de Oliveira Roxo e Luiz Octavio de Oliveira Roxo, deixo à aquele o meu botão de brilhante, e a este meu relógio de ouro e corrente do mesmo metal.Declaro que todos estes legados são livres do respectivo imposto, sendo este pago pelo meu testamenteiro, e os consistentes em dinheiro, são em moeda corrente deste Império. Declaro o prazo de dous anos para execução e cumprimento deste meu testamento. São estas as disposições de minha vontade, que espero serão cumpridas tão inteiramente nelas se contém, sendo este escripto e assinado por minha mão.Rio de Janeiro 2 de Setembro de 1878. Barão da Vargem Alegre.Declaro mais que a casa em que actualmente moram, meu genro Custodio de Souza Pinto e sua família, sita na Fazenda da União, será avaliada, e bem assim parte de sua mobília, que lhe forneci, cuja importância entrara para o monte. Além do que me são devedores, por títulos passado em Junho de 1878 assinado por meu genro Custodio de Souza Pinto e sua mulher, são me mais devedores de diversas quantias que mensalmente lhes vou fornecendo para sua alimentação e despesas ordinárias, constando de recibos que os mesmos me vão assignando, de cujas quantias se contarão juros de sete por cento ao ano, com reforma de juros anualmente. Aconselho a minha filha Francisca de Souza Pinto, para evitar passar procuração a seu marido Custodio de Souza Pinto, para receber os juros de suas apólices, e alugueis da casa que lhes deixo. Declaro mais que se meu escravo Claudino, crioulo, pedreiro, se tiver tido bom comportamento, o meu testamenteiro lhe passará carta de liberdade.
  • BARONESA DE NIOAC (SEGUNDA) - CECÍLIA HELENA MONTEIRO DE BARROS, FILHA DE MARIA EUGÊNIA MONTEIRO DE BARROS, CONDESSA DE MONTEIRO DE BARROS, E NETA DE LUCAS ANTÔNIO MONTEIRO DE CASTRO, SEGUNDO BARÃO DE CONGONHAS DO CAMPO. NORA DO CONDE DE NIOAC E ESPOSA DE ALFREDO DE NIOAC (ALFREDO DA ROCHA FARIA)  SEGUNDO BARÃO DE NIOAC. DEC. 1880. 17 X 12 CM
  • ALFREDO DE NIOAC (ALFREDO DA ROCHA FARIA)  SEGUNDO BARÃO DE NIOAC  1859  1942 - FOTOGRAFIA TIRADA EM ARGEL (ARGÉLIA) NA DECADA DE 1876 QUANDO ACOMPANHOU SEU PAI, O CONDE DE NIOAC, CAMARISTA DO IMPERADOR DOM PEDRO II EM SUAS VIAGENS AO NORTE DA ÁFRICA E EGITO.  EXECUTADA POR  POTER PHOTOGRAPHIE ARTISTIQUE.  15 X 11 CMNOTA: Dom Pedro II visitou a Argélia durante as suas viagens ao Norte da África e Oriente Médio, especificamente no contexto de sua segunda grande expedição (1876). Nessa ocasião, o Imperador do Brasil teve um encontro notável com Abdul Cader Aljazairi (ou Abd el-Kader), um líder sufi e herói da resistência argelina contra a colonização francesa, que vivia exilado na região.
  • ALFREDO DE NIOAC (ALFREDO DA ROCHA FARIA)  SEGUNDO BARÃO DE NIOAC  1859  1942 - FOTOGRAFIA TIRADA EM LONDRES EM JULHO DE 1892.  EM 1903. EXECUTADA POR WILLIAM WHITELEY. COM DEDICATÓRIA AO PREZADO PRIMO JOÃO PORTELLA. ASSINADA E DATADA DE JULHO DE 1892,  17 X 11 CMNOTA: JOÃO PORTELLA POR SEU CASAMENTO COM  DONA MARIA MARCOLINA DA SILVA PRADO MONTEIRO DE BARROS FOI SUCESSOR DE ANTONIO AUGUSTO MONTEIRO DE BARROS NO COMANDO DA FAZENDA SANTA THEREZA.
  • MARIA EUGENIA MONTEIRO DE BARROS NIOAC (GINOCA) 1867-1944   NORA DO CONDE DE NIOAC, CASADA COM ALBERTO ROCHA FARIA NIOAC (FILHO DO CONDE DE NIOAC E IRMÃO DO SEGUNDO BARÃO DE NIOAC). FILHA DA CONDESSA MONTEIRO DE BARROS. IRMÃ DA SEGUNDA BARONESA DE NIOAC, CECILIA HELENA MONTEIRO DE BARROS DE NIOAC  (TAMBEM SUA CUNHADA). RETRATO EXECUTADO POR THOMAS HEINRICH VOIGT  FOTOGRAFO E PINTOR IMPERIAL. 7 X 11 CM
  • ALFREDO DE NIOAC (ALFREDO DA ROCHA FARIA)  SEGUNDO BARÃO DE NIOAC  1859  1942 - FOTOGRAFIA TIRADA EM HAMBURGO EM 1903. EXECUTADA POR THOMAS HEINRICH VOIGT  FOTOGRAFO E PINTOR IMPERIAL. 15 X 11 CMNOTA: Alfredo da Rocha Faria, segundo barão de Nioaque, (Montevidéu, 4 de dezembro de 1859  Monte Carlo, 4 de janeiro de 1942) foi bacharel em Direito e nobre brasileiro. Filho de Manuel Antônio da Rocha Faria, conde de Nioaque; e de Cecília Fernandes Braga, filha de Antônio Rodrigues Fernandes Braga, sobrinha do barão de Quaraim e irmã de Ana Joaquina Fernandes Braga, esta casada com o segundo barão de Andaraí.  Em 14 de setembro de 1885, na Fazenda Três Poços, em Barra Mansa, Rio de Janeiro, casou-se com Cecília Helena Monteiro de Barros, filha de Maria Eugênia Monteiro de Barros
  • CONDE DE NIOAC - MANUEL ANTÔNIO DA ROCHA FARIA, CONDE DE NIOAC (PORTO ALEGRE, 7 DE MARÇO DE 1830  CANNES, 20 DE JUNHO DE 1894). FOTOGRAGIA DO CONDE DE NIOAC EM FRENTE A SUA RESIDÊNICA EM CANNES LOCAL EM QUE HOSPEDOU POR VÁRIAS VEZES O IMPERADOR DEPOISTO DO BRASIL DOM PEDRO II.  FRANÇA. CIRCA DE 1890. 18 X 13 CMNOTA: O CONDE DE NIOAC era camarista do IMPERADOR DOM PEDRO II e seu amigo pessoal. Como o Imperador era também um erudito. Tronou-se um dos mais destacados membros da COLOINIA BRASILEIRA em Paris que formou o séquito da família Imperial Brasileira no Exílio.  No periódico Le Figaro, podem ser encontradas, aproximadamente, 140 notícias que trazem exatamente o termo colônia brasileira no corpo do texto, entre 1882 e 1920. Os assuntos são os mais variados e concernentes a celebrações religiosas (batismos, casamentos, falecimentos, missas comemorativas etc), assuntos culturais, econômicos, políticos e a Grande Guerra. A figura do Imperador Dom Pedro II recebeu por parte da imprensa francesa um tratamento respeitoso. Desde de 1889 vivendo na França, o monarca, embora caracterizado como resignado e silencioso, não deixou de frequentar os meios sociais, científicos e intelectuais parisienses. Notícia constante nos principais jornais cotidianos de grande tiragem, D. Pedro II tinha suas aparições em público vigiadas de perto pelos admiradores, angariando respeito e simpatia nos meios que frequentava: A sua redor, uma atroz melancolia. Três anos dura o exílio, três anos durante os quais esse Habsburgo, Bourbon e Bragança, vivendo em hotéis de segunda categoria, continuou a receber no estrangeiro honrarias, como se permanecesse ainda no Trono do Brasil. Sua popularidade atinge o auge em 1890/91. À exceção do Príncipe de Galles, o futuro Eduardo VII, ninguém gozou de maior fama em Paris do que Pedro II . Dois anos de exílio, presença assídua nas sessões da Academia de Ciências, tempo dedicado aos estudos, passeios pela cidade, visitas a amigos célebres e uma Corte de exilados ao seu redor. Le Figaro publicava, no dia do falecimento do Imperador, a seguinte nota: Muito instruído, muito letrado, muito artista, em constant troca com nossos grandes escritores e sábios, membro correspondente da Academia de Ciências, membro livre do Instituto, sabendo de cor nossas belas partições e nossos grandes poetas, D. Pedro se fixou em Paris depois do golpe e ele era tratado com tanto respeito quanto quando ele estava no trono, mas essas homenagens que o adulavam, não o distraitam seus pensamentos e sua constant preocupação commo ultimo pensamento foi pelo seu povo.  O ritual em torno do falecimento de D. Pedro II começou ainda no pequeno Hotel Bedford, na cidade de Paris, onde o monarca passou seus últimos meses. O atestado de óbito lavrado por Charcot, Bouchard e Mota Maia deu início aos preparativos dos procedimentos envolvidos no sepultamento. Em Paris o ritual durou três dias, depois o corpo seguiu para Portugal. Vestiram o Imperador colocando-lhe o colar da Ordem da Rosa sob a barba (ainda mais branca e sempre ligada à figura do monarca), um crucifixo de prata abençoado pelo Papa, a Ordem do Cruzeiro do Sul, a placa da Legião de Honra e o colar de Santiago de Portugal também repousavam sobre seu corpo. Duas bandeiras nacionais cobriam as pernas. Por questões estéticas, um livro, objeto que sempre o rodeava em suas representações, foi colocado embaixo da cabeça para que o fotógrafo obtivesse um melhor angulo para a foto oficial. Juntou-se ao corpo um pacote lacrado que continha terra trazida do Brasil, como um costume tradicional oriental, o Imperador pediu em bilhete deixado que fosse enterrado com um punhado de terra de seu país. No dia seguinte um grupo de brasileiros deixou no hotel um ramo de fumo e outro de café. O rei exilado é enterrado como Imperador brasileiro, adornado com os símbolos de sua terra. O antigo abandono se converte em mais um grande ritual . O funeral demarcou um momento de claras e fortes disputas, batalhas e negociações em torno da memória foram travadas desde então. O luto atrapalhava o desejo de rompimento com o passado monárquico que a República nutria. O complicado cenário da política nacional agravava-se com a morte do Imperador e com as diversas manifestações que ocorreram por ocasião do falecimento. Por todo o país, surgiram dissenções em torno dos pronunciamentos que se fizeram quer a favor quer contra o ex-monarca. Um grande número de casas de comércio fechou suas portas e muitas associações, tanto brasileiras quanto e sobretudo estrangeiras, baixaram suas bandeiras a meio pau em sinal de luto . A legação portuguesa no Brasil enlutou-se por vinte dias, realizaram-se missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que o Imperador era enaltecido, bem como o regime monárquico, movimentos e manifestações de simpatia ao Imperador foram realizados em diversas partes do país. Com a morte do Imperador a COLÔNIA BRASILEIRA jurou fidelidade a sua herdeira a Princesa Isabel passou a receber tratamento de Imperatriz de jure e Chefe da Casa Imperial Brasileira. Isabel morreria em 14 de novembro de 1921, aos 75 anos. Ela foi inicialmente enterrada na França, mas seus restos mortais foram trazidos até o Brasil, onde ela foi enterrada novamente na Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, ao lado de seus pais, Pedro II e Teresa Cristina, nomeado Mausoléu Imperial.
  • "Após haver tomado conhecimento da carta que me foi remetida a 16 de novembro, às 3 horas da tarde, resolvi me inclinar diante das circunstâncias e partir amanhã para a Europa com toda a minha família" . Com essas palavras D. Pedro II redigiu sua ultima missiva em solo brasileiro. Era o fim do período Imperial. Ao meio-dia de 17 de novembro de 1889, uma embarcação sob o comando do capitão-de-fragata José Carlos Palmeira, levantou ferros e partiu em direção a Ilha Grande para encontrar o paquete Alagoas, da Companhia Brasileira de Navegação a Vapor, o mais novo e moderno navio de passageiros da marinha mercante do Brasil, que fora requisitado pelo governo republicano, para levar a realeza destronada para o exílio na Europa, acompanhada por  seu pequeno séquito. Além dos membros da família imperial, de André Rebouças, viajaram o barão e baronesa de Loreto, Franklin Américo de Meneses Dória, e a sua esposa Maria Amanda Lustosa Paranaguá; o marquês e a marquesa de Muritiba, Manuel José Vieira Tosta e sua esposa Maria José Velho de Avelar, amiga e dama da princesa Isabel; a octogenária viscondessa de Fonseca Costa, Josefina de Fonseca Costa, dama da Imperatriz por mais de 40 anos; o professor de línguas orientais dr. Cristian F. Seybold; o médico do imperador Claudio Velho de Motta Maia, conde Motta Maia, e seu filho Manoel Augusto, de 14 anos; as criadas da imperatriz Joana de Alcântara, Leonídia L. Esposel, Ludomilla de Santa Mora, Maria da Gloria e Julieta Alves; o criado do príncipe D. Pedro Augusto François N. Boucher; os criados dos filhos da princesa Isabel, Eduardo Damer, e Guilherme Wagner Camerloker; o professor dos príncipes mais novos Fritz Stoll, além de Francisco de Lemos Faria Pereira Coutinho, o conde de Aljezur, substituindo o mordomo imperial. Juntaram-se ao grupo os familiares do CONDE DE NIOAC, Manuel Antônio da Rocha Faria, camarista do Imperador, seu amigo pessoal e confidente . Este pequeno, grupo, a corte de Dom Pedro II no exílio,  formou o que em Paris na França, ficou conhecido  como A COLÔNIA BRASILEIRA. Eram os monarquistas que espontaneamente insurgiram-se contra o  golpe republicano. A maior parte dos que se auto exilaram com a Familia Imperial, jamais retornou  ao Brasil . Ainda que dos membros desse grupo, além dos integrantes da família imperial, o único decreto de banimento expedido pela República foi o Decreto n. 78, de 21 de dezembro de 1889, que baniu do territorio nacional os cidadãos Affonso Celso de Assis Figueiredo, intitulado conde de Ouro Preto, e Carlos Affonso de Assis Figueiredo, e desterrou para o continente europeu o cidadão Gaspar Silveira Martins. Manuel Antônio da Rocha Faria, Conde de Nioaque (1830-1894) foi um militar, político e banqueiro gaúcho. Casou com D. Cecilia Fernandes Braga (1839-1875), Viscondessa de Nioac, filha de Antônio Rodrigues Fernandes Braga, Magistrado e Senador pela Província do Rio Grande do Sul.F ilho do Dr. Manuel Antônio da Rocha Faria e de sua mulher D. Luísa Justiniana de Freitas. Era Pai do 2º Barão de Nioac, Alfredo da Rocha Faria de Nioac que foi casado com Dona Cecilia Monteiro de Barros, filha da CONDESSA MONTERIO DE BARROS, irmã da primeira proprietária da FAZENDA DE SANTA THEREZA DONA MARIA THEREZA MONTEIRO DE BARROS. O CONDE DE NIOAC depois de completar o curso da Escola da Marinha, foi praticar na Marinha de Guerra Francesa durante 5 anos. Tomou parte nos combates da Criméia, no vapor de guerra Napoléon, e foi ferido em Marrocos, onde recebeu por seus serviços o oficialato da Legião de Honra, com 21 anos de idade. Reformando-se no posto de 1º Tenente, dedicou-se à carreira comercial. Foi Deputado Geral do Partido Liberal pela Província do Rio Grande do Sul na 10ª legislatura de 1851 a 1860. Rico aos quarenta anos , Nioac realizou vultosos empréstimos ao governo do Uruguai , sem juros ,  para socorrer despesas de guerra daquele país . Foi feito barão com grandeza em 1870 por sua ajuda financeira a causa brasileira na Guerra do Paraguai, que enriqueceu vendendo medicamentos ao Exército Brasileiro. Grande amigo e confidente do Imperador Dom Pedro II, teve vasta correspondência pessoal com o monarca brasileiro. Era Grande do Império, Gentil-Homem da Imperial Câmara; Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Legião de Honra, da França; Grã-Cruz da Real Ordem de Villa Viçosa, de Portugal; da de Francisco José, da Áustria; da Corôa da Itália, e Grande Oficial da Ordem de Leopoldo, da Bélgica. Atualmente do Museu Imperial de Petrópolis, possuí vasto acervo documental que pertenceu ao Conde de Nioac, conhecido como " Coleção Conde de Nioac" que concentra diversos documentos relacionados à atuação econômica e política de Manuel Antônio da Rocha Faria. Composta por 179 documentos, o conjunto documental reúne correspondência remetida por figuras importantes na dinâmica política e social brasileira do século XIX. O Conde de Nioac assim como seu amigo e soberano Dom Pedro II tinha um gosto exacerbado pela fotografia. O arquivo da Fazenda Santa Thereza conserva, apregoado neste leilão conserva uma grande quantidade de fotos e documentos que perteceram a família NIOAC datando principalmente do período do exílio em Paris. Exilado na FRANÇA o Imperador Dom Pedro II  em seus últimos anos de vida dividia seus dias entre a casa da Princesa Isabel e do Conde D'eu em Versalhes e a Casa do CONDE NIOAC em Paris. A DARGENT LEILÕES APRESENTA SEU  PREGÃO DE ABERTURA DA TEMPORADA 2026. COMPÕE O ROL DE LOTES UMA IMPORTE COLEÇÃO DE FOTOGRAFIAS E DOCUMENTOS DO ARQUIVO NIOAC, DOCUMENTOS E FOTOS DO SENADOR  VIRGIÍLIO DE MELLO FRANCO, PATRIARCA DA FAMÍLIA QUE FIRMOU A REPÚBLICA BRASILEIRA EM SEUS PRIMÓRDIOS. TAMBÉM ELEMENTOS DE COLECIONISMO E ARQUEOLOGIA QUE PERTENCERAM AOS MEMBROS DA FAMÍLIA MELLO FRANCO DE DIVERSAS GERAÇÕES.  (FOTO DOM PEDRO II, CONDE DE NIOAC E CONDE DE MOTTA MAIS, MEDICO IMPERIAL EM CANNES EM 1890)

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