Peças para o próximo leilão

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  • BACCARAT -  REQUINTADO PERFUMEIRO  OPALINA MILK GLASS  ESTILO E ÉPOCA NAPOLEÃO III. MODELO DITO TRILHA DE COBRAS.  APRESENTA SERPENTE ENRODILHADA A TODA VOLTA DO CORPO NA TONALIDADE VERDE REMATADA EM PROFUSO OURO EM ROCAILLES. FRANÇA, DEC. 1850. 24 CM DE ALTURA
  • BACCARAT -  PRECIOSO PERUMEIRO EM OPALINA MILK GLASS ESTILO E ÉPOCA LOUIS PHILIPPE. FEITIO CAMPANIFORME. REMATADAS EM ROSE COM DECORAÇÃO DE SERPENTES NA TONALIDADE HORTENCIA ENRODILHADAS  EM JUSTAPOSIÇÃO EM TORNO DO BOJO. A TAMPA TEM TAMBEM PEGA COM SERPENTE SENDO ESTA NA TONALIDADE VERDE. AS SERPENTES SÃO REMATADAS EM OURO. FRNAÇA, DEC. 1840. 23 CM DE ALTURA
  • BACCARAT -   PAR DE GRANDES VASOS EM OPALINA MILK GLASS REMATADA EM OURO COM DECORAÇÃO DE SERPENTES AZUIS  ENRODILHADAS A TODA VOLTA DOS GARGALOS. MAJESTOSO FEITIO DE BALAÚSTRE. ESTILO E ÉPOCA LOUIS PHILIPPE. FRANÇA, DEC. 1840. 35 CM DE ALTURA.
  • BACCARAT - LINDA CESTA PORTA CONFEITOS EM OPALINA MILK GLASS REMATADA NA ALÇA POR SERPENTE AZUL ENRODILHADA EM TODA EXTENSÃO. ESTILO E ÉPOCA LOUIS PHILIPPE. FRANÇA, DEC. 1840. 22 X 17 CM
  • BACCARAT - FORMIDÁVEL FLOREIRO EM OPALINA LEITOSA DITA MILK GLASSS COM FEITIO CHARLES X DECORADO COM RELEVO CONTENDO SERPENTE ENRODILHADA A TODA VOLTA. ÉPOCA LOUIS PHILIPPE. ELEGANTE E MAGNIFICO! FRANÇA, DEC. 1830/40. 17 CM DE ALTURA
  • EXUBERANTE FLOREIRO EM OPALINA  ESTILO E ÉPOCA LOUIS PHILIPPE NA TONALIDE HORTÊNCIA DITA GARGANTA DE POMBO. O GARGALO TEM DECORAÇÃO COM SERPENTE NA TONALIDADE VERDE ENRODILHADA A TODA VOLTA.  E REMATADA POR ESCAMAS EM OURO. A BORDA TEM FEITIO DE COROA TAMBÉM REMATADA EM OURO. ESTRELAS DE MESMA ESPÉCIE A TODA VOLTA DO TERÇO SUPERIOR. O BOJO TEM GREGA EM OURO E FILETE TAMBÉM EM OURO NA BASE. ESTA REARA TONALIDADE SE OBTEM COM ADIÇÃO DE SAIS DE OURA A ARGILA OPALESCENTE. FRANÇA, ENTRE 1830 E 1940. 25,5 XCM DE ALTURA
  • BACCARAT   PERÍODO NAPOLEÃO III. REQUINTADO VASO EM OPALINA VERDE PAPAGAIO  MODELO DITO ABACAXI. O GARGALO  APRESENTA FOLHAS DE ACANTO RELEVADAS E REMADAS EM OURO. BORDA DECORADA COM FILETE TAMBÉM EM OURO. BOJO COM RELEVOS ARREDONDADOS FORMANDO  DECORAÇÃO EM HOBNAIL DE TAMANHO CRESCENTE DE CIMA PARA BAIXO. ESTE MODELO ESTA PRESENTE NOS CATÁLOGOS DE BACCARAT ENTRE 1845 E 1865. EM EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO! FRANÇA, MEADOS DO SEC. XIX. 30 CM DE ALTURA
  • A ´partir desse momento apresentaremos uma precioso e vasta coleção de peças em opalina. O termo coleção para referir-se a dedicada coleta desses irresistíveis objetos não me parece o mais apropriado eu diria melhor se falasse em obsessão, o sentimento que acaba por afligir aos que se apaixonam por estes encantadores objetos. Peças em opalina são etéreas, sofisticadas, fascinantes e preciosas.  O primórdio da opalina tem suas raízes ainda no sec. XVII com o vidro leitoso de murano. Ossos calcinados agregados ao vidro produziam este material com uma tênue iridescência leitosa que buscava assemelhar-se a porcelana chinesa que ganhava a europa, o chamado ouro branco. A técnica não permaneceu secreta e foi copiada na Alemanha, onde esse vidro era conhecido como " bein glass " ( literalmente , " vidro de osso " . O vidro opalino foi produzido em grandes quantidades na França, no século XIX, e atingiu o auge de sua difusão e popularidade durante o império de Napoleão III ; porém, as peças produzidas no período de Napoleão I , que são translúcidas, são as mais  valiosas. Os centros de produção na França situavam-se em Le Creusot , Baccarat e Saint-Louis-lès-Bitche .  Com esse vidro específico, eram feitos à mão objetos de uso comum: vasos, tigelas, xícaras, cálices, garrafas, frascos de perfume, caixas, lâmpadas. Alguns objetos também eram decorados com esmalte frio, com flores, paisagens e pássaros. Às vezes, um suporte de bronze ou prata era adicionado ao vaso de opala. Na Inglaterra, a produção começou no século XVIII, em Bristol.  A partir de meados do século XIX, os objetos de vidro opalino opaco tornaram-se moda. Na Fábrica de Porcelana de Sèvres, foi experimentada uma linha de produção em vidro branco leitoso, decorado à mão, que buscava também imitar a transparência da porcelana chinesa. A Portieux Vallerysthal produzia belíssimos vidros opalinos e possui uma história complexa. Sob o patrocínio do Duque Leopoldo de Lorena, François Magnien fundou a empresa em 1705 nos Vosges, França, perto das matérias-primas necessárias para a fabricação do vidro. A Vallerysthal iniciou sua produção de vidro em 1836. Artesãos franceses e boêmios criaram uma deslumbrante variedade de vidros opalinos e decorativos, que eram cobiçados e vendiam muito bem. Quando, em 1870, essa região da França passou a fazer parte da Alemanha, a Vallerysthal adquiriu a Portieux no final do século XIX e formou a Portieux Vallerysthal para poder continuar vendendo suas peças tanto para os clientes franceses quanto para o novo mercado alemão. A nova empresa combinada foi incorporada tanto na França quanto na Alemanha, para evitar complicações caso a posse da região mudasse de país novamente. As peças antigas de vidro opalino francês são bastante raras e caras, como se pode imaginar. As peças maiores são tão cobiçadas que é quase impossível convencer colecionadores a vendê-las, então encontrar vasos ou centros de mesa maiores é sempre um verdadeiro deleite. Muitas peças de vidro opalino foram feitas como lembranças, caixas, açucareiros, caixas de ovos para guardar joias ou exibir um relógio de bolso de ouro. Outras eram objetos úteis de tamanho maior, como bombonieres com tampa, vasos, urnas e compoteiras. Mas grande parte das opalinas foi criada como objeto de arte, admirada simplesmente por sua beleza. A coleção apresentada a seguir é assombrosa pela qualidade e diversidade dos itens, é a coleção resultado do trabalho de uma vida.
  • JAN ZEMAN  BELO FLOREIRO EM VIDRO ARTÍSTICO DA BOHEMIA EM AZUL COBALTO DECORADO COM AVENTURINA QUE CONFERE LINDA IRIDESCÊNCIA. COM ESTILO ART DECO TEM BORDA RECORTADA E BASE REMATADA EM ONDAS. ASSINADO SOB A BASE. INSPIRADO NA PRODUÇÃO DE LOETZ TRAZ OS ELEMENTOS DA TRADIÇÃO BOHEMIA COM A FORMA PRÓPRIA RECORRENTE NO TRABALHO DE JAN ZEMAN. MEADOS DO SEC. XX. 29 CM DE ALTURA.
  • CG SCHIERHOLZ   BELO GRUPO ESCULTÓRICO EM PORCELANA APRESENTANDO FIGURAS ARISTOCRÁTICAS COM BANCADA CONTENDO OBJETOS DO COTIDIANO. ALEMANHA, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 22 X 22 XMNota: A manufatura foi fundada em 1816 pelos irmãos Heuäcker. Após a morte de um dos irmãos, Christian Gottfried Schierholz tornou-se sócio. Esta manufatura da Turíngia ganhou fama graças às suas litofanias. Estas obras-primas, produzidas desde 1849 por Gottfried Henklein, são feitas de porcelana não vidrada com delicadas gravuras translúcidas. A manufatura possui mais de 2.000 modelos em seu acervo. Seus artistas continuam a trabalhar em novos temas.Em 1851, após a morte de Christian, a administração da fábrica foi assumida por seus filhos, Julius e Hugo. O segundo, Hugo, faleceu em 1860. Seu irmão, juntamente com sua viúva, Julie, administraram a empresa.  Em 1877, a gestão passou para a geração seguinte, Max e Arthur (filhos de Julius e Hugo). Após a saída de Max, Arthur tornou-se o único proprietário. Em 1899, Arthur faleceu. A fábrica foi então transformada na sociedade anônima Von Schierholz Porzellan Manufaktur Plaue GmbH.A empresa foi nacionalizada após a Segunda Guerra Mundial, quando a Turíngia passou a fazer parte da Alemanha Oriental. Seu nome era VEB Porzellan Manufaktur Plaue.
  • SABINO    PIROGUE (MODELO 7024)  LINDO FLOREIRO EM VIDRO ASTÍSTICO AZUL MODELO PIROGUE DE SABINO. ESTILO E ÉPOCA ART DECO DECADA DE 1930. FORMATO OBLONGO E BULBOSO É DECORADO COM RELEVO DE 24 CANOAS DISPOSTAS EM UM PADRÃO DE QUINCUNCE EM PERFEITA SIMETRIA. ESTE PADRÃO TAMBÉM FOI APLICADO EM LUSTRES E ARANDELAS PRODUZIDOS POR ESTE ESPETACULAR MESTRE VIDREIO. A OPALESCÊNCIA DESTE EXEMPLAR, SUTILMENTE AVELUDADA COM NUANCES AZULADAS, É TÍPICA DAS OBRAS MAIS REFINADAS DE MARIUS SABINO. ESTE VASO OSTENTA O NÚMERO 7024 NO CATÁLOGO DA SABINO DE 1930. PRIMEIRA FABRICAÇÃO: PROVAVELMENTE EM 1928. SEU MOLDE FOI DESTRUÍDO E NÃO FOI REEDITADO APÓS 1945. FRANÇA, DECADA DE 1930. 29CM DE ALTURA  (TEM UM PEQUENO TRINCO  SUPERFICIAL NO TERÇO INFERIOR CONFORME FOTO   QUE ENTRETANTO NAO AFETA A ESTRUTURA  DO VASO)NOTA: Sabino Art Glass, França, séc. XIX/XXA empresa Sabino Maitre Verrier (Sabino Master Glassmaker) foi fundada em Paris em 1919 pelo siciliano Marius Ernest Sabino. Ele cresceu na França e frequentou a L'Ecole Nationale Des Arts Decoratifs e a Beaux Arts de Paris. Sua produção anterior foram lustres de metal, lâmpadas embutidas e acessórios arquitetônicos em vidro moldado, e depois da Primeira Guerra Mundial ele diversificou em objetos decorativos no estilo Art Deco ou Art Nouveau, que ele havia projetado.Foi em 1925 que Sabino criou pela primeira vez o vidro opalescente semitransparente em tons de azul pelo qual a empresa é mais conhecida e expandiu seus negócios para fazer estatuetas e estatuetas, tanto humanas quanto animais.Na década de 1930, Sabino mudou sua produção para sua fábrica em Noisy-le-Sec, nos subúrbios do sudeste de Paris, onde a produção continuou usando as mesmas técnicas e moldes.A produção limitada com o consentimento dos alemães continuou durante a Segunda Guerra Mundial e, quando a guerra terminou, Sabino transferiu as operações da empresa para seu sobrinho e filho adotivo Gripoix Sabino, onde a produção continuou usando os mesmos moldes.Marius Sabino morreu em 1961 e Gripoix Sabino continuou a produção, ainda usando as mesmas técnicas e moldes. Quase toda a produção estava sendo exportada para os Estados Unidos, e em 1978 o negócio foi vendido para Richard Choucroun, agente americano da empresa, negociando como "Sabino Crystal Company".A "Sabino Crystal Company" está sediada em Houston, Texas, e ainda vende as mesmas estátuas opalescentes semitransparentes em tons de azul e itens decorativos que foram feitos pela primeira vez no final da década de 1920.
  • SEVRES  A GRANDEZA PARISIENSE   BELISSIMO FLOREIRO EM PORCELANA ESTILO IMPÉRIO. REMATADO EM PROFUSO OURO APLICADO SOB FUNDO EM AZUL COBALTO, ESTE LINDO FLOREIRO APRESENTA DECORAÇÃO EM RESERVA COM PRÉDIOS HISTÓRICOS PARISIENSES. REPRESENTA UMA FUSÃO CLÁSSICA DE REQUINTE ARTESANAL E ROMANTISMO HISTÓRICO.  A ELEGÂNCIA DO VASO É AINDA MAIS REALÇADA POR SUAS ALÇAS  REALÇADAS POR MASCARÕES , UM ELEMENTO DE DESIGN EMPRESTADO DA ANTIGUIDADE CLÁSSICA, E UMA FAIXA DE FOLHAS DE LOURO NA BASE QUADRADA, SIMBOLIZANDO HONRA E VITÓRIA. FRANÇA, MEADOS DO SEC. . XIX. 36 CM DE ALTURA
  • FLAVIO DE CARVALHO   MULHERES NUAS . GRAVURA EM METAL APRESENTANDO NU FEMININO COM TRÊS PERSONAGENS. ASSINADA E DATADA PELO ARTISTA NA PRANCHA EM  1972. NUMERADA EM UMA SÉRIE DE 83/100. AS GRAVURAS EM METAL DE FLAVIO DE CARVALHO REFLETEM SEU ESPÍRITO EXPERIMENTAL E PROVOCADOR, CARACTERÍSTICO DE TODA A SUA PRODUÇÃO ARTÍSTICA. NESSAS OBRAS, O ARTISTA EXPLORA LINHAS INCISIVAS, CONTRASTES MARCANTES E COMPOSIÇÕES EXPRESSIVAS, FREQUENTEMENTE VOLTADAS PARA A FIGURA HUMANA E PARA TEMAS PSICOLÓGICOS E EXISTENCIAIS. AS IMAGENS REVELAM TENSÃO, DRAMATICIDADE E QUESTIONAMENTO, REAFIRMANDO FLAVIO DE CARVALHO COMO UM CRIADOR INQUIETO, INTERESSADO EM ROMPER CONVENÇÕES ESTÉTICAS E SOCIAIS POR MEIO DA ARTE. 56 X 423 CM (CONSIDERANDO-SE O TAMANHO DA MOLDURA). SOMENTE A GRAVURA TEM 46 X 35 CM NOTA: Em 1930, a vanguarda antropofágica enviou o arquiteto Flávio de Resende Carvalho (1899-1973) como seu representante ao 4 Congresso PanAmericano de Arquitetura, no Rio de Janeiro. Ele, que havia retornado ao Brasil em 1923 logo após a conclusão dos seus estudos de engenharia e pintura na Inglaterra, realizou sua exposição nesse congresso introduzindo o plano geral para a construção de uma nova cidade nos trópicos. Sua proposta, intitulada "A cidade do homem nu", idealizava uma metrópole para o homem do futuro, na qual, segundo Flávio de Carvalho, não haveria Deus, nem propriedade, nem matrimônio. Em outras palavras, tratava-se de um urbanismo pensado para uma humanidade despojada (despida) da construção cultural do corpo. Ou, tal como ele como dizia, um homem "sem tabus escolásticos", "livre para raciocinar e pensar", para começar um contínuo e irrefreável processo de curiosidade, mudança e transformação pessoal. Em sua proposta, Flávio de Carvalho enfatizava com seus colegas arquitetos a naturalidade de construir essa cidade no continente americano, já que "a cidade do homem nu procura a ressurreição do primitivo, livre de tabus ocidentais ..., o selvagem com todos os seus desejos, toda a sua curiosidade intacta e não reprimida ... em busca de uma civilização nua". Flávio de Carvalho imaginava sua utopia urbana como uma constelação de centros e laboratórios localizados em círculos concêntricos: um "centro de ensino", um "centro de parto", um "laboratório de erótica", um "centro religioso" e um imenso "centro de pesquisa", em cujo interior o cidadão poderia "descobrir as maravilhas do universo, o prazer pela vida, o entusiasmo em produzir coisas, o desejo de mudar". 2 Esses lugares da cidade do futuro seriam sustentados como áreas de criatividade individual que, segundo ele, continuavam ausentes nas cidades do presente e negadas peremptoriamente a seus habitantes, dentro da divisão burguesa do trabalho que limitava (e ainda limita) o gasto de energia das populações. Integrante de uma geração de arquitetos funcionalistas e sistemáticos, que avaliavam a produtividade de suas criações pela eficiência da simbiose entre forma e função, Flávio de Carvalho defendia a "cidade do homem nu" com argumentos de eficiência. Porém, eficiência na produtividade da energia emanada por seus habitantes. Em outras palavras: seu urbanismo parecia criar lugares e mecanismos para estimular ou catalisar uma energia interna localizada entre a psique do habitante e o impulso de seu desejo.3 No caso específico do "laboratório de erótica" dessa singular cidade, Flávio de Carvalho idealizava-o como um lugar onde "o homem nu selecionaria ele mesmo suas formas. de erótica, onde nenhuma restrição exigir-lhe-ia este ou aquele sacrifício; sua energia cerebral seria suficiente para controlar e selecionar seus desejos ..., seria o lugar onde encontraria sua alma antiga, onde projetaria sua energia solta em qualquer sentido, sem repressão; onde realizaria seus desejos, descobriria novos desejos, impondo-se a si mesmo uma seleção rigorosa e eficiente, formando seu novo ego, orientando sua libido".4 Ao entender a experiência da sexualidade como uma espécie de libido sem perspectiva determinada - isto é, sem um desejo construído -, porém justamente como uma experiência contínua, rizomática, que se bifurcaria dentro do laboratório de erótica de acordo com a subjetividade do indivíduo, ele parecia propor, já em 1930, um "plano diretor" que romperia com toda sexualidade normativa. O mais provável é que seu libertarismo apontasse especificamente para a abolição da monogamia e do matrimônio católico, mas suas palavras ressoam hoje como um manifesto urbanista que procurava dissolver qualquer fixação sociocultural à sexualidade do indivíduo.
  • DINASTIA QING REINADO TONGZI (1861-1875). REQUINTADA TEA CADDY  EM MADEIRA REMATADA POR LACA E OURO  DE FEITIO OCTAGONAL TEM EXUBERANTE DECORAÇÃO COM RESERVAS EM OURO APRESENTANDO PÁSSAROS, SÁBIOS, FLORES E RAMAGENS. CONSTRUIDA PARA O MERCADO INGLÊS NO PERIODO VITORIANO. NO INTERIOR DOIS FRASCOS EM METAL PROFUSAMENTE CINZELADOS COM DUAWS TAMPAS CADA.  AS TAMPAS EXTERNAS SÃO DECORADAS UMA COM  FIGURA FEMININA EXECUTANDO DANÇA E A OUTRA COM UMA FIGURA MASCULINA TOCANDO INSTRUMENTO DE CORDAS. AS SUB TAMPA COM PEGA EM MARFIM. ASSENTE SOBRE QUATRO PÉS COM FEITIO DE CÃES DE FÓ. CHINA SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 25 X 17 CM.
  • SCHNEIDER  Excepcional centro de mesa em vidro artístico com inclusão de bolhas estilo e época art deco. Assinatura acidada sob a base SCHNEIDER FRANCE Corpo em torceil fomando alças diametralmente opostas. Charles Schneider, começou a trabalhar em 1918, dentro dos temas habituais de Art Nouveau, mas logo encantou o mundo com designs extravagantes que anunciavam uma visão ousada do futuro. Essa é a semente do movimento art deco. Sua visão futurista transformou suas obras em coqueluche do pós primeira guerra. França, inicio do sec. XX. 24 cm de largura.
  • PAR DE GRANDES E REQUINTIADOS CASTIÇAIS BAIXOS EM PRATA DE LEI COM CONTRASTE STERLING PARA O PERÚ. DECORADO COM LINDAS ROCAILLES GEORGIANAS .A BASE APRESENTA CONTRAPESO. MEADOS DO SEC. XX. 17 X 5 CM . 1525 G (PESO TOTAL)
  • MANOEL ALCINO  FAUSTOSO, ELEGANTE E DESEJÁVEL  FLOREIRO/CENTRO DE MESA  EM PRATA DE LEI COM FEITIO ZOOMORFICO REPRESENTANDO  CISNE. ASAS ARTICULADAS, CORPO ARTISTICAMENTE CINZELADO. CONTRASTE ÁGUIA DA CIDADE DO PORTO E MARCAS DO PRATEIRO MANOEL ALCINO, UM DOS MAIS IMPORTANTES PRATEIROS PORTUGUESES AA PRIMEIRA METADE DO SEC. XX . A MARCA FOI REGISTRADA  EM 1935 ACOMPANHADA DO  CONSTRASTE AGUIA TEOR 833.  PORTUGAL, INICIO DO SEC. XX. 45 CM DE ALTURA. 2180 G
  • PRATA DE LEI GENTILICA CUTTACK  PROTETORADO INGLES NO LESTE DA INDIA   SERVIÇO PARA ENTREE/FRUTOS DO MAR EM PRATA DE LEI TRABALHO TIPICO HINDU SOB INFLUENCIA DO IMPERIO COLONIAL INGLES. COMPOSTO POR SALVA COM FORMATO DE ESTILISTICA EDUARDIANA, DOIS RECIPIENTES COM ALMA EM VIDRO ARTISTISCO, GARFOS PARA ENTRADAS EM SEU SUPORTE E PORTA GUARDANAPOS. O CONJUNTO É CONSTRUIDO EM FILIGRANA DE PRATA DE LEI TECNICA CONHECIDA COMO TARAKASI. INDIA, INICIO DO SEC. XX. 50 CM DE COMPRIMENTO (TABULEIRO)NOTA: Cuttack, conhecida como a "Cidade da Prata da Índia", é famosa por sua filigrana de prata centenária, também conhecida como "tarakasi", uma técnica requintada que se destaca pela delicadeza e pelo trabalho intrincado. Acredita-se que o artesanato tenha sido introduzido em Odisha durante o período Mughal, quando o Império Mughal estabeleceu seu domínio na Índia. Feita com fios de prata tão finos quanto teias de aranha, a filigrana de joias e peças decorativas de Odisha é internacionalmente aclamada por seu acabamento impecável, fios finos, texturas, brilho intenso e arte delicada.  Essa arte altamente especializada existe há mais de 500 anos e é tradicionalmente praticada por artesãos locais na costa leste de Odisha. Atualmente, os artesãos de filigrana de prata são, em sua maioria, do distrito de Cuttack, onde a arte floresce.  A filigrana tem sido tradicionalmente associada ao requinte e ao design luxuoso em joias clássicas. Barras de prata são transformadas em fios ou lâminas finas e utilizadas para criar joias e peças decorativas. Centenas de famílias em Cuttack se dedicam à confecção desse tipo de joia de prata, utilizando prata batida transformada em fios e lâminas finas.
  • EXPOSIÇÃO UNIVERSAL DE PARIS 1889.  TRÊ3S GRAVURAS  EM METAL  AQUARELADAS APRESENTANDO O PAVILHÃO DA REPUBLICA ARGENTINA, O PAVILHÃO DO MÉXICO E O GALERIA DE ZOOLOGIA. DESENHOS ORINALMENTE EXECUTADOS POR LE BERTEAULT, E HUGARD. FRANÇA, 1889.  29 X 23 CM (CONSIDERANDO-SE O PASPATUR.
  • EXPOSITION UNIVERSELLE  LES VERICULE  POUSSE POUSSE ET FAUTEUILS ROULANTS  DESENHO DE M PARYS. GRAVURA AQUARELADA APRESENTANDO A EXPOSIÇÃO COM DESTAQUE PARA TRANSPORTES TÍPICOS DO ORIENTE SENDO UM CARRINHO  RIQUIXÁ E UM JUMENTO CONDUZIDO POR BERBERES. 1889 40 X 33 CM CONSIDERANDO-SE O PASPATUR.

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