Peças para o próximo leilão

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  • BUDHAI  BUDA DA FELICIDADE  LINDA ESCULTURA EM BAMBU REPRESENTANDO BUDAI SORRIDENTE SEGURANDO UM LINGOTE DE OURO. É A REPRESENTAÇÃO DE PROSPERIDADE. NÃO É UMA DIVINDADE PARA QUEM OS BUDISTAS ORAM OU ADORAM É UMA IMAGEM AUSPICIOSA. CHINA, SEC. XVII/XIX. 38 CM DE ALTURA
  • BELA ESCULTURA EM PEDRA DURA  REPRESENTANDO BUDA EM DHYANA MUDRA. O DHYANA MUDRA É O MUDRA DA MEDITAÇÃO. ESTE FOI O GESTO DO BUDA ANTES DE ATINGIR A ILUMINAÇÃO. EXCELENTE QUALIDADE ESCULTÓRICA. BUDA É REPRESENTADO SOBRE NUVENS ASSENTE SOBRE BASE ESCULPIDA COM FLORES. 18 CM D EALTURA
  • BELISSIMO VASO AUSPICIOSO EM JADE BRANCO ACINZENTADO  COBERTO COM TAMPA CONTENDO PEGA COM FEITIO DE CÃO DE FÓ. DECORAÇÃO DESTE VASO ENGLOBA INÚMEROS SÍMBOLOS AUSPICIOSOS. A CABEÇA DUPLA DE DRAGÃO NAS ALÇAS ESTÁ ASSOCIADA A PROSPERIDADE E BOA SORTE. O CAO DE FÓ NA TAMPA AUGURA PROTEÇÃO. O CORPO É DELICADAMENTE ADORNADO COM SÁBIO E VEGETAÇÃO. PEÇA BELÍSSIMA, CHINA, SEC. XIX/XX. 16 CM DE ALTURA
  • KUAN YIN  LINDA ESCULTURA EM QUARTZO ROSA REPRESENTANDO KUAN YIN ENTRONIZADA SOBRE ELEFANTE. UMA DAS MÃOS SEGURA UM CETRO DITO RUYI E A OUTRA MÃO EM POSIÇÃO DE VARADA MUDRA: LIBERAÇÃO DAS DÁDIVAS. MUDRA LIGADO À DOAÇÃO, CARIDADE E COMPAIXÃO. SOB A BASE CACHE DE ANTIGA COLEÇÃO. CHINA, SEC. XIX. 18 CM DE ALTURANOTA: Kwan Yin (também escrito Kuan Yin, Quan Yin ou Guan Yin), é conhecida como a Deusa da Compaixão, e ela é uma das divindades mais populares em toda a Ásia. Seu nome em chinês se traduz aproximadamente como "Aquele que ouve os gritos do mundo". Muitos acreditam que ela é a representação feminina de Avalokiteshvara, o Deus da Compaixão tibetano e nepalês. Como um Bodhisattva, ela escolheu adiar sua iluminação completa, insuperável e perfeita para o benefício de todos os seres em todos os lugares, e esperará enquanto houver um ser que não seja iluminado.
  • CHINA PERÍODO REPUBLICANO (PRÉ MAO TSÉ TUNG) MUITO GRANDE INCENSÁRIO EM BRONZE ACOMPANHADO DE SUA BASE. TAMPA TEM PEGA COM FEITIO DE CÃO DE FÓ. ALÇAS LATERAIS COM CABEÇAS DE DRAGÃO. ASSENTE SOBRE TRES PÉS. A BASE É CONSTRUIDA COM FENESTRAS. CHINA, PERÍODO REPÚBLICANO CHINA PERÍODO REPUBLICANO (PRÉ MAO TSÉ TUNG), INIICO DO SEC . XX. 50 X 45 CM . 13,34 KG
  • RARA TAÇA DE LIBAÇÃO EM MATÉRIA CÓRNEA COM RICA REPRESENTAÇÃO EM RELEVO DE FIGURA DE MORCEGOS. Para os chineses, o morcego é um animal inteligente e sábio. O motivo pelo qual voam de cabeça para baixo decorre do cérebro avantajado que eles possuem. A imagem do morcego pode ser usada como amuleto de sorte e proteção. Por ser um animal noturno, ele simboliza o desafio de atravessar a escuridão, enfrentando as dificuldades para encontrar o caminho da luz e do bem. HÁ TAMBÉM REPRESENTAÇÃO DE CARACTERES FORMULANDO BENÇÃOS E APOIANDO-SE NA BORDA PAR DE CÃES DE FÓ. ELEVADOS SOBRE TRÊS PÉS. CHINA, SEC. XIX. 15 CM DE ALTURA,NOTA: Segundo os costumes chineses, vinho de arroz ou chá é derramado em frente a um altar horizontalmente da direita para a esquerda com as duas mãos como oferenda aos deuses e em honra dos antepassados.A oferta é geralmente colocada sobre o altar por um tempo antes de ser oferecido em libação.Em cerimônias mais elaboradas, para honrar divindades, a libação pode ser feito sobre as oferendas de papel em chamas; enquanto que para os antepassados, o vinho só é derramado no chão.
  • REINADO KANGXI (1654-1722) - BELO FLOREIRO EM PORCELANA DECORADO EM AZUL UNDERGLAZE COM VEGETAÇÃO E CENA LACUSTRE. ESTILO E ÉPOCA KANGXI. SOB A BASE MARCAS DO PERÍODO. CHINA, INICIO DO SEC. XVIII. 30 CM DE ALTURA. (PEQUENOS BICADOS NA BORDA)
  • CIA DAS INDIAS  MONUMENTAL FLOREIRO EM PORCELANA CIA DAS INDIAS COM DIMENSÕES PALACIANAS. ESMALTES DA FAMÍLIA ROSA. REINADO QIANLONG (1711  1799). DECORAÇÃO DITA PARA EXPORTAÇÃO. ESSA PEÇA SINGULAR DA PRODUÇÃO CHINESA DE MEADOS DO SEC. XVIII TEM UMA DECORAÇÃO IMPRESSIONANTE E MINIMALISTA. RICOS ELEMENTOS FLORAIS COM OS ESMALTES TIPICOS DO PERÍODO, ELEGANTES ARREMATES EM OURO REALÇAM A DECORAÇÃO. NAS DUAS FACES RESERVAS COM CENAS EUROPÉIAS EM GRIZAILLE REPRESTENTANDO CENAS GALANTES E IDÍLICAS COM CASAL SOLTANDO PÁSSARO EM UMA GAIOLA DE UM LADO E NO OUTRO CASAL FORMADO POR CAVALEIRO SEGURANDO UM BASTÃO REALÇADO EM OURO E A DAMA COM UMA CESTA DE FLORES TAMBÉM REALÇADA EM OURO. O MAIS EXTRAORDINÁRIO NA DECORAÇÃO DESSE SUNTUOSO FLOREIRO, É QUE ELA É COORDENADA EM SETORES FORMADOS POR DELICADAS MOLDURAS EM RELEVO CONSTITUÍDAS DE PARRAS E CACHOS DE UVA POR ONDE CAMINHAM ESQUILOS EM VULTO PERFEITO. ALÇAS LATERAIS COM FEITIO DE IGUANAS. LINDO, INVULGAR E DIGNO DE UM PALÁCIO! CHINA, CIRCA DE 1750, 72 X 36 CM. (Possui restauro profissional não perceptível a olho nu)
  • DINASTIA QING - GRANDE E MAGNIFICO PAR DE VASOS BALAÚSTRES DECORADOS EM RARO ESMALTE MONOCROMÁTICO TURQUESA COM LINDOS RELEVOS GEOMÉTRICOS COM FLORES, BARRADO E RESERVAS CONTENDO FIGURAS DE QILINS. NO GARAGALO EM RELEVO BARRADOS COM DRAGÕES ARCAICOS KUI. SOB A BASE SELO INCISO DE SEIS CARACTERES DO REINADO QIANLONG (1736-1795). TODOS OS ASPECTOS DESSE VASO SÃO INVULGARES E DOTADOS DE BELEZA INCOMUM. DESDE O RARO ESMALTE TURQUESA A DECORAÇÃO ELEGANTE E HARMONIOSA. OS PRESENTES VASOS SÃO UM BELO EXEMPLO DE ESMALTES INOVADORES QUE ESTAVAM SENDO DESENVOLVIDOS DURANTE O PERÍODO QIANLONG. PEÇAS PARA COLECIONADOR!  CHINA, SEC. XIX. 48,5 CM DE ALTURA.NOTA: Também chamado de verde- pavão ou azul-pavão , o esmalte turquesa deve sua cor ao óxido de cobre em uma mistura de esmalte alcalino. Os esmaltes turquesa brilhantes na cerâmica chinesa devem sua cor ao óxido de cobre em uma mistura de esmalte alcalino. Os primeiros esmaltes alcalinos turquesa na China, eram conhecidos da dinastia Tang. Eles são encontrados em pequenos números, como um esmalte em faiança. O uso desta cor foi desenvolvido nas peças de pedra de alta temperatura da Dinastia Song. Nesta época, a cor era muito mais usada em vasos e azulejos de cerâmica no mundo islâmico I séculos 9-13. Esmaltes de turquesa tiveram uma história mais longa na cultura egípcia, onde foi usado em figuras funerárias. Durante a dinastia Yuan os esmaltes turquesa começaram a ser vistos com mais frequência, quando era aplicado em uma segunda queima a uma temperatura mais baixa, mais como uma esmaltação. Dinastia Ming em diante, foi aplicado em um corpo pré-queimado ou sobre um esmalte de porcelana previamente queimado. Turquesa também foi usada em combinação com roxo na paleta fahua. A cor tornou-se particularmente popular no século 18, onde a cor brilhante atraiu os imperadores Kangxi e Qianlong. Parece que os oleiros Kangxi em Jingdezhen foram capazes de desenvolver um esmalte turquesa de maior profundidade e brilho do que havia sido alcançado anteriormente. O esmalte turquesa sobre porcelana também se tornou muito popular na Europa e começou a ganhar popularidade no Ocidente a partir de meados do século XVIII. Colecionadores aristocráticos na França, como Maria Antonieta, gostavam muito da cor azul brilhante. Muitas vezes vemos este tipo de porcelana na França é montada com bronze dourado elaborado, muitas vezes em combinação com outras peças de porcelana. Colecionadores na Inglaterra nos séculos 19 e 20, como Anthony de Rothschild, também eram ávidos colecionadores dessas peças monocromáticas.  Uma das curiosidades das formas como os oleiros chineses usavam o material era que o salitre era muitas vezes usado totalmente impróprio, embora seja essencialmente um material solúvel. O salitre era simplesmente misturado com quartzo e água (e às vezes com óxidos de chumbo ou carbonatos) para fazer esmaltes de baixa temperatura.Depois de analisar um esmalte turquesa bruto do final do século 19 usado em Jingdezhen, o grande químico de cerâmica francês Georges Vogt escreveu em 1900:'A simplicidade com que os chineses preparam esta turquesa... é realmente notável. Nada em sua composição precisa ser derretido ou encaixado. A única preparação necessária é moer o salitre, o quartzo e o pó de cobre em proporções adequadas e está pronto para ser usado em vasos de porcelana.'
  • EXTENSA COLEÇÃO DE SANTOS DITOS   PAULISTINHAS EM BARRO POLICROMADO ACONDICIONADOS INDIVIDUALMENTE PARA EXPOSÍÇÃO EM GRANDE E ANTIGA FORMA DE RAPADURA CONSTRUIDA EM MADEIRA. A FORMA É ENTALHADA E ESCAVADA EM UM TRONCO ÚNICO COM 12 NINHOS. SÃO 12 IMAGENS ALGUMAS DE RARA DEVOÇÃO SENDO: NOSSA SENHORA DA SOLEDADE, NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, NOSSA SENHORA DA PIEDADE, NOSSA SENHORA DA SOLEDADE, SANTA EDWIRGES, SÃO JOSÉ SEGURANDO MENINO JESUS E USANDO BOTAS, SENHOR DA PEDRA FRIA, NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, NOSSA SENHORA DO BOM PARTO, UMA RARA VERÔNICA, NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO E NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO. SÃO LINDAS E A FORMA DE EXPOSIÇÃO VALORISA GRANDEMENTE O CONJUNTO. VALE DO PARAÍBA SEC. XIX. OS SANTOS VARIAM ENTRE 12 E 15 CM DE ALTURA. A FORMA QUE ASSUME PAPEL DE ORATÓRIO TEM 132 CM DE LATURA.NOTA: Os chamados paulistinhas compreendem um gênero da escultura sacra brasileira, caracterizado principalmente pela origem no Vale do Paraíba nos séculos XVIII, XIX e início do XX. São imagens devocionais de santos católicos, com formas simplificadas, interior oco, base redonda ou facetada, de pequenas dimensões, e confeccionadas, em sua maioria, em barro cozido. Estas esculturas são exemplares típicos da imaginária paulista, que se destacam como peças de devoção popular, para culto doméstico, confeccionadas geralmente em barro, com porte reduzido. Essas esculturas eram produzidas por santeiros que visavam atender à demanda do crescimento na região, especialmente por conta da cafeicultura. O principal objetivo dessas imagens era aproximar a fé da vida das pessoas, que poderiam tê-las agora em seus lares ou ainda carregá-las a tiracolo. Por conta disso, muitas delas têm autoria.
  • ELEGANTE TABULEIRO EM PRATA DE LEI DE FEITIO RETANGULAR. INTERNAMENTE  APRESENTA FEITIO LOBADO. BORDA COM ROCAILIES VEGETALISTAS. ALÇAS LATERAIS. 58,5 CM DE COMPRIMENTO. 1735 G
  • MAGNIFICENTE CENTRO DE MESA EM PRATA DE LEI COM BASE EM MADEIRA EBANIZADA. FEITIO DE UM BARCO NAVEGANTE SOB O MAR CERCADO POR DOPHINS. O BARCO TEM A PROA COM FEITIO DE CABEÇA DE DRAGÃO COM COROA DE CONDE. É CONDUZIDO POR UM QUERUBIM QUE REMA NA POPA. UMA PEÇA FORA DO COMUM, MAGNÍFICA E EXTREMAMENTE BONITA! EUROPA ,FINAL DO SEC. XIX. 40 CM DE COMPRIMENTO. 2405 G (PESO TOTAL)
  • CONDE DE PASSÉ (1793-1877) - ANTÔNIO DA ROCHA PITA E ARGOLLO  HERÓI DA INDEPENDÊNCIA, O HOMEM MAIS RICO DO RECÔNCAVO BAHIANO EM SEU TEMPO, SOGRO DO BARÃO DE COTEGIPE. RARO PRATO EM PORCELANA POSSIVELMENTE FRANCESA. PASTA DURA. SÉCULO XIX. SEM MARCA. FUNDO BRANCO OSTENTANDO O BRASÃO DO 1º VISCONDE E CONDE DE PASSÉ (ANTÔNIO DA ROCHA PITA E ARGOLLO) ORNAMENTADO NA BORDA POR GUIRLANDAS ENVOLTAS POR FRISOS DE TONALIDADE AZUL CELESTE. PEÇA DESSE SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDA À PÁG. 300 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL, POR JENNY DREYFUS. 19,6  CM.NOTA: Antônio Bernardino da Rocha Pita e Argolo,nota 1 1.º barão, visconde com grandeza e conde do Passé, (Bahia, 1793  Bahia, 8 de fevereiro de 1877) foi um nobre brasileiro, tendo prestado valiosos serviços na campanha da Independência do Brasil.  1.º e único conde de Passé era filho de Francisco António de Argollo e Queiroz, fidalgo da Casa Real (12 de Junho de 1780), tenente-coronel do Regimento da Bahia, etc., e neto paterno de Paulo de Argollo e Gusmão, também fidalgo da Casa Real (24 de Março de 1711), vereador do Senado da Câmara da Bahia, alferes do Regimento da Baía, familiar do Santo Ofício (2 de Janeiro de 1771), etc., todos abastados proprietários da região, e descendente por varonia de Rodrigo de Argollo, o qual D. João III nomeou a 16 de Janeiro de 1549 1º provedor da Fazenda Real do Brasil, bem assim como 1º provedor (proprietário) da Alfândega e Defuntos da capitania da Bahia, para onde ele veio com sua mulher e filhos. Antônio Bernardino de Argollo da Rocha Pitta casou a 2 de Fevereiro de 1831 com sua prima-direita D. Maria Luísa da Rocha Pitta Moniz Barreto, baptizada a 10 de Abril de 1810 e falecida a 26 de Fevereiro de 1838, antes das concessões dos títulos a seu marido, filha do brigadeiro Jerónimo Moniz Fiuza Barreto. Deste casamento nasceram dois filhos: Francisco António Rocha Pita e Argolo, 2º barão (2 de Junho de 1862) e 2º visconde de Passé (17 de Maio de 1871), nascido a 12 de Dezembro de 1831 em Salvador da Bahia e falecido a 22 de Novembro de 1871 no seu engenho Cobé (Bahia), devido à explosão de uma caldeira, antes de seu pai, de quem tinha recebido os títulos, primeiro de barão e depois de visconde, após este passar a conde. Casou a 2 de Junho de 1866 com D. Maria José da Conceição Martins, falecida a 5 de Janeiro de 1893, filha dos viscondes de São Lourenço, sem geração. D. Antônia Tereza de Sá Pitta e Argollo, baronesa de Cotegipe, nascida a 16 de Janeiro de 1834 em Passé e falecida a 22 de Setembro de 1871. Casou com João Maurício Wanderley, barão de Cotejipe. Foi comandante da Guarda Nacional e condecorado com a medalha da Restauração da Bahia, tendo prestado valiosos serviços na campanha da Independência e na revolta da Sabinada. Durante a campanha do Paraguai, organizou e manteve um batalhão de guardas nacionais para o policiamento da capital da província da Bahia. Foi senhor de dez engenhos de açúcar e de grandes fazendas de criação no interior da Bahia, sendo ainda abastado proprietário na cidade de Salvador e considerado ao seu tempo o homem mais rico do Recôncavo. Grande do Império e veador de Sua Majestade a imperatriz, comendador da Imperial Ordem de Cristo e dignitário da Imperial Ordem da Rosa.
  • BARÃO DE POCONE  PRATO PARA SOBREMESA EM PORCELANA DE LIMOGES, PERTENCENTE AO SERVIÇO DA BARÃO DE POCONÉ (MANOEL NUNES DA CUNHA). BORDA PARCIALMENTE AZUL FERRETE ENTRE FRISOS DOURADOS, COM A INICIAL " P " SOB COROA DE BARÃO EM OURO. APRESENTA MARCA DO ATELIER DE DECORAÇÃO J. KLOTZ, NA RUE OARADIS - POISSONNIÈRE, EM PARIS. PEÇA DO MESMO SERVIÇO REPRODUZIDA NA PÁG. 308 DO LIVRO "LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL", POR JENNY DREYFUS. SÉC. XIX. 21 CM DE DIAMETRONOTA: Manuel Nunes da Cunha (falecido em 06/01/1871) - Primeiro e único Barão de Poconé. Oitavo filho do casal Manuel Antonio Nunes Martins e de Maria Alves da Cunha. Era neto materno de André Alves da Cunha, natural de Carvalho de Coura, Portugal e de Francisca de Arruda e Sá, da Vila de Itu, São Paulo. Titulado em 04;12;1861. Foi um grande proprietário de terras em Mato Grosso
  • DOM PEDRO II E MAIS TARDE PERTENCEU AO  BARÃO DE ITACURUÇÁ (MANOEL MIGUEL MARTINS O GRANDE ARREMATANTE DOS LEILÕES IMPERIAIS APÓS A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA). MAGNIFICO PRATO  EM PORCELANA COM EXUBERANTE BORDA EM AZUL REMATADA EM OURO COM CACHOS DE UVAS E PARRAS. PALMÁCEAS RELEVADAS COMPLETAM A DECORAÇÃO. CALDEIRA COM LUXURIANTE DECORAÇÃO FLORAL. MARCAS DA CASA COMERCIAL B WALLERSTEIN & CIA IMPORTADORA DO RIO DE JANEIRO. ESSE SERVIÇO HÁ MUITO TEMPO TEM SIDO ALVO DE DISCUSSÕES SOBRE A TITULARIDADE DO ENCOMENDANTE INICIAL. ISSO PROQUE A DECORAÇÃO É IDÊNTICA AO SERVIÇO DE CAÇA DE DOM PEDRO II. ENTRETANTO EM ESTUDO RECENTE CHEGOU-SE AOS ASPECTOS QUE FAZEM REIVINDICAR AO IMPERADOR PEDRO II E SEU SERVIÇO DE CAÇA TAMBÉM ESSE SERVIÇO QUE PERTENCEU POSTERIORMENTE AO BARÃO DE ITACURAÇÁ ADQUIDIRO NO LEILÃO DOS PAÇOS IMPERIAIS. SENÃO VEJAMOS: A MARCA DO IMPORTADOR SOB A LOUÇA É DA CASA COMERCIAL B WALLERSTEIN & CIA IMPORTADORA DO RIO DE JANEIRO NAS RUA DO OUVIDOR, FORNECEDORES DA CASA IMPERIAL E IDENTICA A MARCA DA LOUÇA DO SERVIÇO DE GALA DE DOM PEDRO I. BERNANDO WALLERSTEIN ESTABELECEU-SE NA RUA DO OUVIDOR AINDA EM 1828, SOB O NOME DE WALLERSTEIN & CIA, DURANTE O PRIMEIRO IMPÉRIO APÓS DESVINCULAR-SE DA P SAISSET & CIA COM QUEM TINHA SOCIEDADE. AINDA NA DÉCADA DE 1840, QUANDO O BARÃO DE ITACURUÇÁ SEQUER TINHA NASCIDO MUDOU SUA RAZÃO SOCIAL PARA B. WALLERSTEIN E M. MASSET PORTANTO ESSA LOUÇA FOI CERTAMENTE ENCOMENDADA NA DECADA DE 1840 NUNCA PELO BARÃO DE ITACURUÇÁ. O FATO DA DECORAÇÃO SER IDÊNTICA A DO SERVIÇO IMPERIAL DE CAÇA TAMBÉM REFORÇA A UNIDADE DO APARELHO. O LIVRO DA MORDOMIA DO PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO RELATA VÁRIAS ENCOMENDAS DE PORCELANA FEITAS A CASA DE BERNARDO WALLERSTEIN NA DECADA DE 1840: 192$500 A BERNARDO WALLTERSTEIN E CIA., POR QUINHENTOS E DEZESSEIS PRATOS DE PORCELANA FINA 5:132$736 A BERNARDO WALLERSTEIN, POR NOVE DÚZIAS E QUATRO CASAIS DE XÍCARAS DE PORCELANA FINA DOURADA 373$330: A WALLERSTEIN, LOUÇA DE PORCELANA FINA 927$000 A B. WALLERSTEIN, POR QUATRO CAIXAS COM LOUÇA DE PORCELANA FINA 4:848$000 . FINALMENTE O BARÃO DE ITACURUÇÁ COMO GRANDE ARREMATANTE DOS LEILÕES DO PAÇO APÓS A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA ADQUIRIU DENTRE OUTRAS PRECIOSIDADES TODO O SERVIÇO DE PORCELANA DO CASAMENTO DE D. PEDRO I E D. AMÉLIA DE LEUCHTEMBURG ERA UM APRECIADOR DE PORCELANAS IMPERIAIS. SEGUNDO O ANÚARIO DO MUSEU IMPERIAL DE PETRÓPÓLIS PUBLICADO EM 1944 OS CATÁLOGO DO QUARTO E SEXTO LEILÕES DO PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO EM 1890 TRAZEM DESCRITOS COMO LOTE 838 A SEGUINTE DESCRIÇÃO: - 1 SOBERBO SERVIÇO DE FINA PORCELANA FRANCESA, ESMALTE AZUL, OURO, E FINAS PINTURAS, COM 568 PEÇAS PARA JANTAR. ESTÁ AÍ A DESCRIÇÃO DO SERVIÇO IMPERIAL MUITO PROVAVELMENTE ARREMATADO PELO BARÃO DE ITACURUÇÁ. AINDA O LOTE 857 TRAZ A SEGUINTE DESCRIÇÃO: 857 - 1 RIQUÍSSIMO SERVIÇO DE FINÍSSIMA PORCELANA DE SÈVRES COM PRIMOROSAS PINTURAS A ESMALTE E ARMAÇÃO DE BRONZE DOURADO A FOGO, 17 PEÇAS EM VITRINE (PRESENTE DE NAPOLEÃO III À IMPERATRIZ DONA TERESA CRISTINA. ENTÃO O LOTE 857 É O APARELHO PRESENTEADO POR NAPOLEÃO III AOS IMPERADORES E NÃO O DO LOTE NUMERO 838 QUE QUASE INDUBITAVELMENTE É O SERVIÇO ADQUIRIDO PELO BARÃO DE ITACURUÇÁ. REPRODUZIDO NA PAGINA 274 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL DE JENNY DREYFUS E NA PAGINA 44 DO LIVRO LOUÇA HISTÓRICA MUSEU DE ARTE DA BAHIA. FRANÇA, 23 CM DE DIAMETRO.NOTA: Manoel Miguel Martins Barão de Itacurussá, nasceu em10 de novembro de 1831 em Sant'Ana do Itacurusá e faleceu em 01 de janeiro de 1911, filho deJoão Martins e de Gertrudes Margarida. Casou em09 de março de 1867, no Rio de Janeiro, com Jerônyma Eliza de Mesquita, Baronesa de Itacurusá nascida em02 de junho de1851 no Rio de Janeiro/RJ e batizada na Igreja de Santa Rita, e falecida em 24 de setembro de 1917, filha de Jerônymo José de Mesquita Conde de Mesquita e de Elisa Maria de Amorim. Casaram-se em 09 de março de 1867 (portanto Jerônima estava com 16 anos de idade) na Igreja de S. Francisco Xavier. Título nobiliárquico de Barão de Itacurussá outorgado , em 25 de março de 1888, a Manuel Miguel Martins era um título de origem toponímica. Ilha e povoação do Estado do Rio de Janeiro, lugar de onde era natural este titular. Foi um homem riquíssimo, proprietário de terras e capitalista do Rio de Janeiro. Sua esposa a baronesa Jerônima Elisa de Mesquita Martins, era filha do conde de Mesquita e neta do marquês de Bomfim. O Barão foi o grande comprador do Leilão do Paço Imperial, onde além de muitas preciosidades, adquiriu todo o serviço de porcelana do casamento de D. Pedro I e D. Amélia de Leuchtemburg.
  • BARÃO DE AVELLAR E ALMEIDA - Prato circular em porcelana de Limoges da manufatura de Haviland pertencente ao Serviço Barão de Avellar e Almeida (Laurindo de Avellar e Almeida). Borda com friso rosa. Decoração de inspiração CHINOISERIE, exibindo PERSONAGEM FEMININA VESTIDA DE MANEIRA TÍPICA e elementos da simbologia ORIENTAL. em policromia. Monograma A A em rosa sob coroa de barão. Pasta dura. Peça do mesmo serviço reproduzida à pág. 243 do Livro "Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus. França. Séc. XIX. 20 cm DE DIAMETRO.NOTA: Laurindo de Avellar e Almeida agraciado com o título ( Dec 07.01.1881 ) de Barão de Avellar e Almeida. Título de origem antroponímica, tomado ao sobrenome de família. Nasceu em 5 de dezembro de l849, em Vassouras. Neste município trabalhou intensamente para seu progresso. Foi acionista da Companhia Ferro Carril Vassourense; colaborou para a aquisição de prédio para escola pública; e, para a melhoria da Estrada Vassouras-Massambará. Foi um dos fundadores do Partido Republicano de Vassouras, ocorrido em junho de l888, em virtude de seu descontentamento com o Governo do Império pela promulgação da Lei Áurea, que libertou os escravos no Brasil. Vereador à Câmara Municipal de Vassouras na legislatura iniciada em 1894. Casou-se três vezes: em primeiras núpcias, com sua sobrinha Laurinda de Avelar Werneck, filha de Inácio José de Sousa Werneck e de Bernardina de Avelar e Almeida, sua irmã. Em 2ªs núpcias com Maria Jose de Avelar e em 3ªs. núpcias com Maria Ursulina Peçanha da Silva (foto acima), filha de Antonio José da Silva, Capitão-de-mar-e-guerra honorário e de Carolina de Azevedo Peçanha. Seu brasão de armas tem a representação de uma planta de cafeeiro, que mostra a atividade do Barão: fazendeiro de café como toda a família Avellar e Almeida, com mais 6 titulares: Barão do Ribeirão (pais do Barão de Avellar e Almeida), Barão de Massambará, Barão e Visconde de Cananéia, 2o Barão do Rio das Flores e a 1a Baronesa do Rio das Flores e a Baronesa de Werneck, O casal tronco é Manoel de Avelar e Almeida e Susana Maria de Jesus radicados em Vassouras, RJ.
  • BARÃO DO RIO BONITO   3º BARÃO DO RIO BONITO (José Pereira de Faro, 1832-1899).PRATO EM PORCELANA FRANCESA COM BRASÃO DE ARMAS DO 3. BARÃO DO RIO BONITO, JOSÉ PEREIRA DE FARO. Borda recortada, ORNAMENTADA COM GREGA EM OURO, SUCEDIDA POR FRISO COM FEITIO DE CORDÃO NA TONALIDADE AZUL DECORADO COM ANÉIS EM OURO. NA CALDEIRA BRASÃO DE ARMAS COM ESCUDO AQUARTELADO QUADRIPARTIDO DO TERCEIRO VISCONDE DO RIO BONITO SOB TIMBRE DE ELMO DE ARMADURA EM PRATA. PERTENCEU AO BARÃO DO RIO BONITO. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO ESTÁ ReproduzidO à pág. 311 do Livro "Louça da Aristocracia do Brasil", por Jenny Dreyfus. 23,6 cm. NOTA: A história dos grandes cafeicultores fluminenses tem, na maioria dos casos, como desbravadores das terras do estado, imigrantes portugueses que aportaram no Brasil, inicialmente, com o objetivo de se estabelecer como comerciantes na praça do Rio de Janeiro. Com Joaquim José Pereira de Faro não foi diferente. Nascido em 7 de março de 1768 e natural da cidade de Braga, chegou ao país em 1793, desposando no mesmo ano d. Ana Rita do Amor Divino Darrigue. O casal teve nove filhos, que se tornaram eminentes fazendeiros e grandes políticos. Joaquim José Pereira de Faro não foi um homem comum e alcançou notoriedade na sociedade da época. Professou na Ordem de Cristo em 1808. Em 1828, tornou-se Cavaleiro Imperial da Ordem do Cruzeiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, coronel de infantaria reformado e membro da junta administrativa da Caixa de Amortização. Integrou a Corte de d. João VI e d. Pedro I. Fundador e conselheiro do Montepio Geral, em 1841, foi agraciado naquele ano com o título de barão do Rio Bonito. Morreu em 10 de fevereiro de 1843. Talvez essa trajetória explique a presença de quadros representando d. João VI em sua fazenda de São Joaquim de Ipiabas. Assim que chegou ao Brasil, Joaquim José logo se estabeleceu nas terras que lhe foram concedidas, em sesmaria, na região dos municípios de Valença e Vassouras, onde fundou as fazendas Santa Anna da Parahyba, São Joaquim de Ipiabas, Boa Esperança e União; os sítios Boa Vista e Durasio, adquiridos por compra; as duas sesmarias, denominadas Ypiranga, que formavam a fazenda do Pocinho, em Vassouras; e duas casas na Corte, situadas na rua do Regente, nº 44 e na rua de São Clemente, nº 80. Além dessas propriedades, o barão do Rio Bonito possuía outros bens, que foram descritos no inventário de sua esposa. Com a morte da baronesa, em 1854, os bens que somavam a extraordinária cifra de 1.130.202$333 contos de réis foram repartidos entre os herdeiros. A fazenda São Joaquim de Ipiabas ficou com o herdeiro dr. Luiz Pereira Ferreira de Faro, formado em medicina. Como poderíamos descrever esta propriedade em 1854? A partir da leitura do inventário post-mortem de sua mãe, a primeira baronesa do Rio Bonito, as terras onde se encontrava a fazenda recebida pelo dr. Luiz correspondiam à meia légua em quadro (ou seja, de 225 alqueires geométricos) que outrora pertencera à fazenda Santa Cruz, dos jesuítas, mas acabaram sendo confiscadas pela Coroa portuguesa após a expulsão destes padres do Brasil pelo marquês do Pombal. Porém, o que mais chama a atenção é o rico mobiliário da casa de morada, saltando aos olhos os móveis do quarto de dormir do barão, marchetados com as iniciais J.J.P.F. (Joaquim José Pereira de Faro). A casa de morada da São Joaquim de Ipiabas tinha louças importadas da Índia e da Europa (Inglaterra e França), além de uma rica capela, ali descrita como oratório, que guardava imagens de São Joaquim, em madeira (que permanece na propriedade) e com resplendor de prata dourada; de São José e de Nossa Senhora (não especificada no inventário), as duas com resplendor de prata; de Nossa Senhora da Conceição e de Santa Rita, ambas com coroa de prata; pia batismal de mármore, vaso de prata com os santos óleos, vaso de prata dourado, um par de galetas e um prato de prata. A lavoura possuía cerca de 280 mil pés de café e mais de duas centenas de cativos. Alta era a estirpe de José Pereira de Faro. Filho do comendador Joaquim José Pereira de Faro, português, e de D. Angélica Joaquina Vergueiro, aquele fidalgo cavaleiro da Casa Imperial, Moço da Imperial Câmara e Guarda Roupa de Sua Majestade, esta, filha de Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, membro da Regência Provisória de 1831 a 1835 - nasceu ele, na província do Rio de Janeiro, a 6 de março de 1832(*)Era neto paterno de Joaquim José Pereira de Faro, 1oBarão do Rio Bonito e da Baronesa D. Ana Rita de Faro; e neto materno do Regente do Império, Senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro e de D. Maria Angélica de Vasconcelos, esta, filha do capitão José de AndradaVasconcelos e de D. Eufrosina de Cerqueira Câmara; convindo ainda, assinalar, por não menos importante, a sua condição de bisneto, pelo lado paterno, do Brigadeiro José Pereira e de D. Francisca Tereza de Bugarim de Sá, esta, filha de D. Jacó de Bugarim Sá e Sarmento, e neta de D. Gregório de Sá; e, pelo lado materno, bisneto do Dr. Luiz Bernardo Vergueiro e de D. Clara Maria de Campos. Estudou José Pereira de Faro, primeiro na França, e depois, em afamado estabelecimento de ensino na cidade de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Vivo, inteligente como todos os Faro, deixou na sua passagem pelos bancos escolares, a indelével lembrança de uma cultura geral aprimorada e reconhecida pelos seus contemporâneos. D. Francisca Romana Larrigue de Faro, era filha dos Viscondes do Rio Bonito, nascida em 25 de julho de 1838 e falecida em 3 de dezembro de 1926. O casal foi residir na rua São Clemente, no Rio, num grande prédio assobradado, que posteriormente, passou a ser propriedade dos Padres Jesuítas, transformado em colégio.No lar, foi um excelente chefe de família. Por sua velha mãe e sua ama de criação, demonstrava dedicação sem par, pois era simples, bondoso e sincero, como, em geral, os homens finos de sua geração. Pela sua envergadura moral e linhagem, José Pereira de Faro dispunha de notável prestígio, pois, na Corte, sua figura se impunha pela simpatia e confiança, como sucedia aos seus ilustres ascendentes sediados no município de Valença.
  • BARÃO DE IBITINGA (1832-1815) JOAQUIM FERREIRA DE CAMARGO ANDRADE FILHO DO BARÃO DE ITATIBA,  SOGRO E PADRASTO DO CONDE DE ÁLVARES PENTEADO E PAI DA PRIMEIRA PROPRIETÁRIA DA FAZENDA SANTO ANDRÉ DONA  FRANCISCA FERREIRA DE CAMARGO, CUNHADO DA BARONESA DE PIRAPITINGUI. PRATO COVO EM PORCELANA DA MANUFATURA DE CHARLES PILLIVUYT & CO MEDAILLE D0R 1867 1878. BORDA COM BARRADO EM SALMÃO DELIMITADO POR FRISOS EM OURO. CALDEIRA COM RESERVA CONTENDO INICIAS BI ENTREÇADOS SOB COROA DE BARÃO. PERTENCEU AO SERVIÇO DE JOAQUIM FERREIRA DE CAMARGO ANDRADE. EXEMPLAR DESSE BELO SERVIÇO ESTÁ REPRODUZIDO A PAGINA 265 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA DO BRASIL POR JENNY DREYFUS. EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO. FRANÇA, DEC. 1870. 23 CM DE DIAMETRO NOTA: Natural de Campinas, Joaquim Ferreira de Camargo nasceu em 1832. Proprietário de uma fazenda de café, conhecida como Nova Lousã, no município de Espírito Santo do Pinhal. Também foi proprietário da Fazenda das Cabras e São José. Pertenceu ao Partido Liberal, exercendo cargos de nomeação e eleição popular. Foi fazendeiro e teve plantação de café no município de Itatiba/SP, foi também vereador, juiz municipal e diretor de várias empresas, como a Companhia Campineira de Iluminação e Gás e Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Em 1882 foi agraciado com o título de Barão de Ibitinga pelo Governo Imperial. Joaquim Ferreira de Camargo Andrade é neto, por pai, do Capitão Joaquim de Camargo Penteado e é neto, por mãe, do Capitão Mor, Floriano de Camargo Penteado. Foi fazendeiro e teve plantações de café no município de Itatiba/SP. Casou-se com Cândida Marcolina de Cássia Franco (1842 - 1866), filha do capitão Joaquim Franco de Camargo e de sua segunda esposa, Maria Lourença de Morais. Eram suas irmãs Manuela Assis de Cássia Franco, baronesa de Araras, e Clara Franco de Camargo, primeira esposa do Barão de Arari. O casal teve cinco filhos: Maria Ferreira de Camargo; Francisca Ferreira de Camargo; Cândida Ferreira de Camargo; Joaquim Ferreira de Camargo; Ana Ferreira de Camargo, morta em tenra idade. Viúvo, casou pela segunda vez com Maria Higina Álvares de Almeida Lima (1833 - 1902), também viúva (do Dr. João Carlos Leite Penteado), filha de Antônio Álvares de Almeida Lima, importante fazendeiro de Limeira, e de Maria Emília de Toledo, irmã do Barão do Descalvado. Desta união, nasceram-lhe mais quatro filhos: Alberto Ferreira de Camargo; Clodomiro Ferreira de Camargo; Fausto Ferreira de Camargo; Amália Ferreira de Camargo. Um fato curioso é que Maria, Francisca e Cândida, as três filhas do primeiro casamento de Camargo Andrade, casaram-se, respectivamente com Antônio Álvares, Carlos Olímpio e Bernardo Álvares Leite Penteado, filhos do primeiro casamento de Maria Higina. Também Clodomiro casou-se com Lucília Ferreira de Camargo, sua sobrinha, filha de sua meia-irmã Maria Joana Leite Penteado, do casamento de Maria Higina e de João Carlos Leite Penteado, e de Elisiário Ferreira de Camargo Andrade, seu tio paterno. Já Joaquim e Alberto desposaram outras duas irmãs: Clara e Olívia, filhas de João Soares do Amaral e de Maria da Glória Lacerda (filha de Clara Franco de Camargo). Amália, por sua vez, casou-se com Henrique Santos Dumont, irmão de Alberto Santos Dumont. Em 7 de maio de 1882, foi condecorado com o título de Barão de Ibitinga pelo imperador Pedro II. Faleceu em Campinas, aos 83 anos, e seu corpo foi sepultado no Cemitério da Saudade
  • MULLER FRERES  ASSINADO  LINDO PLAFONNIER EM VIDRO ARTÍSTICO ESTILO E ÉPOCA ART DECO NA TONALIDADE SALMÃO. MAGNIFICO FEITIO CAMPANULAR COM ROSAS E SUAS RAMAGENS EM RELEVO. ARMAÇÃO ORIGINAL. FRANÇA, INICIO DO SEC. XX. 45 CM DE DIAMETRO.
  • BACCARAT  ELEGANTE PAR DE FRUIT BOWLS EM CRISTAL LAPIDADO E PRATA DE LEI CABEÇA DE MERCÚRIO. LINDA LAPIDAÇÃO EM PONTAS DE DIAMANTE E FUNDO COM GRANDE ESTRELA LAPIDADA EM SULCOS. BORDA COM MAGNIFICA GUIRLANDA PRECEDIDA POR ARO COM DECORAÇÃO RELEVADA MALMAISON. ELEVADAS SOBRE PÉS CIRCULARES! REQUINTADAS E BELÍSSIMAS! FRNAÇA, INÍCIO DO SEC. XX. 22,5 CM DE DIAMETRO

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