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BARÃO DE IGUAPE SUNTUOSA CÔMODA PAPELEIRA BRASILEIRA D. JOSÉ ,EM JACARANDÁ. ORNADA POR ALMOFADAS CONSTITUINDO MOLDURAS. ESCULPIDA E ORNAMENTADA POR FRISOS, FOLHAGENS E VOLUTAS. TAMPO RECLINÁVEL CENTRALIZANDO. FÁBRICA COM GAVETINHAS E ESCANINHOS. EM POSIÇÃO CENTRAL NICHO COM PORTA CONTENDO MONOGRAMA ENTALHADO AP ENTRELAÇADO RELATIVO A ANTONIO PENTEADO CAIXA RETA COM FRENTE ABAULADA E MOVIMENTADA, APRESENTANDO TRÊS GAVETÕES ALMOFADADOS SUPERPOSTOS LADEADOS POR COLUNATAS ORNAMENTADAS POR COMPOSIÇÕES VEGETAIS. SAIA INFERIOR CURVA SUCEDIDA POR LARGOS PÉS ESPARRAMADOS E PERGAMINHOS. POSSUI COMPARTIMENTO OCULTO ACESSÍVEL POR SEGREDO. MED. FECHADA 122 X 124 X 64 CM ; MED. ABERTA 125 X 137 X 98 CM.NOTA: Antônio da Silva Prado, primeiro barão com grandeza de Iguape, (São Paulo, 13 de junho de 1778 São Paulo, 17 de abril de 1875) foi um aristocrata e político brasileiro. Morreu aos 97 anos de idade. Era filho do capitão Antônio da Silva Prado e de Ana Vicência Rodrigues de Almeida. Foi capitão-mor de São Paulo, vice-presidente da mesma província, comendador da Imperial Ordem de Cristo e oficial da Imperial Ordem da Rosa. Elevado a barão por decreto de 12 de outubro de 1848 e grandeza recebida aos 2 de dezembro de 1854, pelos relevantes serviços que prestou à causa pública. O título faz referência à cidade homônima. A 10 de agosto de 1838, em São Paulo, casou-se com Maria Cândida de Moura, com quem teve: Veríssimo Antônio da Silva Prado Veridiana Valéria da Silva Prado Teve um neto homônimo, conselheiro Antônio da Silva Prado, que foi intendente de São Paulo. Muitas lendas se criaram em torno desse ilustre personagem, figura das mais salientes de seu tempo. Mas todos perguntam: quem foi o Barão de Iguape, que é nome de rua em São Paulo? Antônio da Silva Prado era neto de portugueses. Pertencia à terceira geração da família no Brasil. Seu avô, sargento-mor Antônio da Silva Prado, patriarca da família, nasceu em Portugal e veio para o Brasil ainda moço, onde fez fortuna, aqui falecendo em 1737, em Jundiaí. Convém ressaltar que a época em que Antônio da Silva Prado foi feito barão, Iguape era uma das mais promissoras vilas do Império, famosa pela qualidade do seu arroz e pelo refinamento de sua sociedade. A filha do Barão de Iguape, Veridiana Valéria da Silva Prado (1825-1910) casou-se com o tio Martinho da Silva Prado (1811-1891), bacharel em Direito, que se dedicou à agricultura, primeiramente plantando cana e produzindo açúcar e, depois, café, ampliando consideravelmente a fortuna do sogro, irmão (somente por parte de mãe) e primo-irmão. Desse casamento nasceram quatro filhos: -Antônio da Silva Prado (1840-1929), -Martinho da Silva Prado Jr. (1843-1906), -Antônio Caio da Silva Prado (1853-1889) -Eduardo da Silva Prado (1860-1901). Muitas histórias foram criadas sobre essa família. Veridiana Prado incorporou todo o orgulho e opulência da aristocracia cafeeira, dando-se à extravagância de possuir jóias mais ricas que as da imperatriz. Seu neto, do mesmo nome, era um homem de fibra, destemido, capaz de realizar negócios mirabolantes. Começou sua fortuna (que seria uma das maiores do País na época) comprando muares nos estados de Goiás e Bahia, para, depois, revendê-los em São Paulo. Tornou-se também, além de pecuarista, grande proprietário rural, solidificando o nome da família Prado, que se transformaria na mais opulenta família paulistana do Século XIX. Antônio da Silva Prado nasceu em 1778 e faleceu em 1875, com quase cem anos. Figura saliente nos meios sociais, políticos e econômicos da Corte do Imperador D. Pedro II, deste recebeu o título nobiliárquico de Barão de Iguape no ano de 1841.

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BARÃO DE IGUAPE SUNTUOSA CÔMODA PAPELEIRA BRASILEIRA D. JOSÉ ,EM JACARANDÁ. ORNADA POR ALMOFADAS CONSTITUINDO MOLDURAS. ESCULPIDA E ORNAMENTADA POR FRISOS, FOLHAGENS E VOLUTAS. TAMPO RECLINÁVEL CENTRALIZANDO. FÁBRICA COM GAVETINHAS E ESCANINHOS. EM POSIÇÃO CENTRAL NICHO COM PORTA CONTENDO MONOGRAMA ENTALHADO AP ENTRELAÇADO RELATIVO A ANTONIO PENTEADO CAIXA RETA COM FRENTE ABAULADA E MOVIMENTADA, APRESENTANDO TRÊS GAVETÕES ALMOFADADOS SUPERPOSTOS LADEADOS POR COLUNATAS ORNAMENTADAS POR COMPOSIÇÕES VEGETAIS. SAIA INFERIOR CURVA SUCEDIDA POR LARGOS PÉS ESPARRAMADOS E PERGAMINHOS. POSSUI COMPARTIMENTO OCULTO ACESSÍVEL POR SEGREDO. MED. FECHADA 122 X 124 X 64 CM ; MED. ABERTA 125 X 137 X 98 CM.NOTA: Antônio da Silva Prado, primeiro barão com grandeza de Iguape, (São Paulo, 13 de junho de 1778 São Paulo, 17 de abril de 1875) foi um aristocrata e político brasileiro. Morreu aos 97 anos de idade. Era filho do capitão Antônio da Silva Prado e de Ana Vicência Rodrigues de Almeida. Foi capitão-mor de São Paulo, vice-presidente da mesma província, comendador da Imperial Ordem de Cristo e oficial da Imperial Ordem da Rosa. Elevado a barão por decreto de 12 de outubro de 1848 e grandeza recebida aos 2 de dezembro de 1854, pelos relevantes serviços que prestou à causa pública. O título faz referência à cidade homônima. A 10 de agosto de 1838, em São Paulo, casou-se com Maria Cândida de Moura, com quem teve: Veríssimo Antônio da Silva Prado Veridiana Valéria da Silva Prado Teve um neto homônimo, conselheiro Antônio da Silva Prado, que foi intendente de São Paulo. Muitas lendas se criaram em torno desse ilustre personagem, figura das mais salientes de seu tempo. Mas todos perguntam: quem foi o Barão de Iguape, que é nome de rua em São Paulo? Antônio da Silva Prado era neto de portugueses. Pertencia à terceira geração da família no Brasil. Seu avô, sargento-mor Antônio da Silva Prado, patriarca da família, nasceu em Portugal e veio para o Brasil ainda moço, onde fez fortuna, aqui falecendo em 1737, em Jundiaí. Convém ressaltar que a época em que Antônio da Silva Prado foi feito barão, Iguape era uma das mais promissoras vilas do Império, famosa pela qualidade do seu arroz e pelo refinamento de sua sociedade. A filha do Barão de Iguape, Veridiana Valéria da Silva Prado (1825-1910) casou-se com o tio Martinho da Silva Prado (1811-1891), bacharel em Direito, que se dedicou à agricultura, primeiramente plantando cana e produzindo açúcar e, depois, café, ampliando consideravelmente a fortuna do sogro, irmão (somente por parte de mãe) e primo-irmão. Desse casamento nasceram quatro filhos: -Antônio da Silva Prado (1840-1929), -Martinho da Silva Prado Jr. (1843-1906), -Antônio Caio da Silva Prado (1853-1889) -Eduardo da Silva Prado (1860-1901). Muitas histórias foram criadas sobre essa família. Veridiana Prado incorporou todo o orgulho e opulência da aristocracia cafeeira, dando-se à extravagância de possuir jóias mais ricas que as da imperatriz. Seu neto, do mesmo nome, era um homem de fibra, destemido, capaz de realizar negócios mirabolantes. Começou sua fortuna (que seria uma das maiores do País na época) comprando muares nos estados de Goiás e Bahia, para, depois, revendê-los em São Paulo. Tornou-se também, além de pecuarista, grande proprietário rural, solidificando o nome da família Prado, que se transformaria na mais opulenta família paulistana do Século XIX. Antônio da Silva Prado nasceu em 1778 e faleceu em 1875, com quase cem anos. Figura saliente nos meios sociais, políticos e econômicos da Corte do Imperador D. Pedro II, deste recebeu o título nobiliárquico de Barão de Iguape no ano de 1841.

Informações

Lance

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    • R$ 28,000.00

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Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada