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Prata de Lei

IMPERATRIZ AMÉLIA AUGUSTA EUGENIA NAPOLEONA, DUQUESA DE BRAGANÇA. FLOREIRO EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA O IMPÉRIO AUSTRO HUNGAR0 ANO DE 1867. CORPO LISO COM BORDAS DECORADAS EM RELEVO COM FLORES. ALÇAS LATERAIS. ELEVADO SOBRE PÉ QUE REPETE A DECORAÇÃO DA BORDA. EM RESERVA MONOGRAMA A SOB COROA IMPERIAL. PERTENCEU A IMPERATRIZ AMÉLIA, SEGUNDA IMPERATRIZ DO BRASIL E SEGUNDA ESPOSA DE DOM PEDRO I. MONOGRAMA MUITO SEMELHANTE AO UTILIZADO NESSA PEÇA ESTA PRESENTE NO SERVIÇO DE JANTAR DA IMPERATRIZ REPRODUZIDO NA PÁGINA 199 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL POR JENNY DREYFUS. IMPÉRIO AUSTRO HÚNGARO, 38 CM DE LARGURA.NOTA: Amélia Augusta Eugênia Napoleona,31 de julhode1812Lisboa,26 de janeirode1873) foi a segunda esposa do imperador D.Pedro IeImperatriz ConsortedoImpério do Brasilde 1829 até 1831. Era filha deEugênio de Beauharnaise sua esposa a princesaAugusta da Baviera. Amélia foi a quarta filha do generalEugênio de Beauharnais, e sua esposa, a princesaAugusta da Baviera. Seu pai era filho deJosefina de Beauharnaise seu primeiro marido, o viscondeAlexandre de Beauharnais. Quando Josefina casou-se novamente comNapoleão Bonaparte, Eugênio foi adotado como filho e feito Vice-Rei da Itália. A mãe de Amélia era filha do reiMaximiliano I José da Bavierae de sua primeira consorte, a princesaAugusta Guilhermina de Hesse-Darmstadt.Entre os irmãos de Amélia estavamJosefina de Leuchtenberg, rainha consorte deÓscar I da Suécia, eAugusto de Beauharnais, príncipe consorte deMaria II de Portugal(enteada de Amélia).Napoleão IIIfoi seu primo-irmão. Depois da queda de Napoleão em 1814, Eugênio, tendo assumido o título deDuque de Leuchtenberg, fixou residência emMunique, mas após sua morte a família ficou em situação incerta, sem grandes perspectivas para o futuro. Embora fossem nobres, seu parentesco com Napoleão não facilitava seu trânsito entre as cortes e o reconhecimento de sua nobreza. O surgimento da possibilidade de casar Amélia com o Imperador do Brasil pareceu à mãe, Augusta, a melhor alternativa para garantir as pretensões daCasa de Leuchtenberga um status régio. Após a morte de sua primeira esposa, a arquiduquesa austríacaMaria Leopoldina, em dezembro de 1826,Pedro I do Brasil incumbiu oMarquês de Barbacenade buscar-lhe na Europa uma segunda esposa. Sua tarefa não foi fácil, e vários fatores complicaram a busca. Em primeiro lugar, Pedro havia estipulado quatro condições para aceitar uma nova consorte: ela deveria ser de bom nascimento, bela, virtuosa e culta. Não eram muitas as princesas disponíveis que satisfaziam todos os requisitos. Além disso, a imagem do Imperador na Europa não era boa, seu envolvimento com aMarquesa de Santosera notório e dificilmente alguma candidata deixaria as cortes europeias para casar-se com quem tinha fama de infiel, assumindo além disso cincoenteados. Para piorar a situação, o antigo sogro de Pedro, o imperador austríacoFrancisco I, não tinha o genro em bom conceito e divergia de suas ideias políticas, e aparentemente agiu para boicotar um novo casamento a fim de garantir que seus netos herdassem o trono brasileiro, se sobrevivessem à infância. Após enfrentar a recusa de oito princesas, o que tornara o embaixador objeto do escárnio nas cortes, Barbacena, em concordância com o imperador, baixou as expectativas e passou a buscar uma noiva apenas "bela e virtuosa". Surgiu enfim Amélia como uma boa possibilidade, mas seu encontro não se deveu a Barbacena, e sim aoVisconde de Pedra Branca, ministro em Paris, a quem ela havia sido indicada.Não tinha uma linhagem particularmente distinguida por parte de mãe, e seu pai, enteado de Napoleão Bonaparte, em muitos lugares não tinha sua nobreza reconhecida justamente pelo ódio que o ex-imperador francês suscitara em boa parte da Europa. Entretanto, era seu único "defeito". A princesa era muito bela, alta, bem proporcionada, com um rosto delicado e cabelos alourados. OMarquês de Resende, enviado para confirmar a formosura da jovem, escreveu ao Imperador cobrindo-a de elogios e dizendo que ela tinha "um ar de corpo como o que o pintorCorreggiodeu nos seus quadros àRainha de Sabá". Era, também, muito culta e sensível. Uma notícia doLondon Timesna época afirmou que ela era uma das princesas mais bem educadas e preparadas da Alemanha.O casamento foi rapidamente arranjado. A convenção matrimonial foi assinada naInglaterraem 30 de maio de 1829, ratificada em30 de junho, em Munique, pela mãe e tutora da noiva, a Duquesa de Leuchtenberg. Em 30 de julho daquele ano, foi confirmado, no Brasil, o tratado do casamento de Sua Majestade com Amélia. Ao confirmar-se o casamento, Pedro rompeu definitivamente sua ligação com a Marquesa de Santos e instituiu, como prova de boas intenções, aOrdem da Rosa, cujo lema é "Amor e Fidelidade". A cerimônia do casamento, realizada por procuração em Munique, na capela doPalácio de Leuchtenberg, a 2 de agosto daquele ano, foi singela, contando com poucos convidados,2já que Amélia insistiu em doar a um orfanato de Munique a substancial dotação enviada por Pedro para uma celebração faustosa.O noivo foi representado pelo Marquês de Barbacena. Amélia tinha apenas dezessete anos, e seu marido, trinta.A mãe da noiva previu as dificuldades pelas quais sua filha passaria, e providenciou que ela fosse preparada. Além de um bom dote e enxoval, aconselhou-a, recomendando que demonstrasse seus sentimentos e deixasse de lado a timidez para não desestimular o marido, que fosse amorosa com os enteados, e sobretudo que se mantivesse fiel, como imperatriz, aos interesses brasileiros. Além disso, incumbiu o cientistaCarl Friedrich von Martiusde, durante sua viagem, instruí-la sobre a nação que governaria, e aCondessa de Itapagipe, de introduzi-la no conhecimento da personalidade do seu esposo, dalíngua portuguesae dos costumes da corte brasileira. Amélia de Leuchtenberg chegou aoRio de Janeiroem 15 de outubro de 1829, nafragataImperatriz, vinda deOostende, naBélgica, bem antes da data prevista. Diz a tradição que ao saber que o navio se aproximava, Pedro embarcou em um rebocador para encontrá-lo fora da barra, e ao ver que a beleza da esposa correspondia às suas altas expectativas, desfaleceu de emoção.Acompanhavam-na a bordo o Marquês de Barbacena e a pequenaMaria da Glória, a futura Maria II de Portugal, em favor de quem o pai renunciara aos seus direitos ao trono português em 1828. Barbacena, que na mesma viagem havia recebido a missão de levar Maria para os cuidados de seu avô, o imperador Francisco I, no meio do trajeto soube da usurpação do trono português porMiguel, irmão de Pedro, e decidiu em vez levá-la para aInglaterra, que considerou um lugar mais seguro. Após concluir as tratativas do enlace imperial, buscou-a novamente, embarcando-a de volta para o Brasil junto com a comitiva de Amélia, onde se encontrava também o irmão da noiva,Augusto de Beauharnais, 2.Duque de Leuchtenberg. Pouco depois do primeiro encontro do casal, os filhos do primeiro casamento de Pedro conheceram sua madrasta ainda no navio que a trouxera, para almoçarem todos juntos. No dia seguinte, ao meio-dia, sob uma forte chuva, Amélia desembarcou, sendo recebida com uma solene procissão. Em seguida dirigiu-se, com seu esposo, àCapela Imperialpara receberem as bençãos nupciais. A beleza da imperatriz deslumbrou a todos, realçada por um longo vestido branco e um manto bordado em prata, segundo a moda francesa. Depois da cerimônia houve uma celebração pública com fogos de artifício, e a corte foi servida com um grande banquete de Estado. Em janeiro de 1830, ocorreu a apresentação formal da nova imperatriz à corte, com um baile em que todas as damas se vestiram com a cor rosa, sua preferida. Somente no dia seguinte ao baile o casal iniciou sua lua-de-mel, passando seis semanas na fazenda do padre Correa, naserra da Estrela, local onde futuramente se ergueria a cidade dePetrópolis. Em seu retorno, encontraram o clima na corte pesado, por conta de problemas causados pelo notórioChalaça, amigo íntimo do imperador. Barbacena aproveitou para livrar-se do antigo desafeto, recomendando que ele partisse para a Europa, no que contou com o apoio irrestrito da nova imperatriz, ansiosa para apagar tudo que pudesse lembrar o passado aventuresco de seu esposo. Ela já havia mostrado atitudes firmes anteriormente, recusando-se desde o início a receber na corte aDuquesa de Goiás, filha de Pedro com a Marquesa de Santos, e exigindo que ela fosse mandada para um colégio naSuíça. Ao instalar-se noPalácio de São Cristóvão, percebendo a falta de protocolo que reinava, Amélia impôs à corte como língua oficial ofrancêse o cerimonial de uma corte europeia. Procurou atualizar a moda e a culinária, redecorou o palácio e renovou os serviços de mesa e pratarias, tentando refinar os costumes. Em parte teve sucesso, e a elegância da imperatriz, sempre impecavelmente vestida, se tornou famosa no estrangeiro. Seu relacionamento com seus enteados foi, segundo relatos, muito positivo. Tendo cativado imediatamente o afeto do marido, sua bela aparência, seu bom senso e sua gentileza no trato conseguiram o mesmo das crianças. Dedicou-se a assegurar que recebessem uma boa educação e tivessem um bom ambiente familiar. Um viajante francês registrou pouco após o casamento: "Parece que a imperatriz continua a exercer sua influência sobre as crianças de Pedro. Os felizes resultados já são aparentes, já fez consideráveis reformas no palácio, e a ordem começa a reinar; a educação das princesas é supervisionada e dirigida pela imperatriz pessoalmente", o mesmo cuidado recebendo o herdeiro do trono, o pequenoPedro de Alcântara. Prova-o o fato de que ele em breve passou a chamá-la de "mamãe". Amélia sempre manifestou-lhe carinho, e até sua morte manteve correspondência com ele, tentando instruí-lo e apoiá-lo. Sobrevivem cerca de seiscentas cartas que trocaram. Pedro II retribuiria a gentileza solicitando sua ajuda para casar suas próprias filhas e visitando-a em Lisboa em 1871. Também foi importante sua presença para resgatar a popularidade de seu marido e animá-lo em um momento difícil do novo império, mas o entusiasmo gerado pelo casamento entre a população durou pouco. José Bonifácioaconselhou-a no sentido de que fizesse o marido se reconciliar com o povo, mas nada adiantou. A precariedade da situação econômica e a turbulência política precipitaram uma crise incontornável, e em 7 de abril de 1831 Pedro abdicou, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara. Amélia seguiu com Pedro, agora com o título deDuques de Bragança, de navio para a Europa. Encontrava-segrávidade três meses e sofreu muito comenjoos. O primeiro porto a ser alcançado foi doFaial, no arquipélago dosAçores. Após se reabastecer, o navio seguiu viagem rumo aCherburgo, naFrança, chegando ali em 10 de junho de 1831. Foram recebidos com honras de monarcas reinantes, com uma salva de 21 tiros de canhão e um destacamento de cinco mil soldados da Guarda Nacional. A Prefeitura da cidade ofereceu-lhes um palácio para que se acomodassem, mas em 20 de junho Pedro seguiu paraLondres, deixando para trás Amélia, à qual se reuniu Maria da Glória em 23 do mesmo mês. Em seguida, Amélia estabeleceu residência emParis, com Maria da Glória eIsabel Maria, Duquesa de Goiás, que acabaria adotando por filha. No dia 30 de novembro de 1831 a imperatriz deu à luz a princesaMaria Amélia de Bragança, seu único rebento. O pai expressou sua felicidade em carta ao pequeno Pedro II, nos seguintes termos: "A Divina Providência quis diminuir a tristeza que sente meu coração paterno pela separação de V.M.I. Vossa Majestade Imperial dando-me mais uma filha e, à V.M.I., mais uma irmã e súdita". Enquanto isso, Pedro I empreendia uma encarniçada luta contra o seu irmão,Miguel I, pelo trono português, em nome de sua filha, Maria da Glória. Com a notícia da vitória do Duque de Bragança em Lisboa, Amélia partiu com sua filha e sua enteada para Portugal, chegando à capital em 22 de setembro de 1833. Com Miguel derrotado e exilado de Portugal, Pedro e sua família estabeleceram-se inicialmente noPalácio do Ramalhão e, mais tarde, noPalácio Real de Queluz. A vida agitada de Pedro havia minado sua saúde, ele contraiutuberculosee faleceu em 24 de setembro de 1834. Amélia respeitou as disposições testamentárias do finado, que desejava ter sua filha ilegítima com a Marquesa de Santos,Maria Isabel, bem educada na Europa, como estava sendo sua outra filha,Isabel Maria, Duquesa de Goiás, mas apesar do convite feito para que lhe enviasse a menina, a marquesa declinou. Pedro também estipulara dotes para outros de seus filhos adulterinos, que foram concedidos às expensas da herança de Amélia e de sua própria filha, expressando seu respeito pelo amor que Pedro dedicara a toda a sua prole, legítima ou não. Amélia não voltou a se casar; mudou-se para oPalácio das Janelas Verdese dedicou-se a obras decaridade e à educação da filha, que demonstrou possuir grande inteligência e pendor para a música,ocasionalmente visitando aBavieracom sua menina. Apesar de estabelecidas em território luso, elas não eram consideradas parte dafamília real portuguesa. Amélia solicitou então ao governo brasileiro o reconhecimento dela e de sua filha como membros dafamília imperial brasileira, com direito a uma pensão, mas Pedro II ainda era menor de idade e o Brasil era governado por uma Regência, que temia uma possível influência da imperatriz-viúva nos negócios de Estado e, mesmo, sua adesão a facções políticas que pudessem vir a prejudicar o governo. Assim, recusou-se o reconhecimento de Maria Amélia como uma princesa brasileira e proibiu-se a ela e sua mãe de colocarem os pés no país. Entretanto, com a maioridade de Pedro II, que mantinha boas relações com elas, a situação mudou, e em 5 de julho de 1841 mãe e filha foram reconhecidas como membros da família imperial brasileira. Por infelicidade, logo após noivar com o arquiduqueMaximiliano da Áustriano início de 1852, a princesa Maria Amélia passou a mostrar os sintomas da tuberculose. A doença fez com que ela e sua mãe mudassem para oFunchal, naIlha da Madeira, em busca de ares mais salubres, lá chegando em 31 de agosto. Todavia, a princesa não resistiu e faleceu, aos vinte e dois anos de idade, em 4 de fevereiro de 1853. Sua morte repercutiu profundamente sobre a mãe, que visitou o túmulo da filha todos os anos no dia 4 de fevereiro até ela mesma falecer, financiou a construção de um hospital no Funchal chamado "Princesa Dona Maria Amélia", ainda existente, e legou suas propriedades na Baviera ao arquiduque Maximiliano, "a quem ela ficaria feliz em ter como genro, se Deus tivesse conservado sua amada filha Maria Amélia". Após a morte da filha, Amélia voltou a residir emLisboa, onde morreu em 26 de janeiro de 1873, aos sessenta anos. De acordo com o estabelecido em seu testamento, sua irmã, aRainha da Suécia, foi sua principal herdeira, mas legou para o Brasil muitos documentos pertencentes a Pedro, hoje preservados no Arquivo Histórico doMuseu ImperialdePetrópolis.Seus restos mortais jazem na cripta doMonumento à Independência do Brasil, emSão Paulo, trasladados para o Brasil em 1982. Até aí o corpo de Maria Amélia repousou ao lado do corpo do irmão de D. Pedro I, Miguel, noPanteão dos Bragançasem Lisboa.

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Tipo: Prata de Lei

IMPERATRIZ AMÉLIA AUGUSTA EUGENIA NAPOLEONA, DUQUESA DE BRAGANÇA. FLOREIRO EM PRATA DE LEI COM MARCAS PARA O IMPÉRIO AUSTRO HUNGAR0 ANO DE 1867. CORPO LISO COM BORDAS DECORADAS EM RELEVO COM FLORES. ALÇAS LATERAIS. ELEVADO SOBRE PÉ QUE REPETE A DECORAÇÃO DA BORDA. EM RESERVA MONOGRAMA A SOB COROA IMPERIAL. PERTENCEU A IMPERATRIZ AMÉLIA, SEGUNDA IMPERATRIZ DO BRASIL E SEGUNDA ESPOSA DE DOM PEDRO I. MONOGRAMA MUITO SEMELHANTE AO UTILIZADO NESSA PEÇA ESTA PRESENTE NO SERVIÇO DE JANTAR DA IMPERATRIZ REPRODUZIDO NA PÁGINA 199 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL POR JENNY DREYFUS. IMPÉRIO AUSTRO HÚNGARO, 38 CM DE LARGURA.NOTA: Amélia Augusta Eugênia Napoleona,31 de julhode1812Lisboa,26 de janeirode1873) foi a segunda esposa do imperador D.Pedro IeImperatriz ConsortedoImpério do Brasilde 1829 até 1831. Era filha deEugênio de Beauharnaise sua esposa a princesaAugusta da Baviera. Amélia foi a quarta filha do generalEugênio de Beauharnais, e sua esposa, a princesaAugusta da Baviera. Seu pai era filho deJosefina de Beauharnaise seu primeiro marido, o viscondeAlexandre de Beauharnais. Quando Josefina casou-se novamente comNapoleão Bonaparte, Eugênio foi adotado como filho e feito Vice-Rei da Itália. A mãe de Amélia era filha do reiMaximiliano I José da Bavierae de sua primeira consorte, a princesaAugusta Guilhermina de Hesse-Darmstadt.Entre os irmãos de Amélia estavamJosefina de Leuchtenberg, rainha consorte deÓscar I da Suécia, eAugusto de Beauharnais, príncipe consorte deMaria II de Portugal(enteada de Amélia).Napoleão IIIfoi seu primo-irmão. Depois da queda de Napoleão em 1814, Eugênio, tendo assumido o título deDuque de Leuchtenberg, fixou residência emMunique, mas após sua morte a família ficou em situação incerta, sem grandes perspectivas para o futuro. Embora fossem nobres, seu parentesco com Napoleão não facilitava seu trânsito entre as cortes e o reconhecimento de sua nobreza. O surgimento da possibilidade de casar Amélia com o Imperador do Brasil pareceu à mãe, Augusta, a melhor alternativa para garantir as pretensões daCasa de Leuchtenberga um status régio. Após a morte de sua primeira esposa, a arquiduquesa austríacaMaria Leopoldina, em dezembro de 1826,Pedro I do Brasil incumbiu oMarquês de Barbacenade buscar-lhe na Europa uma segunda esposa. Sua tarefa não foi fácil, e vários fatores complicaram a busca. Em primeiro lugar, Pedro havia estipulado quatro condições para aceitar uma nova consorte: ela deveria ser de bom nascimento, bela, virtuosa e culta. Não eram muitas as princesas disponíveis que satisfaziam todos os requisitos. Além disso, a imagem do Imperador na Europa não era boa, seu envolvimento com aMarquesa de Santosera notório e dificilmente alguma candidata deixaria as cortes europeias para casar-se com quem tinha fama de infiel, assumindo além disso cincoenteados. Para piorar a situação, o antigo sogro de Pedro, o imperador austríacoFrancisco I, não tinha o genro em bom conceito e divergia de suas ideias políticas, e aparentemente agiu para boicotar um novo casamento a fim de garantir que seus netos herdassem o trono brasileiro, se sobrevivessem à infância. Após enfrentar a recusa de oito princesas, o que tornara o embaixador objeto do escárnio nas cortes, Barbacena, em concordância com o imperador, baixou as expectativas e passou a buscar uma noiva apenas "bela e virtuosa". Surgiu enfim Amélia como uma boa possibilidade, mas seu encontro não se deveu a Barbacena, e sim aoVisconde de Pedra Branca, ministro em Paris, a quem ela havia sido indicada.Não tinha uma linhagem particularmente distinguida por parte de mãe, e seu pai, enteado de Napoleão Bonaparte, em muitos lugares não tinha sua nobreza reconhecida justamente pelo ódio que o ex-imperador francês suscitara em boa parte da Europa. Entretanto, era seu único "defeito". A princesa era muito bela, alta, bem proporcionada, com um rosto delicado e cabelos alourados. OMarquês de Resende, enviado para confirmar a formosura da jovem, escreveu ao Imperador cobrindo-a de elogios e dizendo que ela tinha "um ar de corpo como o que o pintorCorreggiodeu nos seus quadros àRainha de Sabá". Era, também, muito culta e sensível. Uma notícia doLondon Timesna época afirmou que ela era uma das princesas mais bem educadas e preparadas da Alemanha.O casamento foi rapidamente arranjado. A convenção matrimonial foi assinada naInglaterraem 30 de maio de 1829, ratificada em30 de junho, em Munique, pela mãe e tutora da noiva, a Duquesa de Leuchtenberg. Em 30 de julho daquele ano, foi confirmado, no Brasil, o tratado do casamento de Sua Majestade com Amélia. Ao confirmar-se o casamento, Pedro rompeu definitivamente sua ligação com a Marquesa de Santos e instituiu, como prova de boas intenções, aOrdem da Rosa, cujo lema é "Amor e Fidelidade". A cerimônia do casamento, realizada por procuração em Munique, na capela doPalácio de Leuchtenberg, a 2 de agosto daquele ano, foi singela, contando com poucos convidados,2já que Amélia insistiu em doar a um orfanato de Munique a substancial dotação enviada por Pedro para uma celebração faustosa.O noivo foi representado pelo Marquês de Barbacena. Amélia tinha apenas dezessete anos, e seu marido, trinta.A mãe da noiva previu as dificuldades pelas quais sua filha passaria, e providenciou que ela fosse preparada. Além de um bom dote e enxoval, aconselhou-a, recomendando que demonstrasse seus sentimentos e deixasse de lado a timidez para não desestimular o marido, que fosse amorosa com os enteados, e sobretudo que se mantivesse fiel, como imperatriz, aos interesses brasileiros. Além disso, incumbiu o cientistaCarl Friedrich von Martiusde, durante sua viagem, instruí-la sobre a nação que governaria, e aCondessa de Itapagipe, de introduzi-la no conhecimento da personalidade do seu esposo, dalíngua portuguesae dos costumes da corte brasileira. Amélia de Leuchtenberg chegou aoRio de Janeiroem 15 de outubro de 1829, nafragataImperatriz, vinda deOostende, naBélgica, bem antes da data prevista. Diz a tradição que ao saber que o navio se aproximava, Pedro embarcou em um rebocador para encontrá-lo fora da barra, e ao ver que a beleza da esposa correspondia às suas altas expectativas, desfaleceu de emoção.Acompanhavam-na a bordo o Marquês de Barbacena e a pequenaMaria da Glória, a futura Maria II de Portugal, em favor de quem o pai renunciara aos seus direitos ao trono português em 1828. Barbacena, que na mesma viagem havia recebido a missão de levar Maria para os cuidados de seu avô, o imperador Francisco I, no meio do trajeto soube da usurpação do trono português porMiguel, irmão de Pedro, e decidiu em vez levá-la para aInglaterra, que considerou um lugar mais seguro. Após concluir as tratativas do enlace imperial, buscou-a novamente, embarcando-a de volta para o Brasil junto com a comitiva de Amélia, onde se encontrava também o irmão da noiva,Augusto de Beauharnais, 2.Duque de Leuchtenberg. Pouco depois do primeiro encontro do casal, os filhos do primeiro casamento de Pedro conheceram sua madrasta ainda no navio que a trouxera, para almoçarem todos juntos. No dia seguinte, ao meio-dia, sob uma forte chuva, Amélia desembarcou, sendo recebida com uma solene procissão. Em seguida dirigiu-se, com seu esposo, àCapela Imperialpara receberem as bençãos nupciais. A beleza da imperatriz deslumbrou a todos, realçada por um longo vestido branco e um manto bordado em prata, segundo a moda francesa. Depois da cerimônia houve uma celebração pública com fogos de artifício, e a corte foi servida com um grande banquete de Estado. Em janeiro de 1830, ocorreu a apresentação formal da nova imperatriz à corte, com um baile em que todas as damas se vestiram com a cor rosa, sua preferida. Somente no dia seguinte ao baile o casal iniciou sua lua-de-mel, passando seis semanas na fazenda do padre Correa, naserra da Estrela, local onde futuramente se ergueria a cidade dePetrópolis. Em seu retorno, encontraram o clima na corte pesado, por conta de problemas causados pelo notórioChalaça, amigo íntimo do imperador. Barbacena aproveitou para livrar-se do antigo desafeto, recomendando que ele partisse para a Europa, no que contou com o apoio irrestrito da nova imperatriz, ansiosa para apagar tudo que pudesse lembrar o passado aventuresco de seu esposo. Ela já havia mostrado atitudes firmes anteriormente, recusando-se desde o início a receber na corte aDuquesa de Goiás, filha de Pedro com a Marquesa de Santos, e exigindo que ela fosse mandada para um colégio naSuíça. Ao instalar-se noPalácio de São Cristóvão, percebendo a falta de protocolo que reinava, Amélia impôs à corte como língua oficial ofrancêse o cerimonial de uma corte europeia. Procurou atualizar a moda e a culinária, redecorou o palácio e renovou os serviços de mesa e pratarias, tentando refinar os costumes. Em parte teve sucesso, e a elegância da imperatriz, sempre impecavelmente vestida, se tornou famosa no estrangeiro. Seu relacionamento com seus enteados foi, segundo relatos, muito positivo. Tendo cativado imediatamente o afeto do marido, sua bela aparência, seu bom senso e sua gentileza no trato conseguiram o mesmo das crianças. Dedicou-se a assegurar que recebessem uma boa educação e tivessem um bom ambiente familiar. Um viajante francês registrou pouco após o casamento: "Parece que a imperatriz continua a exercer sua influência sobre as crianças de Pedro. Os felizes resultados já são aparentes, já fez consideráveis reformas no palácio, e a ordem começa a reinar; a educação das princesas é supervisionada e dirigida pela imperatriz pessoalmente", o mesmo cuidado recebendo o herdeiro do trono, o pequenoPedro de Alcântara. Prova-o o fato de que ele em breve passou a chamá-la de "mamãe". Amélia sempre manifestou-lhe carinho, e até sua morte manteve correspondência com ele, tentando instruí-lo e apoiá-lo. Sobrevivem cerca de seiscentas cartas que trocaram. Pedro II retribuiria a gentileza solicitando sua ajuda para casar suas próprias filhas e visitando-a em Lisboa em 1871. Também foi importante sua presença para resgatar a popularidade de seu marido e animá-lo em um momento difícil do novo império, mas o entusiasmo gerado pelo casamento entre a população durou pouco. José Bonifácioaconselhou-a no sentido de que fizesse o marido se reconciliar com o povo, mas nada adiantou. A precariedade da situação econômica e a turbulência política precipitaram uma crise incontornável, e em 7 de abril de 1831 Pedro abdicou, deixando o trono para seu filho Pedro de Alcântara. Amélia seguiu com Pedro, agora com o título deDuques de Bragança, de navio para a Europa. Encontrava-segrávidade três meses e sofreu muito comenjoos. O primeiro porto a ser alcançado foi doFaial, no arquipélago dosAçores. Após se reabastecer, o navio seguiu viagem rumo aCherburgo, naFrança, chegando ali em 10 de junho de 1831. Foram recebidos com honras de monarcas reinantes, com uma salva de 21 tiros de canhão e um destacamento de cinco mil soldados da Guarda Nacional. A Prefeitura da cidade ofereceu-lhes um palácio para que se acomodassem, mas em 20 de junho Pedro seguiu paraLondres, deixando para trás Amélia, à qual se reuniu Maria da Glória em 23 do mesmo mês. Em seguida, Amélia estabeleceu residência emParis, com Maria da Glória eIsabel Maria, Duquesa de Goiás, que acabaria adotando por filha. No dia 30 de novembro de 1831 a imperatriz deu à luz a princesaMaria Amélia de Bragança, seu único rebento. O pai expressou sua felicidade em carta ao pequeno Pedro II, nos seguintes termos: "A Divina Providência quis diminuir a tristeza que sente meu coração paterno pela separação de V.M.I. Vossa Majestade Imperial dando-me mais uma filha e, à V.M.I., mais uma irmã e súdita". Enquanto isso, Pedro I empreendia uma encarniçada luta contra o seu irmão,Miguel I, pelo trono português, em nome de sua filha, Maria da Glória. Com a notícia da vitória do Duque de Bragança em Lisboa, Amélia partiu com sua filha e sua enteada para Portugal, chegando à capital em 22 de setembro de 1833. Com Miguel derrotado e exilado de Portugal, Pedro e sua família estabeleceram-se inicialmente noPalácio do Ramalhão e, mais tarde, noPalácio Real de Queluz. A vida agitada de Pedro havia minado sua saúde, ele contraiutuberculosee faleceu em 24 de setembro de 1834. Amélia respeitou as disposições testamentárias do finado, que desejava ter sua filha ilegítima com a Marquesa de Santos,Maria Isabel, bem educada na Europa, como estava sendo sua outra filha,Isabel Maria, Duquesa de Goiás, mas apesar do convite feito para que lhe enviasse a menina, a marquesa declinou. Pedro também estipulara dotes para outros de seus filhos adulterinos, que foram concedidos às expensas da herança de Amélia e de sua própria filha, expressando seu respeito pelo amor que Pedro dedicara a toda a sua prole, legítima ou não. Amélia não voltou a se casar; mudou-se para oPalácio das Janelas Verdese dedicou-se a obras decaridade e à educação da filha, que demonstrou possuir grande inteligência e pendor para a música,ocasionalmente visitando aBavieracom sua menina. Apesar de estabelecidas em território luso, elas não eram consideradas parte dafamília real portuguesa. Amélia solicitou então ao governo brasileiro o reconhecimento dela e de sua filha como membros dafamília imperial brasileira, com direito a uma pensão, mas Pedro II ainda era menor de idade e o Brasil era governado por uma Regência, que temia uma possível influência da imperatriz-viúva nos negócios de Estado e, mesmo, sua adesão a facções políticas que pudessem vir a prejudicar o governo. Assim, recusou-se o reconhecimento de Maria Amélia como uma princesa brasileira e proibiu-se a ela e sua mãe de colocarem os pés no país. Entretanto, com a maioridade de Pedro II, que mantinha boas relações com elas, a situação mudou, e em 5 de julho de 1841 mãe e filha foram reconhecidas como membros da família imperial brasileira. Por infelicidade, logo após noivar com o arquiduqueMaximiliano da Áustriano início de 1852, a princesa Maria Amélia passou a mostrar os sintomas da tuberculose. A doença fez com que ela e sua mãe mudassem para oFunchal, naIlha da Madeira, em busca de ares mais salubres, lá chegando em 31 de agosto. Todavia, a princesa não resistiu e faleceu, aos vinte e dois anos de idade, em 4 de fevereiro de 1853. Sua morte repercutiu profundamente sobre a mãe, que visitou o túmulo da filha todos os anos no dia 4 de fevereiro até ela mesma falecer, financiou a construção de um hospital no Funchal chamado "Princesa Dona Maria Amélia", ainda existente, e legou suas propriedades na Baviera ao arquiduque Maximiliano, "a quem ela ficaria feliz em ter como genro, se Deus tivesse conservado sua amada filha Maria Amélia". Após a morte da filha, Amélia voltou a residir emLisboa, onde morreu em 26 de janeiro de 1873, aos sessenta anos. De acordo com o estabelecido em seu testamento, sua irmã, aRainha da Suécia, foi sua principal herdeira, mas legou para o Brasil muitos documentos pertencentes a Pedro, hoje preservados no Arquivo Histórico doMuseu ImperialdePetrópolis.Seus restos mortais jazem na cripta doMonumento à Independência do Brasil, emSão Paulo, trasladados para o Brasil em 1982. Até aí o corpo de Maria Amélia repousou ao lado do corpo do irmão de D. Pedro I, Miguel, noPanteão dos Bragançasem Lisboa.

Item 238 de 412 Itens
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada

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