Item 611 de 739 Itens
Prata de Lei

LUIZ GONZAGA PEREIRA CAMPÓS VERGUEIRO NETO DO SENADOR VERGUEIRO MAJESTOSO PAR DE CANDELABROS EM PRATA DE LEI TEOR 925 COM MARCAS DO PRATEIRO HOWARD CO NEW YORK E DATA PARA O SEC. XIX ANO 1900. ESTILO GEORGE IV. POSSIVELMENTE OS MAIORES E MAIS VISTOSOS CANDELABROS QUE ESSE LEILOEIRO JÁ TEVE OPORTUNIDADE DE VER PESSOALMENTE. CONSTRUÍDOS COM QUATRO BRAÇOS E CINCO LUMES DISPOSTOS EM TORCEIL. DE EXCEPCIONAL EXECUÇÃO FORAM CONSTRUÍDOS PARA EXPRESSAR LUXO, OPULÊNCIA E REQUINTE! DECORADOS EM RELEVO COM ROCAILLES COM ARREMATES EM RICO VERMEIL. POSSUEM MONOGRAMA LGV ENTRELAÇADO PERTENCENDO A RESIDENCIA DE LUIZ GONZAGA PEREIRA CAMPOS VERGUEIRO, NETO DO SENADOR VERGUEIRO. FORAM CONFECCIONADOS PELE HOWARK CO UM DOS MAIS IMPORTANTES PRATEIROS DA VIRADA DO SÉCULO NO MUNDO. PESAM INCRÍVEIS 15,349 KG APENAS PRATA DE LEI SEM RECHEIOS OU OUTROS MATERIAIS. UM PAR SEMELHANTE PESANDO TAMBEM POUCO MAIS DE QUINZE QUILOGRAMAS FOI VENDIDO NOS EUA POR INCRIVEIS U$ 60.000 DÓLARES VIDE EM https://estatesilver.com/large-pr-antique-sterling-silver-candelabra-7-lights-howard-and-co-1915.html. EUA, SEC. XIX. 68 CM DE ALTURA. 15,349 KG.NOTA: LUIZ GONZADA PEREIRA CAMPOS VERGUEIRO NASCEU EM 1854 E MORREU EM 1917. ERA FILHO DE LUIS PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO E BALBINA ALEXANDRINA DA SILVA MACHADO. SENDO, PORTANTO NETO PATERNO DE NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO (SENADOR VERGUEIRO) E NETO MARTERNO DOS BARÕES DE ANTONINA (JOÃO DA SILVA MACHADO E ANA UBALDINA DO PARAÍSO GUIMARÃES). FOI CASADO COM THEREZA BRESSANE DE FRANÇA PINTO. FOI OPULENTO FAZENDEIRO DE CAFÉ HERDANDO SOMA VULTOSA DOS SEUS PAIS. SENADOR VERGUEIRO: Em 1803, Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, cidadão português formado em Direito pela Universidade de Coimbra, resolveu tentar a sorte no Brasil, aos 25 anos, e usou esse trajeto para chegar em São Paulo. O único bem que trouxe na bagagem foi o seu diploma universitário, pois, ele era muito pobre mas a sua competência para lidar com as leis era notável, e rapidamente se tornou um dos poucos especialistas jurídicos da cidade. Desde cedo o então advogado passou a acumular funções políticas e fez fortuna. Em 1807, recebeu uma sesmaria na região do Rio Piracicaba, onde construiu o Engenho Limoeiro e se apaixonou pelas atividades agrícolas, tornando-se também fazendeiro. Nicolau Vergueiro era muito próximo do fazendeiro Nicolau de Sousa Queirós e do banqueiro Brigadeiro Luiz Antônio de Sousa, que se tornou seu sócio na criação de fazendas, como a Ibicaba, e na empresa Vergueiro & Sousa, que, com a morte do Brigadeiro, passou a se chamar Vergueiro & Cia. Político consolidado, títulos não faltavam ao excelentíssimo Vergueiro. Em São Paulo foi Deputado Provincial e Presidente da Assembleia, além de diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. O seu prestígio político e econômico era tamanho, que tornou-se senador e passou a conviver com o Imperador D. Pedro I, colaborando para a independência do Brasil e posteriormente para a abolição da escravidão. Após a abdicação de D. Pedro I em prol de seu filho, em 1831, o então senador integrou a regência trina que governou o Brasil enquanto o herdeiro do trono era criança, portanto incapaz de assumir o império. A política da corte, porém, não o afastou de São Paulo, onde ele mantinha e expandia os seus empreendimentos, Vinte e quatro anos depois da Independência do Brasil, o filho de D. Pedro I, o imperador D. Pedro II, inaugurou a nova ligação do planalto com o litoral: a Estrada da Maioridade, uma referência à emancipação do monarca aos 14 anos. Essa mesma estrada seria sucessivamente melhorada e renomeada com o passar do tempo. Em meados do século XIX, o café passou a ser o principal produto brasileiro de exportação, enquanto o país era pressionado pelo fim da escravidão. Como o senador era abolicionista e precisava de mão de obra para as suas lavouras de café, desenvolveu em sua fazenda de Ibicaba, na região de Limeira, um método conhecido como sistema de parcerias, com a finalidade de atrair trabalhadores imigrantes. Com isso, por meio da empresa Vergueiro e Cia, que atuava na Europa, trouxe para o Brasil 80 famílias, de suíços e alemães, com a promessa de um trabalho baseado no regime de parceria: os imigrantes entravam com a mão de obra, e o proprietário rural com os recursos. O sistema adotado por Vergueiro se propagou, e outras fazendas também aderiram ao modelo, conta o jornalista. Entretanto, a insatisfação de um grupo de imigrantes suíços descontentes com a falta de cumprimento dos acordos estabelecidos com os patrões promoveu uma rebelião dos colonos. Alegavam tratamento semelhante ao regime de escravidão, de serem vítimas de propaganda enganosa e, em 1856, na Fazenda Ibicaba aconteceu um fato histórico, conhecido como a Revolta dos Parceiros. A notícia rapidamente se espalhou pela Europa. Alguns países europeus proibiram a emigração para o Brasil, e o sistema caiu em desuso, explica. No tempo do senador Vergueiro, a fazenda de Ibicaba, ganhou projeção nacional por utilizar uma tecnologia considerada avançada para a época. Ele fez a primeira tentativa de inserir mão-de-obra livre assalariada no Brasil, contribuindo para que emigrantes e brasileiros adquirissem pequenas propriedades, o que incentivou o desenvolvimento do Estado de São Paulo. A Fazenda Ibicaba ainda existe, sendo atualmente um ponto turístico no município de Cordeirópolis. O Senador Nicolau Vergueiro faleceu em 1859, deixando a empresa Vergueiro & Cia para seus herdeiros. O filho que mais se aproximava do seu jeito empreendedor era o Comendador José Vergueiro, conhecido por ser seu braço direito. Nascido em Taquari, no Rio Grande do Sul, João da Silva Machado ( 1782 1875) é mais conhecido pelo título de nobreza que recebeu, o de Barão de Antonina, em 11 de setembro de 1843, com grandezas recebidas em 13 de agosto de 1860. A honraria foi concedida através de decreto imperial, por D. Pedro II. Filho de Manuel da Silva Jorge e Antônia Maria de Bittencourt, e irmão do barão de Ibicuí, Machado era tropeiro e em 1816 se tornou sargento-mor de Ordenanças de Vila Nova do Príncipe, São Paulo. Em 1822, foi responsável pela conservação da Estrada da Mata, entre São Paulo e Rio Grande do Sul. Em seguida, participou da execução de várias estradas, explorou os rios Tibaji e Paranapanema, criou reservas indígenas, fundou povoações e participou do exército brasileiro, como tenente-coronel de milícias e coronel honorário. Na década de 30, ingressou na política, como deputado provincial (1835 a 1843), por São Paulo. Foi nesse período que recebeu o título de nobreza. Em seguida, foi vice-presidente de São Paulo e, quando criada a província do Paraná, foi senador (1854 a 1875). O Barão de Antonina faleceu com 92 anos, em São Paulo. Ele deixou uma grande descendência, totalizando três filhas, 23 netos e 28 bisnetos. Também deixou uma enorme fortuna.

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Tipo: Prata de Lei

LUIZ GONZAGA PEREIRA CAMPÓS VERGUEIRO NETO DO SENADOR VERGUEIRO MAJESTOSO PAR DE CANDELABROS EM PRATA DE LEI TEOR 925 COM MARCAS DO PRATEIRO HOWARD CO NEW YORK E DATA PARA O SEC. XIX ANO 1900. ESTILO GEORGE IV. POSSIVELMENTE OS MAIORES E MAIS VISTOSOS CANDELABROS QUE ESSE LEILOEIRO JÁ TEVE OPORTUNIDADE DE VER PESSOALMENTE. CONSTRUÍDOS COM QUATRO BRAÇOS E CINCO LUMES DISPOSTOS EM TORCEIL. DE EXCEPCIONAL EXECUÇÃO FORAM CONSTRUÍDOS PARA EXPRESSAR LUXO, OPULÊNCIA E REQUINTE! DECORADOS EM RELEVO COM ROCAILLES COM ARREMATES EM RICO VERMEIL. POSSUEM MONOGRAMA LGV ENTRELAÇADO PERTENCENDO A RESIDENCIA DE LUIZ GONZAGA PEREIRA CAMPOS VERGUEIRO, NETO DO SENADOR VERGUEIRO. FORAM CONFECCIONADOS PELE HOWARK CO UM DOS MAIS IMPORTANTES PRATEIROS DA VIRADA DO SÉCULO NO MUNDO. PESAM INCRÍVEIS 15,349 KG APENAS PRATA DE LEI SEM RECHEIOS OU OUTROS MATERIAIS. UM PAR SEMELHANTE PESANDO TAMBEM POUCO MAIS DE QUINZE QUILOGRAMAS FOI VENDIDO NOS EUA POR INCRIVEIS U$ 60.000 DÓLARES VIDE EM https://estatesilver.com/large-pr-antique-sterling-silver-candelabra-7-lights-howard-and-co-1915.html. EUA, SEC. XIX. 68 CM DE ALTURA. 15,349 KG.NOTA: LUIZ GONZADA PEREIRA CAMPOS VERGUEIRO NASCEU EM 1854 E MORREU EM 1917. ERA FILHO DE LUIS PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO E BALBINA ALEXANDRINA DA SILVA MACHADO. SENDO, PORTANTO NETO PATERNO DE NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO (SENADOR VERGUEIRO) E NETO MARTERNO DOS BARÕES DE ANTONINA (JOÃO DA SILVA MACHADO E ANA UBALDINA DO PARAÍSO GUIMARÃES). FOI CASADO COM THEREZA BRESSANE DE FRANÇA PINTO. FOI OPULENTO FAZENDEIRO DE CAFÉ HERDANDO SOMA VULTOSA DOS SEUS PAIS. SENADOR VERGUEIRO: Em 1803, Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, cidadão português formado em Direito pela Universidade de Coimbra, resolveu tentar a sorte no Brasil, aos 25 anos, e usou esse trajeto para chegar em São Paulo. O único bem que trouxe na bagagem foi o seu diploma universitário, pois, ele era muito pobre mas a sua competência para lidar com as leis era notável, e rapidamente se tornou um dos poucos especialistas jurídicos da cidade. Desde cedo o então advogado passou a acumular funções políticas e fez fortuna. Em 1807, recebeu uma sesmaria na região do Rio Piracicaba, onde construiu o Engenho Limoeiro e se apaixonou pelas atividades agrícolas, tornando-se também fazendeiro. Nicolau Vergueiro era muito próximo do fazendeiro Nicolau de Sousa Queirós e do banqueiro Brigadeiro Luiz Antônio de Sousa, que se tornou seu sócio na criação de fazendas, como a Ibicaba, e na empresa Vergueiro & Sousa, que, com a morte do Brigadeiro, passou a se chamar Vergueiro & Cia. Político consolidado, títulos não faltavam ao excelentíssimo Vergueiro. Em São Paulo foi Deputado Provincial e Presidente da Assembleia, além de diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. O seu prestígio político e econômico era tamanho, que tornou-se senador e passou a conviver com o Imperador D. Pedro I, colaborando para a independência do Brasil e posteriormente para a abolição da escravidão. Após a abdicação de D. Pedro I em prol de seu filho, em 1831, o então senador integrou a regência trina que governou o Brasil enquanto o herdeiro do trono era criança, portanto incapaz de assumir o império. A política da corte, porém, não o afastou de São Paulo, onde ele mantinha e expandia os seus empreendimentos, Vinte e quatro anos depois da Independência do Brasil, o filho de D. Pedro I, o imperador D. Pedro II, inaugurou a nova ligação do planalto com o litoral: a Estrada da Maioridade, uma referência à emancipação do monarca aos 14 anos. Essa mesma estrada seria sucessivamente melhorada e renomeada com o passar do tempo. Em meados do século XIX, o café passou a ser o principal produto brasileiro de exportação, enquanto o país era pressionado pelo fim da escravidão. Como o senador era abolicionista e precisava de mão de obra para as suas lavouras de café, desenvolveu em sua fazenda de Ibicaba, na região de Limeira, um método conhecido como sistema de parcerias, com a finalidade de atrair trabalhadores imigrantes. Com isso, por meio da empresa Vergueiro e Cia, que atuava na Europa, trouxe para o Brasil 80 famílias, de suíços e alemães, com a promessa de um trabalho baseado no regime de parceria: os imigrantes entravam com a mão de obra, e o proprietário rural com os recursos. O sistema adotado por Vergueiro se propagou, e outras fazendas também aderiram ao modelo, conta o jornalista. Entretanto, a insatisfação de um grupo de imigrantes suíços descontentes com a falta de cumprimento dos acordos estabelecidos com os patrões promoveu uma rebelião dos colonos. Alegavam tratamento semelhante ao regime de escravidão, de serem vítimas de propaganda enganosa e, em 1856, na Fazenda Ibicaba aconteceu um fato histórico, conhecido como a Revolta dos Parceiros. A notícia rapidamente se espalhou pela Europa. Alguns países europeus proibiram a emigração para o Brasil, e o sistema caiu em desuso, explica. No tempo do senador Vergueiro, a fazenda de Ibicaba, ganhou projeção nacional por utilizar uma tecnologia considerada avançada para a época. Ele fez a primeira tentativa de inserir mão-de-obra livre assalariada no Brasil, contribuindo para que emigrantes e brasileiros adquirissem pequenas propriedades, o que incentivou o desenvolvimento do Estado de São Paulo. A Fazenda Ibicaba ainda existe, sendo atualmente um ponto turístico no município de Cordeirópolis. O Senador Nicolau Vergueiro faleceu em 1859, deixando a empresa Vergueiro & Cia para seus herdeiros. O filho que mais se aproximava do seu jeito empreendedor era o Comendador José Vergueiro, conhecido por ser seu braço direito. Nascido em Taquari, no Rio Grande do Sul, João da Silva Machado ( 1782 1875) é mais conhecido pelo título de nobreza que recebeu, o de Barão de Antonina, em 11 de setembro de 1843, com grandezas recebidas em 13 de agosto de 1860. A honraria foi concedida através de decreto imperial, por D. Pedro II. Filho de Manuel da Silva Jorge e Antônia Maria de Bittencourt, e irmão do barão de Ibicuí, Machado era tropeiro e em 1816 se tornou sargento-mor de Ordenanças de Vila Nova do Príncipe, São Paulo. Em 1822, foi responsável pela conservação da Estrada da Mata, entre São Paulo e Rio Grande do Sul. Em seguida, participou da execução de várias estradas, explorou os rios Tibaji e Paranapanema, criou reservas indígenas, fundou povoações e participou do exército brasileiro, como tenente-coronel de milícias e coronel honorário. Na década de 30, ingressou na política, como deputado provincial (1835 a 1843), por São Paulo. Foi nesse período que recebeu o título de nobreza. Em seguida, foi vice-presidente de São Paulo e, quando criada a província do Paraná, foi senador (1854 a 1875). O Barão de Antonina faleceu com 92 anos, em São Paulo. Ele deixou uma grande descendência, totalizando três filhas, 23 netos e 28 bisnetos. Também deixou uma enorme fortuna.

Item 611 de 739 Itens
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada

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