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Prata de Lei

SANTO VIÁTICO - RARÍSSIMO PORTA VIÁTICO EM PRATA DE LEI BATIDA, REPUXADA E CINZELADA, COM CONTRASTE P COROADO PARA CIDADE DO PORTO E MARCAS DO PRATEIRO ANG (ANTONIO NOGUEIRA GAMA) ativo na cidade do Porto em 1786, marca conhecida como P-157 segundo classificação de Fernando Moutinho de Almeida. Constitui-se de um ostensório com PASSADORES laterais E UM CORDÃO RUBRO COM TERMINAÇÃO EM BORLA para QUE O sacerdote, solenemente paramentado, POSSA CINGI-LO AO PEITO, quando da procissão do SANTO viático. O ostensório tem na parte traseira um óculo que aberto revela câmara revestida em ouro CONTENDO LUNA para SUPORTAR a Hóstia. NA PARTE DIANTEIRA POSSUI TRABALHO COM CINZELADOS REPRESENTANDO VIDEIRA COM CACHOS E PLANTAS DE TRIGO COM ESPIGAS UNIDAS POR LAÇO CARACTERÍSTICOS DO PERÍODO JOSEFINO. A TAMPA TRASEIRA TEM REPRESTAÇÃO DA ROSA DE JERICÓ UM DOS SÍMBOLOS DA RESSUREIÇÃO. ENCIMANDO O VIÁTICO CRUZ LATINA EM PRATA E VERMEIL. Fuste em balaústre. Portugal, sec. XVIII. 16 cm de altura.NOTA: Viático é um ritual da Igreja Católica que consiste em levar a Comunhão aos enfermos que não podem locomover-se de suas casas para receber o sacramento da Extrema Unção. Entre os gregos antigos existia um costume de oferecer um jantar para aqueles que iriam iniciar uma viagem. Após o jantar era oferecida toda a provisão necessária para a viagem: alimentos, dinheiro, roupas e objetos pessoais. Em latim essa prática recebeu o nome de viaticum. Já no início da Igreja a palavra viático ganhou um sentido metafórico, que significa a provisão para a viagem desse mundo ao próximo. É nesse sentido que a palavra é utilizada na liturgia. Ao pressentir a morte, ou mesmo ao cair enfermo, o doente deveria comunicar ao padre de sua paróquia, via familiares ou irmandades, se participava de uma, a fim de que os sacramentos lhe fossem enviados. Após tomar ciência do fato, o padre deveria preparar o viático, separar o óleo de oliveira bento pelo bispo, e os utensílios, tais como toalhas e incensório. O sino da igreja era tocado para chamar todos os fiéis a acompanharem o viático. Debret, em 1820, no Rio de Janeiro, retratou o momento no qual o viático repleto de pompa chegava à casa de um doente . O padre segue sob o pálio, transportado por seis pessoas, todos são homens que pertencem à irmandade do Santíssimo Sacramento, bem como os irmãos que seguem à frente também o são e estão vestidos com o hábito da irmandade. Mais distante, diante da casa da enferma, se posiciona uma fanfarra composta por negros que tocam instrumentos de sopro e percussão. Ao fundo, um irmão carrega uma cruz, ladeado por dois outros que trazem tochas. Em plano mais afastado, há uma guarda composta de soldados, que portam seus mosquetes em ombro armas. Debret ressalta que se trata de um viático completo e não é difícil concordar com sua interpretação, pois a casa que o recebe é nada menos que um sobrado VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE IMAGEM RETRATADA POR DEBRET DA PROCISSÃO DO SÃO VIÁTICO). Ao chegar à casa do enfermo, o padre deveria saudar os presentes. E depois de rezar um Pai-Nosso e uma Ave Maria, deveria exortar o enfermo a pedir perdão a qualquer um dos presentes que o moribundo tenha ofendido. Com efeito, uma das características do momento da morte é com certeza este momento de reparação dos danos causados. Logo após a reparação moral, e mesmo testamentária, o padre demandava ao doente se ele de fato pedia perdão a todos por algo que tivesse feito. Depois, o enfermo ouviria o padre ler um texto eclesiástico sobre o Corpo de Cristo. Logo em seguida, o doente então confirmaria. E após o padre fazer o sinal da cruz, e aspergir o óleo, o enfermo ouviria: Indulgentiam Vc. Absolvido, o doente poderia partir em paz. O viático não se desfazia na casa do enfermo, pois pelo mesmo caminho que ele e o acampamento vieram, deveriam retornar até o lugar de onde origem, quando o padre se despediria do povo que participou do viático dizendo: A todas as peffoas, que acompanharaõ o Santiffimo Sacramento, faõ concedidas muytas indulgencias pelos Summos Pontifices: & o noffo Prelado lhes concede os feus quarenta dias. Como se pode ver, participar de um viático era vantajoso para os participantes, já que as pessoas que participavam recebiam o perdão das faltas cometidas em retribuição pelo feito. Havia uma pena prevista para o pároco que deixasse uma pessoa de sua freguesia morrer sem o Sacramento da Eucaristia. Se fosse constatada a negligência por parte do pároco, que, ainda que avisado, não tivesse providenciado o viático, ele seria punido com a suspensão do ofício pelo tempo de um ano, também podendo culminar com a prisão no aljube, se, por ocasião dos visitadores outras irregularidades fossem descobertas. Os preceitos da igreja reforçavam a necessidade de se levar à missa a doentes que morrem em lugares ermos, de difícil acesso, onde não há gente para acompanhar. Nestes casos, prescrevia que se realizasse a missa na casa do doente, se for decente, ou de um vizinho, mas com o cuidado para que não se faça disto uma constante, já que o mesmo documento proíbe o uso de altar móvel ou fora de Igrejas, Ermidas, ou Oratórios aprovados. O viático não poderia sair à noite, salvo se o doente estivesse em perigo de morte. As mulheres de qualquer estado civil estavam proibidas de saírem no viático antes do sahir o Sol, ou depois de posto, sob pena de excomunhão. Todavia, se o enfermo não tivesse melhorado e estivesse prestes a morrer, o pároco deveria ministrar os sacramentos ao moribundo rapidamente, mas devagar e com calma se percebesse nele sinal de que não morreria de imediato. Neste caso, o moribundo deveria ser exortado a se arrepender dos seus pecados e males praticados em vida, a fim de que a sua alma fosse assunta ao céu.55 A hora da morte era vista como um momento de intenso combate entre a luz e as trevas, no qual se procurava de todas as formas arrebatar a alma do morto, conforme prescreviam as Constituições primeiras. As Constituições, uma vez que seguiam a orientação Tridentina, reafirmavam o valor da presença do padre e do sacramento, a fim de trazer conforto e alívio. O propósito da extrema-unção era o de perdoar os pecados ficando aliviada a alma do enfermo; dar saúde ao enfermo, ou em todo, ou em parte; e confortar, para quem na agonia da morte possa refletir aos assaltos do inimigo, e levar com paciência as dores da enfermidade. No domicílio do moribundo, deveria haver ao menos uma vela acesa, para que, num momento tão delicado e carregado de tensão, não se fizesse a cerimônia às escuras: a vela simbolizaria a luz que iluminaria a viagem do morto em direção às mansões celestes. Se o enfermo estivesse muito mal, prestes a morrer, o padre poderia omitir uma ou todas as preces e ministrar as unções. Eram cinco: nos olhos, orelhas, nariz, boca e mãos. Se ao final o enfermo ainda estivesse vivo, então o padre deveria dizer as preces faltantes. As mulheres não poderiam ser ungidas nas costas nem nos peitos, com certeza por causa do forte pudor da época, mas só nos cinco sentidos, nem os homens nas costas se houvesse perigo de vida. Assim, os sacerdotes deveriam ungir nas costas das mãos e não nas palmas. Ou seja, a parte pelo todo, as costas das mãos representando as costas do doente que não pode ser movido ( A flor da terra: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro Júlio César Medeiros da Silva Pereira).

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Tipo: Prata de Lei

SANTO VIÁTICO - RARÍSSIMO PORTA VIÁTICO EM PRATA DE LEI BATIDA, REPUXADA E CINZELADA, COM CONTRASTE P COROADO PARA CIDADE DO PORTO E MARCAS DO PRATEIRO ANG (ANTONIO NOGUEIRA GAMA) ativo na cidade do Porto em 1786, marca conhecida como P-157 segundo classificação de Fernando Moutinho de Almeida. Constitui-se de um ostensório com PASSADORES laterais E UM CORDÃO RUBRO COM TERMINAÇÃO EM BORLA para QUE O sacerdote, solenemente paramentado, POSSA CINGI-LO AO PEITO, quando da procissão do SANTO viático. O ostensório tem na parte traseira um óculo que aberto revela câmara revestida em ouro CONTENDO LUNA para SUPORTAR a Hóstia. NA PARTE DIANTEIRA POSSUI TRABALHO COM CINZELADOS REPRESENTANDO VIDEIRA COM CACHOS E PLANTAS DE TRIGO COM ESPIGAS UNIDAS POR LAÇO CARACTERÍSTICOS DO PERÍODO JOSEFINO. A TAMPA TRASEIRA TEM REPRESTAÇÃO DA ROSA DE JERICÓ UM DOS SÍMBOLOS DA RESSUREIÇÃO. ENCIMANDO O VIÁTICO CRUZ LATINA EM PRATA E VERMEIL. Fuste em balaústre. Portugal, sec. XVIII. 16 cm de altura.NOTA: Viático é um ritual da Igreja Católica que consiste em levar a Comunhão aos enfermos que não podem locomover-se de suas casas para receber o sacramento da Extrema Unção. Entre os gregos antigos existia um costume de oferecer um jantar para aqueles que iriam iniciar uma viagem. Após o jantar era oferecida toda a provisão necessária para a viagem: alimentos, dinheiro, roupas e objetos pessoais. Em latim essa prática recebeu o nome de viaticum. Já no início da Igreja a palavra viático ganhou um sentido metafórico, que significa a provisão para a viagem desse mundo ao próximo. É nesse sentido que a palavra é utilizada na liturgia. Ao pressentir a morte, ou mesmo ao cair enfermo, o doente deveria comunicar ao padre de sua paróquia, via familiares ou irmandades, se participava de uma, a fim de que os sacramentos lhe fossem enviados. Após tomar ciência do fato, o padre deveria preparar o viático, separar o óleo de oliveira bento pelo bispo, e os utensílios, tais como toalhas e incensório. O sino da igreja era tocado para chamar todos os fiéis a acompanharem o viático. Debret, em 1820, no Rio de Janeiro, retratou o momento no qual o viático repleto de pompa chegava à casa de um doente . O padre segue sob o pálio, transportado por seis pessoas, todos são homens que pertencem à irmandade do Santíssimo Sacramento, bem como os irmãos que seguem à frente também o são e estão vestidos com o hábito da irmandade. Mais distante, diante da casa da enferma, se posiciona uma fanfarra composta por negros que tocam instrumentos de sopro e percussão. Ao fundo, um irmão carrega uma cruz, ladeado por dois outros que trazem tochas. Em plano mais afastado, há uma guarda composta de soldados, que portam seus mosquetes em ombro armas. Debret ressalta que se trata de um viático completo e não é difícil concordar com sua interpretação, pois a casa que o recebe é nada menos que um sobrado VIDE NOS CRÉDITOS EXTRAS DESSE LOTE IMAGEM RETRATADA POR DEBRET DA PROCISSÃO DO SÃO VIÁTICO). Ao chegar à casa do enfermo, o padre deveria saudar os presentes. E depois de rezar um Pai-Nosso e uma Ave Maria, deveria exortar o enfermo a pedir perdão a qualquer um dos presentes que o moribundo tenha ofendido. Com efeito, uma das características do momento da morte é com certeza este momento de reparação dos danos causados. Logo após a reparação moral, e mesmo testamentária, o padre demandava ao doente se ele de fato pedia perdão a todos por algo que tivesse feito. Depois, o enfermo ouviria o padre ler um texto eclesiástico sobre o Corpo de Cristo. Logo em seguida, o doente então confirmaria. E após o padre fazer o sinal da cruz, e aspergir o óleo, o enfermo ouviria: Indulgentiam Vc. Absolvido, o doente poderia partir em paz. O viático não se desfazia na casa do enfermo, pois pelo mesmo caminho que ele e o acampamento vieram, deveriam retornar até o lugar de onde origem, quando o padre se despediria do povo que participou do viático dizendo: A todas as peffoas, que acompanharaõ o Santiffimo Sacramento, faõ concedidas muytas indulgencias pelos Summos Pontifices: & o noffo Prelado lhes concede os feus quarenta dias. Como se pode ver, participar de um viático era vantajoso para os participantes, já que as pessoas que participavam recebiam o perdão das faltas cometidas em retribuição pelo feito. Havia uma pena prevista para o pároco que deixasse uma pessoa de sua freguesia morrer sem o Sacramento da Eucaristia. Se fosse constatada a negligência por parte do pároco, que, ainda que avisado, não tivesse providenciado o viático, ele seria punido com a suspensão do ofício pelo tempo de um ano, também podendo culminar com a prisão no aljube, se, por ocasião dos visitadores outras irregularidades fossem descobertas. Os preceitos da igreja reforçavam a necessidade de se levar à missa a doentes que morrem em lugares ermos, de difícil acesso, onde não há gente para acompanhar. Nestes casos, prescrevia que se realizasse a missa na casa do doente, se for decente, ou de um vizinho, mas com o cuidado para que não se faça disto uma constante, já que o mesmo documento proíbe o uso de altar móvel ou fora de Igrejas, Ermidas, ou Oratórios aprovados. O viático não poderia sair à noite, salvo se o doente estivesse em perigo de morte. As mulheres de qualquer estado civil estavam proibidas de saírem no viático antes do sahir o Sol, ou depois de posto, sob pena de excomunhão. Todavia, se o enfermo não tivesse melhorado e estivesse prestes a morrer, o pároco deveria ministrar os sacramentos ao moribundo rapidamente, mas devagar e com calma se percebesse nele sinal de que não morreria de imediato. Neste caso, o moribundo deveria ser exortado a se arrepender dos seus pecados e males praticados em vida, a fim de que a sua alma fosse assunta ao céu.55 A hora da morte era vista como um momento de intenso combate entre a luz e as trevas, no qual se procurava de todas as formas arrebatar a alma do morto, conforme prescreviam as Constituições primeiras. As Constituições, uma vez que seguiam a orientação Tridentina, reafirmavam o valor da presença do padre e do sacramento, a fim de trazer conforto e alívio. O propósito da extrema-unção era o de perdoar os pecados ficando aliviada a alma do enfermo; dar saúde ao enfermo, ou em todo, ou em parte; e confortar, para quem na agonia da morte possa refletir aos assaltos do inimigo, e levar com paciência as dores da enfermidade. No domicílio do moribundo, deveria haver ao menos uma vela acesa, para que, num momento tão delicado e carregado de tensão, não se fizesse a cerimônia às escuras: a vela simbolizaria a luz que iluminaria a viagem do morto em direção às mansões celestes. Se o enfermo estivesse muito mal, prestes a morrer, o padre poderia omitir uma ou todas as preces e ministrar as unções. Eram cinco: nos olhos, orelhas, nariz, boca e mãos. Se ao final o enfermo ainda estivesse vivo, então o padre deveria dizer as preces faltantes. As mulheres não poderiam ser ungidas nas costas nem nos peitos, com certeza por causa do forte pudor da época, mas só nos cinco sentidos, nem os homens nas costas se houvesse perigo de vida. Assim, os sacerdotes deveriam ungir nas costas das mãos e não nas palmas. Ou seja, a parte pelo todo, as costas das mãos representando as costas do doente que não pode ser movido ( A flor da terra: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro Júlio César Medeiros da Silva Pereira).

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Informações

Lance

    • 13 lance(s)

    • R$ 3,100.00

  • Lote Vendido
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada