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Porcelana

BARONESA DE JUNDIAÍ GRANDE SOPEIRA EM PORCELANA COM BORDAS DELIMITADAS POR FRISO VERDE ÁGUA ENTRE FILETES, PEGA COM FEITIO DE PINHA E FOLHAGENS.COM MONOGRAMA AJPF, PERTENCENTE A ANA JOAQUINA DO PRADO FONSECA; MANUFATURA GAUVAIN. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO INTEGRA O ACERVO DO MUSEU DO IPIRANGA EM SÃO PAULO CAPITAL E O MUSEU SOLAR DO BARÃO DE JUNDIAÍ NO MUNICIPIO QUE ORIGINOU O TOPONIMICO. FRANÇA, SÉC. XIX. 39 CM DE DÍAMETRO. NOTA: Ana Joaquina do Prado Fonseca (Jundiaí, ? - 1906) foi a 2ª baronesa de Jundiaí, tendo sido proprietária rural, filha do sargento-mor Antonio de Queiroz Telles, barão de Jundiaí (Jundiaí, 1 de fevereiro de 1789 Campinas, 11 de outubro de 1870) e da baronesa consorte Ana Leduina de Morais Jordão, sua sobrinha. Casou-se com o senador Dr.José Manuel da Fonseca (São Paulo, 5 de abril de 1803 - São Paulo, 10 de março de 1871), formado em direito em Coimbra, senador do Império depois de ter sido deputado geral por São Paulo em 1842, tendo sido vice-presidente da Província de São Paulo em 1839 e 1842, filho de Antonio da Fonseca e de Gertrudes Maria de Camargo, já viúvo de Ana Brandina da Silva Prado e importante proprietário de fazendas de café e açucar. Foi seu filho, Antonio Leme da Fonseca (Jundiaí, 1839 - 1897). Foram os quarto-proprietários da Fazenda Monte Serrat, em Itupeva, São Paulo, tendo seu filho herdado a fazenda, sendo seu quinto-proprietário e a ela se dedicado. Dentre outros, foram seus irmãos, Antonio de Queiroz Telles, conde de Parnaíba, que se casou com Rita Mboy Tibiriçá Piratininga e Joaquim Benedito de Queiroz Telles, barão do Japi, que se casou com sua tia materna, Maria Januária de Moraes Queiroz. Agraciada com o título de baronesa de Jundiaí, concedido em 7 de maio de 1887 (D.Pedro II) depois de viúva. O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mantem em seu acervo, itens pertencentes à segunda Baronesa de Jundiaí, sendo quadro confeccionado com seus cabelos, com o monograma "BJ", montado em Paris, no século XIX , como também porcelana francesa, século XIX, que traz o monograma "AJPF", assim como o Museu Solar do Barão de Jundiaí. Faleceu no ano de 1906, sendo sepultada no Cemitério Municipal Nossa Senhora do Desterro, no município de Jundiaí, Estado de São Paulo. https://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Joaquina_do_Prado_Fonseca

Peça

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Tipo: Porcelana

BARONESA DE JUNDIAÍ GRANDE SOPEIRA EM PORCELANA COM BORDAS DELIMITADAS POR FRISO VERDE ÁGUA ENTRE FILETES, PEGA COM FEITIO DE PINHA E FOLHAGENS.COM MONOGRAMA AJPF, PERTENCENTE A ANA JOAQUINA DO PRADO FONSECA; MANUFATURA GAUVAIN. EXEMPLAR DESSE SERVIÇO INTEGRA O ACERVO DO MUSEU DO IPIRANGA EM SÃO PAULO CAPITAL E O MUSEU SOLAR DO BARÃO DE JUNDIAÍ NO MUNICIPIO QUE ORIGINOU O TOPONIMICO. FRANÇA, SÉC. XIX. 39 CM DE DÍAMETRO. NOTA: Ana Joaquina do Prado Fonseca (Jundiaí, ? - 1906) foi a 2ª baronesa de Jundiaí, tendo sido proprietária rural, filha do sargento-mor Antonio de Queiroz Telles, barão de Jundiaí (Jundiaí, 1 de fevereiro de 1789 Campinas, 11 de outubro de 1870) e da baronesa consorte Ana Leduina de Morais Jordão, sua sobrinha. Casou-se com o senador Dr.José Manuel da Fonseca (São Paulo, 5 de abril de 1803 - São Paulo, 10 de março de 1871), formado em direito em Coimbra, senador do Império depois de ter sido deputado geral por São Paulo em 1842, tendo sido vice-presidente da Província de São Paulo em 1839 e 1842, filho de Antonio da Fonseca e de Gertrudes Maria de Camargo, já viúvo de Ana Brandina da Silva Prado e importante proprietário de fazendas de café e açucar. Foi seu filho, Antonio Leme da Fonseca (Jundiaí, 1839 - 1897). Foram os quarto-proprietários da Fazenda Monte Serrat, em Itupeva, São Paulo, tendo seu filho herdado a fazenda, sendo seu quinto-proprietário e a ela se dedicado. Dentre outros, foram seus irmãos, Antonio de Queiroz Telles, conde de Parnaíba, que se casou com Rita Mboy Tibiriçá Piratininga e Joaquim Benedito de Queiroz Telles, barão do Japi, que se casou com sua tia materna, Maria Januária de Moraes Queiroz. Agraciada com o título de baronesa de Jundiaí, concedido em 7 de maio de 1887 (D.Pedro II) depois de viúva. O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mantem em seu acervo, itens pertencentes à segunda Baronesa de Jundiaí, sendo quadro confeccionado com seus cabelos, com o monograma "BJ", montado em Paris, no século XIX , como também porcelana francesa, século XIX, que traz o monograma "AJPF", assim como o Museu Solar do Barão de Jundiaí. Faleceu no ano de 1906, sendo sepultada no Cemitério Municipal Nossa Senhora do Desterro, no município de Jundiaí, Estado de São Paulo. https://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Joaquina_do_Prado_Fonseca

Informações

Lance

Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada