Item 289 de 655 Itens
Marfim

VITÓRIA IMPERATRIZ DA INDIA - INGLATERRA IMPÉRIO COLONIAL IMPORTANTE SET DE TALHERES PARA FRUTAS E SOBREMESA EM PRATA DE LEI E MARFIM. AS LÂMINAS E OS GARFOS TEM MARCAS PARA CIDADE DE LONDRES E LETRA DATA 1872. OS CABOS FORAM ESCULPIDOS NA ÍNDIA EM MARFIM TODOS REPRESENTANDO DIVINDADES HINDUS. DOTADOS DE RIQUEZA DE DETALHES, PERFEIÇÃO ESCULTÓRICA E TESTEMUNHO DA MILENAR CULTURA INDIANA. DEC, 1880. 21 CM DE ALTURA. NOTA: O termo Índia britânica é a denominação não-oficial para o domínio colonial do Império Britânicosobre o subcontinente indiano, aqui entendido como a área geográfica que inclui os territórios atuais de Índia, Paquistão, Bangladesh (ex-Paquistão Oriental) e Mianmar (antes chamado "Birmânia"). Pode ser designado também pelo termo Raj britânico, do hindustâni rj, "reino". No tempo, corresponde a um período desde 1858, quando os direitos da Companhia Britânica das Índias Orientais foram transferidos para a coroa britânica, até 1947, ano em que o Reino Unido passou a soberania sobre aquele território para os recém-criados Índia e Paquistão. A colonização britânica na Índia mais tarde serviria de modelo para a expansão alemã no leste europeu. Do ponto de vista formal, o termo "Índia britânica" aplicava-se apenas às porções do subcontinente governadas diretamente pela administração britânica em Deli e, anteriormente, Calcutá. A maior parte do território do subcontinente sob influência britânica naquela época não era governada diretamente pelos britânicos: os chamados "Estados principescos" eram nominalmente independentes, governados pelos seus marajás, rajás, thakurs e nababos, quem reconheciam o monarca britânico como seu suserano feudal por meio de tratados. Áden passou a integrar a Índia britânica a partir de 1839; a Birmânia, a partir de 1886. Ambos tornaram-se colônias separadas do Império Britânico em 1937. Embora o Sri Lanka (antigo Ceilão) possa ser considerado parte do subcontinente indiano, não integrava a Índia britânica, pois era governado como uma colônia diretamente de Londres e não pelo vice-rei da Índia. O Estado Português da Índia e a Índia Francesa eram formadas por pequenos enclaves costeiros governados por Portugal e França, respetivamente. Foram integrados à Índia após a independência indiana. Em 31 de dezembro de 1600, a Rainha Isabel I da Inglaterraoutorgou uma carta real à Companhia Britânica das Índias Orientais para comerciar com o oriente. Os primeiros navios da companhia chegaram à Índia em 1608, aportando em Surate, no que é hoje Guzarate. Quatro anos mais tarde, comerciantes ingleses derrotaram os portugueses numa batalha naval e com isso ganharam a simpatia do imperador mogol Jahangir. Em 1615, o Rei Jaime Ienviou um embaixador à corte mogol, negociando-se então um tratado de comércio pelo qual a companhia poderia erguer postos comerciais na Índia em troca de bens europeus. A companhia comerciava itens como algodão, seda, salitre, índigoe chá. Em meados do século XVII, a companhia havia estabelecido postos comerciais nas principais cidades indianas, como Bombaim, Calcutá e Madras, ademais da primeira feitoria em Surat, erguida em 1612. Em 1670, o Rei Carlos II outorgou à companhia o direito de adquirir território, formar um exército, cunhar moeda e exercer jurisdição em áreas sob seu controle. No final do século XVII, a companhia havia se tornado um "país" no subcontinente indiano, com considerável poder militar, e administrava três "presidências" (administrações coloniais regionais). Os britânicos estabeleceram uma base territorial no subcontinente pela primeira vez quando tropas financiadas pela companhia derrotaram o Nababo bengalês Siraj Ud Daulah na batalha de Plassey, em 1757. Em 1773, o parlamento britânico instituiu o cargo de governador-geral da Índia. Na virada para o século XIX, o governador-geral Lorde Wellesley começou a expandir os domínios da companhia em grande escala, ao derrotar Tipu Sahib, anexar Mysore, na Índia meridional, e remover a influência francesa do subcontinente. Em meados daquele século, o governador Dalhousie lançou a expansão mais ambiciosa da companhia, ao derrotar os siques nas Guerras Anglo-Siques (o que lhe permitiu anexar o Panjabe) e subjugar a Birmânia na Segunda Guerra Anglo-Birmanesa. Dalhousie também tomou pequenos Estados principescos como Satara, Sambalpur, Jhansi e Nagpur, com base na chamada "doutrina da preempção", segundo a qual a companhia poderia anexar qualquer principado cujo governante morresse sem herdeiros do sexo masculino. A anexação de Oudh em 1856 foi a última aquisição territorial da companhia, pois o ano seguinte viu a eclosão da revolta dos sipaios. Em maio de 1857, soldados nativos (hindus e muçulmanos) do exército da Índia britânica, conhecidos como sipaios, rebelaram-se em Meerut, marcharam sobre Délhi e ofereceram seus serviços ao imperador mogol Bahadur Shah II e o exigem que recupere seu trono; este se deixa envolver e torna-se o chefe declarado do levante. Assim, o norte e o centro da Índia mergulharam numa insurreição que durou um ano, dirigida contra a Companhia Britânica das Índias Orientais. Muitos regimentos nativos e reinos indianos juntaram-se à revolta, enquanto que outras unidades e reinos indianos apoiaram os britânicos. Após sufocar a rebelião e retomar o controle da Índia, o governo britânico dissolveu a companhia e assumiu o governo direto da Índia. O imperador Bahadur Shah II foi julgado e condenado ao exílio em Rangum, e seus filhos, executados. A Rainha Vitória recebeu em 1877 o título de imperatriz da Índia. Em Londres, criou-se o cargo de Secretário de Estado para a Índia. O governador-geral - chamado de vice-reiquando agia na qualidade de representante junto aos Estados principescos, que eram nominalmente soberanos -, sediado em Calcutá, passou a chefiar a administração da Índia britânica. Eram-lhe subordinados os governadores das províncias. O Serviço Civil da Índia foi, durante décadas, reservado aos britânicos, até que na década de 1910 admitiram-se alguns poucos indianos. Em 1858, o vice-rei anunciou que os tratados anteriores celebrados com os Estados principescos seriam honrados, renunciando então à "doutrina da preempção". Cerca de 40 por cento do território indiano e 20 a 25 por cento da população permaneceram sob o controle dos 562 príncipes, com notável diversidade religiosa (muçulmanos, hindus, siques etc.) e étnica. Sua propensão à pompa e circunstância tornou-se proverbial (como atestam os sentidos figurados das palavras "marajá", "nababo" e "principesco" em português), enquanto que os seus territórios, que variavam em dimensões e riqueza, viram-se ultrapassados pelas transformações sociais e políticas que ocorreram em partes da Índia diretamente administradas pelos britânicos.

Lote: 242A

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Tipo: Marfim

VITÓRIA IMPERATRIZ DA INDIA - INGLATERRA IMPÉRIO COLONIAL IMPORTANTE SET DE TALHERES PARA FRUTAS E SOBREMESA EM PRATA DE LEI E MARFIM. AS LÂMINAS E OS GARFOS TEM MARCAS PARA CIDADE DE LONDRES E LETRA DATA 1872. OS CABOS FORAM ESCULPIDOS NA ÍNDIA EM MARFIM TODOS REPRESENTANDO DIVINDADES HINDUS. DOTADOS DE RIQUEZA DE DETALHES, PERFEIÇÃO ESCULTÓRICA E TESTEMUNHO DA MILENAR CULTURA INDIANA. DEC, 1880. 21 CM DE ALTURA. NOTA: O termo Índia britânica é a denominação não-oficial para o domínio colonial do Império Britânicosobre o subcontinente indiano, aqui entendido como a área geográfica que inclui os territórios atuais de Índia, Paquistão, Bangladesh (ex-Paquistão Oriental) e Mianmar (antes chamado "Birmânia"). Pode ser designado também pelo termo Raj britânico, do hindustâni rj, "reino". No tempo, corresponde a um período desde 1858, quando os direitos da Companhia Britânica das Índias Orientais foram transferidos para a coroa britânica, até 1947, ano em que o Reino Unido passou a soberania sobre aquele território para os recém-criados Índia e Paquistão. A colonização britânica na Índia mais tarde serviria de modelo para a expansão alemã no leste europeu. Do ponto de vista formal, o termo "Índia britânica" aplicava-se apenas às porções do subcontinente governadas diretamente pela administração britânica em Deli e, anteriormente, Calcutá. A maior parte do território do subcontinente sob influência britânica naquela época não era governada diretamente pelos britânicos: os chamados "Estados principescos" eram nominalmente independentes, governados pelos seus marajás, rajás, thakurs e nababos, quem reconheciam o monarca britânico como seu suserano feudal por meio de tratados. Áden passou a integrar a Índia britânica a partir de 1839; a Birmânia, a partir de 1886. Ambos tornaram-se colônias separadas do Império Britânico em 1937. Embora o Sri Lanka (antigo Ceilão) possa ser considerado parte do subcontinente indiano, não integrava a Índia britânica, pois era governado como uma colônia diretamente de Londres e não pelo vice-rei da Índia. O Estado Português da Índia e a Índia Francesa eram formadas por pequenos enclaves costeiros governados por Portugal e França, respetivamente. Foram integrados à Índia após a independência indiana. Em 31 de dezembro de 1600, a Rainha Isabel I da Inglaterraoutorgou uma carta real à Companhia Britânica das Índias Orientais para comerciar com o oriente. Os primeiros navios da companhia chegaram à Índia em 1608, aportando em Surate, no que é hoje Guzarate. Quatro anos mais tarde, comerciantes ingleses derrotaram os portugueses numa batalha naval e com isso ganharam a simpatia do imperador mogol Jahangir. Em 1615, o Rei Jaime Ienviou um embaixador à corte mogol, negociando-se então um tratado de comércio pelo qual a companhia poderia erguer postos comerciais na Índia em troca de bens europeus. A companhia comerciava itens como algodão, seda, salitre, índigoe chá. Em meados do século XVII, a companhia havia estabelecido postos comerciais nas principais cidades indianas, como Bombaim, Calcutá e Madras, ademais da primeira feitoria em Surat, erguida em 1612. Em 1670, o Rei Carlos II outorgou à companhia o direito de adquirir território, formar um exército, cunhar moeda e exercer jurisdição em áreas sob seu controle. No final do século XVII, a companhia havia se tornado um "país" no subcontinente indiano, com considerável poder militar, e administrava três "presidências" (administrações coloniais regionais). Os britânicos estabeleceram uma base territorial no subcontinente pela primeira vez quando tropas financiadas pela companhia derrotaram o Nababo bengalês Siraj Ud Daulah na batalha de Plassey, em 1757. Em 1773, o parlamento britânico instituiu o cargo de governador-geral da Índia. Na virada para o século XIX, o governador-geral Lorde Wellesley começou a expandir os domínios da companhia em grande escala, ao derrotar Tipu Sahib, anexar Mysore, na Índia meridional, e remover a influência francesa do subcontinente. Em meados daquele século, o governador Dalhousie lançou a expansão mais ambiciosa da companhia, ao derrotar os siques nas Guerras Anglo-Siques (o que lhe permitiu anexar o Panjabe) e subjugar a Birmânia na Segunda Guerra Anglo-Birmanesa. Dalhousie também tomou pequenos Estados principescos como Satara, Sambalpur, Jhansi e Nagpur, com base na chamada "doutrina da preempção", segundo a qual a companhia poderia anexar qualquer principado cujo governante morresse sem herdeiros do sexo masculino. A anexação de Oudh em 1856 foi a última aquisição territorial da companhia, pois o ano seguinte viu a eclosão da revolta dos sipaios. Em maio de 1857, soldados nativos (hindus e muçulmanos) do exército da Índia britânica, conhecidos como sipaios, rebelaram-se em Meerut, marcharam sobre Délhi e ofereceram seus serviços ao imperador mogol Bahadur Shah II e o exigem que recupere seu trono; este se deixa envolver e torna-se o chefe declarado do levante. Assim, o norte e o centro da Índia mergulharam numa insurreição que durou um ano, dirigida contra a Companhia Britânica das Índias Orientais. Muitos regimentos nativos e reinos indianos juntaram-se à revolta, enquanto que outras unidades e reinos indianos apoiaram os britânicos. Após sufocar a rebelião e retomar o controle da Índia, o governo britânico dissolveu a companhia e assumiu o governo direto da Índia. O imperador Bahadur Shah II foi julgado e condenado ao exílio em Rangum, e seus filhos, executados. A Rainha Vitória recebeu em 1877 o título de imperatriz da Índia. Em Londres, criou-se o cargo de Secretário de Estado para a Índia. O governador-geral - chamado de vice-reiquando agia na qualidade de representante junto aos Estados principescos, que eram nominalmente soberanos -, sediado em Calcutá, passou a chefiar a administração da Índia britânica. Eram-lhe subordinados os governadores das províncias. O Serviço Civil da Índia foi, durante décadas, reservado aos britânicos, até que na década de 1910 admitiram-se alguns poucos indianos. Em 1858, o vice-rei anunciou que os tratados anteriores celebrados com os Estados principescos seriam honrados, renunciando então à "doutrina da preempção". Cerca de 40 por cento do território indiano e 20 a 25 por cento da população permaneceram sob o controle dos 562 príncipes, com notável diversidade religiosa (muçulmanos, hindus, siques etc.) e étnica. Sua propensão à pompa e circunstância tornou-se proverbial (como atestam os sentidos figurados das palavras "marajá", "nababo" e "principesco" em português), enquanto que os seus territórios, que variavam em dimensões e riqueza, viram-se ultrapassados pelas transformações sociais e políticas que ocorreram em partes da Índia diretamente administradas pelos britânicos.

Item 289 de 655 Itens
Termos e Condições
Condições de Pagamento
Frete e Envio
  • TERMOS E CONDIÇÕES

    1ª. As peças que compõem o presente LEILÃO, foram cuidadosamente examinadas pelos organizadores que, solidários com os proprietários das mesmas, se responsabilizam por suas descrições.

    2ª. Em caso eventual de engano na autenticidade de peças, comprovado por peritos idôneos, e mediante laudo assinado, ficará desfeita a venda, desde que a reclamação seja feita em até 5 dias após o término do leilão. Findo o prazo, não será mais admitidas quaisquer reclamação, considerando-se definitiva a venda.

    3ª. As peças estrangeiras serão sempre vendidas como Atribuídas.

    4ª. O Leiloeiro não é proprietário dos lotes, mas o faz em nome de terceiros, que são responsáveis pela licitude e desembaraço dos mesmos.

    5ª. Elaborou-se com esmero o catálogo, cujos lotes se acham descritos de modo objetivo. As peças serão vendidas NO ESTADO em que foram recebidas e expostas. Descrição de estado ou vícios decorrentes do uso será descrito dentro do possível, mas sem obrigação. Pelo que se solicita aos interessados ou seus peritos, prévio e detalhado exame até o dia do pregão. Depois da venda realizada não serão aceitas reclamações quanto ao estado das mesmas nem servirá de alegação para descumprir compromisso firmado.

    6ª. Os leilões obedecem rigorosamente à ordem do catalogo.

    7ª. Ofertas por escrito podem ser feitas antes dos leilões, ou autorizar a lançar em seu nome; o que será feito por funcionário autorizado.

    8ª. Os Organizadores colocarão a título de CORTESIA, de forma gratuita e confidencial, serviço de arrematação pelo telefone e Internet, sem que isto o obrigue legalmente perante falhas de terceiros.

    8.1. LANCES PELA INTERNET: O arrematante poderá efetuar lances automáticos, de tal maneira que, se outro arrematante cobrir sua oferta, o sistema automaticamente gerará um novo lance para aquele arrematante, acrescido do incremento mínimo, até o limite máximo estabelecido pelo arrematante. Os lances automáticos ficarão registrados no sistema com a data em que forem feitos. Os lances ofertados são IRREVOGÁVEIS e IRRETRATÁVEIS. O arrematante é responsável por todos os lances feitos em seu nome, pelo que os lances não podem ser anulados e/ou cancelados em nenhuma hipótese.

    8.2. Em caso de empate entre arrematantes que efetivaram lances no mesmo lote e de mesmo valor, prevalecerá vencedor aquele que lançou primeiro (data e hora do registro do lance no site), devendo ser considerado inclusive que o lance automático fica registrado na data em que foi feito. Para desempate, o lance automático prevalecerá sobre o lance manual.

    9ª. O Organizador se reserva o direito de não aceitar lances de licitante com obrigações pendentes.

    10ª. Adquiridas as peças e assinado pelo arrematante o compromisso de compra, NÃO MAIS SERÃO ADMITIDAS DESISTÊNCIAS sob qualquer alegação.

    11ª. O arremate será sempre em moeda nacional. A progressão dos lances, nunca inferior a 5% do anterior, e sempre em múltiplo de dez. Outro procedimento será sempre por licença do Leiloeiro; o que não cria novação.

    12ª. Em caso de litígio prevalece a palavra do Leiloeiro.

    13ª. As peças adquiridas deverão ser pagas e retiradas IMPRETERIVELMENTE em até 48 horas após o término do leilão, e serão acrescidas da comissão do Leiloeiro, (5%). Não sendo obedecido o prazo previsto, o Leiloeiro poderá dar por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrar sua comissão e a dos organizadores.

    14ª. As despesas com as remessas dos lotes adquiridos, caso estes não possam ser retirados, serão de inteira responsabilidade dos arrematantes. O cálculo de frete, serviços de embalagem e despacho das mercadorias deverão ser considerados como Cortesia e serão efetuados pelas Galerias e/ou Organizadores mediante prévia indicação da empresa responsável pelo transporte e respectivo pagamento dos custos de envio.

    15ª. Qualquer litígio referente ao presente leilão está subordinado à legislação brasileira e a jurisdição dos tribunais da cidade de Campinas - SP. Os casos omissos regem-se pela legislação pertinente, e em especial pelo Decreto 21.981, de 19 de outubro de 1932, Capítulo III, Arts. 19 a 43, com as alterações introduzidas pelo Decreto 22.427., de 1º. de fevereiro de 1933.

  • CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

    A vista com acréscimo da taxa do leiloeiro de 5%.
    Através de depósito ou transferência bancária em conta a ser enviada por e-mail após o último dia do leilão.
    Não aceitamos cartões de crédito ou débito.
    O pagamento deverá ser efetuado até 72 horas após o término do leilão sob risco da venda ser desfeita.

  • FRETE E ENVIO

    As despesas com retirada e remessa dos lotes, são de responsabilidade dos arrematantes. Veja nas Condições de Venda do Leilão.
    Despachamos para todos os estados. A titulo de cortesia a casa poderá embrulhar as peças arrematadas e providenciar transportadora adequada

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